Minha filha é tão carinhosa!

Ana tinha acabado de fazer 18 anos e parecia que o corpo dela tinha decidido me provocar de propósito. Corpinho pequeno e magro, pele lisinha como seda, peitinhos firmes do tamanho de uma mão, bundinha empinada que balançava sutil quando ela andava descalça pela casa. Cabelo castanho caindo nos ombros, olhos grandes que me olhavam com aquela mistura de carinho e malícia nova. Ultimamente ela não parava de se encostar em mim. Abraços demorados, beijinhos no pescoço que duravam um segundo a mais, perna jogada por cima da minha no sofá enquanto assistíamos filme, coxa quente roçando bem perto da minha virilha. Se ela não fosse minha filha, eu já teria virado ela de costas e enfiado a pica até o talo naquela bucetinha apertada.
Aquele dia no carro foi o começo do fogo. Eu estava levando ela pra casa da amiga Sofia. Ana viu a menina andando na calçada e pediu pra encostar. - Pai, para aí rapidinho, quero falar com a Sofia. Eu parei, as duas conversaram uns minutos, risadas, abraços. Sofia me cumprimentou com um sorriso educado. - Oi, tio, tudo bem? Tudo normal, cara. Nada demais. Mas mais tarde, quando a gente já estava em casa, o celular da Ana apitou. Ela leu a mensagem e caiu na gargalhada, rolando no sofá com as pernas abertas, shortinho curto subindo e mostrando a calcinha branca colada na buceta. Eu perguntei curioso. - O que foi, filha? Tá rindo do quê? Ela virou a tela pra mim, ainda rindo. Era da Sofia: “vocês e seu coroa são muito gatos juntos. Aposto que você fica demais quando tá em cima dele na cama.”
Eu senti o sangue subir pro rosto, mas fingi natural. - Nossa, ela deve ter ficado com vergonha quando você contou que eu sou seu pai. Ana parou de rir, me olhou com aqueles olhos brilhando e respondeu baixinho. - Ah, não contei não. Vai ser mais engraçado quando ela descobrir. Meu pau deu uma pulsada dentro da calça só de imaginar. Ela não tinha contado. A amiga achava que eu era o namorado dela. E Ana estava adorando o jogo.
A partir daí a coisa escalou rápido. No dia seguinte, no Starbucks lotado, ela sentou do meu lado, encostou o corpo todo em mim e falou alto o suficiente pra quem quisesse ouvir. - Pai, eu tô sentindo tanta falta da hora do banho... lembra quando eu era pequena e a gente tomava banho junto? Eu adorava quando você ensaboava minhas costas. As pessoas em volta olharam, eu quase engasguei com o café. Ela só sorriu inocente, mas a mão dela desceu e apertou minha coxa por baixo da mesa. - Relaxa, ninguém sabe que é sacanagem. Mas eu sei que você também sente falta, né? Meu pau ficou meia-bomba ali mesmo, no meio do café cheio de gente.
Chegamos em casa e o clima já estava carregado. Ana foi pro banho, deixou a porta entreaberta de propósito. Eu ouvi a água correndo, depois a voz dela. - Pai, vem aqui rapidinho? Esqueci a toalha. Entrei, ela estava nua embaixo do chuveiro, corpinho molhado brilhando, peitinhos com bicos duros, bucetinha lisinha sem um pelo, grelinho aparecendo entre os lábios inchados. - Olha como eu cresci, pai. Quer me ajudar a ensaboar de novo? Como nos velhos tempos? Eu tentei dizer não, mas a pica já estava dura pra caralho, marcando a calça. Ela riu baixinho. - Vem, eu sei que você quer. Não sou mais criança.
Eu entrei no box, tirei a roupa. Minha pica grossa pulou pra fora, cabeça vermelha latejando, veias saltadas. Ana olhou direto, mordeu o lábio. - Caralho, pai... sua pica é enorme. Maior do que eu imaginava. Ela pegou o sabonete, começou a passar nas minhas costas, depois virou de frente, peitinhos roçando meu peito. As mãos dela desceram, envolveram meu pau. - Deixa eu te lavar aqui também. Tá tão duro... pra mim? Eu gemi. - Filha... isso é errado pra porra. Ela apertou mais forte, mãozinha subindo e descendo devagar. - Errado é você ficar com essa pica assim e não me foder. Eu quero sentir você dentro de mim. Quero sentar na sua pica grossa e gozar gritando seu nome.
