Estou dando para um velho babão e meu marido não sabe!
Meu nome é Flávia, tenho 23 anos e estou casada há dois anos com um homem maravilhoso, o Leandro. A gente se conheceu quando ele estava na faculdade, cursando Engenharia e eu fazia curso em uma escola de modelos. Namoramos quase 4 anos antes de nos casarmos. Assim que a gente se casou, decidimos declarar nossa independência e viver de acordo com os padrões que nossas condições permitiam. Eu venho de uma família de um nível econômico muito bom, e o Leandro também. Porém, quando resolvemos nos casar, ele já formado e eu quase terminando meu curso de Direito, chegamos à conclusão que era melhor começarmos de baixo e sem nenhuma ajuda de nossas famílias. E assim demos início às nossas vidas em um bairro comum e como tantos outros de nossa cidade. Neste bairro havia casas bonitas, luxuosas e outras mais feias e simples, e logo percebi que o perfil dos moradores também variava muito. Eu e meu esposo não fazíamos muito contato com nossos vizinhos. E o Leandro odiava nosso vizinho do lado, pois ele ficava olhando demais pra mim e não disfarçava, como o restante dos homens. Por mais de uma vez meu marido me deu sermões, pedindo para eu não ficar muito tempo na frente de nossa casa. Tudo isso para que o Seu João, o vizinho indiscreto, não ficasse me comendo com os olhos. Eu não me importava tanto, pois sabia que o Seu João, com seus 50 e tantos anos nas costas, uma barrigona de cerveja e aquele seu rosto de ogro nunca tinha tido a oportunidade de observar bem de perto uma mulher tão atraente como eu. Quando eu falava isso para o Leandro, ele ficava mais tranquilo e às vezes até ficava rindo. Além disso, a Dona Zélia, mulher do velho, era uma senhora muito atenciosa e me divertia com suas conversas quando ela vinha até a nossa casa pedir alguma coisa de vez em quando. Por isso pedi ao meu marido que não fosse tão antipático com o Seu João e sua esposa. Por outro lado, já vou confessar, nossa vida íntima deixava muito a desejar. O Leandro foi o primeiro e único homem a me tocar. Ele, embora com muito mais experiência em sexo do que eu, me tratava com muito respeito. Mas eu queria mais, queria experimentar coisas novas. Eu sabia da minha necessidade em me sentir mais completa na cama, mas me negava este prazer por não saber muito bem como dizer ao meu marido sobre a minha insatisfação. Bem, eu acho que já deu para perceber como era a minha vida, parecida com a vida da maioria das mulheres casadas. E por isso mesmo, se alguém tivesse me falado antecipadamente o que ia acontecer comigo, eu com certeza teria duvidado de forma muito incrédula. Tudo começou há uns seis meses. Como já falei, minha vida sexual com o Leandro não era das melhores. O que quero dizer é que, muitas vezes, eu percebia que eu não o estava satisfazendo como homem, e isso acabava me apagando como mulher. Eu via pornô na internet e lia muito sobre sexo, e queria muito que tais coisas acontecessem também comigo. Por isso fui desenvolvendo cada vez mais esse desejo de experimentar coisas mais atrevidas. Meu esposo trabalhava em uma construtora e seu salário era muito bom, enquanto eu cuidava da casa e me dedicava a estudar para passar no exame da OAB e finalmente poder atuar como advogada. Nossa esperança era eu começar a trabalhar logo para finalmente juntarmos dinheiro suficiente para a nossa tão sonhada casa própria. Uma tarde estava fazendo um calor insuportável e decidi vestir uma calça jeans bem apertada e uma blusa mais decotada e saí para comprar um suco ou refrigerante. Assim que pisei na rua eu já observei alguns olhares descarados na minha bunda e nos meus seios. Também, quem pediu para eu sair de casa vestida daquela forma? O mais surpreendente disso é que percebi que isso estava me excitando. Quando um velho safado ou um rapaz mais novinho começava a olhar para o meu corpo eu ficava com a buceta coçando, com muita vontade de dar, e imediatamente eu começava a andar de forma mais sensual ainda, para provocar mais e mais olhares. E