Eu sempre fui louco por nudismo. Nada me deixava mais excitado do que ficar completamente pelado em casa, sentindo o ar fresco roçando na minha pica pesada, nas bolas penduradas, no cu lisinho. Aos 28 anos, morando ainda com a minha mãe viúva, eu aproveitava cada segundo que ela saía pra trabalhar pra andar nu pela casa toda, batendo uma punheta gostosa no sofá da sala ou na cozinha, imaginando coisas safadas. Naquela noite específica o tesão veio forte demais. Eu tinha passado o dia todo pensando em buceta, assistindo uns vídeos bem explícitos no celular, e minha pica não baixava de jeito nenhum. Estava dura como ferro, veias saltadas, a cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo que escorria devagar pelo freio. Saí do quarto sem roupa nenhuma, o pau balançando pesado entre as coxas enquanto eu caminhava pelo corredor escuro em direção à cozinha. Minha mão direita já estava ali, segurando a base grossa da pica, dando umas puxadas lentas e firmes. A pele deslizava macia sobre a glande inchada, e eu sentia o cheiro do meu próprio tesão no ar. - Porra, que delícia essa pica dura – murmurei baixinho pra mim mesmo, apertando mais forte. De repente, no meio do corredor, meu corpo colidiu com alguém. Foi um esbarrão seco. Meu peito bateu no dela e, pior, minha pica rígida roçou direto na barriga quente da minha mãe. Ela estava indo pro banheiro, só de camisola fina de algodão que mal cobria as coxas grossas. Senti o tecido macio contra a cabeça da minha rola, o calor do corpo dela atravessando tudo, e por um segundo o pau pulsou forte contra ela, deixando um rastro de pré-gozo no tecido. Ela soltou um gemidinho baixo e murmurou - Ai... meu Deus... – mas não parou. Continuou andando pro banheiro como se nada tivesse acontecido. Fiquei ali parado, o coração martelando no peito, a pica ainda latejando no ar, brilhando com a umidade do contato. Voltei pro quarto quase correndo, fechei a porta e me joguei na cama. No começo o choque foi grande. - Caralho, ela sentiu minha pica dura roçando nela... o que ela vai pensar de mim agora? – pensei, suando frio. Mas conforme os minutos passavam, o choque virou tesão puro. Eu não conseguia parar de relembrar a sensação: o calor da barriga dela, o leve roçar dos seios moles contra meu peito, o jeito que minha glande pressionou contra o tecido fino. Comecei a bater punheta ali mesmo, deitado de costas, a mão subindo e descendo rápido na pica melada. Imaginava que era a buceta dela que eu tinha tocado, quente, molhada, apertada. - Porra, mãe... sua buceta deve ser tão gostosa – gemi baixinho, apertando as bolas com a outra mão. Gozei forte, jatos grossos batendo no peito e na barriga, mas o tesão não passou. Dormi pensando nela, e nos dias seguintes aquilo virou obsessão. Toda noite eu saía nu de propósito, torcendo pra esbarrar nela de novo. Comecei a fantasiar mais pesado. Enquanto ela cozinhava de manhã, eu ficava no quarto batendo punheta pensando na buceta dela, imaginando como seria enfiar minha pica até o fundo, sentir o grelinho inchado roçando na cabeça da rola. Uma semana depois o tesão explodiu de vez. Era sábado à noite, ela tinha tomado banho e estava só de robe curto, aquele de seda que marcava os mamilos grandes. Eu estava na cozinha pelado de novo, a pica semi-dura só de pensar. Ela entrou pra pegar água e me viu ali, pau pra fora, mão na base. Parou na porta, os olhos desceram direto pro meu membro. Não falou nada no primeiro segundo, mas eu vi o rosto dela corar. - Filho... você tá... nu? – ela disse baixinho, a voz rouca. Eu não escondi. Pelo contrário, segurei a pica e dei uma puxada lenta, mostrando tudo. - Tô sim, mãe. Gosto de ficar assim. E depois daquela noite... não consigo parar de pensar no que aconteceu. Ela engoliu seco, os olhos fixos na minha rola que começava a endurecer de novo. - Aquela noite... eu senti você roçando em mim. Sua... sua coisa estava tão dura. Eu fingi que não vi, mas... - Mas o quê, mãe? – perguntei, dando mais uma bombada, a glande inchando na frente dela. - Você gostou de sentir minha pica na sua barriga? Confessa. Ela respirou fundo, o robe abrindo um pouco no peito, mostrando o vale entre os seios maduros. - Filho... isso é errado. Mas sim... eu fiquei molhada depois. Fui pro banheiro e... toquei na minha buceta pensando nisso. Não consigo tirar da cabeça. Meu pau deu um pulo. - Então vem cá, mãe. Deixa eu te mostrar como eu tô louco por você. Ela hesitou só um segundo, depois fechou a porta da cozinha e veio devagar. O robe caiu no chão. O corpo dela era perfeito pra caralho: seios grandes e pesados, mamilos marrons duros, barriga macia, buceta raspada com lábios carnudos já brilhando de tesão, o grelinho aparecendo inchado no topo. Eu me aproximei, segurei a cintura dela e colei meu pau na barriga de novo, agora pele com pele. A cabeça da pica deslizou entre os pelos pubianos, roçando o monte de vênus. - Olha como ele tá duro por você, mãe. Essa pica quer sua buceta desde aquela noite – falei, esfregando devagar. - Ai, filho... que pica grossa... tão quente – ela gemeu, a