Monica tinha acabado de completar 27 anos e estava recém-casada com a Dianna, uma morena gostosa de 26 que deixava ela molhada só de olhar. Mas semana passada ela resolveu fazer uma surpresa pros pais, a Mônica de 55 e o Heitor de 57. Chegou na casa antiga no subúrbio, abriu a porta com a chave reserva e descobriu que ninguém estava. A casa vazia, silêncio total. Ela largou a mala no chão, sentiu o corpo todo grudento de suor depois de horas na estrada quente pra caralho. A viagem tinha sido longa, o ar-condicionado do carro pifou no meio do caminho e ela chegou com a blusa colada nos peitos, a calcinha úmida grudada na xoxota. Então decidiu tomar um banho rápido pra refrescar. Pegou a caixinha de som Bluetooth da mãe, colocou no banheiro, escolheu uma playlist de funk bem safado e aumentou o volume no talo. O som ribombava nas paredes, batida pesada fazendo o chão tremer. A luz da casa apagou de repente, um apagão geral na rua inteira. Monica riu sozinha no escuro, achou até romântico. Tirou a roupa toda, jogou no chão molhado e entrou no box. A água quente caiu direto nos ombros, escorrendo pelos seios firmes, descendo pela barriga lisa até chegar na buceta depilada, lisinha, já um pouco inchada do calor. Ela passou o sabonete devagar, esfregando os mamilos que ficaram durinhos, depois desceu a mão e abriu os lábios da xoxota, sentindo a água lavar o suor acumulado ali entre as pernas. O grelinho pulsava um pouco, excitado com o toque involuntário. No escuro total, só o barulho da água e do funk gritando, ela não ouviu a porta da frente abrir. Heitor chegou cansado do trabalho, viu o carro da filha na garagem mas não pensou nada demais. A casa no breu, só o som alto vindo do banheiro. Ele sorriu no escuro, achando que era a mulher dele, a Mônica, tomando banho e ouvindo música pra relaxar como sempre fazia. O pau já deu uma latejada dentro da calça só de imaginar a bunda grande e macia da esposa molhada. Ele tirou a roupa rápido no corredor, ficou só de cueca que logo jogou fora. O pau dele era uma coisa monstruosa, 22 centímetros de carne grossa, veias saltadas, cabeça roxa inchada, já babando pré-gozo. Heitor entrou no banheiro no escuro completo, o vapor subindo, o cheiro de sabonete misturado com o suor dela. Viu a silhueta curvada de costas, aquela bunda empinada brilhando de água, e não pensou duas vezes. - Mônica, sua safada, já tá molhada pra mim né? - murmurou baixinho, se aproximando por trás. O pau duro roçou na bunda dela, separou as nádegas e a cabeça grossa encontrou a entrada da xoxota desprotegida, quente, escorregadia do sabonete e do tesão que ela nem sabia que estava sentindo. Num movimento só ele empurrou e enfiou metade da pica enorme goela adentro da buceta da filha. Monica sentiu o rasgo, a carne grossa abrindo ela toda, esticando as paredes da xoxota de um jeito que nunca tinha sentido na vida. Ela gritou com toda força dos pulmões, um berro que quase sobrou o funk. - Aaaahhh! Que porra é essa? Socorro! Heitor também se assustou, mas o pau dele latejava enterrado até o meio, sentindo a buceta apertadíssima pulsando em volta da carne. - Mônica! Filha? Caralho, é você? A ficha caiu pra ele no mesmo segundo. Mas o pau não amoleceu nem um pouco, pelo contrário, inchou mais ainda dentro dela. Monica, ofegante, tremendo, esticou o braço, pegou o celular no chão e ligou a lanterna. O facho de luz iluminou o pau do pai enfiado na metade da buceta dela, brilhando de água e de lubrificação natural, as veias pulsando, as bolas pesadas balançando. Era o maior pau que ela já tinha visto na vida, grosso como o pulso dela, cabeça inchada roçando fundo no colo do útero. Ela ficou parada, boca aberta, confusa pra caralho. Lésbica assumida, casada com mulher, mas ver aquele monstro duro, latejando dentro dela, fez a xoxota contrair involuntariamente em volta da pica. O tesão subiu