logo vieram os comentários atrevidos: "Eita... que cú mais gostoso!", "Que delícia de peito, heim, madame?", "Você tem cara de chupadora de pica, sabia?", "Meto nessa buceta a noite inteira, sua gostosa!". E olha que não estou mencionando os comentários mais indecentes, me chamando de puta ou coisa assim. No entanto, em vez de ficar chateada, minha excitação foi ao máximo. Quando cheguei em casa eu fui correndo para o banheiro tomar um banho e me masturbar. Confesso que fiquei mais de um hora tocando uma siririca atrás da outra, tendo orgasmos deliciosos. Nunca vou esquecer esse dia, tudo por causa dos olhares e comentários daqueles homens cheios de tesão e de desejo por mim. Fiquei super satisfeita e minha noite foi tranquila e relaxada. Pela primeira vez eu estava me sentindo muito bem, mas isso durou pouco. Pela manhã meu esposo foi trabalhar e eu fiquei novamente sozinha, só relembrando o que tinha acontecido no dia anterior. Comecei a ficar excitada e decidi sair para me exibir mais um pouquinho. Dessa vez vesti uma calça legging bem ajustada e uma blusa mais decotada ainda e fui fazer uma caminhada, observando os homens e escutando o que eles falavam pra mim. Os comentários indecentes vieram aos montes. E assim foi. No dia seguinte voltei a sair com uma roupa mais atrevida que a anterior. E comecei a fazer isso todos os dias. Me matriculei na academia do bairro para melhorar minha autoestima, comprei maquiagens mais coloridas e passei também a treinar em casa as formas de andar de forma mais sensual. Eu estava provocando tanto os homens que os coitados quase babavam quando eu passava por eles. Sem dúvida eu estava muito feliz com o meu novo hobby. Percebi que os olhares e as safadezas que os homens me falavam nas ruas me enchiam de erotismo, de tesão, de vontade de foder, de trepar num pau bem grosso e gostoso. E isso me fazia me sentir mais mulher. E no bairro que moramos, não é difícil encontrar homens que olham para a gente descaradamente e logo disparam uma grosseria atrás da outra. E a diferença de status social acabou por despertar em mim as idéias mais loucas, e que resultavam em muita excitação. Eu era como uma bela princesa no meio de plebeus famintos e cheios de desejo por carne fresca, a minha carne, carne de uma casadinha nova e bonita, desejos pela minha bucetinha limpinha e bem cuidada. Para mim eles eram os plebeus sujos e fedidos, querendo foder a doce princesinha. Um dia pela manhã eu acordei muito excitada. Parti para cima do meu marido pra ele me foder bem gostoso mas ele deu desculpas falando que não queria se atrasar e coisas assim. E o meu tesão estava incontrolável, o que me fez ficar muito inquieta. Eu ia sair de casa novamente, e dessa vez eu ia caprichar mais ainda. Vesti uma saia bem curtinha e apertada, para destacar bem as minhas nádegas, que já estavam praticamente descobertas, já que minha calcinha estava toda enfiada na racha da bunda. Na parte de cima apenas uma blusinha, sem sutiã, apertadinha, amassando meus seios e mostrando os biquinhos já duros e assanhados. Deixei parte da minha barriga de fora e calcei umas sandálias de salto. Fiquei deslumbrante. Saí de casa disposta a chamar a atenção de qualquer homem que cruzasse meu caminho. Na verdade o que eu queria era provocar ao ponto de um cara safado mostrar seu pau pra mim. Nesse dia eu andei e ouvi os comentários mais safados e arquerosos. E eu estava adorando aquilo. Mas o mais gostoso mesmo foi quando cheguei ao parque e avistei um velho mendigo sentado em um banco. Assim que vi ele de longe eu já sabia que ele ia me falar alguma coisa bem forte e safada. Inclusive, à medida que eu ia me aproximando, comecei a sentir uma certa emoção, e caprichei no meu andar provocativo. Passei pertinho dele e ouvi a frase que ficou eternamente gravada na minha memória. - Deixa eu chupar essa buceta, puta sem vergonha! - ele falou, com sua voz áspera e rouca, e pude sentir, cheia de maldade. Na mesma hora uma descarga elétrica percorreu o meu corpo, deixando minhas pernas