Meu irmão entrou no banheiro enquanto eu tomava banho!
Eu estava terminando o banho, água quente escorrendo pelo corpo todo, espuma de sabonete escorregando pelos meus peitos grandes, descendo pela barriga e parando bem no meio das minhas coxas. O vapor enchia o box inteiro, o espelho embaçado, e eu passava a mão devagar, sentindo cada curva. Foi aí que ouvi a batida na porta. Meu coração já deu um salto. - Ei, posso usar o banheiro rapidinho? Já volto, juro! Era a voz dele, o mano que dividia a casa comigo, aquele safado de corpo definido que eu vivia secando escondido. Eu sabia que devia dizer não, porque ainda faltava uns minutos pro banho acabar, mas uma ideia louca piscou na minha cabeça. Uma vontade de putaria que veio do nada. - Pode sim, entra logo! Eu respondi com a voz mais normal que consegui, mas por dentro já estava molhada de um jeito que não era só da água. Ele abriu a porta devagar, passou correndo pelo box, cobrindo os olhos com a mão como um cavalheiro falso, e foi direto pro vaso. Eu não conseguia mais ver ele direito, ele não conseguia me ver, mas eu sabia que a cortina de vidro era transparente o suficiente se ele quisesse olhar de canto. Minha mão desceu sozinha. Comecei com círculos leves no grelinho, bem devagar, só pra sentir o tesão subindo. O clitóris inchou na hora, duro, sensível pra porra. Eu mordi o lábio pra não gemer alto demais. A água batia nas minhas costas, escorria pela bunda, e eu abri um pouco as pernas, me inclinando pra frente. Enfiei o dedo médio bem fundo na buceta, sentindo as paredes quentes e meladas apertarem. - Hmmm... ahh... Soltava gemidinhos baixos, só o suficiente pra ele ouvir se estivesse prestando atenção. A descarga fez barulho, mas a porta não fechou. Ele ainda estava lá. Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair pela boca. Continuei enfiando o dedo, agora dois, abrindo a buceta devagar, fazendo um barulhinho molhado que ecoava no box. Meu cu piscava junto, eu sentia tudo latejando. - Porra... tá bom demais... Eu sussurrava pra mim mesma, mas alto o bastante pra ele captar. Minhas pernas tremiam, o joelho quase dobrando. Imaginei ele ali fora, pau na mão, olhando minha silhueta através do vidro embaçado, vendo minha mão entrar e sair da minha xota ensopada. O pensamento me deixou louca. Aumentei o ritmo, esfregando o grelinho com o polegar enquanto os dedos fodiam a buceta fundo, batendo no ponto G que me fazia ver estrelinha. Meu corpo inteiro esquentou. Os peitos balançavam, mamilos duros roçando no braço. A água quente misturava com o mel que escorria da minha buceta pro chão do box. Eu não aguentava mais segurar. - Ahhh... vai... goza pra mim... Gemi um pouco mais alto, fingindo que era pra mim mesma, mas era pra ele. Minhas coxas fecharam em volta da mão, o clitóris pulsando forte, e o orgasmo veio pesado, me fazendo tremer inteira. Eu gozei pra caralho, buceta apertando os dedos, jorrando um líquido quente que se misturou com a água. Minhas pernas quase cederam, eu me apoiei na parede, ofegante, peito subindo e descendo. Só depois que recuperei o fôlego ouvi o clique da porta fechando. Ele tinha ido embora. Saí do box tremendo ainda, corpo todo sensível, buceta latejando. Enrolei a toalha e fui pro quarto. Foi aí que vi minha calcinha limpa, que eu tinha deixado dobrada na pia, agora toda enrolada, pegajosa, com porra grossa e branca grudada no tecido. O cheiro dele estava forte, salgado, recente. Ele tinha gozado ali enquanto me via se masturbar. Meu Deus, o safado tinha ficado o tempo todo olhando e batendo uma punheta pra mim. Eu peguei a calcinha com a mão tremendo. O gozo ainda estava quente em alguns pontos. Levei ao nariz, inspirei fundo, e meu tesão voltou na hora. Passei o dedo na porra dele e lambi, sentindo o gosto salgado e grosso. - Porra, mano... você gozou olhando minha buceta... Sussurrei sozinha, já sentando na cama e abrindo as pernas de novo. Enfiei a calcinha suja na boca, chupando a porra dele enquanto meus dedos voltavam pro grelinho. Gozei mais uma vez só de pensar nele ali, pica dura na mão, olhando meu cu piscar enquanto eu me fodia com os dedos. Mas eu não queria parar ali. Não