Era uma tarde de sábado chuvosa, daqueles dias em que o mundo parece parar. Cinhtia, 36 anos na época, e Debora, 34, estavam sozinhas em casa. Emerson, o filho dela, tinha saído cedo pra jogar bola com os amigos e só voltaria à noite. Ou pelo menos era o que elas achavam. As duas irmãs tinham voltado a se pegar há poucas semanas, depois de anos paradas por causa do nascimento do garoto e do casamento da Debora. O fogo nunca tinha apagado de verdade. Elas estavam no quarto da Cinhtia, porta entreaberta por descuido. Cinhtia deitada de costas na cama king size, pernas bem abertas, buceta depilada brilhando de tesão. Debora de quatro em cima dela, numa tesourinha perfeita, bucetas se esfregando devagar, grelinhos inchados se tocando a cada rebolada. - Mana… porra, sua buceta tá tão molhada hoje… sinto seu grelinho pulsando no meu… rebola mais, vai… quero sentir você gozando junto comigo. Cinhtia apertava a bunda da irmã, dedos afundando na carne macia, e respondia gemendo baixo: - Ai, Debora… sua buceta quente tá me deixando louca… mete esse grelinho no meu… isso… mais forte… tô quase jorrando, vadia. As duas aumentaram o ritmo, corpos suados colados, bucetas fazendo barulho molhado de tanto mel escorrendo. Debora baixou a cabeça e chupou um dos peitos da irmã, sugando o bico duro enquanto rebolava sem parar. - Hummm… gosto de leite de buceta da minha mana… goza pra mim, Cinhtia… inunda minha buceta com seu leitinho quente. Foi nesse exato momento que Emerson empurrou a porta, voltando mais cedo porque tinha esquecido a carteira. Ele parou congelado no batente, olhos arregalados. A mãe dele, pernas abertas, buceta vermelha e inchada esfregando na buceta da tia Debora. As duas gemendo, línguas se lambendo, bundas balançando. - Que porra é essa?! Mãe?! Tia?! Vocês… vocês estão se comendo?! Caralho… As duas congelaram. Debora pulou da cama primeiro, tentando cobrir a buceta molhada com as mãos, mas era tarde. Cinhtia sentou rápido, peitos balançando, rosto vermelho de vergonha e tesão misturados. - Emerson, meu filho… não é o que você tá pensando… espera, a gente pode explicar… Mas o garoto já estava com o celular na mão, voz tremendo de raiva e choque. - Explicar o caralho! Vocês duas aí, buceta na buceta, chupando uma a outra como duas putas… eu vou contar pro meu pai agora mesmo, e pro tio também! Ele vai surtar quando souber que a mulher dele é sapatão e tá comendo a própria irmã! E você, mãe… com meu pai sumido, mas ainda assim… isso é doentio pra caralho! Cinhtia levantou da cama nua, corpo ainda brilhando de suor e mel, e se aproximou devagar, mãos levantadas. - Filho, por favor… guarda esse celular… a gente conversa. Seu pai nunca esteve por perto, você sabe. E o marido da Debora… ele nem imagina. Não faz isso, meu amor. Vai destruir tudo. Debora, ainda nua, se colocou ao lado da irmã, olhos pidões, mas foi aí que as duas repararam. A bermuda de Emerson estava esticada pra frente. Uma barraca enorme, pica dura pra caralho marcando o tecido, cabeça quase saindo pela barra. Debora trocou um olhar rápido com a Cinhtia e sussurrou baixinho: - Mana… olha só… o garoto tá duro. Tá com a pica latejando só de ver a gente. Cinhtia baixou os olhos e viu também. Um sorriso safado nasceu no canto da boca dela apesar do pânico. - Emerson… meu filhote… você tá excitado? Tá com essa pica grossa inchada só de olhar pra buceta da sua mãe e da sua tia? O garoto tentou cobrir com as mãos, rosto vermelho, mas a voz saiu rouca: - Cala a boca! Isso é… é normal… qualquer cara ia ficar duro vendo duas mulheres peladas se comendo. Mas não muda nada. Eu vou contar. Debora deu um passo à frente, buceta ainda pingando, grelinho visível entre as coxas. - Espera, sobrinho… não precisa contar nada. Olha só pra gente. A gente te ama pra caralho. E se você quiser… a gente pode resolver isso aqui e agora. Sem ninguém saber. Você pode comer nós duas. Quer ver como é uma buceta de verdade? Quer sentir sua mãe e sua tia chupando essa pica dura que tá aí? Cinhtia se aproximou também, pegou a mão do filho e colocou direto na própria buceta quente e molhada. - Sente, meu amor. Tá encharcada por sua causa agora. Desde que você entrou aqui e eu vi esse volume… minha buceta começou a latejar. Não conta pra ninguém. Em vez disso, vem comer a mamãe. Chupa meu grelinho, enfia essa pica na minha buceta, no meu cu… o que você quiser. A tia também tá louca pra sentir você. Emerson puxou a mão rápido, mas o pau dele deu um pulo dentro da bermuda. - Vocês estão loucas… eu sou seu filho, porra! Isso é errado pra caralho! Debora ajoelhou na frente dele, mãos subindo pelas coxas. - Errado? Olha o tamanho dessa pica, garoto… tá babando só de imaginar. Deixa a tia ver. Deixa eu chupar um pouco… só pra você relaxar e pensar melhor. Depois decide se conta ou não. Ela puxou a bermuda