Gozando sem parar, sendo possuída por dois consolos!

Ola pessoal, esse relato é uma continuação direta do conto: Chupando um vibrador, acabei gozando sozinha.
Ainda sentada no chão frio do banheiro, pernas abertas, buceta pingando o resto do terceiro gozo, Emanuelle olhava pro vibrador grudado na parede todo babado de saliva e cuspe. O corpo tremia, o grelinho ainda inchado latejava como se pedisse mais, e o cu apertava o ar vazio, lembrando que o plano original nunca tinha sido esquecido. - Porra... eu gozei três vezes só chupando e ainda tô com fome... hoje eu vou foder os dois buracos de uma vez – murmurou pra si mesma, voz rouca, enquanto se levantava devagar, coxas meladas escorrendo até os pés.
Ela não esperou nem um minuto. Abriu a gaveta debaixo da pia onde guardava as compras recentes e pegou o segundo consolo que tinha comprado junto com o primeiro: um pouco mais fino, mas longo pra caralho, com uma base larga pra ventosa e veias marcadas que pareciam pica de verdade. Os dois agora estavam na mão dela – um grosso pra buceta, o outro perfeito pro cu apertado. O coração batia forte, a buceta contraiu só de imaginar. - Vamos lá, suas picas safadas... hoje vocês vão me arrombar juntos e eu vou rebolar até desmaiar de tanto gozar.
Voltou pro mesmo canto da parede. Limpou o primeiro vibrador rápido com papel, colocou camisinha nova nos dois pra não sujar, e grudou os dois lado a lado na parede lisa, um um pouco mais alto que o outro, bem na altura certa pra ela ficar de quatro. Passou lubrificante grosso nos dois, fazendo o látex brilhar, e outro tanto no próprio cu e na buceta, enfiando dois dedos pra dentro de cada buraco pra espalhar bem. O grelinho roçou na palma da mão e ela gemeu alto. - Ai caralho... já tô molhada de novo... buceta e cu piscando pedindo pica... hoje eu vou virar uma vadia completa.
Ajoelhou no tapete, virou de quatro, bunda empinada pra trás, peitos balançando pesados. Posicionou o cu primeiro no consolo mais fino – a cabeça encostou no anel apertado e ela empurrou devagar. - Hmmm... entra devagar, sua pica... abre meu cu... eu quero sentir cada veia rasgando – falou baixinho, voz tremendo. O cu cedeu aos poucos, engolindo centímetro por centímetro, queimando gostoso, apertando o consolo como se quisesse sugar. Quando metade entrou, ela parou, respirando fundo, sentindo o cu cheio pela primeira vez com algo tão grosso. A buceta pingava lubrificante misturado com mel dela, fios longos caindo no chão.
Agora o outro consolo, o grosso, encostou na entrada da buceta. Ela arqueou as costas, empinou mais a bunda e foi descendo. - Isso... fode minha buceta também... me enche dos dois lados... porra, tô tão cheia... – gemeu, e a cabeça grossa abriu os lábios inchados, entrando devagar, esticando tudo. Quando os dois consolos estavam fundo – cu e buceta completamente arrombados –, ela sentiu uma onda de prazer tão forte que quase gozou na hora. O grelinho roçava na parede fria toda vez que ela mexia, e os dois buracos pulsavam em volta das picas falsas.
Começou devagar. Rebolou em círculos pequenos, sentindo as duas picas girarem dentro dela, uma roçando a parede fina que separava cu e buceta. - Ai meu Deus... que delícia... duas picas me fodendo ao mesmo tempo... meu cu tá apertando tanto... buceta engolindo tudo... – sussurrou, olhos fechados, imaginando dois caras fortes atrás dela. Na cabeça dela apareceu Lucas de novo, e agora um amigo dele, o Marcos, os dois falando sacanagem.
- Olha só essa vadia... de quatro tomando duas picas de uma vez... rebola mais, sua puta... mostra como gosta de ser arrombada – dizia Lucas na mente.
Emanuelle respondeu alto, voz já rouca:
- Sim... me arrombem... fodem meu cu e minha buceta juntos... eu sou a puta de vocês... rebolo pra vocês...
Acelerou. Agora rebolava de verdade, alucinada, bunda subindo e descendo rápido, batendo contra a parede com barulho molhado. Ploc ploc ploc ecoava no banheiro. Os consolos entravam e saíam quase inteiros, o cu piscando quando o fino saía quase todo, a buceta sugando o grosso com fome. O grelinho batia na parede a cada descida, mandando choques elétricos pro corpo inteiro. Ela gritou pela primeira vez:
- Aaaahhh porraaaa... que gostoso... tô cheia demais... meu cu tá queimando de prazer... buceta tá latejando... grelinho vai me fazer gozar já...
O suor escorria pelas costas, peitos balançando loucamente, bicos duros roçando no tapete. Ela segurava o equilíbrio com uma mão e com a outra esticou pra trás pra abrir mais a bunda, ajudando o consolo do cu a entrar mais fundo. - Entra mais... rasga meu cu... eu quero sentir as duas picas batendo lá no fundo... – gritou, voz quebrada de luxúria.
O primeiro orgasmo veio rápido, mas não foi qualquer um. Começou no grelinho, subiu pela buceta cheia e explodiu no cu. O corpo inteiro tremeu, pernas fraquejaram, ela jogou a cabeça pra trás e berrou:
- Tô gozandooooo... caralhooo... gozando com duas picas... aaaahhh meu cu tá apertando... buceta esguichando... porraaaaa!