era longe demais. Eu queria mais. Me vesti só com uma camiseta larga, sem nada por baixo, buceta ainda molhada, e fui até o quarto dele. Bati na porta. Ele abriu, camisa sem manga, short folgado, cara de quem tinha acabado de gozar. Seus olhos desceram pro meu corpo na hora. - Ei... tudo bem? Ele perguntou, voz rouca. - Tudo ótimo. Vi minha calcinha lá... toda melada da tua porra. Você ficou olhando eu me tocar no banho, né, seu safado? Falei direto, sem rodeio, sentindo minha buceta latejar só de dizer isso. - Porra... você me pegou. Eu não consegui sair. Vi você enfiando dedo naquela buceta linda, gemendo baixinho... minha pica ficou dura na hora. Bati uma ali mesmo, gozei na tua calcinha enquanto você gozava. Desculpa... ou não. Ele sorriu, aquele sorriso safado que eu adorava. - Não precisa desculpar. Eu queria que você olhasse. Queria que você gozasse pra mim. E agora... eu quero mais. Entrei no quarto dele, fechei a porta e tirei a camiseta. Meus peitos pularam livres, mamilos duros. Abri as pernas um pouco, mostrando a buceta lisinha e brilhando. - Olha aqui, mano. Tá vendo como tá molhada? Tudo isso é por causa da tua porra na minha calcinha. Ele puxou o short pra baixo. A pica dele saltou, grossa, veias marcadas, cabeça vermelha e babando pré-gozo. - Caralho... que buceta perfeita. Vem cá. - Me come logo. Quero essa pica toda dentro de mim. Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e mergulhou a cara na minha buceta. Língua quente lambendo o grelinho, chupando forte, depois descendo e enfiando na entrada da xota. Eu gemia alto agora, sem medo. - Ahhh... isso... chupa minha buceta... lambe meu cu também, vai... Ele obedeceu, língua descendo pro meu cu, girando em volta do cuzinho apertado, depois voltando pro clitóris. Dois dedos entraram na minha buceta, fodendo rápido enquanto ele chupava o grelinho. Eu estava gozando de novo em minutos, apertando a cabeça dele entre as coxas, mel escorrendo pela bunda dele. - Gozei... porra... agora me fode. Ele subiu, pica roçando na minha entrada. Empurrou devagar, abrindo minha buceta centímetro por centímetro. Era grossa pra caralho, esticando tudo. - Que buceta apertada... tá engolindo minha pica inteira... - Mete fundo... quero sentir até o fundo... Ele começou a bombear, forte, batendo pelada com pelada. O quarto encheu de barulho molhado, tapa de pele, meus gemidos e os dele. Ele pegou meus peitos, apertando os mamilos enquanto metia. - Olha pra mim enquanto eu te fodo... sua vadia safada... você planejou isso, né? Deixar eu te ver se tocar... - Planejei sim... queria tua pica desde o primeiro dia... mete mais forte... quebra minha buceta... Ele virou meu corpo, me colocou de quatro. Meteu de novo, agora batendo na bunda. Uma mão desceu e esfregou meu grelinho enquanto a pica entrava e saía. A outra mão deu um tapa na minha bunda, depois abriu meu cu. - Quer no cu também? Tá piscando pedindo... - Quero... enfia devagar primeiro... Ele cuspiu no meu cu, pressionou a cabeça da pica e foi entrando. Meu cu apertou, queimou gostoso, depois relaxou e engoliu tudo. Ele começou a meter devagar, depois mais rápido, enquanto os dedos fodiam minha buceta ao mesmo tempo. - Dois buracos cheios... que putaria... tá gostando, né? - Tô amando... me fode os dois... vou gozar de novo... O orgasmo veio forte, cu e buceta apertando ao mesmo tempo. Ele gemeu rouco, tirou a pica do cu e enfiou na buceta de novo, metendo como louco. - Vou gozar... onde quer? - Dentro... enche minha buceta de porra... Ele explodiu, jatos quentes e grossos enchendo minha xota até transbordar. Eu senti escorrendo pela coxa, quente, pegajoso. Caímos na cama, suados, ofegantes, corpo colado. - Porra... isso foi só o começo. Amanhã você me pega no banho de novo... e eu quero te ver batendo essa pica enquanto eu me toco. - Pode deixar... vou encher tua calcinha de novo... e depois te foder até você não aguentar andar. Ficamos ali, ele com a mão na minha buceta, eu sentindo a porra dele escorrendo devagar. A casa toda parecia mais quente agora. E eu sabia que não ia parar nunca. Essa putaria só tinha começado.
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