A água quente batia na gente. Eu não aguentei. Peguei ela pela cintura fina, levantei fácil, encostei a parede do box. Minha pica roçou a entrada da bucetinha dela, quente e molhada, já escorrendo mel. - Tá molhada pra caralho, Ana. - É pra você, pai. Enfia logo. Eu empurrei devagar, cabeça da pica abrindo aqueles lábios apertados. Ela gemeu alto. - Ai, porra... tá abrindo minha bucetinha toda. Mais fundo, vai. Eu meti até o meio, senti o calor apertando meu pau como um punho. Ela cravou as unhas nas minhas costas. - Fode sua filha, pai. Me usa como uma vadia. Eu comecei a bombear, devagar primeiro, depois mais forte, pica entrando e saindo com barulho molhado, água misturando com o caldo dela escorrendo pelas coxas.
- Caralho, Ana, sua buceta é tão apertada... tá sugando minha pica. Ela rebolava, grelinho roçando na base do meu pau a cada estocada. - Meu grelinho tá pulsando, pai. Chupa ele depois, por favor. Eu tirei o pau, ajoelhei no box, abri as perninhas dela e enfiei a língua direto no clitóris inchado. Chupei forte, lambi o grelinho pra cima e pra baixo, depois desci pro cuzinho rosado, lambi ali também, sentindo o gosto doce de menina. Ana gritou. - Isso, pai, lambe meu cu e minha buceta ao mesmo tempo. Tô gozando... ai porra! O corpo dela tremeu, buceta esguichou na minha boca, caldo quente escorrendo.
Eu levantei, virei ela de costas, bundinha empinada. Cuspi na mão, passei no cu dela. - Quer no cu também, filha? Ela empinou mais. - Quero tudo. Enfia essa pica no meu cuzinho apertado. Eu pressionei a cabeça contra o anelzinho, empurrei devagar. O cu dela abriu milímetro por milímetro, engolindo minha pica grossa. - Ai, tá rasgando meu cu, pai... mas não para. Fode meu cu. Eu meti fundo, pica toda dentro daquele cu virgem apertado, metendo forte enquanto minha mão ia na frente e dedava a buceta dela, dois dedos no grelinho. Ana gemia sem parar. - Tô sendo fodida pelo meu próprio pai... na buceta e no cu ao mesmo tempo. Goza dentro de mim, enche meu cu de porra.
Eu não aguentei mais. Meti fundo no cu dela e gozei jato atrás de jato, porra quente enchendo aquele cuzinho. Ana gozou de novo, buceta apertando meus dedos, corpo tremendo. A gente ficou ali, água caindo, respirando pesado. - Pai... isso foi melhor que qualquer coisa que eu imaginei.
Mas não parou ali. Nos dias seguintes a safadeza virou rotina. No sofá, ela sentou no meu colo de frente, shortinho de lado, bucetinha molhada roçando direto na minha pica dura por baixo da calça. - Sente como eu tô molhada só de pensar em você? Eu abri o zíper, puxei a pica pra fora. Ela desceu devagar, sentou até o talo. - Ai, pai... sua pica preenche minha buceta toda. Rebola pra mim, filha. Ela rebolava gostoso, peitinhos pulando na minha cara. Eu chupei um bico, mordi de leve. - Morde mais forte, pai. Quero marca sua. Eu meti os dedos no cu dela enquanto ela cavalgava, dois dedos abrindo aquele cu. - Tô com dois buracos cheios agora... fode os dois.
A gente fodeu ali mesmo no sofá, ela gozando duas vezes antes de eu encher a buceta de porra quente. Depois ela desceu, limpou minha pica com a boca, chupando até a última gota. - Adoro o gosto da nossa mistura, pai. Buceta e cu na sua pica.
Teve noite que ela veio no meu quarto só de calcinha fio dental. - Não consigo dormir sem você me foder primeiro. Eu deitei ela na cama, abri as pernas, lambi aquela bucetinha até ela implorar. - Enfia a língua no meu cu também. Eu obedeci, língua fundo no cu enquanto dedava o grelinho. Depois meti a pica na buceta de quatro, socando forte, mão dando tapa na bundinha. - Tapa mais, pai. Marca sua filha vadia. O barulho de tapa e pica entrando molhada enchia o quarto. Eu gozei na cara dela dessa vez, porra branca escorrendo nos peitinhos. Ana lambeu tudo. - Delícia... amanhã quero de novo no carro, escondido.
E foi assim que virou vício. Todo dia uma sacanagem nova. No carro estacionado, ela sentou no banco de trás, tirou a calcinha e abriu as pernas. - Vem, pai, me come rápido antes que alguém veja. Eu enfiei a pica na buceta dela ali mesmo, metendo rápido, mão tampando a boca dela pra não gritar. - Tá gozando quietinha pra mim? Ela balançava a cabeça, olhos revirando, buceta apertando e esguichando no banco. Depois eu virei ela e meti no cu de novo, rápido e fundo. - Enche meu cu de porra no carro, pai. Gozei dentro, puxei a pica e vi o cu dela piscando, porra escorrendo devagar.
