Finalmente comendo a filhinha!

Acordei antes dela, como sempre nas últimas semanas. A gente tinha começado a dormir na mesma cama depois que a mãe dela viajou pro exterior e nunca mais voltou. No começo era só carinho de pai, um abraço apertado, a mão dela no meu peito, a minha na curva da cintura dela. Mas o ar mudou. Ficou mais pesado, mais quente. Ela tinha acabado de fazer 18 anos, corpo de mulher feita, peitos firmes que balançavam quando ela ria, bunda redonda e uma bucetinha que eu só imaginava até então. Naquela manhã o sol entrava fraquinho pela cortina e iluminava o rosto dela, dormindo de lado, só de calcinha e camiseta fina. Meu pau já acordou antes de mim, duro como pedra, latejando contra o short.
Não pensei duas vezes. Me aproximei por trás, colei meu corpo no dela e comecei a esfregar devagar. Meu pau roçando na bunda macia por cima da calcinha. Minha mão desceu pela barriga dela, dedos grossos passando por baixo do elástico. Toquei a bucetinha peladinha, quente, já um pouco molhada só de sono. Comecei a circular o grelinho enorme dela – caralho, era maior que o normal, inchado, sensível pra porra. Ela mexeu o quadril sem acordar direito, gemendo baixinho no travesseiro.
Quando ela abriu os olhos, eu já estava com dois dedos dentro, fodendo devagar.
- Você gosta, filha? – perguntei rouco, colado no ouvido dela.
- Gosto, pai… continua… – ela respondeu quase sem voz, mas com os olhos brilhando de tesão.
Fiquei ousado pra caralho. Tirei a camiseta dela primeiro, devagar, revelando aqueles peitos jovens, mamilos rosados já duros. Depois tirei a minha. As calças foram juntas, a dela e a minha. Por último a calcinha dela e meu short. Pela primeira vez estávamos completamente pelados. A pele dela contra a minha queimava. Puxei ela pro centro da cama, empurrei de costas e subi por cima, meu peito no dela, meu pau latejando encostado na barriga macia.
Esfreguei meus quadris nos dela, a cabeça da pica deslizando entre os lábios inchados da buceta.
- Diga não se você não quiser, meu amor… – falei, olhando bem no fundo dos olhos dela.
Ela não disse nada. Só respirou fundo, abriu mais as pernas e mordeu o lábio. Segundos que pareceram anos. Então segurei meu pau grosso, guiei a cabeça pra entrada quente e empurrei.
Os olhos dela se arregalaram quando entrei. A bucetinha apertadinha engoliu a cabeça da pica com um som molhado.
- Ai meu Deus, pai… tá entrando… tá tão grosso… – gemeu ela, unhas cravando nas minhas costas.
Não consegui me controlar. Empurrei mais, centímetro por centímetro, até enterrar tudo. Meu saco bateu na bundinha dela. Comecei a estocar devagar no começo, sentindo cada dobra da buceta dela apertando minha pica. O grelinho enorme roçava na base do meu pau a cada movimento. Ela tremia inteira, pernas subindo e se enrolando na minha cintura.
- Porra, filha… sua buceta é tão quente… tão apertada… tá me sugando… – rosnei entre dentes.
Ela começou a gemer alto, quadril subindo pra encontrar minhas estocadas.
- Mais forte, pai… fode sua filha… fode fundo… ai que delícia… sua pica tá batendo no fundo do meu útero…
Aumentei o ritmo. O barulho de pele contra pele ecoava no quarto. A cama rangia. Eu sentia o suco dela escorrendo, molhando minhas bolas. De repente o corpo dela arqueou, pernas tremendo loucamente. Ela jorrou pra caralho. Não era só gozo normal – era um squirt forte, quente, jorrando em jatos que molhavam minha barriga, minhas coxas, a cama inteira. Parecia que ela estava mijando de tesão.
- Ai pai… tô gozando… tô mijando… não consigo parar… tá saindo tudo… – gritou ela, olhos revirando.