bambas. Minha buceta ficou úmida e senti o fundo da minha calcinha ficar todo molhado. Que loucura! Foi como um orgasmo instantâneo. Por alguns segundos eu fiquei imóvel, olhando para aquele velho mendigo sujo, safado, fedido, com aquela enorme barba e um olhar que devorava até a minha alma. - Vem cá, putinha... vem sentar no colo no papai! - ele falou baixinho e eu, já recuperada, me afastei o mais rápido que pude. Eu estava assustada, emocionada e muito, muito excitada. Era a primeira vez que um homem me encarava e me chamava de "puta sem vergonha". E a ficha caiu em um piscar de olhos. Percebi que eu gostava de me sentir assim: suja, provocativa, tesuda, uma putinha sem vergonha. Minha vontade era estar em casa nesse momento, para me masturbar e gozar deliciosamente. No entanto percebi que eu tinha andado muito e, como eu estava ansiosa demais, em vez de voltar andando eu resolvi pegar o ônibus. E foi aí que as coisas aconteceram mesmo. No ponto de ônibus os homens não paravam de me olhar, e isso me deixava com a xoxota piscando de vontade de dar. Quando cheguei em casa eu fui diretamente para o banheiro. Minha idéia era tomar um banho bem gostoso e ficar ali por horas, me tocando, me excitando, brincando com o meu clitóris, até gozar como uma cadelinha no cio. Meu deussss! Meu corpo tremia de vontade, e eu estava desesperada e ansiosa. "Deixa eu chupar essa buceta, puta sem vergonha!" martelava na minha cabeça e me deixava toda arrepiada. Eu já estava trancando a porta do banheiro quando a campanhia tocou. "Mas que droga! Quem será?", pensei extremamente chateada. Fiquei por alguns segundos indecisa entre ir lá ver quem era ou fingir que não havia ninguém em casa. Nessa hora a bendita campanhia tocou novamente e decidi atender, já que eu não queria nenhuma distração durante a minha sessão de siriricas. Abri a porta e alí estava o Seu João, nosso vizinho chato. Que raiva que eu fiquei. Na hora deu vontade de dar um chute no saco dele. No entanto, os olhos dele já foram direto nos meus peitos, na minha barriga e nas minhas coxas. E não vou negar que isso elevou ainda mais o meu nível de excitação. - Dona Flávia, desculpe incomodar! - ele falou, me comendo com os olhos, de cima abaixo. - A senhora pode nos emprestar uma xícara de açucar? - ele completou e não estranhei, já que eles sempre nos pediam alguma coisa. Porém, geralmente, que ia até lá pedir açucar era a esposa dele. - Claro, Seu João... e a Dona Zélia?... como ela está? - Ela está doente... foi por isso que hoje sobrou pra mim vir aqui te incomodar! - ele falou em tom de brincadeira, com aquela cara desvalada. Fiquei alguns segundos olhando para ele, para a forma como ele observava cada detalhe do meu corpo e da minha roupa ousada, com minha blusa ainda suada da caminhada. O olhar dele me excitava demais, e minha buceta não parava de fazer contrações. - Pode entrar e me acompanhar! - falei enquanto ele me entregava a xícara para eu colocar o açucar. Fui até a cozinha sabendo que ele me seguia com os olhos cravados na minha bunda, a qual fiz questão de rebolar de forma bem provocativa. Minha calcinha estava toda enfiada nas minhas nádegas, e ele podia notar isso também. Que delícia brincar com aquele velho babão daquela forma. Por um momento me preocupei com a impressão que eu estava passando para o Seu João. Fiquei com receio dele comentar com o Leandro ou pensar que eu era uma mulher muito assanhada, e esta segunda opção me deixou com a xoxota piscando. Os problemas que eu poderia ter com o meu marido eu resolveria mais tarde, até porque isso era apenas uma hipótese. Meu tesão pediu para eu brincar com o Seu João, eu queria vê-lo me desejando. Me tremi todinha só de pensar que eu estava em casa sozinha com um velho babão e safado, que queria por tudo saciar sua sede de sexo com o meu corpinho. Por instinto, empinei minha bunda, meus ombros foram para trás e andei na frente dele de forma muito sensual, mas casual, para ele não me achar atirada demais. Quando entramos na cozinha eu me inclinei