Me acabando na siririca escutando meu filho foder minha nora!

Aquela noite ficou gravada na minha cabeça como um filme pornô que eu nunca mais vou esquecer. Meu filho Lucas tinha acabado de completar 21 anos e, pela primeira vez, trouxe a namorada Sofia pra dormir em casa. Eu estava sozinha no andar de baixo, o marido viajando a trabalho como sempre, quando desci pra cozinha pegar um copo de água gelada. O relógio marcava quase uma da manhã, a casa em silêncio total, só o barulho distante do ar-condicionado. Foi aí que ouvi o primeiro gemido. Alto, molhado, cheio de tesão puro. Vinha do quarto do Lucas, no andar de cima.
Meu corpo reagiu na hora. Senti um calor subir direto pra minha xoxota, que já estava começando a ficar úmida só de imaginar o que estava rolando. Parei no meio da cozinha, o copo na mão tremendo, e inclinei a cabeça pra ouvir melhor. Os gemidos da Sofia eram contínuos agora, cada vez mais altos, misturados com o barulho ritmado da cama batendo contra a parede.
- Ai Lucas, sua pica grossa tá me abrindo toda, mete mais fundo nessa buceta molhada! - ela gritava, a voz rouca de prazer.
Eu quase derrubei o copo. Meu coração disparou, as pernas fraquejaram e, sem pensar, desci a mão pela camisola fina de algodão. Levantei a barra devagar, enfiei os dedos por baixo da calcinha de renda e senti minha buceta já encharcada. O grelinho estava inchado, pulsando, pedindo atenção. Comecei a tocar uma siririca lenta, deliciosa, o dedo médio deslizando fácil entre os lábios melados. O primeiro dedo entrou na xoxota quente, girando devagar, enquanto eu fechava os olhos e deixava os gemidos dela me invadirem.
- Porra, Sofia, sua buceta aperta minha rola como se não quisesse soltar, toma essa pica toda até o fundo, sua vadia gostosa! - a voz grave do Lucas ecoou pelo corredor, e eu enfiei o dedo mais fundo, imaginando aquela pica que eu nunca tinha visto dura esticando a buceta da namorada dele.
Os gemidos aumentaram, as estocadas ficaram mais rápidas. Eu conseguia ouvir o barulho molhado de pele contra pele, as bolas dele batendo no cu dela. Tirei o dedo, coloquei dois, abrindo minha xoxota com vontade, o suco escorrendo pela minha coxa interna. Com a outra mão, puxei o decote da camisola pra baixo e liberei meus peitos grandes, pesados, mamilos escuros já duros como pedrinhas. Comecei a apertar um mamilo, torcendo ele entre os dedos, puxando com força enquanto os dois dedos fodiam minha buceta no ritmo dos gemidos lá de cima.
- Mais rápido, Lucas, me fode com essa pica dura, eu quero sentir você batendo no meu útero! - Sofia implorava, e eu aumentei o ritmo, agora enfiando três dedos de uma vez, abrindo minha xoxota até doer gostoso. O barulho dos meus dedos entrando e saindo era quase tão alto quanto o deles, suco pingando no chão da cozinha. Eu imaginava tudo com riqueza de detalhes: o Lucas em cima dela, na posição missionária, a pica grossa e veia entrando e saindo da buceta rosada e depilada da Sofia, os seios dela balançando a cada estocada, ele chupando os mamilos dela enquanto metia sem parar.
Queria tanto subir e espiar pela fresta da porta. Queria ver meu próprio filho fodendo aquela garota como um animal no cio. Meu cu piscava de tesão só de pensar, apertando no vazio, enquanto meus três dedos iam cada vez mais fundo na xoxota encharcada. O grelinho estava tão inchado que eu comecei a esfregar ele com o polegar ao mesmo tempo, sentindo ondas de prazer subindo pela barriga.
- Vira de quatro agora, sua puta, quero comer esse cu apertado! - Lucas ordenou, e eu ouvi o barulho da cama mudando de posição, os gemidos dela virando um grito abafado de prazer.
- Sim, Lucas, lambuza meu cu com cuspe e enfia essa pica grossa devagar, arromba meu furinho! - ela respondeu, a voz tremendo.
