Eu sempre soube que era safada, mas com o papai a coisa ganhou outro nível. Desde que meu irmão saiu de casa há dois anos, somos só nós dois nesse casarão velho, e as noites no porão viraram o momento mais quente do dia. Depois do jantar eu subia pro quarto, tomava um banho rápido, passava a mão na buceta lisinha que eu deixava sempre depilada só pra ele, e escolhia a saia de algodão mais curta possível. Nada por baixo. Nem calcinha, nem fio dental. Só a pele nua, já sentindo o calor subir entre as coxas. Ontem à noite eu voltei das meninas um pouco alta, rindo sozinha no Uber, a saia subindo até quase mostrar a bunda pro motorista. Cheguei em casa e o papai já estava no porão, luz baixa, televisão ligada no seriado de sempre. Ele bateu na coxa grossa dele como toda noite e falou baixo: - Vem cá, filha. Senta no colo do papai pra gente assistir. Eu sorri, fingindo que era só carinho de pai e filha, mas meu coração já batia forte. Subi devagar, de propósito, abrindo as pernas um pouquinho enquanto me encaixava. No segundo em que minha buceta nua encostou na calça fina do pijama dele, eu senti. A pica dele já estava meia bomba, quente, grossa, pulsando contra meus lábios inchados. Eu me ajeitei mais, rebolando sutilmente até a cabeça da rola dele se aninhar bem no meio da minha fenda molhada. - Tá confortável aí, meu amor? - ele perguntou, a voz rouca, a mão grande descansando no meu quadril. - Tô sim, papai. Bem confortável… - respondi, e comecei a me mexer bem devagar, como se estivesse só me acomodando no sofá. A saia subiu até a cintura. Meus lábios da xoxota lisinhos, rosados e já brilhando de tesão, ficaram expostos. Eu abri mais as pernas, uma de cada lado das coxas dele, e senti o pauzão endurecer completo, latejando forte contra minha buceta. Ele estava pelado por baixo da calça fina, eu sabia. A cabeça grossa pressionava meu grelinho inchado e eu mordi o lábio pra não gemer alto. Ficamos assim uns minutos, o seriado rolando na TV, mas nenhum de nós prestava atenção. Eu rebolava devagar, pra frente e pra trás, sentindo a pica dele deslizar entre meus lábios, espalhando o mel que escorria da minha buceta. A mancha molhada na calça dele crescia, quente, e eu adorava saber que era eu que deixava ele assim. - Você tá bem molhadinha hoje, hein filha… - ele murmurou de repente, a mão apertando meu quadril mais forte. Eu parei de fingir. Virei o rosto, olhei bem nos olhos dele e falei baixinho: - Tô molhada pra caralho, papai. Minha buceta tá encharcada desde que subi no seu colo. Sente como tá escorrendo? Ele respirou fundo. A outra mão dele desceu, devagar, até os dedos grossos roçarem meus lábios da xoxota. Ele abriu bem com dois dedos, sentindo o calor, e o polegar encontrou meu grelinho duro. - Porra, filha… tá pingando. Essa bucetinha tá toda inchada pra mim. Eu gemi baixinho e empinei a bunda, esfregando mais forte contra a pica dele. - É pra você, papai. Eu deixo sem calcinha toda noite só pra sentir sua pica grossa latejando contra minha buceta nua. Adoro quando ela pulsa assim… parece que tá pedindo pra entrar. Ele não aguentou. A mão dele entrou por baixo da saia, dois dedos grossos deslizaram direto pra dentro da minha buceta molhada, fazendo um barulho safado de molhado. Eu arqueei as costas, sentindo ele me foder devagar com os dedos enquanto a pica dele continuava pressionada contra minha bunda. - Que buceta gulosa… - ele rosnou no meu ouvido. - Tá sugando meus dedos, filha. Tá apertada pra caralho. Eu comecei a rebolar no ritmo dos dedos dele, minha buceta fazendo barulho alto