Fodendo com meu irmão, após pegar ele no flagra cheirando minhas calcinhas!

Eu me chamo Vilma e, desde que descobri aquela merda, minha cabeça não para de foder com isso. Meu irmão Bruno, o moleque de 20 anos que ainda mora com a gente, anda se masturbando com as minhas calcinhas. E o pior – ou o melhor, depende do ponto de vista – é que isso me deixou completamente viciada. Faz uns dois meses e meio que eu peguei ele no flagra, e desde então só penso na pica dele esfregando no tecido que já esteve encostado na minha buceta.
Tudo começou numa tarde normal. Eu tinha enchido minha cestinha de roupa suja, aquelas calcinhas usadas do dia a dia, sutiãs com o cheiro do meu suor, tudo misturado. Coloquei na lavanderia como sempre e voltei pro banheiro pra fazer xixi. Quando saí de novo, lembrei que tinha deixado a camiseta suja no chão. Peguei ela e, quando cheguei na porta da lavanderia, congelei.
Bruno estava lá, de costas pra mim, mexendo na minha cesta. As mãos dele enfiadas fundo, remexendo as peças. Meu coração deu um salto. Por que diabos ele tá mexendo nas minhas coisas? Eu me escondi atrás da porta, só espiando. Ele puxou uma calcinha preta de renda – aquela que eu tinha usado no dia anterior, ainda com a mancha leve do meu melado – e enfiou debaixo da camiseta. Olhou pros lados, nervoso pra caralho, e saiu correndo pro quarto dele.
Eu esperei uns segundos, o peito batendo forte. Fui até a cesta. Faltavam duas calcinhas e um sutiã. Voltei pro banheiro, fechei a porta e fiquei ali, respirando pesado. Meu grelinho já estava latejando só de imaginar. O que ele ia fazer com aquilo? Eu sabia. Todo mundo sabe. Mas ver na real... porra, me deixou molhada na hora.
Esperei ele sair do quarto. Quando ouvi a porta destrancar, me esgueirei pelo corredor. Ele desceu pra cozinha, distraído. Entrei no quarto dele rapidinho. A cesta dele de roupa suja estava ali, e eu cavei fundo. Encontrei minhas calcinhas. As duas. E o sutiã. O tecido estava quente ainda, e tinha porra fresca pra caralho. Grossa, branca, grudenta, escorrendo pelo elástico. O cheiro era forte, aquele cheiro de macho jovem, porra recente misturada com o meu perfume de buceta. Meu Deus, eu quase gozei ali mesmo.
Levei tudo pro meu quarto, tranquei a porta e me joguei na cama. Tirei a calcinha que eu estava usando – já encharcada – e segurei as dele na mão. Esfreguei o tecido sujo de porra bem em cima da minha buceta inchada. O grelinho estava duro como pedra.
- Ahhh, seu safado... você gozou nas minhas calcinhas, né? - sussurrei pra mim mesma, a voz rouca.
Comecei a circular o pano molhado de porra dele no meu grelinho, sentindo a viscosidade escorrer pelos lábios da minha buceta. Enfiei um dedo dentro, depois dois, imaginando a pica dele ali, grossa, latejando. Gozei tão forte que mordi o travesseiro pra não gritar. O melado misturado com a porra dele escorreu pela minha coxa. Eu lambi um pouco do tecido. Tinha gosto salgado, quente. Fiquei viciada.
Isso virou rotina. Toda semana eu deixava a cesta cheia de propósito. Sabia que ele ia pegar. E pegava. Eu esperava, espiava, e depois recolhia as peças sujas de porra. Uma vez ele gozou tanto que a calcinha estava ensopada, pingando. Eu me tranquei no quarto, deitei de quatro na cama, empinei o cu e esfreguei o tecido todo na minha buceta e no meu cuzinho.