Meu Deus, eu gozei ali mesmo, a primeira vez forte pra caralho. Minha xoxota apertou os três dedos como um punho, jorrando suco quente que escorreu até meus pés descalços. Meus peitos balançavam enquanto eu tremia inteira, mordendo o lábio pra não gemer alto e entregar o jogo. Mas eles não pararam. Continuaram transando, e eu continuei a siririca, agora com quatro dedos enfiados até o pulso, a buceta fazendo barulhos obscenos de tanto molhado.
Na minha cabeça a cena era perfeita: Sofia de quatro na cama, bundona empinada, o Lucas atrás dela segurando os cabelos dela como rédea, cuspindo no cu dela e enfiando a pica centímetro por centímetro. Eu imaginava as veias da rola dele pulsando, o cu dela se abrindo devagar, engolindo tudo até as bolas baterem na buceta dela.
- Bate na minha bunda enquanto fode meu cu, Lucas, me faz gozar de novo! - ela gritava.
- Toma tapa, sua safada, sente como eu te arrombo esse cu virgem! - ele respondia, e o barulho dos tapas ecoava pela casa.
Eu gozei pela segunda vez, mais forte ainda. O corpo inteiro convulsionou, pernas tremendo, xoxota esguichando no piso frio. Tirei os dedos molhados, lambi eles devagar, sentindo meu próprio gosto doce e salgado, enquanto imaginava o Lucas gozando dentro do cu da Sofia, enchendo ela de porra quente.
Mas a noite estava só começando pra eles. Ouvi eles mudarem de posição de novo. Agora ela devia estar por cima, cavalgando.
- Senta nessa pica, Sofia, cavalga gostoso, faz minha rola desaparecer na sua buceta gulosa! - Lucas mandou.
- Ai que delícia, Lucas, sua pica tá batendo no meu grelinho, eu vou gozar de novo cavalgando você! - ela gemeu.
Eu subi as escadas pé ante pé, o coração na boca, a camisola toda molhada de suor e suco. Parei na porta entreaberta, sem coragem de abrir ainda, mas ouvindo tudo de perto. Minha mão voltou pra xoxota, agora esfregando o grelinho inchado com dois dedos rápidos enquanto a outra apertava os dois mamilos ao mesmo tempo. Eu imaginava ela quicando na pica dele, os peitos dela pulando, a buceta engolindo a rola inteira até o talo, suco escorrendo pelas bolas dele.
- Mais rápido, Sofia, quica nessa pica como uma vadia no cio! - ele dizia.
- Eu tô gozando, Lucas, goza comigo, enche minha buceta de porra quente! - ela gritava.
Eu gozei pela terceira vez ali no corredor, encostada na parede, dedos enfiados até o fundo, o cu piscando de vontade de ser fodido também. O orgasmo foi tão forte que eu quase caí de joelhos, a visão turva, o corpo todo molhado de suor. Depois disso eles ficaram em silêncio por uns minutos, só respiração pesada, e eu desci de novo pra cozinha, limpando o chão com um pano, mas minha xoxota ainda latejava.
Deitada na minha cama depois, não consegui dormir. Fiquei tocando siririca mais uma vez, devagar, relembrando cada gemido, cada palavra chula. Imaginava eu mesma abrindo a porta na próxima vez, entrando quietinha, vendo o Lucas metendo na Sofia e quem sabe... quem sabe pedindo pra participar. Queria sentir aquela pica grossa do meu filho na minha boca madura, na minha buceta experiente, no meu cu apertado. Queria lamber a buceta da Sofia enquanto ele fodia nós duas.
Talvez da próxima vez eu não fique só ouvindo. Talvez eu espie. Talvez eu entre. Quem sabe o que vai acontecer na próxima noite quente como essa. Meu grelinho pulsou só de pensar, e eu gozei mais uma vez, sozinha na cama, gemendo baixinho o nome do Lucas enquanto meus dedos fodiam minha xoxota encharcada até o amanhecer.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Me acabando na siririca escutando meu filho foder minha nora!

Codigo do conto:
257475

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
21/03/2026

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