Minha filha me pegou no flagra batendo uma!

Eu estava deitado na cama do quarto, luz apagada, só o brilho azulado do celular iluminando meu rosto suado. Na tela rolava um pornô bem pesado, uma vadia loira de quatro sendo arrombada por uma pica grossa enquanto gemia feito louca. Minha mão direita subia e descia devagar no meu pau, aquela vara grossa de quase vinte e dois centímetros, veias saltadas, cabeça inchada brilhando com o pré-gozo que escorria sem parar. Eu apertava a base com força, imaginando que era uma buceta apertada engolindo tudo, e soltava uns gemidos baixos de tesão acumulado. A outra mão segurava o celular firme, polegar rolando o vídeo cada vez mais rápido.
De repente a porta rangeu devagar. Laiane, minha filha de dezoito anos, entrou sem bater, aquele corpo de mulher nova que já tinha me deixado louco várias vezes só de imaginar. Peitos grandes e redondos balançando livres debaixo da camisola fina, bunda empinada marcando o shortinho curto, cabelo solto caindo nos ombros. Ela parou no meio do quarto, olhos arregalados travados direto no meu pau latejando na minha mão. A boca dela abriu um pouco, respiração acelerando, e eu vi o olhar mudar de surpresa pra algo mais quente, mais safado. Não saiu correndo. Ficou ali uns longos segundos, encarando a cabeça rosada da minha pica, as veias pulsando, o jeito que eu ainda dava uma última puxada antes de congelar. Depois ela só virou e saiu, mas eu juro que vi um sorrisinho no canto da boca dela.
Desde aquela noite tudo mudou. Laiane começou a me caçar. Aparecia do nada nos momentos mais íntimos. Uma tarde eu estava no banheiro, porta entreaberta, pau duro debaixo do chuveiro enquanto eu batia uma punheta rápida. Ela entrou como se nada, fingindo pegar uma toalha – Oi pai, só vim pegar isso – e os olhos dela desceram direto pro meu pau molhado, grosso, água escorrendo pela cabeça. Ela demorou mais que o necessário, passou a língua nos lábios e saiu rebolando aquela bunda. Outra vez eu estava na sala, só de cueca, e ela passou esbarrando o corpo inteiro no meu, os peitos firmes roçando meu braço, o cheiro de perfume misturado com buceta jovem me invadindo. Sempre aquele olhar de quem quer, de quem já imaginou a pica do pai dentro dela.
E as calcinhas... caralho, as calcinhas eram a parte que me deixava louco. Toda manhã eu ia pro cesto de roupa suja e lá estavam elas, bem em cima da pilha. Calcinhas minúsculas de algodão ou renda, algumas com a marca úmida bem no meio, o tecido ainda quente e com aquele cheiro forte de buceta tesuda, levemente azedo, misturado com suor. Eu pegava, levava no nariz, inalava fundo enquanto minha pica endurecia na hora. Imaginava a bucetinha dela pingando enquanto ela se masturbava pensando em mim, no pau que ela viu aquela noite. Eu cheirava, lambia o tecido, e batia punheta ali mesmo no banheiro, gozando dentro da calcinha dela pra depois jogar de volta na pilha.
Os dias foram passando e a tensão ficou insuportável. Eu evitava, mas ao mesmo tempo queria. Laiane percebia. Ela começou a usar roupas cada vez mais curtas em casa, shortinhos que mal cobriam a bunda, camisetas sem sutiã deixando os bicos dos peitos marcando o tecido. Uma noite eu estava de novo na cama, celular na mão, punhetando devagar enquanto assistia um vídeo de pai e filha safados. A porta abriu de novo. Lá estava ela, de camisola curta, sem calcinha, o contorno da buceta lisinha aparecendo quando a luz do corredor bateu. Ela não fingiu surpresa dessa vez. Fechou a porta atrás de si, trancou e caminhou devagar até a cama, olhos fixos na minha pica dura.
– Pai... eu vi tudo aquela noite e não consigo parar de pensar, eu não estou aguentando mais segurar – ela sussurrou com a voz rouca de tesão. – Sua pica é tão grossa... tão grande... eu quero ela dentro de mim.
Eu tentei falar não, mas meu pau traiu, pulsou mais forte na minha mão. Laiane subiu na cama, ajoelhou entre minhas pernas, pegou meu celular e jogou de lado. Depois segurou minha pica com as duas mãos pequenas, olhos brilhando.
– Que pica gostosa pai... olha como ela lateja pra mim – ela falou baixinho e abaixou a cabeça.
A boca quente dela envolveu a cabeça da minha pica, língua girando no pré-gozo, chupando com vontade. Ela desceu devagar, engolindo centímetro por centímetro até a garganta, engasgando gostoso, baba escorrendo pelos cantos da boca. Eu gemi alto, mão na cabeça dela guiando o ritmo. Laiane subia e descia, chupando com fome, olhos lacrimejando de prazer enquanto me olhava de baixo.
– Aaaaah sua boca é quente pra caralho filha... chupa a pica do papai sua vadia – eu soltei sem conseguir me conter.
Ela tirou o pau da boca só pra responder – Eu sou sua vadia pai... sua putinha com a bucetinha sedenta e molhada – e voltou a mamar, sugando as bolas depois, lambendo o saco inteiro enquanto a mão masturbava a vara molhada de saliva.
