Pego no flagra batendo punheta, minha irmã não resistiu a minha pica!

Willian tinha 21 anos e estava sozinho na sala de casa naquela tarde quente de verão. O pau dele já estava latejando dentro da cueca desde o almoço, uma vontade louca que não dava pra segurar. Achando que a irmã mais velha, Jeniffer, de 27 anos, tinha saído pra trabalhar, ele resolveu liberar tudo. Pegou o celular, abriu um vídeo pornô bem pesado, daqueles com close na buceta molhada e na pica entrando fundo, e baixou a bermuda até os joelhos. Sua pica grossa saltou pra fora, veias saltadas, cabeça vermelha e brilhando de tesão. Ele cuspiu na mão e começou a bater punheta devagar, subindo e descendo o punho fechado enquanto olhava a tela. O som do vídeo ecoava baixo, gemidos de mulher sendo arrombada, e ele sentia o saco pesado balançando a cada movimento.
- Porra, que delícia... – murmurou pra si mesmo, acelerando o ritmo. O pré-gozo escorria pela cabeça da pica, lubrificando tudo, e ele imaginava que era uma boca quente chupando ele. A sala cheirava a suor e tesão masculino, o sofá rangia um pouco com o movimento do quadril dele empinando. Ele estava no mundo dele, olhos semicerrados, mão voando cada vez mais rápido, quando de repente ouviu um barulho no corredor.
Jeniffer saiu do quarto dela só de shortinho curto e regata fina, o cabelo preso num coque bagunçado. Ela era uma gostosa pra caralho, corpo curvilíneo, peitos grandes e firmes que balançavam livres sob a regata, bunda empinada que o shortinho mal cobria. Normalmente Willian teria puxado a bermuda pra cima num susto e corrido pro banheiro, mas algo estranho tomou conta dele. Uma excitação doentia, um tesão proibido. Ele continuou batendo punheta, sem parar, olhando direto pra ela enquanto a mão subia e descia na pica dura.
Ela passou pela sala a caminho da cozinha, e seus olhos caíram direto na cena. Viu o irmão ali, pernas abertas, pica enorme na mão, cabeça inchada brilhando, e não desviou o olhar. Ficou uns segundos encarando, o rosto neutro mas os olhos brilhando de surpresa e algo mais. Depois continuou andando como se nada tivesse acontecido, quadril rebolando no shortinho. Willian sentiu o coração explodir. Saber que ela viu ele se masturbando, que ela olhou pra pica dele sem falar nada, fez o pau pulsar mais forte. Ele apertou a base pra não gozar na hora.
Minutos depois, Jeniffer voltou da cozinha com um copo de água na mão. Passou de novo pela sala, olhou direto pra ele outra vez. Dessa vez o olhar demorou mais. Ela viu a mão dele ainda se movendo, a pica latejando, e mordeu o lábio inferior de leve antes de entrar no quarto e fechar a porta. Willian explodiu de tesão. Gozou forte, jatos grossos de porra voando no peito e na barriga, enquanto imaginava aqueles olhos dela fixos no pau dele.
Mais tarde, no fim da tarde, ele ouviu o chuveiro ligado no banheiro do corredor. Não resistiu. Caminhou devagar até a porta entreaberta e espiou. Jeniffer estava lá, nua sob a água quente. O corpo dela brilhava, água escorrendo pelos seios grandes, bicos escuros duros, descendo pela barriga lisa até a buceta raspada, lábios inchados e rosados. Ela virou de costas e ele viu a bunda perfeita, redonda, com o rego do cu apertadinho. Ela passou sabonete nas coxas, abriu as pernas um pouco e esfregou entre as pernas, dedo deslizando no grelinho. Willian ficou ali, pau duro de novo na mão, batendo punheta devagar enquanto via a irmã se lavar. O vapor subia, o cheiro de sabonete misturado com o cheiro de mulher molhada. Ele quase gozou de novo ali mesmo.