pra baixo sem esperar. A pica de Emerson saltou pra fora — grossa, quase 20cm, veias pulsando, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. - Caralho… que pica linda, sobrinho… maior que a do meu marido… olha só, mana, nosso garoto tem uma rola de macho de verdade. Cinhtia se ajoelhou ao lado da irmã, as duas olhando pra cima com olhos pidões. - Filho… deixa a gente cuidar disso. A gente conversa bastante antes. Promete que não conta? A gente te dá tudo que você quiser. Quer foder a buceta da mamãe? Quer comer o cu da tia? A gente goza pra você do jeito que nunca gozamos antes. Só não conta… Elas começaram a conversar enquanto as mãos delas subiam e desciam devagar na pica dele, sem chupar ainda, só provocando. Cinhtia falou primeiro, voz rouca: - Meu amor, desde adolescente eu e sua tia nos pegamos. Era nosso segredo. Depois você nasceu e a gente parou… mas o fogo voltou. Não é traição pro seu pai, ele nunca quis saber de você. E pro tio… ele não merece saber. Mas você… você merece tudo. Olha como sua pica tá dura na nossa mão. Você quer isso tanto quanto a gente. Debora continuou, lambendo os lábios: - Imagina só, Emerson… você pode ter duas bucetas e dois cus exclusivos pra você. Sempre que quiser. Viajar com a gente, foder a gente no hotel… ninguém vai saber. Só a gente três. Deixa eu chupar agora… só a cabeça… pra você sentir como é bom. Emerson gemia baixo, quadril mexendo sem querer. - Porra… para… eu não posso… mas… caralho, tá tão bom… Cinhtia apertou as bolas dele devagar. - Fala, filho. O que você quer primeiro? Chupar minha buceta? Eu sento na sua cara e você lambe meu grelinho enquanto a tia chupa sua pica. Depois você mete na gente. A gente goza gritando seu nome. Promete que não conta se a gente fizer você gozar como nunca? Ele ficou em silêncio uns segundos, pau latejando nas mãos delas. Depois, voz baixa: - Tá bom… mas só hoje. E nunca mais falamos disso. E eu quero tudo. Buceta, cu, boca… tudo. As duas sorriram vitoriosas. Debora enfiou a pica na boca de uma vez, engolindo até o fundo, garganta apertando. - Hummmm… que gosto bom de macho jovem… Cinhtia subiu na cama, abriu as pernas e puxou o filho pela mão. - Vem, meu amor. Chupa a buceta da mamãe primeiro. Lambe tudo. Emerson ajoelhou entre as pernas da mãe, rosto a centímetros da buceta inchada. Hesitou só um segundo, depois mergulhou. Língua longa entrando fundo, chupando o mel, subindo pro grelinho e sugando forte. - Porra… mãe… sua buceta tem gosto doce pra caralho… tá melada demais… Cinhtia se contorcia, mãos no cabelo dele. - Isso, filhote… chupa o grelinho da mamãe… ai, caralho… assim… mais forte… tô gozando já! Ela gozou pela primeira vez, jorrando na boca do filho, corpo tremendo inteiro. Debora tirou a pica da boca com um ploc molhado e falou: - Agora minha vez, garoto. Deita na cama. Vou sentar na sua pica enquanto sua mãe senta na sua cara. Emerson deitou. Debora subiu, pegou a pica e desceu devagar, buceta engolindo tudo até as bolas. - Aaaahhh… que rola grossa… tá abrindo minha buceta inteira… mana, senta no rosto dele agora. Cinhtia sentou o cu e buceta na cara do filho, rebolando enquanto ele chupava tudo. Debora cavalgava forte, peitos balançando. - Mete fundo, sobrinho… rasga a buceta da tia… porra, tô gozando… aaaahhh! Ela gozou escandalosa, voz ecoando no quarto, buceta apertando e jorrando em volta da pica. Emerson lambeu a mãe até ela gozar de novo, mel escorrendo pela cara dele. - Agora os nossos rabos, filho. Quero que você foda meu cu primeiro — pediu Cinhtia, virando de quatro. Emerson cuspiu na cabeça da pica, posicionou no cuzinho apertado da mãe e empurrou. Entrou devagar, depois fundo. - Caralho, mãe… seu cu tá apertando minha pica… tão quente… - Mete forte, meu amor… rasga o cu da mamãe… ai, porra… tô gozando de novo só com pau no cu! Ela gritou alto, corpo inteiro tremendo, cu piscando enquanto gozava como nunca. Debora debaixo, chupando o grelinho da irmã enquanto o pau entrava e saía do cu. Depois trocaram. Emerson fodeu o cu da Debora enquanto Cinhtia chupava a buceta dela. - Isso, garoto… soca meu cu… mais fundo… tô gozando, porra, tô gozandoooooooo… aaaahhh, caralhooo! Os dois orgasmos delas foram escandalosos — gritos, jatos de mel, corpos suados e tremendo. Emerson gozou três vezes: primeiro enchendo a buceta da mãe, depois o cu da tia, e por último na boca das duas que chupavam juntas. Quando acabou, os três deitados, porra e mel por todo lado, Cinhtia beijou o filho na boca. - Agora é nosso segredo, meu amor. Você nunca mais vai querer contar pra ninguém. Debora sorriu, mão na pica ainda semi-dura. - E da próxima vez… a gente repete. E melhora. Emerson, exausto mas sorrindo pela primeira vez, só respondeu: - Tá bom… vocês venceram. Eu sou de vocês agora.
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