- Porra, Bruno... você tá cheirando minha buceta suja e gozando nela... eu quero essa pica dentro de mim, caralho - gemia baixinho, enfiando dois dedos no cu enquanto o grelinho pulsava.
Gozei gritando o nome dele abafado no travesseiro. Meu corpo tremia inteiro. Eu estava obcecada. Nas últimas semanas, não consigo pensar em outra coisa. Quando tomo banho, passo o sabonete devagar na buceta só imaginando ele me olhando. Quando durmo, sonho com a pica dele metendo fundo, me enchendo de porra quente.
Ontem eu decidi que não aguentava mais só imaginar. Deixei a cesta na lavanderia, mas coloquei uma calcinha especial por cima – a vermelha de renda, a que eu usei o dia inteiro, com o cheiro forte da minha buceta molhada do calor. E esperei.
Ele mordeu a isca. Eu estava escondida no corredor, coração disparado. Vi ele entrar na lavanderia, pegar a calcinha vermelha e cheirar fundo. O pau dele já estava duro dentro do short, marcando. Ele correu pro quarto e trancou. Dessa vez eu não esperei. Fui até a porta dele, encostei o ouvido.
Ouvi o barulho. O som molhado da mão dele batendo punheta.
- Humm... buceta da Vilma... cheiro de buceta da minha irmã... porra, que delícia... - ele gemia baixinho.
Meu cu piscou. Eu estava encharcada. Abri a porta devagar – eu tinha deixado uma fresta de propósito dias atrás, fingindo que a tranca estava ruim. Entrei silenciosa.
Bruno estava deitado na cama, short abaixado até os joelhos. A pica dele era grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Na outra mão, minha calcinha vermelha enrolada na rola, ele batia forte, cheirando o tecido.
Eu fechei a porta atrás de mim. Ele abriu os olhos e congelou.
- Vilma... caralho... - a voz dele saiu rouca, assustada.
Eu não disse nada no começo. Só tirei a blusa, devagar, deixando os peitos à mostra. Os bicos duros. Depois o short. Fiquei só de calcinha – outra, já molhada.
- Eu sei de tudo, Bruno. Sei que você anda gozando nas minhas calcinhas. Vi você pegando. E peguei elas depois... cheias da sua porra grossa.
Ele engoliu em seco, a pica ainda dura na mão, latejando.
- Irmã... eu... porra, me desculpa... eu não consigo parar... seu cheiro me deixa louco...
Eu me aproximei da cama, tirei a calcinha devagar e joguei na cara dele.
- Cheira direito agora, seu pervertido. Cheira a buceta da sua irmã de verdade.
Ele enterrou o rosto no tecido quente, inalando fundo. Eu subi na cama, de joelhos, abrindo as pernas na frente dele.
- Olha pra ela. Tá vendo como tá molhada? Isso é culpa sua, Bruno. Toda vez que eu pego as minhas calcinhas sujas da sua porra, eu me acabo na siririca pensando na sua pica metendo aqui.
Ele gemeu, a mão voltando a bater devagar na rola.
- Vilma... sua buceta é linda pra caralho... rosadinha, molhada... eu quero lamber...
- Então lambe, porra. Lambe tudo.
Ele largou a calcinha e me puxou pelo quadril. A língua dele veio quente, lambendo o grelinho inchado de uma vez. Eu segurei a cabeça dele, empurrando contra minha buceta.
- Isso, irmão... chupa o grelinho da mana... ahhh, caralho, que língua gostosa... mete ela dentro da minha bucetinha...
Ele chupava com fome, sugando o melado que escorria, enfiando a língua fundo. Depois desceu pro cu, lambendo o cuzinho piscando.
- Hummm... cuzinho da minha irmã... tão apertadinho... - ele murmurava entre as lambidas.
Eu gozei na cara dele, jorrando melado na boca. Minhas pernas tremiam.
- Agora me fode, Bruno. Quero essa pica grossa dentro de mim.
Ele não esperou. Me virou de quatro, empinou meu cu e meteu a rola de uma vez na buceta. Fundo, até o talo.
