A noite mais quente da minha vida!

A casa estava lotada pra comemorar os 60 anos da vó. Família inteira, uns trinta e poucos parentes apertados entre salas, sofás e colchões no chão. Crianças dormindo em sacos de dormir na sala, primos no sofá da varanda, tios roncando no quarto de hóspedes. Eu, que cheguei tarde, acabei no quartinho dos fundos, numa cama de solteiro velha que mal cabia um adulto. Pensei que ia dormir sozinho, mas aí veio a Milena, minha irmã mais velha, com aquela cara de quem bebeu além da conta no vinho da festa. Ela ria alto ainda no corredor, tropeçando nos próprios pés, e simplesmente abriu a porta, se jogou na cama e puxou o cobertor fino pra cima de nós dois.
— Sai daí, Milena, que porra é essa? A gente não cabe junto nessa merda de cama — eu sussurrei, tentando empurrar o ombro dela.
Mas ela só riu baixinho, bêbada pra caralho, e se aninhou mais, colando o corpo quente no meu. O quarto estava escuro, só uma fresta de luz da rua entrando pela cortina velha. O perfume dela, aquele cheiro de baunilha misturado com vinho, invadiu tudo. E quando ela se mexeu pra ficar confortável, a bunda gorda, redonda e macia dela encostou direto na minha virilha. Meu pau acordou na hora, latejando dentro do pijama fino de algodão. Porra, era minha irmã, mas o corpo dela era daqueles que qualquer homem olha duas vezes – peitos grandes, cintura marcada, coxas grossas que eu via desde sempre mas nunca admitia.
Eu lutei pra não me mexer. Qualquer movimento ia esfregar minha pica endurecendo na bunda dela. Fiquei imóvel, coração disparado, ouvindo as vozes dos tios ainda conversando na sala lá embaixo. Aos poucos a casa foi silenciando. Luzes apagadas, todo mundo apagado. Só o barulho distante de um ronco ou outro. E ela continuava se mexendo, inocente no sono, mas cada reboladinha fazia minha rola crescer mais, encostando na curva da bunda dela através do tecido.
Não aguentei. Virei de costas pra ela, tentando escapar. Mas a Milena virou junto, colando os peitos enormes nas minhas costas. Senti os bicos duros roçando minha pele, a respiração quente no meu pescoço, o calor da buceta dela perto da minha bunda. Meu pau estava duro pra caralho agora, latejando, babando pré-gozo no pijama. Estendi o braço pra trás, só pra tentar colocar a mão na cintura dela e parar aquilo. Nossas mãos se encontraram no escuro. Dedos se entrelaçaram por um segundo. Ela acordou.
— Hmmm... irmão? — sussurrou ela, voz rouca de sono e vinho.
Não respondi. Meu coração batia na garganta. Aí a mão dela desceu devagar, curiosa, e parou direto na minha virilha. Sentiu o volume duro da minha pica e não tirou. Pelo contrário. Os dedos dela apertaram por cima do pijama, medindo o tamanho.
— Caralho... tá duro assim por minha causa? — ela murmurou baixinho, quase rindo.
Eu mexi os quadris sem pensar, esfregando a rola na palma dela. Ela abriu os dedos, envolveu o pau por cima do tecido e começou a mexer devagar. Uma punheta lenta, safada, no escuro da casa cheia de gente. Meu pau pulsava na mão dela, inchando mais a cada movimento.
— Mile... porra, a gente não pode... — eu sussurrei, mas minha voz saiu rouca de tesão.
— Shhh... cala a boca e deixa eu sentir essa pica grossa — ela respondeu, apertando mais forte. — Tá latejando tanto... parece que quer sair do pijama.
Ela se ajeitou melhor, virou um pouco o corpo e enfiou a mão por dentro do elástico do meu pijama. Dedos quentes envolveram minha rola pelada, pele com pele. Começou a subir e descer, devagar no começo, depois mais rápido. O barulho molhado da pele dela na minha pica ecoava baixinho no quarto. Eu mordia o lábio pra não gemer alto. A casa estava silenciosa demais – qualquer ruído podia acordar alguém no corredor.
— Que rola deliciosa, irmão... grossa, quente... nunca imaginei que era tão grande assim — ela sussurrou no meu ouvido, lambendo o lóbulo de leve. — Tá babando na minha mão toda... quer gozar pra sua irmãzinha?
Eu não aguentei. Mexi os quadris no ritmo da punheta dela, fodendo a mão macia. Meu braço livre foi pra trás, encontrei a coxa dela e subi devagar. Ela abriu as pernas um pouco, convidando. Meus dedos chegaram na buceta quente, molhada pra caralho por cima da calcinha fina. Ela estava encharcada.
— Toca minha buceta também... por favor — ela choramingou baixinho. — Tô louca de tesão desde que encostei nessa bunda em você.
Puxei a calcinha dela pro lado e enfiei dois dedos na buceta quente e apertada. Molhada, escorregadia, os lábios inchados chupando meus dedos. Comecei a mexer, circulando o grelinho duro com o polegar enquanto ela acelerava a punheta na minha pica.
— Ahhh... isso... fode minha bucetinha com os dedos, irmão... assim... mais fundo — ela gemeu no meu pescoço, voz tremendo.
O quarto estava quente, suor escorrendo nos nossos corpos. Eu sentia o cheiro da buceta dela misturado com o meu pré-gozo. Ela rebolava contra minha mão, fodendo meus dedos enquanto batia punheta pra mim. De repente ela parou a mão na minha rola, só apertando a base, e levou a outra mão pra própria buceta, se masturbando junto comigo.
— Olha... tô me acabando na siririca pensando nessa pica dentro de mim... mas hoje só a mão, tá? — sussurrou ela, dedos circulando o grelinho rápido.
Eu tirei meus dedos da buceta dela e comecei a me masturbar também, bem perto da mão dela. Nossas mãos se tocavam enquanto batíamos punheta um pro outro. O pau dela roçava minha coxa, os peitos esmagados nas minhas costas. Ela gemia baixinho, choramingando.
— Porra... tô quase gozando... sua irmã vai gozar na sua cama, irmão... sente como tá molhada minha buceta...
Eu acelerei, o pau inchando na minha mão. Senti o orgasmo subindo forte. Gozei pra caralho, jatos grossos de porra quente espirrando no pijama, na mão dela, na barriga dela. Muito, forte, o corpo todo tremendo. O cheiro de porra encheu o ar.
— Caralho... senti você gozando... tá quente... isso me fez gozar também! — ela sussurrou, voz quebrada.
O corpo dela tremeu inteiro. A buceta dela pulsou na própria mão, ela gozou forte, molhando os dedos, gemendo no travesseiro pra abafar o som. O cu dela até contraiu contra minha coxa. Ficamos ali, ofegantes, suados, a porra grudando na pele.
Ela puxou o cobertor por cima de nós dois, virou de costas pra mim e dormiu quase na hora, como se nada tivesse acontecido. Eu fiquei ali, pau ainda semi-duro, coração disparado, pensando no que a gente tinha feito. A casa toda dormindo, ninguém ouviu nada. No dia seguinte fingimos normalidade total – café da manhã juntos, risadas com os primos, como se não tivéssemos trocado punheta e gozado juntos na cama de solteiro.
Mas eu sei que ela lembra. Eu lembro. E toda vez que penso naquela bunda gorda roçando minha pica, naquela buceta molhada apertando meus dedos, naquela mão safada batendo punheta na minha rola... meu pau endurece de novo. Foi errado pra caralho. Foi a noite mais quente da minha vida.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A noite mais quente da minha vida!

Codigo do conto:
257459

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
21/03/2026

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