Me acabando no banheiro do trabalho!

Eu tinha 24 anos e fazia uns dias que o ciclo tinha me deixado louca de tesão acumulado. O fogo estava segurado há quase uma semana, buceta latejando o tempo todo no serviço, calcinha molhada só de andar, grelinho roçando no tecido e me fazendo apertar as coxas pra não gemer no meio do expediente. Era uma tortura gostosa, sabe? Eu andava pelo escritório fingindo que estava tudo normal, mas por dentro minha buceta pingava, os lábios inchados, o cu até contraía de vontade de levar algo grosso. No serviço a gente tinha sorte: banheiro exclusivo pros colaboradores, porta com tranca de verdade, diferente do dos clientes que era sempre aberto. Eu já tinha pensado nisso várias vezes, mas hoje o tesão venceu de vez. Meu corpo não aguentava mais. Eu precisava me aliviar, meter o vibrador fundo e gozar até as pernas tremerem.
O dia estava arrastado, eu no caixa atendendo cliente atrás de cliente, mas minha cabeça só pensava na buceta molhada. Cada vez que eu me mexia na cadeira sentia o líquido escorrendo, a calcinha colada nos lábios, o grelinho tão sensível que até o ar do ar-condicionado me fazia arrepiar. No intervalo da tarde eu não pensei duas vezes. Peguei a bolsa discreta onde eu guardava o vibrador pequeno mas potente, aquele roxinho que vibra em oito velocidades e tem ponta curvada pra acertar o ponto G na hora. Fui pro banheiro dos colaboradores, entrei, tranquei a porta com um clique que soou como liberdade. O lugar era pequeno, limpo, com um espelho grande na pia e uma base alta que eu podia usar pra me apoiar. Meu coração já batia forte, a buceta pulsando como se soubesse o que vinha.
Eu me olhei no espelho rapidinho, rosto corado, olhos brilhando de safadeza. - Caralho, eu tô molhada pra porra só de trancar a porta. Minha buceta tá pedindo pra ser fodida agora.
Tirei o uniforme devagar, primeiro a blusa, depois a calça, ficando só de sutiã e calcinha preta que já estava encharcada no meio. A calcinha grudava nos lábios da buceta, marcando tudo, e eu via no espelho como os lábios estavam inchados, brilhando de tanto tesão acumulado. Desci a calcinha até os joelhos, abri as pernas um pouco e passei o dedo na fenda. Estava encharcada, fio de gozo escorrendo pela coxa. - Porra, olha isso... dias sem me tocar e a buceta tá pingando assim. O grelinho tá duro pra caralho, inchadinho, pedindo chupada.
Me apoiei na base alta do banheiro, uma perna esticada no vaso sanitário e a outra no chão, abrindo bem a buceta. Peguei o vibrador da bolsa, liguei na velocidade baixa só pra provocar. O zumbido baixo encheu o banheiro. Encostei a ponta na entrada da buceta primeiro, sentindo a vibração roçar os lábios molhados. - Ai, caralho... isso, vibra devagar na minha buceta. Entra um pouquinho, vai.
Empurrei devagar, a ponta curvada abrindo os lábios e entrando uns dois centímetros. A vibração subiu pela buceta toda, fazendo meu grelinho latejar. Eu gemia baixo, mordendo o lábio pra não fazer barulho alto. Aumentei a velocidade pro dois. O vibrador começou a pulsar mais forte, roçando dentro, e eu comecei a mexer ele pra frente e pra trás, fodendo minha buceta devagar. O som molhado ecoava, ploc ploc ploc, meu gozo escorrendo pela mão. - Mmm, fode minha buceta, vibrador safado. Entra mais fundo, rasga esse buraco molhado que tá louco de tesão.
Minha outra mão foi pro grelinho, dois dedos circulando ele rápido, apertando de leve. O prazer subia rápido, as pernas tremendo. Eu estava apoiada firme na base, quadril empinado, buceta aberta no ar, vibrador metendo cada vez mais fundo. Aumentei pra velocidade três e senti o ponto G sendo acertado em cheio. - Caralho, aí... tá batendo no meu ponto G. Minha buceta tá apertando o vibrador, vai gozar, vai gozar.
O orgasmo veio forte, rápido. Minha buceta sugou o vibrador, esguichando um jato quente de gozo no chão do banheiro. O corpo inteiro tremeu, eu segurei o grito virando gemido rouco. - Gozei, porra... gozei na buceta toda, olha o jato saindo. Mas não para não, eu quero mais.
Tirei o vibrador da buceta pingando, virei ele e encostei a ponta vibrando direto no grelinho inchado. A vibração forte me fez arquear as costas. - Isso, vibra no meu grelinho, massageia esse botãozinho duro. Eu tô sensível pra caralho depois do gozo.
Fiquei ali esfregando, dedos da outra mão enfiando na buceta agora, três dedos fodendo fundo enquanto o vibrador castigava o grelinho sem parar. O segundo orgasmo veio mais intenso, a buceta esguichando de novo, gozo escorrendo pelas coxas até o chão. - Ai meu Deus do céu, gozei de novo... a buceta tá explodindo, o grelinho tá latejando como se fosse explodir.
