Emanuelle estava de quatro na cama do quarto, completamente nua, bunda empinada pra caralho, suor escorrendo pelas costas e pelas coxas. O quarto cheirava a sexo animal: buceta molhada, porra de cachorro, suor e o cheiro forte do pitbull. Perseu tinha montado nela de novo, como nos últimos dias de “banho” que viraram rotina. O pau enorme do cachorro, vermelho, pontudo na ponta e grosso no meio, entrava e saía da buceta dela com força bruta, o nó inchado batendo na entrada, quase travando a cada estocada. - Aaaahhh porraaa... fode mais fundo, Perseu... rasga a buceta da tia com essa pica de cachorro... tá batendo no fundo... grelinho pegando fogo... – gritava ela, voz rouca, rebolando alucinadamente contra o peito largo do pitbull. O nó já tinha travado uma vez e soltado, mas agora ele metia de novo, patas da frente apoiadas nas costas dela, peso enorme prendendo ela no lugar. A buceta de Emanuelle estava aberta ao limite, lábios inchados engolindo a pica quente, mel e porra escorrendo pelas coxas em fios grossos. O cu piscava vazio, mas latejava pedindo atenção. Ela esfregava o grelinho inchado no lençol a cada metida, o prazer animal subindo como fogo. - Hmmm... que delícia... pica grossa me arrombando... dói mas eu amo... goza dentro de novo, grandão... enche a buceta da vadia... – gemia alto, olhos revirados, baba escorrendo do canto da boca. Perseu grunhia, metendo mais rápido, o pau latejando dentro dela. Emanuelle sentiu o orgasmo subir forte, mais intenso que qualquer coisa com o Bernardo ou com os consolos. O corpo inteiro tremeu. - Tô gozandooooo... caralhooo... gozando na pica do cachorro de novo... aaaahhh esguichando tudo... grelinho explodindo... buceta apertando o nó... porraaaaa! – berrou ela, voz ecoando pela casa, buceta jorrando jatos quentes que molhavam as bolas do pitbull e o lençol. O segundo gozo veio logo atrás, ainda mais violento, pernas tremendo, bunda quicando contra o cachorro. - Mais... não para... fode sua puta de cachorro... luxúria insana... nunca gozei tanto na vidaaaa... – gritava sem parar, rebolando como louca, o nó travando de vez e enchendo ela de porra quente de cachorro. Ela estava exatamente assim, grudada no pau do Perseu, gozando pra caralho e gritando feito louca, quando o interfone tocou. Depois a campainha. Depois batidas fortes na porta. Vilma tinha voltado da viagem mais cedo, ansiosa pra pegar o cachorro. - Manu? Ei, sou eu! Abre aí, cheguei! – gritava Vilma do lado de fora, mas Emanuelle não ouvia nada. Estava entretida demais, engatada na pica do pitbull, rebolando e gozando em ondas. - Aaaahhh Perseu... tá gozando dentro... porra quente enchendo tudo... tô morrendo de prazer... – berrava ela, voz alta o suficiente pra atravessar as paredes. Vilma escutou os gritos. Primeiro achou estranho, depois o coração disparou. - Manu?! Tá tudo bem?! – gritou mais alto, batendo com força. Como ninguém respondeu e os berros continuavam – gritos de mulher que pareciam de dor e desespero misturados com prazer –, Vilma entrou em pânico. Pensou que alguém estava violentando a amiga. Pegou o celular, mas não esperou. Com força de quem estava desesperada, deu um ombro na porta, que cedeu com um estrondo. Correu pro quarto, empurrando a porta entreaberta. A cena que viu fez o sangue ferver. Emanuelle de quatro na cama, bunda empinada, buceta aberta e grudada no pau enorme e vermelho do Perseu, o nó travado, porra escorrendo pelas coxas, o cachorro montado nela grunhindo. Vilma parou um segundo, olhos arregalados de choque e nojo. - QUE PORRA É ESSA, EMANUELLE?! SUA PUTA DOENTE! VAGABUNDA! TÁ DEIXANDO O MEU CACHORRO TE FODER?! QUE DOENÇA É ESSA, SUA IMUNDA! – berrou Vilma, voz tremendo de raiva, avançando pro quarto. Emanuelle levou um susto tão grande que o corpo inteiro deu um salto, mas o nó do Perseu ainda estava travado na buceta, impedindo ela de se mexer. - Vilma... caralho... não... espera... eu posso explicar... – gaguejou ela, rosto vermelho, suor e lágrimas misturados, ainda sentindo o pau latejando dentro. Perseu, assustado com o barulho, tentou descer mas o nó segurava, fazendo Emanuelle gemer de novo. - Foi um erro... o tesão foi mais forte... eu não sei o que deu... me perdoa... por favor... – tentou dizer, voz fraca, ainda com a buceta cheia de porra de cachorro. Vilma não quis ouvir. Avançou, deu um tapa forte no rosto de Emanuelle, o som ecoando no quarto. - CALA A BOCA, SUA VADIA NOJENTA! EU TE CONFIEI EM CUIDAR DO MEU CACHORRO E VOCÊ SE APROVEITA