agora, molhada demais. Meu cu piscava a cada movimento, e eu sentia o pau dele babando pré-gozo na calça. - Papai… tira essa calça. Quero sentir sua pica pelada contra minha buceta. Por favor… Ele não pensou duas vezes. Me levantou um pouco, baixou a calça até os joelhos e a rola dele saltou pra cima, grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de tesão. Eu voltei pro colo na hora, encaixando a fenda da minha buceta bem em cima da extensão toda. O calor da pica dele era insano. Eu comecei a deslizar pra cima e pra baixo, lambuzando toda a rola com meu mel. - Olha só como tá molhada, papai… tô ensopando sua pica inteira. Sente como meu grelinho tá roçando na sua cabeça? Ele segurou meus quadris com as duas mãos e me guiou mais rápido. - Rebola mais, filha. Esfrega essa bucetinha safada na pica do papai. Caralho, você tá me deixando louco toda noite com esse joguinho… agora eu quero sentir você gozar assim primeiro. Eu obedeci. Rebolei mais forte, sentindo a cabeça da pica dele bater direto no meu grelinho a cada movimento. Meus peitinhos pequenos balançavam debaixo da regata fina, bicos duros roçando no peito dele. Eu estava ofegante, gemendo baixinho. - Aiiii papai… tô quase gozando… sua pica tá tão quente contra meu grelinho… aiiiiii porra, que delícia… Ele enfiou dois dedos no meu cu de repente, bem fundo, enquanto eu continuava esfregando a buceta na rola dele. - Goza pra mim, filha. Goza na pica do papai. Deixa esse cu apertar meus dedos enquanto você melar tudo. Eu gozei forte, tremendo inteira, minha buceta contraindo e soltando um jorro quente que escorreu pela pica dele até as bolas. O barulho molhado encheu o porão. Ele não parou de mexer os dedos no meu cu, me fazendo rebolar mesmo depois do orgasmo. - Boa menina… gozou tanto que molhou até minha bunda. Agora vira de frente pra mim. Eu me virei no colo dele, de frente, pernas abertas em cima das coxas dele. A saia subiu toda, minha buceta aberta e vermelha de tesão bem na cara dele. Ele olhou, lambeu os lábios e falou: - Que bucetinha linda… toda inchada, brilhando de porra. Deixa o papai chupar um pouco. Ele baixou a cabeça e enfiou a língua direto no meu grelinho, chupando forte enquanto dois dedos voltavam pra dentro da minha buceta. Eu segurei a cabeça dele, rebolando na cara dele. - Chupa meu grelinho, papai… isso… lambe minha buceta toda. Ai caralho, sua língua tá me deixando louca… Ele chupava com fome, fazendo barulho, sugando meu mel, enfiando a língua fundo na minha xoxota. Meu cu piscava no ar, exposto, e ele de vez em quando passava o dedo ali também, só pra me provocar. Depois de me fazer gozar mais uma vez na boca dele, eu desci, me ajoelhei entre as pernas dele e peguei a pica grossa com as duas mãos. - Agora é minha vez, papai. Quero chupar essa pica que me deixa molhada toda noite. Eu lambi da base até a cabeça, sentindo o gosto do meu próprio gozo misturado com o pré-gozo dele. Enfiei na boca o máximo que consegui, engasgando um pouco porque era grossa demais, mas adorei. Chupei com vontade, babando, olhando pra ele enquanto subia e descia. - Porra, filha… que boquinha gulosa. Chupa mais fundo… isso… engole a pica do papai. Ele segurou meu cabelo e começou a foder minha boca devagar. Eu gemia em volta da rola, saliva escorrendo pelo queixo, lágrimas nos olhos de tanto prazer. Depois de uns minutos ele me puxou de volta pro colo, me virou de costas de novo e falou rouco: - Senta na pica do papai agora. Quero sentir essa bucetinha apertada engolindo tudo. Eu me posicionei, segurei a rola grossa e desci devagar. A