mão descendo e segurando meu membro. Os dedos dela apertaram a base, subiram até a glande, espalharam o pré-gozo. - Eu quero sentir ele dentro de mim. Enfia na buceta da sua mãe, vai. Eu a levantei ali mesmo na mesa da cozinha, abri as coxas grossas dela e me ajoelhei. O cheiro da buceta molhada subiu forte, doce e safado. Separei os lábios com os dedos, vi o grelinho vermelho pulsando, o buraco piscando pedindo rola. Lambi devagar, da entrada do cu até o grelinho, chupando forte. Ela agarrou meu cabelo. - Isso, filho... chupa o grelinho da mamãe... ai que delícia... lambe essa buceta molhada toda... Eu enfiei dois dedos na buceta apertada enquanto sugava o grelinho como se fosse bala. Ela gozou rápido, jorrando na minha boca, o cu piscando junto. - Porra, filho... eu gozei tanto... agora me fode. Enfia essa pica grossa até o fundo. Levantei, posicionei a glande na entrada melada e empurrei devagar. A buceta dela engoliu minha rola centímetro por centímetro, quente, apertada, sugando. Quando bati fundo, as bolas batendo no cu dela, nós dois gememos alto. - Caralho, mãe... sua buceta é tão quente e apertada... tá engolindo minha pica toda – rosnei, começando a meter forte. - Mete, filho... mete gostoso na buceta gulosa de sua mãe... ai que delícia... mais fundo... quebra essa buceta com sua pica grande... Eu metia ritmado, puxando quase tudo e enfiando até as bolas. O som molhado de pica entrando na buceta enchia a cozinha. Peguei os seios dela, torci os mamilos duros enquanto acelerava. Ela rebolava de baixo, o grelinho roçando na minha virilha a cada estocada. Troquei de posição, virei ela de quatro sobre a mesa, o cu empinado pra mim. Passei a cabeça da pica no cu dela primeiro, só roçando, depois voltei pra buceta e meti com força. - Quer no cu também, mãe? Essa pica vai abrir esse cuzinho apertado depois – provoquei. - Sim, filho... depois... agora fode a buceta... goza dentro de mim... enche a buceta da sua mãe de porra quente... Eu meti mais rápido, sentindo as paredes dela apertarem. Gozei forte, jatos grossos enchendo a buceta até transbordar pelas coxas. Ela gozou junto, gritando meu nome. Ficamos ali ofegantes, meu pau ainda dentro, pulsando. Mas aquilo foi só o começo. Nos dias seguintes viramos loucos um pelo outro. Toda noite eu entrava no quarto dela nu, a pica já dura. Uma vez ela estava deitada de lado, só de calcinha. Puxei pro lado e enfiei devagar enquanto ela dormia quase. - Acorda, mãe... sua pica favorita tá aqui pra te foder de novo – sussurrei. Ela acordou gemendo, abriu as pernas e me recebeu. - Enfia, filho... me fode dormindo se quiser... essa buceta é sua agora. Eu metia devagar no começo, depois forte, segurando os quadris. Gozamos juntos de novo, porra escorrendo no lençol. Outra noite eu quis o cu. Passei óleo na pica e no cuzinho dela, abri devagar. O cu apertado engoliu a glande com dificuldade, depois o resto. - Ai que delícia... sua pica abrindo o cu da mãe... mete devagar... isso... agora mais fundo... fode esse cu safado... Eu metia ritmado, a mão no grelinho dela esfregando enquanto a pica entrava e saía do cu. Ela gozou tremendo, o cu piscando forte apertando minha rola. Gozei dentro do cu, enchendo tudo. A gente não parava mais. De manhã na cozinha, ela de joelhos chupava minha pica enquanto o café passava. - Olha como essa pica tá melada... vou chupar até você gozar na minha boca, filho. Eu segurava a cabeça dela, enfiando até a garganta. - Isso, mãe... engole essa pica toda... que boquinha gostosa... Gozei na boca dela, ela engoliu tudo lambendo os beiços. À tarde, no sofá, ela sentava no meu colo de frente, rebolando a buceta na pica enquanto via TV. O grelinho roçava na minha pele, os seios balançando na minha cara. Eu chupava os mamilos e metia de baixo. - Rebola mais, mãe... senta gostoso nessa pica... que buceta gulosa... - Tá gostando, filho? Essa buceta é toda pra sua pica... goza dentro de novo... E a gente gozava, porra misturada escorrendo pelas minhas bolas. Os dias viraram semanas de pura sacanagem incestuosa. Eu acordava com ela chupando meu pau, dormia com a pica dentro da buceta ou do cu. Uma vez na banheira, ela sentou de costas, enfiou a pica no cu e cavalgou enquanto eu esfregava o grelinho dela na água quente. - Ai que tesão... fode o cu da mãe na banheira... enche de porra... Gozei tanto que transbordou. Depois ela virou, sentou na pica na buceta e ficamos horas assim, só mexendo devagar, beijando, sussurrando sacanagens. - Eu te amo, filho... mas amo mais ainda essa pica grossa me fodendo todo dia. - Eu também, mãe... sua buceta e seu cu são os melhores do mundo. Nunca vou parar de te comer. E não paramos. Até hoje, sempre que dá, eu saio nu pelo corredor torcendo pra esbarrar nela de novo. Porque aquele primeiro roçar de pica na barriga dela foi o começo de uma aventura incestuosa que nunca mais vai acabar. Buceta molhada, cu aberto, grelinho chupado, pica sempre dura e cheia de porra pra ela. É isso que me faz gozar mais forte que qualquer coisa.
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