Eu nunca imaginei que um simples conserto de notebook ia virar a maior sacanagem da minha vida. Era uma tarde de sábado, calorão daqueles que grudam a camisa no corpo, e meu irmão me ligou pedindo pra eu dar uma olhada no computador da Júlia, minha cunhada. Ela tava reclamando que o negócio tava lento pra porra, travando toda hora, e o irmãozinho dela tinha emprestado o aparelho na semana anterior. Fui até lá, entrei na casa dela e do meu cunhado, que tava viajando a trabalho, e encontrei a Júlia sozinha na sala, de shortinho jeans curto pra caralho e uma camiseta fina que deixava o contorno dos peitos bem visível. Ela me recebeu com um sorriso nervoso, mordendo o lábio inferior. - Ei, cunhadinho você veio mesmo, obrigada. Tá um inferno esse notebook, parece que o danado tá possuído. Eu sentei no sofá ao lado dela, peguei o aparelho no colo e comecei a fuçar. Logo vi o problema: vírus pra todo lado, cache lotado, histórico de navegação que parecia uma mina de ouro de pornografia. Sites de todo tipo, vídeos de putaria pesada, amadoras, amadoras brasileiras gemendo alto, casais comendo gostoso, tudo marcado com visitas repetidas. O irmãozinho dela tinha metido o dedo na massa mesmo. Eu limpei o básico, rodei um antivírus rápido e, quando fui mostrar pra ela o que tava acontecendo, cliquei sem querer num link que abriu direto num vídeo. Era um pornô bem explícito: uma morena de buceta depilada sendo comida de quatro por um cara de pica grossa, o som dos tapas na bunda ecoando alto no notebook. Eu ia fechar a aba na hora, mas a Júlia segurou meu braço. - Deixa eu ver o que esse moleque tava assistindo… Meu Deus, olha o tamanho dessa pica dele enfiando tudo na buceta dela. A voz dela saiu rouca, quase um sussurro. Eu olhei de lado e vi o peito dela subindo e descendo mais rápido. A respiração já tava pesada, o ar quente saindo pela boca entreaberta. Ela não fechou o vídeo. Pelo contrário, aumentou o volume um pouquinho e ficou olhando fixo pra tela. Eu senti meu pau começar a inchar dentro da calça jeans, latejando devagar enquanto via a cena: a buceta da atriz brilhando de tesão, o grelinho inchado sendo esfregado pelos dedos do cara antes de ele meter de novo com força. - Caralho, Júlia… tu tá mesmo assistindo isso comigo aqui do lado? Ela virou o rosto pra mim, os olhos brilhando de um jeito que eu nunca tinha visto. As bochechas coradas, o shortinho marcando a virilha dela de um jeito que dava pra imaginar a buceta quente por baixo do tecido. - Tô sim… e tu tá de pau duro, né? Eu tô sentindo o teu cheiro de macho excitado daqui. Não disfarça, eu sei que tu tá louco pra meter essa pica em algum lugar agora. A voz dela saiu baixa, mas carregada de sacanagem. Meu coração disparou. Eu não respondi com palavras, só deixei a mão cair no colo dela, apertando a coxa macia. Ela não afastou. Em vez disso, abriu um pouco as pernas e gemeu baixinho quando o vídeo mostrou a morena levando porra na cara. A respiração dela ficou ainda mais pesada, quase ofegante, o peito subindo e descendo como se ela tivesse corrido. - Olha como ela engole essa pica toda… engasgando, babando… eu adoro ver uma mulher safada assim. Tu gosta de ver buceta molhada sendo arrombada, né? Eu balancei a cabeça, incapaz de falar. Meu pau já tava latejando forte, empurrando o zíper da calça. Ela notou e, sem pedir licença, deslizou a mão por cima da minha coxa até apertar o volume duro. - Porra, que pica grossa tu tem… tá latejando pra caralho, hein? Eu sinto o calor dela através da calça. Quero ver ela de verdade. Eu não aguentei. Levantei um pouco o quadril, abri o botão e puxei o zíper pra baixo. Minha pica pulou pra fora, grossa, vermelha na cabeça, já babando um fio de pré-gozo. A Júlia lambeu os lábios e apertou a base dela com força, subindo e descendo a mão devagar. - Olha esse pauzão… que delícia. Tá todo melado já. Eu quero chupar essa rola até tu gozar na minha garganta. Ela se ajoelhou no chão na frente do sofá, o notebook ainda aberto com o pornô rolando alto. O som dos gemidos enchia a sala enquanto ela enfiou a boca quente na minha pica. A língua dela rodou na cabeça, lambendo o pré-gozo com gosto, chupando forte como se fosse um sorvete. Eu segurei o cabelo dela e empurrei devagar, fazendo a glande bater no fundo da garganta. - Isso, chupa essa pica, Júlia… engole tudo, sua putinha. Tu tá mamando o pau do cunhado como uma vadia faminta. Ela gemeu com a boca cheia, babando na rola inteira, as lágrimas escorrendo dos cantos dos olhos enquanto eu fodia a boca dela. O pornô continuava: agora o cara tava metendo no cu da morena, esticando o furinho apertado. A Júlia olhou de lado, tirou minha pica da boca com