em um ângulo reto para pegar o açucar em uma das gavetas da parte de baixo do armário. Fiquei alguns segundos fingindo que não estava encontrando. Quando finalmente encontrei, dei a volta e pude ver como o velho me olhava com a cara mais feliz do mundo, como se tivesse acabado de receber o presente dos sonhos. Por dentro eu estava radiante, só de pensar que ele tinha visto minha bunda. Eu tinha certeza que minha saia tinha subido o bastante para ele conseguir ter uma visão perfeita da minha pequena calcinha enfiada todinha no meu rêgo. Meu deussss! Que loucura! Que tesão mais gostoso que estava percorrendo o meu corpo e arrepiando até a minha alma. Olhei para a calça dele e vi como seu pau estava duro, atravessado. E pelo volume pude ver o tamanho da ferramenta. Engoli em seco e fiquei muito sem graça. Ele percebeu que eu estava olhando mas não falou nada, assim como eu não falei nada ao flagrar ele olhando meus fundos por debaixo da minha saia. Eu estava louca e nervosa, mas não nervosa da forma que ficamos em situações difíceis. Eu estava nervosa de tesão, pelo tesão extremo que eu estava sentindo. - Segura a xícara pra eu colocar! - pedi e o Seu João ficou segurando a xícara. Comecei a enchê-la de açucar, lentamente, pois eu queria prolongar aquele momento ao máximo. Seu olhos chegavam a altura do meu pescoço. E ele estava muito próximo de mim, uns 30 centímetros, e olhava descaradamente para os meus seios expostos no decote da minha blusa. Ele estava excitado, eu podia sentir. Aquele velho safado queria chupar meus peitos e eu sabia disso. E eu estava cada vez mais excitada, por estar mostrando meu corpo pra ele. Eu era uma putinha safada provocando um velho atrevido e louco de vontade de meter seu pauzão em mim. Terminei de encher a xícara de açucar e me virei, dando as costas para ele. Fechei meus olhos e suspirei, sem que ele visse meu rosto. Nossaaaa! Como eu queria dar minha buceta naquela hora. E eu queria um pouco mais daquele jogo de sedução. Fiquei de frente para o armário e fingi que estava organizando algumas coisas. Eu sabia que ele estava me observando por trás. E o fato de eu não saber para qual parte do meu corpo ele estava olhando gerou em mim idéias cada vez mais provocativas. - Sabe, Dona Flávia... você tem umas pernas muito lindas! - o Seu João falou e fiquei gelada. - Espero que não se ofenda por eu falar isso! - Não! - respondi baixinho, completamente imóvel e assustada, sem olhar pra ele. Acho que até pareci um pouco submissa, porque minha resposta curta foi um estímulo para ele continuar. - E essa cintura... que delícia!... você está indo na academia, né? - ele disse e eu não falei nada, apenas assenti com a cabeça. Se eu tivesse falado "Sim", ele teria escutado mais um gemido do que a palavra em si. - E essa bunda... que bunda mais perfeita... desculpa eu falar isso, Dona Flávia... mas é muito gostosa! - ele falou e percebi que ele chegava mais perto de mim, até que colocou suavemente suas mãos na minha cintura. - Pooooorraaaaa... e sua pele é mais suave que seda, menina! - Obrigada, Seu João! - gaguejei, muito nervosa. Era a primeira vez que outro homem, além do meu marido, me tocava assim. Ele começou a passar as mãos suavemente pela minha cintura, e pude sentir seu bafo na minha nuca. Meu deussss! O fato de estar ali naquelas condições, com aquele velho tarado me olhando descaradamente e me tocando e sentindo o calor da minha pele, não fazia outra coisa a não ser aumentar o meu tesão. Meu corpo tremia todinho e minha cabeça girava. Mas eu fiquei quietinha, só ouvindo ele falar safadezas pra mim e tentando disfarçar o que eu estava sentindo. - Tú tem um corpo gostoso demais, mulher... e já tem uns dias que você está se exibindo por aí... Flávia... eu percebi isso... não sou bobo! - ele continuou falando e vi que ele tinha parado de me chamar de "Dona Flávia", ou seja, eu estava me tornando mais íntima para o safado. - Você devia ter mais cuidado, menina... poderia acontecer alguma coisa com você... além disso, os