Daquele dia em diante, a vida de Willian mudou. Toda noite, toda manhã, ele se masturbava pensando nela. Deitado na cama, pica na mão, olhos fechados, revivia o momento: a irmã olhando pra pica dele, o corpo nu no chuveiro, a buceta molhada. Ele imaginava enfiar a língua naquele grelinho, chupar os lábios da buceta dela até ela gemer, depois virar ela de quatro e arrombar aquele cu apertado. Gozava sempre pensando nisso, porra espirrando no lençol enquanto sussurrava o nome dela.
Uma semana depois, a casa estava quieta de novo. Willian estava na sala, dessa vez de propósito sem camisa, só de short, pau semi-duro marcando o tecido. Ele sabia que Jeniffer estava em casa. Começou a se tocar por cima do short, devagar, esperando. Ela saiu do quarto, agora de camisola curta e transparente, sem sutiã, peitos balançando livres. Passou pela sala e parou de repente. Olhou pra ele, viu a mão dele apertando o pau por cima da roupa.
- Willian... o que você tá fazendo aí de novo? – perguntou ela, voz baixa mas sem raiva.
Ele não parou. Continuou apertando a pica, olhando nos olhos dela.
- Nada, mana. Só pensando em você. Desde aquele dia que você me viu batendo punheta... não consigo parar de imaginar.
Jeniffer ficou parada, mordendo o lábio. Os peitos subiam e desciam com a respiração acelerada. Ela deu um passo mais perto.
- Eu vi mesmo. Vi sua pica dura, grossa, aquela cabeça vermelha latejando. Achei que ia ficar com nojo, mas... porra, me deixou molhada pra caralho. Fiquei no quarto depois, enfiei dois dedos na buceta pensando nisso.
Willian puxou o short pra baixo. A pica saltou livre, dura como pedra, veias pulsando.
- Olha ela de novo então. Tá dura pra você, mana. Quer tocar?
Ela hesitou só um segundo. Depois se aproximou, ajoelhou no sofá na frente dele. A mão dela, quente e macia, envolveu a base da pica do irmão. Apertou devagar.
- Caralho, irmão... que pica grossa. Maior do que eu imaginava. – Ela subiu e desceu a mão, polegar passando na cabeça lambuzada de pré-gozo. – Tá babando pra mim, hein?
Willian gemeu alto.
- Chupa, Jeniffer. Chupa a pica do seu irmão. Quero sentir essa boca quente.
Ela não respondeu com palavras. Abriu a boca e engoliu a cabeça da pica num gole. Língua girando no prepúcio, sugando forte enquanto a mão batia na base. O som molhado enchia a sala. Willian segurou o cabelo dela e empurrou o quadril, fodendo a boca da irmã devagar.
- Isso, mana... engole fundo. Sua boca é uma buceta quente. Chupa mais, porra.
Jeniffer babava na pica, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos. Ela tirou a camisola, ficou só de calcinha fio-dental. Os seios balançavam enquanto ela chupava, bicos duros. Depois subiu no sofá, sentou de frente pra ele e puxou a calcinha pro lado.
- Olha minha buceta, Willian. Tá encharcada de tesão por você. – Ela abriu os lábios com os dedos, mostrando o interior rosado, grelinho inchado brilhando. – Quer lamber?
Ele se jogou. Enterrou o rosto entre as pernas da irmã, língua lambendo a buceta toda, sugando o grelinho com força. Jeniffer segurou a cabeça dele.
- Aiii, caralho... chupa meu grelinho assim, irmão. Mais forte! Enfia a língua dentro dessa buceta molhada.
O gosto dela era doce e salgado, buceta escorrendo mel no queixo dele. Willian enfiou dois dedos enquanto chupava, fodendo ela rápido. Ela rebolava na cara dele, gemendo alto.
- Vou gozar na sua boca, Willian! Não para!
Ela gozou forte, buceta apertando os dedos dele, jorro de porra feminina molhando o rosto do irmão. Willian lambeu tudo, depois levantou, pica apontando pra ela.
- Agora eu vou te foder, mana. Vou arrombar essa buceta.
Ele virou ela de quatro no sofá, bunda empinada. Puxou a calcinha pro lado e enfiou a pica de uma vez. A buceta dela engoliu tudo, quente, apertada, molhada pra caralho.
- Porraaa... que buceta gostosa! Tá me apertando inteiro, Jeniffer.
Ela empinou mais.
