Eu me mudei para a casa do meu tio quando completei dezoito anos porque a faculdade de dança ficava logo ali e eu precisava economizar. A casa dele era um sonho com três quartos espaçosos dois banheiros uma piscina enorme sauna e ofurô nos fundos. Ele era meu único tio do lado da minha mãe um cara de cinquenta e quatro anos forte por causa do trabalho como personal trainer e massagista divorciado há três anos. Eu me sentia super à vontade perto dele afinal era família e logo comecei a andar pela casa de leggings coladas que marcavam minha bunda durinha de dançarina e uma regata fina sem sutiã ou então shortinhos curtos de corrida que mal cobriam a coxa. Ele nunca reclamava pelo contrário olhava com um sorrisinho e eu acabava relaxando mais ainda sem me cobrir tanto. A faculdade me deixava destruída os músculos das pernas e das costas doíam o tempo todo. Como ele era especialista em massagem ele começou a me ajudar à noite no sofá enquanto a gente via televisão. Primeiro eram só os pés mas o toque dele era tão bom quente e firme que eu não resistia. Aos poucos as massagens subiam para as panturrilhas depois as coxas. Eu ficava deitadinha de shortinho curto quase sem calcinha e sentia os dedos grossos dele roçando perto da minha buceta. Meu corpo reagia na hora eu ficava molhada o grelinho inchando e latejando mas eu fingia que era só alívio muscular e ele também não dizia nada embora eu visse o volume crescendo na calça dele. Seis meses se passaram e o clima mudou de vez. Uma noite eu não conseguia pegar no sono na minha cama o ar estava quente e o colchão parecia duro demais então eu fui até o quarto dele de camiseta larga e calcinha fina. Ele já estava deitado só de cueca boxer e eu pedi baixinho — Tio posso dormir aqui hoje a minha cama está impossível. Ele abriu um sorriso largo e respondeu — Claro vem cá minha sobrinha a cama é grande o suficiente para nós dois. Eu me deitei do lado dele o corpo quente dele encostando no meu e logo senti algo duro e grosso pressionando minha coxa. Era a pica dele já meia bomba pulsando contra minha pele. Meu tesão subiu na hora a buceta ficou encharcada e eu não consegui disfarçar. Ele passou o braço por cima de mim a mão grande descendo devagar pela minha bunda apertando a carne macia. — Você está tão gostosa menina não aguento mais fingir que não percebo como você me olha. Eu gemi baixinho sentindo o calor subir e respondi — Tio eu também não paro de pensar nisso o seu toque me deixa louca. Ele virou o corpo me puxando para perto e começou a beijar meu pescoço a língua quente lambendo devagar. As mãos dele subiram por baixo da camiseta apertando meus peitos os mamilos endurecendo na hora. Eu arqueei as costas gemendo mais alto — Aaaah tio continua por favor. A coisa esquentou rápido. Ele tirou minha camiseta e minha calcinha num movimento só me deixando completamente pelada na cama dele. A pica dele já estava dura pra caralho saindo da cueca grossa e venosa com a cabeça brilhando de pré-gozo. Eu olhei para aquilo babando e ele riu — Olha o que você faz comigo vadia agora é sua vez de cuidar disso. Eu me ajoelhei na cama peguei aquela pica pesada na mão e comecei a chupar devagar a boca cheia sentindo o gosto salgado. Ele gemeu alto segurando meu cabelo — Isso gostosa chupa fundo engole essa pica toda sua vadia. Eu obedeci engasgando um pouco mas sem parar a saliva escorrendo pelo queixo enquanto minha buceta pingava no lençol. Ele não aguentou muito tempo me puxou para cima me deitou de costas e abriu minhas pernas com força. Os dedos grossos dele invadiram minha buceta molhada dois de uma vez esfregando o grelinho inchado sem piedade. Eu gritei de tesão — Aiiiiiii tio que delícia continua me deda essa buceta de cachorra. Ele acelerou o movimento o polegar girando no grelinho e eu gozei pela primeira vez o corpo tremendo a buceta apertando os dedos dele jorrando melado. Ele lambeu os dedos sujos e disse — Você é uma puta gostosa mesmo olha como está encharcada agora eu vou te comer de verdade. Ele posicionou a pica na entrada da minha buceta esfregando a cabeça grossa no meu grelinho e enfiou tudo de uma vez num golpe só. Eu gritei escandaloso — Aiiiiiiii me fode tio me arromba com essa pica grossa seu puto gostoso. Ele começou a meter forte o som de pele batendo ecoando no quarto a cama rangendo. Cada estocada me fazia ver estrelas a pica dele batendo fundo no meu útero a buceta esticada ao máximo. Eu cravava as unhas nas costas dele gemendo sem parar — Mais forte seu puto me rasga essa buceta vadia aaaah tesão delícia. Ele suava em cima de mim os músculos do peito brilhando e respondia — Toma vadia toma toda essa pica na sua bucetinha apertada você é minha putinha agora. Ele me virou de quatro me fazendo empinar a bunda e meteu de novo por trás segurando meus quadris com força. A pica entrava ainda mais fundo batendo no meu cu de leve a cada estocada. Eu gritava mais alto — Aaaaaah me arromba o