Ola pessoal, esse relato é uma continuação direta do conto: Chupando um vibrador, acabei gozando sozinha e gozando sem parar, sendo possuída por dois consolos. Emanuelle ainda acordava com o corpo dolorido da noite anterior. O cu e a buceta latejavam de leve, lembrando das duas picas falsas que tinham arrombado ela até gritar quatro vezes seguidas. Estava sozinha em casa, como sempre, e o plano era simples: tomar um café rápido, voltar pro quarto, abrir as pernas e repetir a dose com os dois consolos grudados na cabeceira da cama. Já sentia a buceta molhando só de pensar, o grelinho inchando dentro da calcinha fio-dental preta que mal cobria os lábios. - Hoje eu vou rebolar ainda mais forte... quero gozar até a cama ficar encharcada – murmurou pra si mesma enquanto lavava a louça, a mão escorregando de leve por cima do tecido, apertando o grelinho. Mas o interfone tocou às dez da manhã. Era Bernardo, o filho mais novo do irmão dela, que tinha acabado de completar 18 anos. O garoto nerd clássico: magrinho, óculos redondos, cabelo bagunçado, sempre com mochila cheia de livros, jogos e aquela varinha de Harry Potter que carregava pra todo lado como amuleto de fã. Ele tinha saído do curso de programação mais cedo e resolveu passar pra ver como a tia estava, como fazia de vez em quando. Emanuelle abriu a porta sorrindo, mas por dentro já xingava. - Oi, Berna! Que surpresa boa... entra, senta aí – disse, tentando disfarçar o tesão que já latejava entre as pernas. Ele entrou tímido, sentou no sofá com a mochila no colo, falando sem parar sobre a nova série de fantasia que estava vendo, sobre um jogo novo de RPG e sobre como o professor tinha elogiado o código dele. Emanuelle tentava prestar atenção, oferecendo suco, mas o corpo traía: as coxas apertavam uma na outra, a buceta soltava um fiozinho de mel que molhava a calcinha, o grelinho pulsava pedindo dedo. Ela olhava pro relógio disfarçadamente. Já tinham passado vinte minutos. - Então, Berna... você não tem nada pra fazer hoje? Tipo, voltar pro curso ou sei lá... – perguntou, voz um pouco apertada, suor começando a brotar na testa. Ele riu inocente, ajustando os óculos. - Não, tia, hoje tô livre. Saí mais cedo justamente pra bater papo com você. Posso ficar um tempinho mais? Quero te contar sobre o livro novo que comecei, é foda pra caralho. – Emanuelle sentiu um frio na barriga. O tesão virava agonia. A buceta latejava forte agora, o cu piscava vazio, lembrando da noite passada. Ela cruzou as pernas, apertando o grelinho contra a coxa, mas isso só piorava. Suor frio escorria pelas costas. - Tá bom... mas não demora muito não, hein? Tia tem umas coisas pra resolver – falou, forçando sorriso. Mais quinze minutos. Bernardo continuava falando, animado, sem perceber nada. Emanuelle suava frio de verdade agora, o coração batendo na buceta. Levantou, fingiu arrumar a cozinha, mas voltou e perguntou de novo: - Berna, você não tá com fome? Quer que eu peça alguma coisa e você vá embora depois? – Ele balançou a cabeça, inocente como sempre. - Não, tia, tô bem. Pode esperar mais um pouco? Eu gosto de ficar aqui com você. – Ela sentiu o desespero subir como uma onda. A calcinha estava encharcada, o mel escorrendo pela coxa interna. O grelinho doía de tão inchado. Não aguentava mais. No auge do desespero, Emanuelle pegou a mão dele, puxou com força e arrastou pro quarto. Bernardo arregalou os olhos atrás dos óculos, assustado. - Tia... o que foi? Tá tudo bem? – perguntou, voz tremendo. Ela fechou a porta, virou pra ele com os olhos brilhando de puta louca e, sem dizer nada, ajoelhou rápido. Arrancou a bermuda dele e a cueca de uma vez só. O pau do sobrinho estava mole, pequeno, inocente, pendurado ali entre as pernas magras. Emanuelle não hesitou. Abriu a boca e engoliu inteiro de uma vez, chupando com fome. - Porra... tia... que isso... para... eu sou seu sobrinho... – gemia Bernardo, chocado, mas o corpo traía: o pau começou a latejar na boca quente dela, inchando rápido. Emanuelle chupava gulosa, língua girando na cabeça, sugando as bolas pequenas, engolindo até o fundo como tinha feito com o vibrador na noite passada. Saliva escorria pelo queixo, pingando no chão. - Hmmmpph... que pica gostosa... fica duro pra tia... eu preciso disso agora... – murmurava com a boca cheia, voz abafada. O pau dele endureceu na boca em segundos. Virou uma pica grossa, veias pulsando, cabeça inchada roçando a garganta dela. Bernardo delirava, mãos tremendo no ar sem saber onde colocar. - Tia... caralho... que boca quente... nunca senti isso... não para... – gemia, voz quebrada. Emanuelle tirou a boca só um segundo, cuspe ligando os lábios à pica dura. - Agora sim... que pica linda... tia vai te usar todinho – falou, olhos no dele. Levantou