Eu não estava satisfeita ainda. Dias de fogo acumulado pediam mais. Me virei de costas pra base, apoiei os cotovelos nela e empinei a bunda alta, abrindo o cu e a buceta pro espelho. Liguei o vibrador na velocidade máxima, aquela que faz um zumbido forte e constante. Primeiro enfiei a ponta no cu, devagar, sentindo o anel apertado abrir e engolir o vibrador. - Porra, entra no meu cu... vibra nesse cu apertado que tá louco de tesão também.
O vibrador no cu fazia a buceta contrair sozinha, gozo pingando do buraco vazio. Eu metia ele fundo no cu, entrando e saindo, o prazer subindo pela espinha. Com a mão livre voltei a mexer no grelinho, apertando forte. - Fode meu cu, vibrador, mete fundo enquanto eu castigo o grelinho. Eu quero gozar com o cu cheio.
O terceiro orgasmo foi brutal. O cu apertou o vibrador, a buceta esguichou um jato longo que bateu no espelho, e eu tremi inteira, pernas fraquejando. - Gozei no cu, caralho... tá tudo molhado, o gozo escorrendo pelo cu e pela buceta.
Eu tirei o vibrador do cu, limpei ele na calcinha molhada e voltei pra buceta. Agora de frente pro espelho de novo, sentei na base alta com as pernas bem abertas, pés no vaso e na pia, buceta exposta toda. Enfiei o vibrador inteiro na buceta de uma vez, liguei na velocidade que pulsa forte e rápido. Comecei a cavalgar nele, quadril subindo e descendo, fodendo eu mesma com força. Os peitos pulando, mamilos duros roçando no ar. - Cavalgue nessa buceta, vai... mete o vibrador todo, faz ele bater no fundo. Eu sou uma puta no banheiro do trabalho, gozando sem parar.
O quarto orgasmo veio enquanto eu rebolava, grelinho roçando na base do vibrador a cada descida. Gozo esguichando de novo, molhando o uniforme que eu tinha jogado no chão. - Porra, gozei mais uma vez... a buceta tá inchada, vermelha, latejando.
Ainda não era suficiente. Eu queria prolongar. Desliguei o vibrador um segundo, respirei fundo, sentindo o cheiro forte de buceta molhada e gozo no ar do banheiro trancado. Passei o dedo na buceta, provei meu próprio gozo na língua. - Delícia... meu gozo tá salgado e doce, eu tô viciada nisso.
Liguei de novo, agora com o vibrador só no grelinho enquanto dois dedos fodiam a buceta e outro dedo entrava no cu. Triplo estímulo. O prazer subia devagar dessa vez, construindo um orgasmo gigante. Eu gemia mais alto, esquecendo um pouco do risco. - Isso, fode buceta e cu ao mesmo tempo, vibra o grelinho... eu vou gozar tão forte que vou molhar tudo.
E veio. O quinto orgasmo foi o mais forte de todos. Meu corpo inteiro convulsionou, buceta esguichando jato atrás de jato, cu apertando o dedo, grelinho explodindo de prazer. Eu quase caí da base, gemendo rouco. - Caralhooo... gozei pra caralho, tô toda molhada, o banheiro tá cheirando a buceta gozada.
Fiquei ali uns minutos, ofegante, pernas tremendo, buceta e cu latejando, gozo escorrendo pelo chão. Limpei tudo o melhor que pude com papel, vesti a roupa devagar, sentindo a calcinha molhada grudar de novo na buceta sensível. Saí do banheiro com o rosto ainda corado, mas o fogo finalmente aliviado. No resto do expediente eu andava com um sorrisinho secreto, buceta ainda pulsando de leve a cada passo, lembrando de cada vibração, cada jato de gozo.
Quando cheguei em casa à noite, o tesão já tinha voltado um pouquinho. Me deitei na cama, peguei o vibrador de novo e repeti tudo, mas dessa vez mais devagar, imaginando alguém me vendo trancada no banheiro. - Se alguém soubesse que eu tava aqui gozando como uma vadia no trabalho... fode minha buceta de novo, vibrador, me faz esguichar mais.
Gozei mais duas vezes na cama, pensando no banheiro, no risco, no prazer proibido. Meu ciclo ainda tinha uns dias, mas agora eu sabia que sempre que o fogo subisse eu ia trancar aquela porta, apoiar na base e foder minha buceta e meu cu até não aguentar mais. Era meu segredo safado no trabalho, e toda vez que eu via aquele banheiro eu já ficava molhada de novo, pronta pra repetir.
No dia seguinte, no serviço, eu passei pelo banheiro e sorri sozinha. - Amanhã eu volto, buceta. Vou te encher de vibrador de novo, gozar até o chão ficar encharcado.
E assim o ciclo de tesão continuou, cada pausa no trabalho virando uma foda comigo mesma, cada gozo mais intenso que o anterior. Eu era a garota quietinha no caixa, mas por dentro uma puta louca por vibração no grelinho, na buceta e no cu. E ninguém nunca soube o que rolava atrás daquela porta trancada.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Me acabando no banheiro do trabalho!

Codigo do conto:
257756

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
24/03/2026

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