A buceta jorrou forte, mel quente escorrendo pelos consolos, molhando a parede e o chão. O cu contraiu tanto que quase expulsou o consolo, mas ela rebolou mais forte, segurando ele dentro. Ondas e ondas de prazer, mais intensas que qualquer coisa que ela já sentiu na vida. Gritava sem parar, voz ecoando no banheiro:
- Mais... não para... fodem essa vadia... tô gozando sem parar... grelinho pegando fogo... cu e buceta explodindo juntos!
Nem deu tempo de recuperar o fôlego. Ela continuou rebolando alucinadamente, agora mais rápido, bunda batendo com força contra a parede, os dois consolos entrando até o talo a cada descida. O barulho era obsceno: molhado, batidas de pele, gemidos altos. O suor pingava do queixo, misturado com lágrimas de prazer. Ela imaginava os dois caras rindo dela.
- Goza de novo, sua cachorra... rebola nessas picas como uma puta barata... enche o banheiro de gozo – rosnava Marcos na cabeça.
- Sim... eu sou cachorra de vocês... vou gozar mais... olha como rebolo... meu cu tá aberto pra vocês... buceta engolindo tudo... – respondia ela, gritando entre as palavras.
O segundo orgasmo bateu ainda mais forte. Ela sentiu o ponto G inchado sendo massacrado pelo consolo grosso, enquanto o fino do cu roçava exatamente no lugar que fazia tudo pulsar. As pernas tremeram tanto que ela quase caiu de cara no chão. Berrou mais alto que antes:
- Aaaahhhhh fodeeee... tô gozando de novo... mais forte... esguichando pra caralho... meu cu tá piscando louco... grelinho explodindo... porraaaaa eu nunca gozei assim na vidaaaa!
Dessa vez o esguicho foi violento: jatos longos saíram da buceta, batendo na parede oposta, molhando tudo. O corpo convulsionava, bunda rebolando sem controle, os dois buracos apertando e soltando as picas em ritmo desesperado. Ela gritava sem parar, voz rouca, palavras emboladas de luxúria:
- Mais... mais pica... arrombem minha buceta e meu cu... eu sou uma vadia completa... gozando sem parar... aaaahhh que delícia do caralho...
Mas ela não parou. O tesão só aumentava. Agora rebolava como uma louca, subindo e descendo com força bruta, bunda quicando, peitos batendo uns nos outros. Uma mão desceu e começou a esfregar o grelinho inchado enquanto os dois consolos fodiam sem piedade. - Meu grelinho tá tão sensível... esfregando ele enquanto tomo duas picas... vou morrer de gozo... – gemia, dedos voando rápido.
Terceiro orgasmo veio em menos de um minuto. Esse foi o mais intenso de todos. O corpo inteiro travou por segundos, depois explodiu em tremores violentos. Ela jogou a cabeça pra trás, boca aberta, e soltou um grito longo e gutural:
- Gozandoooouuu... caralhooo... tô morrendo de prazer... cu e buceta queimando... grelinho me matando... aaaahhhhh porraaaaa... nunca... nunca gozei assim... esguichando tudo... sou uma puta loucaaaa!
O esguicho foi tanto que formou uma poça enorme no chão. O cu apertava o consolo com tanta força que ela sentiu como se fosse rasgar, mas o prazer era insano. Lágrimas escorriam, baba escorria do canto da boca, o corpo inteiro molhado de suor e gozo. Ela continuou rebolando devagar agora, prolongando o prazer, sentindo cada contração.
Quarto orgasmo veio logo depois, mais leve mas ainda forte, fazendo ela gemer baixo e longo:
- Hmmmm... gozando de novo... devagarinho... mas tão bom... duas picas me enchendo... eu amo isso... amo ser arrombada assim...
Só então ela desacelerou. Tirou os dois consolos devagar, um por um, sentindo o cu e a buceta abertos, piscando vazios, mel escorrendo em rios. Sentou no chão molhado, costas na parede, pernas tremendo sem controle. O banheiro inteiro cheirava a buceta, cu, lubrificante e gozo. Ela ria baixinho, ofegante, olhos brilhando de quem acabou de descobrir um novo nível de luxúria.
- Porra... eu nunca gozei tanto na vida... quatro vezes seguidas... gritando como uma vadia... rebolando nessas duas picas... meu cu e minha buceta ainda tão abertos... grelinho latejando... tô destruída e quero mais amanhã.
Levantou com dificuldade, pernas moles, olhou pro espelho: rosto vermelho, lábios inchados, cabelo bagunçado, corpo brilhando de suor e fluidos. Sorriu safada pro próprio reflexo.
- Amanhã eu grudo os dois de novo... e quem sabe chupo um enquanto fodo os buracos... ou trago um terceiro... eu virei uma puta insaciável e tô amando cada segundo.
A noite terminou ali, mas o corpo dela ainda pulsava. Emanuelle saiu do banheiro arrastando os pés, buceta e cu sensíveis, mas com um sorriso enorme. Aquela dupla penetração tinha quebrado alguma coisa dentro dela – no melhor sentido possível. Ela tinha gozado com uma intensidade que nunca imaginou, gritado luxúria pura, rebolado como uma louca, e agora sabia que nada mais seria suficiente. Duas picas ao mesmo tempo viraram o novo vício. E ela mal podia esperar pra repetir.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Gozando sem parar, sendo possuída por dois consolos!

Codigo do conto:
257635

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
23/03/2026

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