rápido, arrancou a própria calcinha, virou de quatro na cama, bunda empinada pra caralho, buceta aberta brilhando de mel, cu piscando exposto. - Mete forte e gostoso, Berna... enfia essa pica toda na buceta da tia... me fode como uma vadia... eu tô pingando pra você – pediu, voz rouca de desespero. Bernardo, ainda assustado mas com o pau latejando duro, segurou a cintura dela e enfiou de uma vez. A pica quente abriu a buceta molhada, entrando até o talo. - Ai meu Deus... tia... sua buceta tá apertando tanto... tá molhada pra caralho... – gemeu ele, começando a meter devagar. Emanuelle rebolava alucinada, bunda batendo contra a barriga dele. - Isso... fode forte... rasga a buceta da tia... mais rápido... eu quero gozar na sua pica... – gritava, grelinho roçando no lençol a cada estocada. O barulho molhado enchia o quarto: ploc ploc ploc, pele contra pele, gemidos altos. Ele acelerou, metendo com força, as bolas batendo na buceta dela. Emanuelle gritava de luxúria: - Aaaahhh porra... que pica boa... tá batendo no fundo... meu grelinho tá explodindo... fode sua tia puta... mais forte! – O primeiro orgasmo veio violento, muito mais forte que os quatro da noite passada. O corpo inteiro convulsionou, buceta esguichando jatos quentes no pau dele, pernas tremendo. - Tô gozandooooo... caralhooo... gozando na pica do meu sobrinho... aaaahhh nunca gozei tão forte assim... porraaaaa! Bernardo não parou. Continuava metendo como louco, suor escorrendo, óculos embaçados. - Tia... você tá apertando... tô delirando... sua buceta é uma delícia... – gemia. No meio da foda, enquanto ela rebolava e gritava, ele lembrou da mochila no chão. Sem tirar a pica, esticou o braço, pegou a varinha de Harry Potter de plástico rígido e liso que sempre carregava. - Tia... posso... tentar uma coisa? – perguntou, voz safada pela primeira vez. Emanuelle, olhos revirando de prazer, gritou: - Mete qualquer coisa... enfia no meu cu agora... eu quero dupla de novo... fode os dois buracos! – Bernardo, excitado pra caralho, cuspiu na varinha e empurrou devagar no cu apertado dela enquanto a pica continuava martelando a buceta. A varinha entrou fundo, fria e dura, roçando na parede fina contra a pica quente. Emanuelle revirou os olhos completamente, boca aberta, baba escorrendo. - Aaaahhhhhh... caralhooo... pica na buceta e varinha no cu... tô cheia demais... revira os olhos de tanto prazer... fode mais... rasga os dois buracos da tia... – berrava, corpo convulsionando. O grelinho latejava insano, buceta sugando a pica, cu apertando a varinha. Bernardo metia as duas coisas em ritmo, uma entrando enquanto a outra saía, fazendo ela sentir ondas de prazer que nunca tinha sentido. - Tia... você tá louca... sua buceta e cu tão apertando... vou gozar... – avisou ele, voz rouca. Emanuelle gritava sem parar: - Goza dentro... enche a buceta da tia de porra... e deixa a varinha no cu... tô gozando de novo... mais forte... aaaahhh porraaaaa... esguichando tudo... grelinho explodindo... cu queimando... nunca... nunca gozei assim na vidaaaa! O segundo orgasmo foi devastador: buceta jorrou tanto que molhou as coxas dele, o cu contraiu na varinha, corpo inteiro tremendo como se fosse desmaiar. Bernardo não aguentou: gemeu alto e gozou dentro, jatos quentes enchendo a buceta dela. - Tia... tô gozando... enchendo você de porra... caralho... – falou, ainda metendo devagar, varinha parada no cu. Eles ficaram ali, ofegantes, suor e gozo misturados. Emanuelle tirou a varinha devagar, sentiu a porra escorrendo da buceta aberta, o cu piscando vazio. Virou de lado, olhou pro sobrinho ainda de pau meio duro, óculos tortos, rosto vermelho. - Porra, Berna... você acabou de foder sua tia como uma puta insaciável... e eu gozei mais forte que ontem com duas picas... tô destruída e amando... – murmurou, rindo safada. Bernardo, ainda em choque mas com um sorriso bobo, ajustou os óculos. - Tia... isso foi loucura... mas... posso voltar amanhã? – perguntou. Emanuelle mordeu o lábio, passando a mão na buceta melada. - Pode... e traz a varinha de novo... quem sabe a gente experimenta mais coisas... agora vai embora que a tia precisa recuperar o fôlego... mas volta logo, hein? Ele saiu do quarto ainda atordoado, mochila nas costas. Emanuelle ficou na cama, pernas abertas, porra escorrendo, cu e buceta sensíveis, grelinho latejando de satisfação. O desespero tinha virado o gozo mais intenso da vida dela. A visita inocente do sobrinho nerd tinha transformado ela numa tia puta de verdade, e ela já sabia que ia querer repetir. O corpo inteiro pulsava de luxúria nova. A sessão de siririca solitária? Esquecida. Agora era pica de verdade, varinha no cu e gozos que faziam o mundo girar.
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