Eu e ela e o lençol estávamos encharcados. O cheiro de buceta molhada e suor tomava o quarto. Não aguentei mais. Segurei a bunda dela com força, enterrei até o talo e comecei a ejacular. Jatos grossos de porra quente enchendo a bucetinha da minha filha de 18 anos. Senti cada pulsação, cada jato batendo no fundo dela.
- Tô gozando dentro de você, filha… tô enchendo sua buceta de leite… toma tudo… – grunhi.
No segundo seguinte a cara dela mudou. Pânico puro. Olhos arregalados, mãos me empurrando.
- Ai meu Deus! Sai de mim! Sai! – berrou ela, tentando me tirar de dentro.
- Pai, você gozou dentro! Eu vou engravidar! Por que você não tirou, caralho?
Saí rápido, meu pau ainda babando porra saindo da buceta inchada dela. Sentei ao lado, coração disparado. Ela agarrou a própria buceta com as duas mãos, apertando como se pudesse impedir a porra de entrar mais fundo.
- Ai meu Deus… você fez isso… seu leite tá todo dentro de mim… eu vou ter um filho do meu próprio pai…
Olhei pra ela, ainda ofegante, e finalmente falei a verdade que nunca tinha contado.
- Calma, filha… eu fiz vasectomia há cinco anos. Não tem como engravidar. Zero esperma. Só porra gostosa e quente, mas nada que faça bebê.
Ela piscou, processando. O pânico foi virando alívio devagar. Depois virou um sorriso safado, quase tímido.
- Sério, pai? Você é um safado… me fez passar esse susto todo…
- Desculpa, meu amor… mas foi tão bom que eu não pensei em mais nada.
A gente se abraçou ali mesmo, pelados, suados, molhados de porra e squirt. Eu beijei a testa dela, depois a boca, língua entrando devagar. Ela correspondeu, mão descendo e segurando meu pau ainda meio duro.
- Eu quero mais, pai… agora que eu sei que não engravida… quero sua pica todo dia… quero chupar, quero sentar, quero que você me foda no cu também se quiser…
Conversamos baixinho por quase uma hora, deitados de lado, dedos dela brincando na minha pica, meus dedos voltando pro grelinho dela. Contei como eu fantasiava com ela há meses, como eu batia punheta pensando na bucetinha dela. Ela confessou que já se masturbava pensando em mim, que sonhava com meu pau grosso abrindo ela.
Depois daquele dia, o desejo só aumentou. Naquela mesma tarde a gente transou de novo. Dessa vez eu chupei a buceta dela primeiro, língua girando no grelinho enorme enquanto ela gemia e puxava meu cabelo.
- Chupa mais, pai… lambe o grelinho da sua filha… ai que delícia… tô molhando sua boca toda…
Depois ela me chupou. Boca quente engolindo minha pica até a garganta, babando, olhos lacrimejando de tesão.
- Que pica gostosa, pai… tão grossa… tô engasgando e amo isso…
Eu fodi ela de quatro, segurando o cabelo dela como rédea, estocando fundo enquanto ela gritava.
- Me fode como uma vadia, pai! Enche essa buceta de novo! Goza dentro!
E eu gozei. De novo. E de novo à noite. E na manhã seguinte. A cama virou nosso ninho secreto. A gente experimentou tudo: eu lambendo o cuzinho apertado dela enquanto enfiava dois dedos na buceta, ela sentando na minha cara, eu fodendo o cu dela devagar depois de muito lubrificante e gemidos.
- Devagar no meu cu, pai… tá abrindo… ai que tesão… agora mete tudo… fode o cu da sua filha…
O pânico daquela primeira vez virou só uma lembrança engraçada. Hoje eu quero ela mais que nunca. Acordo com vontade de enfiar a pica na buceta dela antes mesmo do café. Ela me procura no meio da noite, mãozinha já segurando meu pau duro. Somos pai e filha, mas agora também amantes safados, viciados um no outro. E eu não trocaria isso por nada.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Finalmente comendo a filhinha!

Codigo do conto:
257298

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
19/03/2026

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