cabeça abriu meus lábios e entrou com um barulho molhado. Eu desci centímetro por centímetro, sentindo ele me abrir toda, até minha buceta engolir a pica inteira até as bolas. Meu cu encostou nas coxas dele. - Ai papai… tá tão fundo… sua pica tá me enchendo toda… olha como minha buceta tá esticada em volta dela. Ele gemeu alto e começou a subir e descer meus quadris, me fodendo forte. O barulho de pele contra pele, molhado, ecoava no porão. Meus peitinhos pulavam, eu rebolava no ritmo, sentindo a cabeça da pica bater no fundo da minha buceta a cada estocada. - Fode minha buceta, papai… mete forte… quero sentir suas bolas batendo no meu cu… isso… mais fundo… Ele acelerou, uma mão no meu grelinho esfregando rápido, a outra apertando meu peito. Eu gozei de novo, gritando, minha buceta apertando a pica dele como um punho. - Porra filha… tá me apertando tanto… vou gozar dentro dessa bucetinha gulosa… - Goza dentro, papai… enche minha buceta de porra quente… quero sentir você jorrando fundo em mim… Ele urrou e eu senti o primeiro jato quente explodindo dentro de mim. Ele gozou muito, jatos grossos enchendo minha buceta até transbordar, escorrendo pelas bolas dele. Eu continuei rebolando devagar, ordenhando cada gota, meu cu piscando de prazer. Ficamos ali, ofegantes, minha buceta ainda pulsando em volta da pica dele amolecendo devagar. Ele beijou meu pescoço e murmurou: - Isso é nosso segredo agora, filha. Toda noite vai ser assim. Você vai subir no colo do papai sem calcinha e vai levar essa pica até o fundo. Eu sorri, ainda sentindo a porra dele escorrendo da minha buceta. - Toda noite, papai. Minha buceta é sua. Meu cu também… sempre que você quiser. A gente ficou ali mais um tempão, eu ainda sentada na pica dele, sentindo ela pulsar de novo devagarinho dentro de mim. O seriado já tinha acabado fazia tempo. O porão estava com cheiro de sexo, de buceta molhada e porra. Eu sabia que amanhã ia ser igual… ou pior. E eu mal podia esperar. Depois desse primeiro dia que a gente finalmente falou tudo, a rotina mudou pra valer. Toda noite eu chegava do banho, buceta lisinha e já molhada só de imaginar, e subia no colo dele sem dizer nada. Ele já me esperava de pau duro, calça abaixada até o joelho. Eu sentava direto, engolia a pica inteira de uma vez e começava a cavalgar devagar enquanto o seriado tocava ao fundo. - Tá vendo como minha buceta engole sua pica fácil agora, papai? - eu perguntava rebolando. - Tá uma putinha perfeita, filha. Essa bucetinha foi feita pra sentar na rola do papai. Às vezes ele me virava de frente, chupava meus peitinhos enquanto eu subia e descia, dedos no meu cu, me preparando pra algo mais. Ontem ele me fez gozar três vezes antes de encher minha buceta de novo. Hoje de manhã eu ainda sentia a porra dele escorrendo quando levantei da cama. E o melhor: agora a gente conversa o tempo todo. Nada de silêncio. Só sacanagem pura. - Olha como tá molhada hoje, filha. Já tá pingando antes mesmo de sentar. - Porque eu passei o dia inteiro pensando na sua pica grossa me abrindo, papai. Quero que você meta no meu cu também hoje. Ele ri, me puxa mais fundo e responde: - Amanhã, filha. Hoje eu quero encher essa bucetinha de novo. Depois a gente vê se esse cu guloso aguenta a rola do papai. E assim vai. Toda noite. Eu subo no colo dele, sinto a pica pulsar contra minha buceta nua, e o jogo que era silencioso virou a foda mais safada e intensa que já tive. Meu papai me fode como ninguém, e eu adoro ser a putinha dele no colo toda noite no porão.
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