Eu não aguentei. Puxei ela pra cima, rasguei a camisola fina, joguei no chão. Os peitos dela saltaram livres, tetas grandes com bicos rosados duros. Eu chupei um, mordi de leve, depois o outro, enquanto minha mão descia pro meio das pernas dela. A buceta estava encharcada, lábios inchados, grelinho duro pra caralho. Dois dedos entraram fácil, fazendo barulho de molhado, e ela gritou.
– Aiiiiiii pai... mexe no meu grelinho... ai que tesão... sua filha é uma gostosa safada né?
Eu enfiei mais fundo, dedo no cu dela também, sentindo o anel apertado piscar. Laiane rebolava na minha mão, gemendo escandaloso, buceta escorrendo por todo meu pulso. Eu virei ela de quatro na cama, bunda empinada pra mim, buceta aberta brilhando, cu piscando convidando. Dei um tapa forte na nádega, depois outro, deixando a marca vermelha.
– Toma vadia... essa bunda é minha agora – eu rosnei e enfiei a pica toda de uma vez na buceta quente dela.
Laiane gritou alto – Aiiiiiiii me fode pai... me arromba com essa pica grossa seu puto gostoso! – e empinou mais, rebolando contra mim.
Eu metia forte, fundo, bolas batendo no grelinho dela, barulho molhado ecoando no quarto. A buceta dela apertava minha pica como um punho, sugando, escorrendo porra de tesão. Eu puxava o cabelo dela, dava tapas na bunda, metia sem parar.
– Você é uma vagabunda filha... uma putinha que deixa calcinha molhada pra pai cheirar... toma mais pica sua safada!
Ela gritava sem controle – Aaaaaah... ai papai... me arromba o cu agora... quero sua pica no meu cu virgem... por favor seu gostoso!
Eu tirei da buceta pingando, cuspi no cu dela, abri com os dedos e enfiei devagar. O anel apertado cedeu, engolindo minha pica centímetro por centímetro até as bolas. Laiane uivou de prazer e dor misturados – Aiiiiiiii que delícia... arromba meu cu pai... me fode como uma vadia de rua!
Eu comecei a meter forte no cu, estocadas profundas, sentindo o intestino quente apertar. Ela rebolava desesperada, mão no grelinho se masturbando enquanto eu arrombava. O quarto cheirava a sexo, suor, buceta e cu. Eu metia, puxava, dava tapas, e ela não parava de gritar.
– Aaaaaah... Aiiiiiii... mais forte seu puto... me enche de porra no cu... eu sou sua putinha, pai!
Depois de minutos eternos eu senti o gozo subir. Tirei do cu, virei ela de frente, enfiei de novo na buceta e meti como um animal. Laiane enrolou as pernas na minha cintura, cravou as unhas nas minhas costas e gozou primeiro, buceta esguichando, corpo tremendo inteiro.
– Aaaaaaaaah... to gozando pai... sua filha tá gozando na sua pica... aaaah tesão!
Eu não aguentei e gozei junto, jatos grossos enchendo a buceta dela até transbordar, porra escorrendo pelas coxas. Mas não acabou. Eu ainda estava duro. Virei ela de lado, levantei uma perna e voltei a foder, agora mais devagar, sentindo cada detalhe da buceta cheia de porra. Ela gemia baixo, depois alto de novo.
– Continua pai... não para... quero mais... sou sua gostosa vadia, quero fuder o dia inteiro...
Nós fodemos a noite toda. Eu chupei a buceta dela depois de gozar, lambendo minha própria porra misturada com o suco dela, chupando o grelinho até ela gozar na minha boca gritando – Aiiiiii papaai... chupa minha buceta... aaaah que boca gostosa! Depois ela montou em mim, cavalgando como louca, peitos balançando, bunda batendo nas minhas coxas. Eu metia de baixo, mãos apertando aqueles peitos, torcendo os bicos.
– Rebola vadia... mostra pro pai como você quer pica... toma tudo no fundo da buceta!
Ela rebolava, subia e descia, gemendo escandaloso – Aaaaaah... gostoso... sua pica me enche toda... eu amo ser arrombada pelo meu pai... sou sua puta... sua filha vadia...
Mais tarde eu a fodi no cu de novo, dessa vez com ela de bruços na cama, eu por cima, metendo fundo enquanto mordia o pescoço dela. Laiane gritava no travesseiro abafado mas ainda dava pra ouvir – Me arromba... me enche de porra no cu... aaaah tesão...
Quando amanheceu nós estávamos exaustos, corpos grudados de suor e porra, buceta e cu dela vazando meu gozo, minha pica ainda semi-dura encostada na coxa dela. Ela virou o rosto, me beijou na boca com língua e sussurrou – Isso foi só o começo pai... agora toda vez que você bater punheta eu vou aparecer pra engolir essa pica... e deixar minha buceta e meu cu prontos pra você.
Desde aquela noite Laiane virou minha putinha em casa. Todo dia ela deixava calcinha nova molhada, todo dia aparecia de surpresa, todo dia eu arrombava aquela buceta e aquele cu gostoso até ela gritar feito uma vadia louca de tesão. E eu, que um dia fui pego no flagra, agora vivia flagando o prazer mais safado da minha vida com minha própria filha de dezoito anos, aquela gostosa que não parava de pedir mais pica, mais porra, mais arrombamento.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha filha me pegou no flagra batendo uma!

Codigo do conto:
257027

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
16/03/2026

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