Priminha me pagando um boquete molhado!



Minha prima de 23 anos chegou no apê naquela tarde quente de verão com a mala pequena e um sorriso safado que já me deixou alerta. Ela era de uma cidadezinha do interior e tinha marcado a entrevista na minha empresa, então eu ofereci o sofá e a ajuda com tudo. A gente passou a primeira hora conversando sobre o cargo, o salário e as pegadinhas que os caras do RH gostam de fazer, mas eu mal conseguia prestar atenção porque a blusa dela era fina demais e os mamilos rosados marcavam o tecido como dois botões pedindo pra serem apertados. A bunda dela naquela calça legging colada parecia uma fruta madura, pronta pra ser mordida, redonda, empinada e balançando toda vez que ela cruzava as pernas no sofá.
Por volta das cinco eu fui tomar banho pra refrescar o corpo e a cabeça, mas o vidro fosco do box não escondia nada da silhueta dela quando a porta do banheiro abriu devagar. Ela entrou sem pedir licença, vestida ainda com a calça colada e a camiseta sem sutiã, os peitos livres balançando levemente enquanto ela fingia pegar a escova de dente no armário. Eu estava debaixo da água quente e meu pau já começou a inchar só de ver aqueles mamilos duros roçando o pano molhado do vapor. Saí do banho enrolado na toalha e ela estava ali parada, me olhando de cima a baixo com os olhos brilhando. Meu volume marcava o tecido grosso e ela mordeu o lábio inferior devagar.
— Tudo bem, primo, o banho foi bom?
Ela perguntou baixinho enquanto eu tentava disfarçar o pau latejando.
Eu sorri e fui pra sala ligar a tv no jogo de futebol, mas ela não perdeu tempo. Sentou do meu lado no sofá, jogou as pernas por cima das minhas coxas e começou a esfregar os pés descalços bem devagar no meu volume por cima da bermuda. O dedão dela apertava a cabeça da pica por baixo do tecido e eu fiquei duro pra valer, sentindo o calor dos pezinhos macios subindo e descendo. Ela me olhava nos olhos sem parar de mexer e o sorriso dela era puro tesão.
— Tudo bem mesmo?
Ela repetiu com a voz rouca.
Não resisti. Puxei ela pro meu colo, tirei a camiseta dela num puxão só e aqueles peitos perfeitos pularam livres, redondos, com os bicos duros e rosados. Comecei a chupar um enquanto apertava o outro, sentindo o gosto doce da pele dela, e ela gemia baixinho no meu ouvido. Nossos beijos ficaram molhados, línguas se enrolando e saliva escorrendo enquanto minhas mãos desciam pra apertar aquela bunda gostosa por dentro da calça. Ela se esfregava no meu pau duro como uma vadia no cio e eu já sentia a buceta quente molhando o tecido da legging.
Depois de minutos lambendo aqueles mamilos inchados, ela desceu do meu colo, se ajoelhou no chão entre minhas pernas e puxou a bermuda pra baixo num movimento rápido. Meu pau pulou pra fora, grosso, veioso e babando pré-gozo na ponta. Ela lambeu os lábios, olhou pra cima com cara de puta safada e começou a passar a língua devagar só na cabeça inchada, lambendo o líquido salgado como se fosse o melhor sorvete do mundo. Depois abriu a boca quente e engoliu metade da pica num gole só, chupando forte com as bochechas afundadas enquanto a mão massageava as bolas pesadas. O barulho era molhado e obsceno, baba escorrendo pelo pau e pingando no chão. Eu gemia alto, segurando o cabelo dela e empurrando a cabeça devagar pra ela engolir mais fundo.
— Se você quiser, pode inundar minha boca inteira, primo.
Ela sussurrou tirando o pau da boca só por um segundo pra depois voltar a chupar mais rápido e mais fundo.
A vadia era profissional. Lambia a veia grossa por baixo, subia e descia a boca toda, engolindo até bater na garganta e voltava cuspindo baba grossa no pau inteiro. Eu sentia o calor úmido, a sucção forte e os gemidos dela vibrando na pica. Comecei a foder a boca dela com estocadas curtas e ela adorava, engasgando mas sem parar de chupar.
— Aiii, que pau gostoso, primo, usa ele na minha boquinha, vai.
Ela gemeu entre uma lambida e outra.