- Porraaa... buceta da minha irmã é quente pra caralho... apertada... molhada... - ele grunhiu, metendo forte.
Cada estocada fazia meus peitos balançarem. O barulho molhado de pica entrando e saindo ecoava no quarto.
- Mete mais fundo, irmão... fode a buceta da Vilminha, vaaai... quero sentir essa pica batendo e latejando lá no fundo... ahhh, issooooo... assim...
Ele segurou meus quadris e metia como um animal. A mão dele deu um tapa forte na minha bunda.
- Toma, sua safada... você adora, né? Adora o irmão te fodendo...
- Adoro, caralho! Fode mais... arromba gostoso essa buceta... quero gozar na sua pica...
Ele acelerou. Eu sentia as bolas dele batendo no meu grelinho. O cu piscava, pedindo atenção. Ele cuspiu no dedo e enfiou no meu cu enquanto continuava metendo na buceta.
- Dois buracos ao mesmo tempo, mana... você é uma puta safada...
- Isso... deda meu cu enquanto fode a buceta... eu vou gozar de novo... porraaa!
Gozei gritando, apertando a pica dele com a buceta. Ele não parou. Me virou de frente, abriu minhas pernas bem abertas e meteu de novo, olhando nos meus olhos.
- Olha pra mim enquanto eu te fodo, Vilma. Olha essa pica entrando na sua bucetinha, minha irmã cachorra...
Eu olhava hipnotizada. A rola dele brilhando do meu melado, entrando e saindo, os lábios da minha buceta inchados agarrando ele.
- Goza dentro, Bruno... enche a buceta da mana de porra quente... quero sentir você gozando fundo...
Ele acelerou, suando, o rosto vermelho.
- Vou gozar, irmã... vou encher essa buceta... tomaaa!
A pica dele inchou e jorrou. Senti jato atrás de jato de porra quente batendo no fundo da minha buceta. Ele gemeu alto, tremendo. Eu gozei junto, apertando ele, ordenhando cada gota.
Quando ele saiu, a porra escorreu da minha buceta aberta, pingando no lençol. Eu passei os dedos, recolhi e lambi, olhando pra ele.
- Delícia da porra do meu irmão... amanhã eu vou deixar mais calcinhas pra você... mas agora quero de novo. Quero sentar nessa pica até você gozar no meu cu.
Ele sorriu, a rola já meio dura de novo.
- Você é louca, Vilma... mas eu adoro.
Eu subi nele, posicionei a cabeça da pica no meu cuzinho e desci devagar, sentindo ele me abrir.
- Ahhh... cu da mana tá engolindo sua pica... mete devagar primeiro... isso... agora fode meu cu gostoso...
Ele segurou meus peitos e meteu pra cima, enchendo meu cu. Eu cavalgava forte, o grelinho roçando na barriga dele.
- Fode o cu da sua irmã, Bruno... me arromba... quero levar porra no cu também...
A gente fodeu por mais de uma hora. Ele gozou no meu cu, depois na minha boca, depois de novo na buceta. Eu gozei incontáveis vezes, o quarto cheirando a sexo, porra e buceta molhada.
Hoje de manhã, antes de ele sair pro trabalho, eu deixei uma calcinha nova na cesta – a que usei ontem à noite, cheia do melado dele misturado com o meu. E escrevi um bilhete pequeno dentro:
“Quero mais. Hoje à noite, no meu quarto. Sem trancar a porta. Sua irmã safada.”
Eu sei que ele vai vir. E quando vier, vou abrir as pernas e dizer:
- Vem, irmão... fode sua mana de novo. Enche todos os meus buracos de porra.
Porque agora não tem mais volta. Essa sacanagem virou a melhor coisa da minha vida.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fodendo com meu irmão, após pegar ele no flagra cheirando minhas calcinhas!

Codigo do conto:
257839

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/03/2026

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