Fiz meu irmão virgem me bolinar!

Eu tinha 23 anos e ainda morava com a minha mãe e o meu irmão caçula de 18 recém-formado no ensino médio. Ele era o típico virgem inocente, quase sem internet em casa, mas eu sabia que ele já tinha visto algum pornô escondido no celular de algum amigo. Eu, por outro lado, estava na faculdade, cheia de tesão acumulado, morrendo de vontade de atenção, de ser olhada, desejada, tocada por alguém que me fizesse sentir viva. Minha mãe viajou pra fora da cidade por uma semana inteira e deixou só nós dois na casa. Era como se o universo tivesse me dado carta branca pra soltar tudo que eu guardava.
Naquela primeira noite eu estava louca de tesão. Roubei o vibrador da minha mãe do fundo da gaveta dela, aquele modelo grosso, preto, que zumbia forte e tinha uma pontinha perfeita pro grelinho. Fui pro meu quarto, tranquei nada porque nunca trancava mesmo, tirei a calcinha, abri as pernas na cama e liguei o negócio no máximo. O zumbido encheu o quarto enquanto eu esfregava a cabeça do vibrador bem no meu grelinho inchado e molhado. Meus lábios da buceta já estavam abertos, brilhando de creme, e eu enfiava dois dedos fundo na minha xereca apertada, entrando e saindo devagar enquanto o vibrador castigava o meu clitóris. - Ahhh porra que delícia... vai assim... - eu gemia baixinho, olhos fechados, quadril rebolando contra a mão, os mamilos duros roçando na camiseta fina. O cheiro da minha buceta molhada subia no ar, aquele aroma forte e doce misturado com suor. Eu estava quase lá, o corpo tremendo, quando ouvi um barulhinho na porta. Abri os olhos e vi a fresta: meu irmão ali, espiando, os olhos arregalados fixos na minha buceta toda exposta, nos meus dedos enfiados até o fundo e no vibrador vibrando no grelinho. Ele respirava pesado, a mão na calça como se estivesse apertando a pica dura.
Eu gritei sem pensar: - Sai daqui seu filho da puta! Que porra você tá fazendo espiando sua irmã? Sai logo caralho! Ele deu um pulo e fechou a porta correndo, o rosto vermelho de vergonha, mas eu vi o volume enorme na bermuda dele. Meu coração batia forte, parte de raiva, parte de um tesão doentio que eu não queria admitir. Mesmo assim continuei, enfiei o vibrador fundo na buceta e gozei jorrando, as paredes da minha xereca apertando tudo, o corpo convulsionando na cama. Depois fiquei ali deitada, ofegante, pensando no que tinha acontecido, mas não falei nada com ele.
No dia seguinte a mesma merda se repetiu. Eu de novo no quarto, mesma posição, pernas bem abertas, buceta já pingando só de lembrar do dia anterior. O vibrador ligado, eu esfregando o grelinho inchado e enfiando os dedos na minha xereca quente e apertada. - Porra... tá tão molhada hoje... - eu sussurrava pra mim mesma, rebolando devagar, sentindo o creme escorrer pela bunda até o cu. De repente a porta entreaberta de novo e ele lá, olhos grudados na minha buceta, a boca entreaberta, a pica marcando a calça de forma obscena. Eu gritei mais alto: - Sai daqui de novo seu pervertido! Para de ficar olhando minha buceta caralho!
Ele começou a sair, cabisbaixo, mas algo dentro de mim explodiu. Eu estava quase gozando, desesperada por ser desejada, observada, tocada. Meu corpo inteiro queimava. - Espera! Volta aqui agora mano. Entra, fecha a porta.
Ele voltou devagar, entrou no quarto e sentou na cadeira da escrivaninha, as mãos tremendo no colo, os olhos não conseguindo desgrudar da minha buceta aberta na cama. Eu estava nua da cintura pra baixo, pernas bem abertas, lábios inchados e molhados brilhando, grelinho duro pra fora. O cheiro da minha excitação enchia o quarto inteiro.
- Você já viu a xereca de uma garota na vida real ou só naqueles pornôs de merda que você vê escondido? - perguntei, a voz rouca de tesão.
Ele balançou a cabeça devagar, engolindo seco: - Não... nunca... só em vídeo mesmo.
- Tá vendo como tá dura essa sua pica na calça? Você quer tocar na minha buceta, né? Confessa.
Ele riu nervoso, vermelho até a orelha: - Você é minha irmã mais velha... eu nunca faria isso... nem sei o que fazer porra.
