Tive que tomar uma atitude ao ver meu filho se acabando com minha calcinha!

Maria chegou em casa mais cedo naquela sexta, o sol ainda alto batendo na janela da sala. O marido viajando de novo, o filho Lucas na faculdade o dia todo, ou pelo menos era o que ela achava. Ela largou a bolsa no sofá, tirou os sapatos e respirou fundo. “Estou sozinha”, pensou, sorrindo sozinha enquanto caminhava pelo corredor. Queria tomar um banho demorado, talvez se tocar um pouco pensando nas besteiras de sempre. Mas quando passou pelo quarto de Lucas, a porta entreaberta deixou escapar um barulho baixo, ritmado, quase um sussurro molhado.
Ela parou. O coração deu um salto. Devagar, como se o chão pudesse denunciar, ela se aproximou e olhou pela fresta. O que viu fez o sangue dela ferver e gelar ao mesmo tempo.
Lucas estava deitado de costas na cama, calça jeans abaixada até os tornozelos, cueca embolada do lado. A mão direita dele subia e descia firme na pica grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Na mão esquerda, apertada contra o nariz e a boca, uma calcinha preta de renda — a calcinha dela, a que ela tinha usado dois dias antes e deixado no cesto de roupa suja. Ele cheirava fundo, lambia o tecido, depois enrolava o pano macio em volta da pica e se masturbava com mais força, o pau deslizando dentro da calcinha como se estivesse fodendo uma buceta de verdade.
- Ah, mamãe... sua buceta deve cheirar assim... tão quente... tão molhada... - ele gemia baixo, quase um rosnado, os olhos fechados, o quadril empurrando pra cima.
Maria ficou paralisada. Choque puro primeiro. “Meu Deus, meu filho... com a minha calcinha?” A mente dela gritava pra ela correr, fechar a porta, fingir que nunca viu. Mas o corpo não obedecia. Os olhos dela grudaram na pica do filho — grande, grossa, mais grossa que a do marido, a glande inchada babando. Ela sentiu a própria buceta contrair, um calor subir rápido pela barriga, os mamilos endurecendo contra o sutiã. Vergonha? Sim. Culpa? Muita. Mas por baixo disso tudo uma excitação safada, molhada, que ela não conseguia ignorar. A calcinha que ela usava agora já estava úmida só de olhar.
Ela ficou ali, escondida, respirando pela boca pra não fazer barulho. A mão direita dela desceu sozinha, levantou a saia do vestido, roçou por cima da calcinha. Os dedos sentiram o tecido quente e molhado. “Isso é errado pra caralho”, pensou, mas continuou. Lucas acelerou o movimento, a mão batendo mais rápido, o barulho molhado da punheta enchendo o quarto.
- Porra, mamãe... eu quero meter nessa buceta... quero lamber esse grelinho inchado até você gozar na minha cara... - ele murmurava, mordendo a calcinha, o pau pulsando forte dentro do tecido.
Maria mordeu o lábio inferior até doer. Os pensamentos impuros que vinham atormentando ela a semana inteira explodiram de vez. Desde aquele dia ela não dormia direito. Toda noite, depois de o marido dormir, ela se tocava pensando no filho, imaginando aquela cena que agora via ao vivo. A buceta dela latejava. O grelinho estava duro, pedindo dedo. Ela enfiou dois dedos por baixo da calcinha, sentindo a cremalheira molhada, e começou a se masturbar devagar, no mesmo ritmo que o filho.
Lucas estava perto. O corpo dele tensionou, as coxas tremendo.
- Vou gozar, mamãe... vou encher sua calcinha de porra... - ele gemeu, e de repente jatos grossos de esperma branco jorraram, sujando a renda preta, escorrendo pelos dedos dele, pingando na barriga.
Maria quase gozou ali mesmo, só de ver. Mas ela se conteve. Respirou fundo, empurrou a porta devagar e entrou.
Lucas abriu os olhos de supetão. A cara dele ficou branca, a mão ainda segurando a pica que ainda cuspia os últimos fios de porra.
- M-mamãe?! - ele gaguejou, tentando puxar a calça pra cima, mas a calcinha suja de porra caiu no colchão.
Maria fechou a porta atrás de si, trancou. O coração dela batia tão forte que parecia que ia sair pela boca. Mas a voz saiu calma, rouca de tesão.
- Eu cheguei mais cedo, filho. E te encontrei aqui... brincando sozinho com a calcinha da mamãe.
Lucas não sabia onde enfiar a cara. A pica dele, mesmo depois de gozar, ainda estava meio dura, brilhando de porra e saliva.
- Eu... eu sinto muito... não sei o que deu em mim... por favor, não conta pro pai...
Maria deu um passo à frente, tirou os sapatos e sentou na beira da cama. Os olhos dela desceram direto pro pau do filho.
- Contar? Eu não vou contar nada. Eu fiquei olhando, Lucas. Vi tudo. Vi você cheirando minha calcinha, lambendo, se masturbando como se fosse minha buceta. E sabe o que eu senti? - ela pausou, abrindo um pouco as pernas, a saia subindo nas coxas grossas. - Fiquei molhada pra caralho.
Ele piscou, confuso, mas o pau deu uma pulsada forte, voltando a endurecer.
- Mamãe... você tá falando sério?