machos te falar muito sacanagem, não falam? - ele cochichou no meu ouvido. A boca dele pertinho do meu ouvido me deixou completamente arrepiada e me fez empinar meu corpo para trás. Nessa hora ele aproveitou e escostou na minha bunda. O enorme volume em sua calça encaixou diretinho no meio das minhas nádegas. Senti seu pau pulsando e deduzi que ele estava realmente muito excitado. O sem vergonha estava me encoxando sem qualquer pudor. Meu deussss! Aquilo não podia continuar. Eu era a esposa do seu vizinho, do vizinho que tinha raiva dele. Que coisa! Havia um velho safado e tarado se aproveitando de mim, me bolinando, um senhor que podia ser meu pai e que, além disso, era inimigo do meu esposo. Pelo menos por parte do Leandro. Um volume de uma enorme rola estava encostado na minha bunda, e não era a do meu marido. Me desesperei. Eu precisava pelo menos murmurar um "Tá bom, já chega!", mas o meu corpo não me ajudava. Pelo contrário, comecei a rebolar meu traseiro nele, no seu pau, ainda guardado em sua calça. Me movi lentamente e suave, deixando aquele membro palpitante se encaixar perfeitamente na racha da minha bunda. Era um movimento sutil, mas eu tinha certeza que ele estava percebendo. E era óbvio que ele percebeu, porque rapidamente ele começou a mover o quadril para a frente e para trás, como se estivesse me penetrando. As metidas não eram fortes, eram delicadas, só pra eu sentir o pauzão dele contra as minhas nádegas. Eu não estava acreditando. Aquele velho estava realizando seus desejos mais sujos e eu não tinha forças para evitar que ele abusasse do meu corpo. Então ele colocou suas mãos ao redor do meu corpo, suavamente, até apalpar os meus seios. - Ahhhhhhhhh... que têtas mais gostosas! - ele sussurrou no meu ouvido e fiquei louca. Que safado! Chamou meus seios de têtas! Eu já tinha ouvido essas grosserias na rua, mas agora tinha um homem falando isso no meu ouvido. Meu deusssss!! Contra a minha vontade as minhas mãos procuraram as mãos dele e ficaram também em cima dos meus seios. - Já chega, Seu João... por favor! - pedi com a voz baixinha, mas as minhas mãos em cima das mãos dele se apertavam contra mim. Meu corpo não tinha a mínima intenção de resistir, e eu entendi na hora que pedir pra ele parar, e ele não me obedecer, me deixava ainda mais excitada. Eu queria mesmo era que aquele velho safado fingisse não ouvir o meu pedido. Eu queria que seu tesão fosse forte o bastante para ele continuar com aquilo. Eu estava me sentindo desrespeitada e abusada, mas eu também estava morrendo de vontade de meter, de fazer sexo, de transar, de dar minha buceta até ficar esgotada de tanto gozar. O Seu João apertava os meus seios com muito vontade, amassando eles fortemente e murmurando que eles eram grandes e firmes. De repente ele começou e esfregar seu pau na minha bunda com tanta força que eu precisei me apoiar nos móveis da cozinha para não perder o equilibrio. Suas mãos apertavam meus peitos e seu corpo me empurrava contra o armário. Não tive alternativa. Flexionei ligeiramente minha pernas para encaixar melhor o pacote dele entre minhas nádegas. Eu estava fora de mim, e não parava de pensar na safadeza que estávamos fazendo. Aquele velho compartilhava sua cama com outra velha, que era a Dona Zélia, e agora ele estava tocando um corpinho muito mais jovem e muito mais gostoso. E esse corpo era o meu, de uma mulher casada, a esposa do seu vizinho sério e trabalhador. E eu estava deixando o Seu João me transformar em uma cachorrinha, em uma puta. Por uns longos segundos ele ficou massageando e forçando o volume de sua rola contra a minha bunda, a qual eu empinei mais e mais para facilitar o seu trabalho. Eu estava louca. Parecia que havia um orgasmo preso em meu interior, querendo explodir. Acho que a única coisa que me impedia de entregar o prazer do triunfo ao safado do Seu João era o restinho de sensatez que ainda restava em mim. Mas eu queria esse orgasmo, queria ele explodindo dentro de mim, e foi por isso que eu deixei o velho tarado continuar. A