um estalo molhado e falou ofegante. - Olha como ele tá arrombando aquele cu… eu quero que tu faça o mesmo comigo. Quero sentir essa pica grossa abrindo meu cu todinho. Eu levantei ela do chão, tirei o shortinho e a calcinha num puxão só. A buceta dela tava encharcada, os lábios inchados brilhando, o grelinho duro e vermelho pedindo atenção. Eu sentei ela no sofá, abri as pernas dela bem abertas e enfiei a cara ali. Cheiro de buceta molhada invadiu meu nariz, um cheiro doce e safado que me deixou louco. Chupei o grelinho com força, lambendo em círculos rápidos, enfiando dois dedos na buceta quente e apertada. - Ahhh, caralho… chupa meu grelinho assim, vai… lambe essa buceta toda, eu tô pingando pra ti. Ela rebolava no meu rosto, segurando minha cabeça contra a boceta dela, o suco escorrendo pela minha barba. Eu meti a língua fundo, fodendo o buraco dela enquanto o polegar girava no grelinho. O pornô agora mostrava dupla penetração, e a Júlia tava gemendo alto, quase gritando. - Eu vou gozar na tua boca… continua chupando, porra… meu grelinho tá explodindo! Ela tremeu inteira, apertou as coxas na minha cabeça e gozou forte, jorrando um líquido quente na minha língua. Eu lambi tudo, engolindo o gosto dela, e levantei já com a pica latejando pra meter. Virei ela de quatro no sofá, a bunda empinada pra mim, o cu piscando e a buceta aberta pingando. Enfiei a pica toda de uma vez na buceta, sentindo as paredes quentes e molhadas apertando forte. - Porra, que buceta apertada… tá engolindo minha pica toda, sua safada. Toma essa rola bem fundo. Eu metia com força, batendo os bagos na buceta dela, o som molhado ecoando junto com os gemidos do pornô. Ela empinava a bunda pra trás, rebolando, pedindo mais. - Mete mais forte, caralho… rasga essa buceta… eu sou tua putinha agora, fode tua cunhadinha gostosa. Eu puxei a pica pra fora, lambuzei de cuspe e encostei na roseta do cu dela. Empurrei devagar, sentindo o cu apertado resistir e depois abrir, engolindo a cabeça grossa. - Ai, meu Deus… tá abrindo meu cu… devagar, mas não para… quero sentir essa pica toda dentro do meu rabo. Eu meti centímetro por centímetro até os bagos encostarem na buceta dela. O cu tava quente, pulsando em volta da minha rola. Comecei a foder devagar, depois mais rápido, batendo fundo. A Júlia gritava de prazer, uma mão esfregando o grelinho enquanto eu arrombava o cu dela. - Isso, arromba meu cu… mete essa pica grossa no meu rabo… eu tô gozando de novo só com teu pau no meu cu! Ela gozou outra vez, o cu apertando tanto que quase me fez ejacular ali. Eu segurei, tirei a pica do cu dela com um ploc molhado e enfiei de novo na buceta, alternando os buracos. Ela tava delirando. - Troca de buraco assim… fode minha buceta, depois meu cu… eu sou tua vadia completa. Eu continuei assim por um tempão, alternando buceta e cu, metendo forte, dando tapas na bunda dela que ficava vermelha. O suor escorria pelo corpo dos dois, o cheiro de sexo enchia a sala inteira. O notebook ainda rodava pornô, agora um vídeo de gangbang, e isso só deixava a gente mais louco. Eu deitei ela de lado no sofá, levantei uma perna dela e meti na buceta de novo, fundo, esfregando o grelinho com os dedos. Ela me olhava nos olhos, a boca aberta, gemendo sem parar. - Goza dentro de mim… enche minha buceta de porra quente… eu quero sentir teu leite escorrendo da minha xota. Eu não aguentei mais. Meti fundo umas dez vezes seguidas, sentindo as bolas apertarem, e gozei jorrando forte dentro da buceta dela. Jato atrás de jato, enchendo tudo. Ela gozou junto, o corpo tremendo, a buceta sugando minha pica como se quisesse tirar até a última gota. A gente ficou ali, ofegante, minha pica ainda dentro dela, o pornô ainda tocando baixinho. Ela virou o rosto, sorriu safada e falou com a voz rouca de quem tinha sido bem comida. - Agora toda vez que eu ligar esse notebook eu vou lembrar da tua pica arrombando minha buceta e meu cu. Tu vai voltar aqui pra consertar de novo, né? Eu ri, ainda enterrado nela, sentindo o gozo escorrendo pela coxa dela. - Pode deixar… eu volto sempre que tu quiser assistir pornô comigo. E da próxima vez eu trago mais vírus só pra gente repetir essa sacanagem toda. A gente ficou ali mais um tempo, beijando molhado, as mãos ainda se tocando, a respiração pesada voltando devagar. Eu sabia que não ia conseguir parar de pensar nela nunca mais. Aquela tarde mudou tudo. Toda vez que eu via a Júlia, só conseguia imaginar a buceta molhada, o cu apertado e aquela boca safada engolindo minha pica. E ela, pelo jeito que me olhava depois, também não conseguia esquecer a pica do cunhado metendo sem dó.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.