- Me fode forte, irmão! Enfia essa pica grossa até o fundo. Quero sentir seu saco batendo na minha buceta.
Willian segurou os quadris dela e meteu fundo, rápido, o som de pele batendo ecoando. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem. Ele deu um tapa na bunda.
- Toma, sua safada. Gostou de ver meu pau outro dia, né? Agora tá levando ele inteiro na buceta da irmã.
- Sim, porra! Eu sou sua putinha agora. Fode mais, Willian! Mais fundo!
Ele meteu mais rápido, suor escorrendo, pica entrando e saindo brilhando de mel. Depois puxou pra fora e mirou no cu dela.
- Quero esse cu também. Relaxa pra mim.
Jeniffer gemeu.
- Enfia no meu cu, irmão. Arromba esse cuzinho apertado.
Ele cuspiu na cabeça da pica e empurrou devagar. O cu dela cedeu, engolindo centímetro por centímetro até ele estar todo dentro. O aperto era insano. Willian começou a foder o cu da irmã, devagar no começo, depois mais forte.
- Caralho, que cu gostoso! Tá me ordenhando, mana.
Ela rebolava pra trás.
- Me enche de porra nesse cu, Willian! Goza dentro de mim!
Ele não aguentou. Gozou forte, jatos quentes enchendo o cu dela enquanto Jeniffer gozava de novo, buceta pingando no sofá. Os dois ficaram ofegantes, ele ainda dentro dela.
Depois disso, virou rotina. Toda tarde, quando a mãe saía, eles se encontravam na sala ou no quarto dela. Um dia ela sentou no colo dele na cozinha, buceta engolindo a pica enquanto ele chupava os peitos.
- Olha só, irmão... tô cavalgando sua pica dura. Sente como minha buceta tá molhada por você?
- Cavalgue mais rápido, mana. Quero ver esses peitos pulando.
Ela rebolava louca, grelinho roçando na base da pica, até gozar tremendo. Depois virava e chupava ele até ele encher a boca dela de porra.
- Engole tudo, Jeniffer. Engole a porra do seu irmão.
Outra noite, no banheiro, ele pegou ela saindo do banho, ainda molhada. Encostou ela na parede e meteu de pé, pernas dela em volta da cintura dele.
- Fode minha buceta assim, Willian! Me levanta e me arromba!
A água do corpo dela molhava os dois, pica entrando fundo, cu dela piscando de tesão. Ele gozou dentro dela de novo, porra escorrendo pelas coxas.
Os dias viraram semanas de pura sacanagem. Willian acordava com Jeniffer chupando ele por baixo do lençol.
- Bom dia, irmão. Acorda com minha boca na sua pica.
E ele retribuía, lambendo a buceta dela até ela implorar pra ser fodida. Eles experimentaram tudo: ela sentando na cara dele enquanto ele lambia o cu e a buceta ao mesmo tempo, ele fodendo os peitos dela até gozar no rosto, os dois se masturbando juntos lembrando o dia que ela viu ele pela primeira vez.
Uma tarde quente, eles estavam no sofá de novo, ela de quatro, ele metendo no cu enquanto enfiava três dedos na buceta.
- Duas buracos cheios, mana. Tá gostando de ser arrombada pelo irmão?
- Sim, porra! Sou sua puta, Willian! Enche meu cu e minha buceta de porra!
Ele gozou nos dois buracos, porra escorrendo enquanto ela tremia de prazer. Depois ficaram abraçados, suados, ofegantes, sabendo que aquilo tinha virado vício. Jeniffer olhou pra ele e sorriu.
- Desde o dia que te vi batendo punheta... eu sabia que ia querer essa pica dentro de mim. Agora não paro mais.
Willian beijou o pescoço dela.
- E eu vou te foder todo dia, mana. Essa buceta, esse cu, essa boca... tudo meu.
E assim continuou, intensidade só aumentando, tesão proibido virando a coisa mais gostosa da vida deles. Toda masturbação antiga tinha sido só ensaio pro que eles viviam agora, corpos colados, gemidos altos, porra e mel misturados numa sacanagem sem fim.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Pego no flagra batendo punheta, minha irmã não resistiu a minha pica!

Codigo do conto:
257536

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
22/03/2026

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