- Seríssimo, meu filho. Olha pra mim. - Ela pegou a mão dele, a mesma mão suja de porra, e levou até a própria coxa. - Eu não consigo resistir ao que acabei de ver, meu filho. Era pra eu brigar contigo, porém ver essa sua pica grande e grossa com minha calcinha enrolada sobre ela, me fez perder a composturapensar nisso. Que vontade de sentir sua pica me arrombando, fudendo e bombando toda dentro da minha buceta. Agora que eu vi... me deixa usar ela, vai filho.
Lucas engoliu em seco. A mão dele subiu devagar pela coxa dela até tocar a calcinha molhada.
- Porra... você tá encharcada.
- Tô sim. Por sua causa. Agora tira essa roupa toda da mamãe. Quero sentir essa pica dentro de mim.
Ele não pensou duas vezes. As mãos dele tremiam, mas foram rápidas. Puxou o vestido pela cabeça, abriu o sutiã, deixou os seios grandes e pesados caírem livres. Mamilos duros, escuros. Depois abaixou a calcinha dela, viu a buceta lisinha, lábios inchados, brilhando de tesão, o grelinho protuberante pedindo boca.
- Que buceta linda... - ele sussurrou, quase reverente.
- Chupa, filho. Chupa a buceta da mamãe como você sonhava.
Lucas se jogou de cara. A língua dele lambeu de baixo pra cima, do cu até o grelinho, devagar, saboreando o gosto salgado e doce. Depois focou no clitóris, chupando forte, dois dedos grossos enfiando na buceta apertada, fodendo ela no ritmo.
- Ahhh, caralho... assim, filho... mama o grelinho da mamãe... enfia esses dedos fundo... - ela gemia, segurando a cabeça dele contra a buceta, o quadril rebolando no rosto dele.
Ele chupava com fome, fazendo barulho molhado, a língua girando rápido no grelinho enquanto os dedos entravam e saíam, curvados, acertando o ponto G. Maria gozou pela primeira vez em menos de dois minutos, o corpo inteiro tremendo, a buceta esguichando um pouco no queixo do filho.
- Porra, eu gozei... gozei na boca do meu filho...
Ela puxou ele pra cima, beijou ele com força, sentindo o próprio gosto na língua dele. A pica dura dele roçava na barriga dela.
- Agora mete, Lucas. Mete essa pica grossa na buceta da mamãe.
Ele se posicionou entre as pernas abertas. A cabeça da pica roçou os lábios molhados, depois empurrou devagar, centímetro por centímetro, abrindo ela toda.
- Ahhh... que buceta apertada... tá me engolindo inteiro... - ele gemeu.
- Isso, filho... me fode... me fode fundo... - ela pediu, cravando as unhas nas costas dele.
Ele começou a meter forte, o pau entrando até o talo, as bolas batendo no cu dela. O quarto encheu de som: ploc ploc ploc molhado, gemidos altos, a cama rangendo. Maria rebolava embaixo dele, apertando a buceta em volta da pica.
- Mais forte, Lucas... rasga a buceta da mamãe... eu sou sua puta agora...
Ele acelerou, suado, o pau entrando e saindo brilhando de creme. Depois virou ela de quatro, segurou os quadris e meteu de novo, mais fundo, o pau batendo no fundo da buceta.
- Olha esse cu piscando... quer pica aqui também, mamãe?
- Quer... mas primeiro goza na buceta... enche a mamãe de porra...
Ele meteu mais umas dez vezes, fundo, e gozou rugindo, jatos quentes enchendo ela até transbordar, escorrendo pelas coxas.
Eles caíram na cama, ofegantes. Mas não pararam. Depois de dez minutos ele já estava duro de novo. Ela chupou a pica suja de porra e buceta, lambendo tudo, engolindo até as bolas.
- Delícia... gosto da nossa mistura... - ela disse entre chupadas.
Depois ele comeu o cu dela. Cuspiu no cu piscando, enfiou devagar, centímetro por centímetro, até o saco bater na buceta molhada.
- Ahhh, filho... meu cu tá te apertando... fode o cu da mamãe...
Ele fodeu o cu com força, uma mão no grelinho dela, dedilhando enquanto metia. Maria gozou de novo, gritando, o cu contraindo em volta da pica. Ele gozou dentro do cu, enchendo de porra quente.
A tarde virou noite. Eles foderam na banheira, ela cavalgando ele, os seios pulando, água batendo. Foderam no sofá da sala, ele de pé, segurando ela no colo, a pica entrando e saindo da buceta enquanto ela mordia o ombro dele. Foderam mais uma vez na cama, devagar, ele chupando os mamilos, ela sussurrando sacanagens no ouvido dele.
- Você é meu agora, Lucas. Toda vez que o pai sair, essa pica vai estar dentro de mim. Na buceta, no cu, na boca... onde eu quiser.
- Sim, mamãe... eu sou seu. Sua buceta é minha casa agora.
Quando finalmente pararam, exaustos, suados, sujos de porra e gozo, Maria abraçou o filho e beijou a testa dele.
- Eu te amo, meu menino. E agora amo mais ainda.
Desde aquele dia, a casa nunca mais foi a mesma. Toda vez que ficavam sozinhos, a sacanagem rolava solta. E Maria nunca mais se sentiu culpada. Só molhada, safada e feliz pra caralho.

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Comentários


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casualsomente Comentou em 28/03/2026

Essas mamães estão demais esses meninos Lucas estão com muita sorte q maravilha q tesão




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Tive que tomar uma atitude ao ver meu filho se acabando com minha calcinha!

Codigo do conto:
257983

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
27/03/2026

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3

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