de repente, quente, molhado. Sem pensar, ela baixou a mão e segurou a base do pau do pai, apertando, sentindo o calor, a grossura. - Pai... meu Deus... que pica enorme... tá tão duro... Heitor olhou pra ela, olhos brilhando no escuro, a água caindo nos dois. O pau deu um pulo dentro da buceta da filha. - Caralho, Monica... você tá apertando meu pau com essa bucetinha... eu pensei que era sua mãe... mas agora... porra... Ele não esperou resposta. Segurou os quadris dela com força, virou o corpo dela de frente pra parede do box, empurrou os peitos dela contra os azulejos frios e enfiou o resto da pica até o fundo num único golpe violento. A buceta dela engoliu tudo, os lábios inchados esticados ao máximo, o grelinho roçando na base grossa do pau. Monica gritou de novo, mas agora era de prazer misturado com dor. - Ai pai... que delícia... me fode... soca forte nessa buceta, vaaai... Heitor começou a meter com força bruta, estocadas fundas, rápidas, o som molhado de pau entrando e saindo ecoando mais alto que o funk. Ploc ploc ploc, as bolas batendo no clitóris dela. A água escorria pelos corpos, misturando com o suor e com o mel da xoxota que já pingava pelas coxas. - Toma, filha... toma essa pica toda... sua buceta tá sugando meu pau... tão quente, tão molhada... eu sabia que você era lésbica mas olha como essa xoxota gosta de rola grossa... Monica gemia alto, pernas tremendo, unhas arranhando a parede. O grelinho dela inchado, sendo esmagado a cada estocada. Ela sentia cada veia do pau do pai roçando dentro dela, a cabeça batendo no fundo, abrindo o útero. - Mais forte pai... me rasga... meu grelinho tá explodindo... aiiii caralho eu vou gozar... O primeiro orgasmo veio forte, a buceta contraindo em espasmos, apertando o pau dele como um punho. Ela jorrou, um esguicho quente misturado com a água do chuveiro, molhando as bolas do pai. Heitor não parou, meteu mais rápido, segurando os cabelos dela, puxando a cabeça pra trás. - Goza filha... goza na pica do pai... caralho que buceta gulosa... Ele meteu mais uns dez golpes fundos, depois virou ela de frente, levantou uma perna dela e enfiou de novo, agora olhando nos olhos. A boca dele desceu e chupou um mamilo duro, mordendo de leve. Monica segurou o pescoço dele, gemendo sem parar. - Pai... me fode... enche minha buceta de porra... eu sou casada com mulher mas essa pica tá me viciando... Heitor acelerou, o pau inchando mais, as bolas subindo. - Vou gozar filha... vou encher essa xoxota de leite... você não toma pílula né... toma tudo... Ele deu um grito rouco e gozou jorrando, jatos grossos e quentes batendo fundo no útero dela. Monica sentiu cada pulsação, o esperma quente enchendo ela, transbordando, escorrendo pela buceta junto com a água. Ela gozou de novo junto, pernas bambas, corpo inteiro tremendo, xoxota piscando em volta da pica que ainda jorrava. Os dois ficaram ali, ofegantes, pau ainda enterrado, esperma escorrendo devagar pela coxa dela. Heitor tirou devagar, o pau saindo com um ploc molhado, ainda meio duro, brilhando de porra e mel. Monica olhou pra baixo, viu a buceta inchada, vermelha, aberta, com fios brancos de esperma pingando no chão do box. - Pai... que loucura... eu gozei tanto... nunca senti isso... Ele sorriu, ainda respirando pesado. - Você me deixou louco, filha... essa buceta é melhor que a da sua mãe... mas amanhã cedo eu te dou a pílula do dia seguinte... não quero complicação... Na manhã seguinte, com a luz do sol entrando pela janela, Heitor apareceu no quarto dela com um copo d’água e a cartela. Monica ainda nua na cama, xoxota dolorida mas feliz, pegou a pílula e engoliu. - Obrigada pai... mas confesso... se você quiser repetir um dia... eu não vou dizer não... Ele piscou, já sentindo o pau endurecendo de novo só de lembrar. - Quem sabe, filha... quem sabe...
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