Eu não esperei. Peguei a mão dele, que tremia, e guiei direto pros meus lábios. Coloquei os dedos indicador e médio dele pra cima e pressionei no meu grelinho inchado. - Esfrega aqui devagar, em círculos, sente como tá molhado e quente o meu grelinho? Vai assim... não para.
Os dedos dele tocaram pela primeira vez uma buceta de verdade. Eu soltei um gemido longo: - Isso... porra... continua esfregando meu grelinho assim... tá bom demais... olha como tá pingando na sua mão.
Ele não lutou, os olhos vidrados, a respiração acelerada, a pica latejando visível na bermuda. Os dedos deslizavam fácil no meu creme grosso, fazendo barulhinho molhado toda vez que ele passava no grelinho. Eu rebolava contra a mão dele, os seios subindo e descendo, mamilos duros apontando pra ele.
Mas eu precisava de mais. Minha buceta apertada latejava pedindo para ser preenchida. Ele ainda era virgem e talvez não queria perder a virgindade com a própria irmã, mas os dedos... ah, os dedos ele podia usar. Peguei a mão dele de novo e lentamente enfiei os dois dedos na minha xereca quente e apertada. - Agora vai e vem fundo... assim... sente como minha buceta tá sugando seus dedos? Vai mais rápido agora... isso... porra que delícia...
Ele obedecia como um cachorrinho, enfiando e tirando os dedos, o som molhado ecoando no quarto, meu creme escorrendo pela mão dele até o pulso. Eu gemia alto: - Mais fundo... curva os dedos pra cima... aí... tá acertando o ponto que me faz gozar... não para caralho...
Meu corpo inteiro queimava. Eu estava perto, muito perto, mas queria a boca dele. Agarrei o cabelo dele com força e puxei a cabeça pra baixo, direto entre as minhas pernas. - Agora me lambe... chupa minha buceta toda... enfia a língua no meu cu e depois no grelinho... vai logo porra!
Ele hesitou um segundo, mas o tesão venceu. A língua quente dele tocou meus lábios inchados pela primeira vez. Ele lambeu devagar, provando meu gosto forte e doce. - Assim? - perguntou com a voz abafada.
- Isso... chupa o grelinho com força agora... suga ele inteiro na boca... lambe em círculos... ahhh porra... tá perfeito... enfia a língua fundo na minha xereca... isso... mais rápido...
Ele melhorava rápido, a língua batendo no meu grelinho inchado, sugando, lambendo, enquanto os dedos continuavam entrando e saindo da minha buceta. O som era obsceno: slurp slurp, molhado, misturado com meus gemidos e o barulho dele respirando pesado. Meu cu piscava toda vez que a língua dele roçava ali. Eu segurava a cabeça dele com as duas mãos, rebolando na cara dele: - Não para... chupa mais forte meu grelinho... eu tô quase... porra... vai... vai...
O orgasmo veio como um tsunami. Meu corpo inteiro tremeu, as pernas apertando a cabeça dele, a buceta pulsando e jorrando creme na boca do meu irmão. Eu gritei: - Tô gozando... porra... engole tudo... continua chupando... ahhhhhh caralho... a melhor gozada da minha vida!
Ele continuou lambendo até eu parar de tremer, o rosto todo melado do meu gozo, os olhos ainda chocados mas brilhando de tesão. Eu soltei o cabelo dele devagar, o peito subindo e descendo, a buceta ainda latejando. Ele ficou ali sentado, pica dura latejando na calça, sem dizer nada. Eu também não falei nada na hora, só fechei as pernas devagar, o quarto cheirando a sexo puro.
Depois disso a gente nunca mais tocou no assunto enquanto moramos juntos. Eu me formei na faculdade e me mudei. Hoje ele tem esposa e filhos, tudo tranquilo entre nós. Mas aquela tarde ficou gravada na minha memória como o tesão mais intenso e proibido que eu já senti na vida. Fim.

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Comentários


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cavalera Comentou em 17/03/2026

Delicia de conto, tesão.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fiz meu irmão virgem me bolinar!

Codigo do conto:
257109

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
17/03/2026

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