DELE, FAZ ESSA COISA DOENTIA COM ELE?! – gritou, e as duas se atracaram. Perseu, finalmente com o nó desinchando, saiu da buceta de Emanuelle com um ploc molhado, porra escorrendo no lençol, e correu assustado pro canto do quarto, rabo entre as pernas. As duas caíram na cama, rolando, se batendo, unhas arranhando, tapas voando. - Sua doente! Puta! – xingava Vilma, montando em cima dela. Emanuelle revidava, puxando cabelo, dando tapa de volta. - Me perdoa... eu tava louca... para... – pedia, mas as duas brigavam com força, corpos suados colados, peitos roçando, pernas entrelaçadas. No meio da briga, algo mudou. Vilma, ofegante, sentiu o corpo esquentar de um jeito diferente. O calor da raiva misturado com o cheiro forte de buceta, porra e sexo no quarto mexeu com ela. Parou de bater por um segundo, olhou nos olhos de Emanuelle, e de repente puxou a amiga pra um beijo forte, língua invadindo a boca. Emanuelle, surpresa, arregalou os olhos, mas sentiu o tesão voltar forte. Correspondendo, enfiou a língua também, gemendo no beijo. - Hmmm... Vilma... que isso... – murmurou entre os lábios, mas já chupando a língua da amiga com fome. As duas se beijaram gostoso, mãos explorando, gemendo forte. Vilma tirou a roupa com pressa, blusa, sutiã, short, calcinha voando pro chão. Ficou nua, corpo maduro e curvilíneo, buceta já molhada brilhando. - Sua puta... eu te odeio mas tô molhada pra caralho... – rosnou ela, descendo a boca pros peitos de Emanuelle, chupando os bicos duros. Emanuelle gemeu alto, abrindo as pernas. - Chupa... lambe minha buceta... tá cheia de porra de cachorro mas eu quero sua boca... – pediu, voz safada. Vilma desceu, abriu os lábios inchados da amiga e enfiou a língua fundo na buceta melada, lambendo porra misturada com mel, chupando o grelinho inchado. - Hmm... que buceta safada... tá toda arrombada e gostosa... – murmurava, língua trabalhando rápido. Emanuelle segurou a cabeça dela, rebolando na cara da amiga. - Isso... chupa o grelinho... enfia a língua no cu também... eu sou uma puta... lambe tudo... – gemia. Elas trocaram de posição. Emanuelle montou no rosto de Vilma, esfregando a buceta na boca dela enquanto se inclinava pra chupar a buceta da amiga. As duas se lambiam ao mesmo tempo, línguas nos grelinhos, nos lábios, enfiando fundo nas bucetas e depois nos cus. - Aiiiii caralho... sua língua no meu cu tá me matando... chupa gostoso... – gemia Vilma, voz abafada. - Mmmph... sua buceta é doce pra caralho... eu quero gozar na sua boca... – respondia Emanuelle, sugando o grelinho da amiga. Depois de minutos de chupadas molhadas, gemidos e baba escorrendo, elas colaram as bucetas uma na outra. Pernas entrelaçadas, bucetas abertas esfregando forte, grelinhos se batendo, mel misturando. Começaram a rebolar juntas, rápido, alucinado. - Aaaahhh...que delícia, sua buceta na minha buceta... esfrega mais... que delícia... – gritava Vilma. - Isso... triba gostoso comigo... goza na minha buceta... – berrava Emanuelle, mãos apertando os peitos da amiga. O gozo veio junto, intenso pra cacete. As duas gritaram, corpos convulsionando, bucetas esguichando uma na outra, mel quente molhando tudo. - Tô gozandooooo... caralhooo... sua buceta na minha buceta ta me matando... aaaahhh porraaaaa! – berrou Emanuelle, rebolando mais forte. - Gozando com você... sua puta... mais forte que tudo... esguichando tudo... que luxúria insana... – gritava Vilma, unhas cravadas nas coxas da amiga. Ondas e ondas de prazer, mais intensas que qualquer coisa que as duas já tinham sentido na vida. Elas continuaram esfregando, gozando de novo, gemendo alto, línguas se encontrando no meio do beijo molhado. Quando finalmente pararam, ofegantes, suadas, bucetas ainda coladas pulsando, Vilma olhou pra Emanuelle com um sorriso safado misturado com surpresa. - Porra, Manu... eu vim buscar o cachorro e acabei comendo você... nunca pensei que ia gostar tanto... – murmurou. Emanuelle riu fraca, passando a mão na buceta da amiga. - Eu também não... mas que tesão... a gente pode repetir... com ou sem o Perseu... – respondeu, mordendo o lábio. Perseu, ainda no canto, olhava as duas deitado, rabo balançando devagar. A casa estava uma bagunça: porta arrombada, lençol encharcado de porra, mel e suor. Vilma não ia embora tão cedo. O que começou como briga virou a foda mais louca das duas, e Emanuelle sabia que a amizade – e o tesão – tinha acabado de ganhar um novo nível bem safado.
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