Em poucos minutos eu não aguentei. Segurei a cabeça dela firme e gozei jorrando leite quente direto na garganta dela em jatos grossos. Ela não soltou nem um pouco, continuou chupando e engolindo tudo até a última gota, depois lambeu o pau limpo devagar, olhando nos meus olhos com a boca toda melada de porra e baba. Foi o boquete mais molhado e babado que eu já recebi, exatamente do jeito que eu gosto, a língua dela não parava de girar no grelinho sensível mesmo depois de eu ter gozado.
— Talvez da próxima vez a gente faça mais.
Ela disse levantando devagar e limpando o canto da boca com o dedo.
— Não seja tão impaciente, primo.
Três dias depois ela voltou pro apê pra segunda entrevista e eu já estava louco de tesão desde o momento que abri a porta. Dessa vez ela veio de vestido curto leve que mal cobria a bunda e eu soube na hora que era pra provocar. Conversamos rápido sobre a entrevista, mas o clima já estava carregado de sacanagem. Eu puxei ela pro sofá de novo, tirei o vestido num segundo e vi que ela não usava nada por baixo, nem calcinha nem sutiã, só a buceta lisinha e já molhada brilhando.
— Hoje eu quero tudo, primo.
Ela murmurou se abrindo pra mim no sofá.
Eu me ajoelhei, enfiei o rosto entre aquelas coxas macias e comecei a chupar a buceta dela com fome. A língua girava no grelinho inchado, chupava os lábios grossos e entrava fundo no buraco quente que já escorria mel. Ela gritava alto se contorcendo.
— Aiiiiiii, chupa minha buceta gostosa, primo, lambe esse grelinho, lambe seu safadooo.
Eu metia dois dedos fundo enquanto sugava o clitóris e ela gozava pela primeira vez jorrando na minha boca, tremendo inteira. Depois eu levantei, tirei a roupa e botei ela de quatro no sofá. Meu pau duro latejava e eu esfreguei a cabeça grossa na entrada da buceta molhada antes de meter tudo de uma vez. Ela gritou escandaloso.
— Aiiiiiiii, me fode seu puto, me arromba essa buceta, seu vagabundo.
Eu comecei a estocar forte, batendo as bolas na bunda dela, o barulho de carne molhada ecoando no apê. A buceta dela apertava o pau como uma luva quente e molhada, sugando cada centímetro. Eu puxava o cabelo dela e metia mais fundo.
— Toma sua gostosa, toma essa pica toda na buceta apertada.
Ela rebolava de volta gemendo sem parar.
— Mais forte, primo, rasga o meu cuzinho também, eu sou sua vadiazinha hoje.
Eu não aguentei a provocação. Tirei o pau da buceta lambuzado de mel dela e encostei na roseta apertada do cu. Cuspi bastante saliva e fui empurrando devagar enquanto ela gritava de prazer e dor misturados.
— Aaaaaaaa, me arromba o cu seu tesão, me fode esse cuzinho virgem, primo.
A pica entrou centímetro por centímetro, abrindo o buraco apertado até as bolas encostarem. Eu comecei a foder o cu dela com ritmo crescente, estocadas profundas, e ela urrava de tesão.
— Issooooo, me rasga, me enche de porra no cu, cachorroooooo.
Minhas mãos apertavam aqueles peitos balançando enquanto eu metia sem parar, o cu dela piscava apertando o pau e eu sentia o orgasmo vindo forte. Ela gozou de novo apertando tudo e eu jorrei dentro do cu dela leite quente enchendo o buraco até transbordar, escorrendo pelas coxas. Depois caímos no sofá suados, melados e ofegantes, ela com um sorriso de puta satisfeita.
— Da próxima vez você me fode os dois buracos de novo, primo, eu sou sua vadia agora.
A gente ficou ali se tocando mais um pouco até ela ir pro banho e eu já pensando na terceira entrevista que com certeza ia ter muito mais arrombamento e gemidos escandalosos. O apê inteiro ainda cheirava a sexo e eu sorria sozinho sabendo que aquela prima gostosa tinha virado minha puta particular.

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Comentários


foto perfil usuario casualsomente

casualsomente Comentou em 16/03/2026

A prima puta dos sonhos q maravilhosa




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Priminha me pagando um boquete molhado!

Codigo do conto:
256956

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/03/2026

Quant.de Votos:
4

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