Em casa, no chuveiro de novo, ela pediu pra eu mijar na buceta dela. - Quero sentir você marcando cada buraco. Eu mijei quente na bucetinha aberta, depois na boca dela. Ana engoliu um pouco, rindo safada. - Agora me fode com essa pica molhada de mijo. Eu fodi os dois buracos até gozar de novo.
A intensidade só crescia. Ana começou a falar sacanagem o tempo todo. No jantar, enquanto comia, ela passava o pé descalço na minha pica por baixo da mesa. - Tô com fome de outra coisa, pai. Depois da comida quero engolir sua pica até o fundo da garganta. Eu levava ela pro quarto, ela ajoelhava, chupava com vontade, baba escorrendo, engasgando no pau grosso. - Engole tudo, filha. Ela engolia até as bolas, olhos lacrimejando de tesão. Depois eu virava ela de bruços, metia na buceta e no cu alternando, um golpe em cada buraco. - Tô sendo usada como putinha pelo meu pai... adoro.
Uma noite ela trouxe a calcinha da Sofia emprestada, cheirosa. - Imagina se a Sofia soubesse que eu tô sentando na pica do meu coroa com a calcinha dela. Eu rasguei a calcinha, enfiei dois dedos na buceta dela enquanto chupava o grelinho. - Goza pra mim pensando na amiga descobrindo. Ela gozou forte, gritando. - Descobre sim, pai... que eu sou sua puta particular.
O conto podia continuar pra sempre, mas o ápice foi numa tarde chuvosa. A gente no sofá, ela nua no meu colo, cavalgando devagar. - Quero sentir você gozando nos dois buracos hoje. Eu meti na buceta primeiro, fodi até ela gozar, depois tirei e enfiei no cu, socando fundo. Troquei de buraco várias vezes, buceta, cu, buceta, cu, até os dois ficarem vermelhos e pingando. Por fim gozei na boca dela, depois na buceta, depois no cu, enchendo tudo. Ana deitou exausta, porra escorrendo dos três lugares, sorrindo. - Agora eu sou completamente sua, pai. Buceta, cu e boca marcados por você pra sempre.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


257506 - Andando nu pela casa, acabei comendo minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 1
257504 - Comendo minha mãe viúva após a quarentena! - Categoria: Incesto - Votos: 1
257498 - Me divertindo com minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 2
257497 - A fantasia que virou realidade! - Categoria: Incesto - Votos: 1
257486 - Grudadinho com minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 1
257475 - Me acabando na siririca escutando meu filho foder minha nora! - Categoria: Incesto - Votos: 4
257473 - A visita que terminou em uma gostosa trepada! - Categoria: Incesto - Votos: 1
257471 - Relação amistosa com minha irmã. Parte 6! - Categoria: Incesto - Votos: 0
257468 - Tentado por uma evangélica gostosa! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
257464 - Sentei no colo de meu pai usando biquíni! - Categoria: Incesto - Votos: 1
257462 - Sendo consolado por uma evangélica gostosa! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
257459 - A noite mais quente da minha vida! - Categoria: Incesto - Votos: 1
257341 - Encontrando minhas calcinhas no quarto de meu filho! - Categoria: Incesto - Votos: 10
257319 - Perdendo o cabaço com a safada da minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 3
257317 - Minha irmã partiu pra cima de mim! - Categoria: Incesto - Votos: 3
257300 - Não esperava que meu filho fosse me comer tão bem! - Categoria: Incesto - Votos: 2
257298 - Finalmente comendo a filhinha! - Categoria: Incesto - Votos: 3
257233 - Meu sogro queria trepar comigo! - Categoria: Incesto - Votos: 6
257229 - Como comi minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 5
257216 - Sendo judiada pelo papai! - Categoria: Incesto - Votos: 5
257215 - A descoberta que mudou tudo! - Categoria: Incesto - Votos: 6
257208 - Ajudando meu pai! - Categoria: Incesto - Votos: 5
257207 - Como corrompi meu sobrinho! - Categoria: Incesto - Votos: 3
257144 - Traçando minhas irmãs! - Categoria: Incesto - Votos: 7
257127 - Meu irmão entrou no banheiro enquanto eu tomava banho! - Categoria: Incesto - Votos: 5
257125 - Pirei com o tamanho do tijolão do meu irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 5
257112 - Massagem quente na mamãe! - Categoria: Incesto - Votos: 4
257109 - Fiz meu irmão virgem me bolinar! - Categoria: Incesto - Votos: 5
257050 - Meu vizinho me transformou em putinha aos 18 anos! - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
257049 - Professor do supletivo! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Minha filha é tão carinhosa!

Codigo do conto:
257505

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
22/03/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0