idéia de ser dominada por ele mexia com a minha mente. Em questão de segundos ele colocou uma de suas mãos em minha coxa e foi subindo, levantando a minha saia, até conseguir me tocar em uma região mais íntima. Ele me acariciou levemente e eu olhei para trás, e vi que ele observava seus próprios movimentos por debaixo da minha saia. Seu rosto era pura safadeza, e ele parecia um lunático, com aquela cara deslavada e cheia de rugas. Meu deusss! A que nível eu tinha chegado? E foi nessa hora que ele segurou firmemente a minha saia e a levantou completamente, revelando a minha bunda. O sorriso de deleite que ele exibiu ao ver a minha calcinha enfiada todinha na racha do meu traseiro foi algo que nunca vou esquecer. - Isso, sua gostosa... mostra essa bundinha pra mim, mostra! - ele falou e me fez empinhar o meu traseiro ainda mais. Em seguida ele deu um tapa muito forte em uma das minhas nádegas. Seu comentário e o som daquela palmada me fizeram entender que não havia mais voltas. Meu tesão estava lá nas alturas e eu não conseguiria mais escondê-lo. O tarado do Seu João agora me tinha em suas velhas e asquerosas mãos. Enquanto ficava adimirando o meu traseiro, ele segurou firme minhas nádegas e as abriu com força. Senti até uma dorzinha gostosa, como se estivesse me rasgando. Em seguida ele encostou seu grosso volume, o que me fez imaginar o tamanho de sua rola na hora que ele resolvesse libertá-la de sua calça. Quando ele soltou minhas nádegas e elas fecharam direitinho ao redor de seu pacotão ele não aguentou e soltou um pequeno gemido, coisa que eu já fazia há alguns minutos. - Ohhhhhhhhhh... gostosaaaa... mexe essa bunda, Flávia... mexe bem gostoso, sua safadinha... deixa eu ver essa delícia de bunda, deixa? - ela falava e eu obedecia, rebolando e empinando meu traseiro o máximo que pude. Estava delicioso sentir o pau dele roçando na minha buceta, mesmo com tanta roupa separando nossas partes íntimas. Virei meu rosto por uns instante e vi sua cara de prazer. Ver o Seu João naquele estado de êxtase me deixou muito excitada. Ele estava no paraíso, curtindo o meu corpo lisinho e cheiroso, mesmo ainda suada da minha caminhada. Nossaaa!! E toma mais tapas na bunda. Dessa vez ele encheu a mão com vontade mesmo. Senti umas cosquinhas que foram uma mistura de dor e prazer. Minha buceta babou e ensopou o fundo da minha calcinha novamente. Eu estava sendo abusada pelo Seu João, nosso vizinho descarado, safado, tarado, aquele ogro feio e chato, que meu marido odiava. Eu estava nas mãos dele e ele estava faminto de sexo, faminto pela minha carne novinha. Ele ia meter aquele pau dele em mim e saciar suas perversões mais sujas e doentias. E eu ia deixar ele fazer isso, pois eu estava excitada demais para conseguir dizer "não". De ele parou de se esfregar em mim e se afastou um pouquinho. Sem entender direito eu fiquei quietinha, empinada e apoiada no armário. Senti sua mão na parte inferior das minhas costas, me alisando suavemente, descendo, até chegar na minha bunda, acariciando lentamente. Então ele passou um dedo bem em cima do meu ânus, protegido pelo pequeno pedaço de tecido da minha calcinha. Pisquei meu cuzinho no dedo dele e o safado percebeu na hora. - Você está doidinha pra levar vara, não está, sua safadinha linda? - ele sussurrou no meu ouvido e eu me derreti todinha, igual uma adolescente dando o primeiro beijo. Sua mão foi em cima da minha xoxota e a apertou, por cima da minha calcinha, a qual eu estava torcendo para ele tirar logo. Mas aquele tarado queria era judiar de mim, ele queria me castigar antes de me foder. E os tapas? Cadê aqueles deliciosos tapas que ele estava dando na minha bunda? Eu queria mais, queria ficar com minhas nádegas vermelhas e com a marca da mão daquele velho atrevido. E então aconteceu o que a minha putinha interior estava pedindo. Os tapas vieram e gemi como uma cadelinha. E dessa vez os tapas não vieram sozinhos. Mas vou continuar contando em uma próxima oportunidade.
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