cu também tio eu sou sua vagabunda fode os dois buracos. Ele cuspiu na minha bunda e enfiou um dedo no cu enquanto continuava metendo na buceta. O prazer era insano eu gozei de novo jorrando no pau dele o corpo todo tremendo. Ele não parou continuou socando até eu sentir ele inchando dentro de mim e gozar jorrando porra quente bem fundo na minha buceta enchendo tudo. A gente ficou ali ofegante suados e ele me puxou para o peito dele. — Dorme aqui hoje e amanhã a gente continua sua vadia. Eu sorri cansada mas já sentindo o tesão voltar — Pode deixar tio eu não quero mais dormir sozinha. A partir daquela noite eu parei de usar minha cama de vez. Todo dia depois da faculdade eu voltava para casa já molhada só de pensar nele. Ele me recebia com massagem mas agora a massagem terminava sempre com a pica dele dentro de mim. Na noite seguinte ele me esperava na piscina. Eu tirei a roupa e entrei nua na água quente. Ele me puxou para o colo a pica já dura roçando na minha bunda. — Vem cá gostosa senta nessa pica. Eu obedeci descendo devagar sentindo cada centímetro abrindo minha buceta de novo. A água batia na gente enquanto eu cavalgava gemendo alto — Aiiii tio que gostoso essa pica me enche toda seu puto. Ele segurava meus peitos chupando os mamilos e metia de baixo para cima fazendo espirrar água. Eu gritei — Me fode mais forte arromba essa buceta vadia aaaah. A gente gozou juntos na piscina a porra dele misturando com a água. Depois disso o tesão só aumentava. De manhã antes da faculdade ele me acordava com a língua no meu grelinho chupando devagar até eu acordar gemendo — Aaaah tio continua chupa esse grelinho inchado. Ele enfiava dois dedos na buceta e me fazia gozar na boca dele. À noite na sauna a gente transava no calor extremo o suor escorrendo pelos corpos. Ele me colocava de quatro no banco de madeira e metia no cu pela primeira vez. Eu gritei de prazer e dor misturados — Aiiiiiiii arromba meu cu seu puto gostoso rasga essa vadia. A pica dele entrava devagar depois forte com o cu apertando em volta dele. Ele gemia — Que cu apertado da puta você é perfeita toma toda a pica no cu vagabunda. Eu gozava jorrando na sauna o corpo todo mole. Os dias viraram semanas e a gente não escondia mais nada. Eu andava pela casa pelada ou só de regata e ele me pegava em qualquer canto. Na cozinha ele me sentava na bancada abria minhas pernas e metia de pé enquanto eu segurava no pescoço dele — Me fode aqui mesmo tio enche essa buceta de porra seu gostoso. No ofurô ele me virava de costas e me comia por trás os jatos de água batendo no meu grelinho enquanto eu gritava — Aaaaaah tesão delícia me arromba mais fundo, seu puto. Ele sempre me chamava de vadia gostosa minha putinha e eu respondia com gemidos escandalosos chamando ele de puto tesudo. Uma noite depois de um dia pesado na faculdade eu cheguei exausta mas molhada. Ele me levou direto para a cama me deitou e começou a me comer devagarinho primeiro com a boca chupando a buceta inteira a língua girando no grelinho. Eu gemia sem parar — Aaaah tio que boca gostosa continua me chupa toda, seu safado. Depois ele subiu e enfiou a pica devagar me olhando nos olhos. A estocada era profunda ritmada e eu sentia cada veia pulsando dentro de mim. — Você é minha agora menina essa buceta é só minha. Eu respondi gritando — Sim tio eu sou sua puta fode sua vadia com força aaaah. A gente gozou juntos de novo e de novo até o amanhecer a cama toda molhada de suor e porra. A intensidade não parava. Ele me ensinava posições novas me amarrava com as gravatas dele na cabeceira da cama e me comia até eu implorar para parar mas eu nunca parava de pedir mais. — Aiiiiiiii me arromba mais seu puto gostoso não para de foder essa buceta e esse cuzinho de vadia. Ele metia nos dois buracos alternando a pica saindo da buceta molhada e entrando direto no cu apertado. O prazer era tão forte que eu gozava sem parar jorrando melado no lençol gritando o nome dele misturado com gemidos escandalosos. Meses depois a gente já vivia como casal dentro daquela casa. Eu dançava na faculdade mas só pensava em voltar para ele e para aquela pica grossa que me arrombava toda noite. A piscina a sauna o ofurô e a cama viraram nossos lugares favoritos para foder sem parar. Ele me chamava de sua gostosa vadia putinha e eu o chamava de meu tio puto tesudo que me fazia gritar de prazer o dia inteiro. A gente não se cansava nunca o tesão só crescia e cada foda era mais intensa que a anterior com gemidos que ecoavam pela casa inteira e porra escorrendo por todos os lados. E assim a vida seguiu quente e cheia de sacanagem naquela casa incrível onde tudo começou com uma massagem inocente e virou a maior putaria que eu poderia imaginar. Eu nunca mais dormi sozinha e ele nunca mais me viu só como sobrinha. Eu era a vadia gostosa dele e ele era o puto que me arrombava todos os dias com aquela pica perfeita.
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