A trilha com minha irmã que quase deu ruim!

Eu sou o Jonas, tenho só 18 anos e a vida toda tive essa coisa pela Allana, minha irmã mais velha de 30, pois ela sempre cuidou de mim, me dando banho, me arrumando e tal, e crescendo assim com tanta aproximação com ela, acabei me tornando obcecado por Allana. Ela é ruiva de verdade, cabelo longo que parece fogo quando solto, corpo de quem malha sem exagero mas fica com aquela bunda empinada e coxas grossas que fazem qualquer um babar. Um dia ela me liga do nada e fala assim:
- Ei, Jonas, tá a fim de fazer uma trilha comigo? Tem uns geocaches novos lá na floresta, a gente sai da cidade umas quatro horas, eu levo comida pra você e tudo.
Eu senti o pau já dar uma mexida só de ouvir a voz dela. Sabia que ela tava solteira de novo, que tinha se mudado pra um apê mais perto da gente e que, no fundo, eu sempre quis algo a mais com ela. Aceitei na hora, claro. No dia marcado ela passou me buscar de carro, comprou um lanche gorduroso pra mim no drive-thru e a gente saiu conversando besteira como sempre. Ela tava vestida pra matar: leggings pretas coladas pra caralho, marcando cada curva da bunda e da buceta, blusa preta justa que deixava os mamilos marcadinhos quando esfriava, e por cima uma jaqueta puffer preta que ela tirou rapidinho quando o sol bateu. O cabelo ruivo preso num rabo de cavalo alto, balançando a cada passo. Eu já tava de pau meio duro só de olhar.
Chegamos na trilha e a floresta tava vazia pra porra, só nós dois. Eu deixei ela ir na frente de propósito. Caminhando atrás, uns dois metros, eu ficava hipnotizado com o jeito que a bunda dela balançava dentro da legging. A calcinha fio-dental preta dava pra ver perfeitamente por baixo do tecido fino, o contorno da buceta marcadinho, o risco do cu aparecendo quando ela dava um passo maior. Meu pau latejava dentro da cueca. Eu ficava um pouco atrás e enfiava a mão na calça de moletom, apertando a pica por cima do tecido, sentindo ela crescer, grossa, latejando, a cabeça já babando um pré-gozo que molhava a cueca.
Em certo ponto ela parou pra procurar o geocache, se abaixou toda, empinando aquela bunda redonda bem na minha cara. O cu dela tava ali, quase roçando meu nariz se eu chegasse mais perto. Eu não aguentei. Fiquei olhando fixo pro risco da buceta dela esticando a legging, imaginando como devia ser quentinha, molhada, cheirando a mulher. Minha mão entrou mais fundo na calça, peguei a pica toda e comecei a bater uma punheta lenta, o som molhado da pele contra pele quase sumindo com o barulho do vento nas árvores.
- Aqui, achei um! – ela gritou, rindo, sem virar pra trás.
Eu tirei a mão rapidinho, o pau latejando, a ereção enorme marcando o moletom. A gente continuou. Mais uns trechos ela se abaixou de novo, quatro ou cinco vezes, e cada vez eu me masturbei mais forte, olhando aquele cu e aquela buceta embalados na legging. Meu saco tava pesado, cheio, doendo de tesão.
Quando a gente voltou pro carro, eu pensei: que se dane. Falei que ia fazer xixi e voltei uns metros na mata. Tirei a cueca toda, enfiei no bolso da jaqueta e voltei só de moletom. A pica agora ficava bem mais visível, balançando solta, a cabeça grossa marcando o tecido cinza. Entrei no carro do lado dela. Allana já tava no banco do motorista, ligando o ar-condicionado.
A gente saiu dirigindo e eu não aguentei. Peguei o celular, abri um vídeo de pornô incestuoso bem explícito – irmão comendo a irmã mais velha, bem parecido com a gente – e coloquei o volume baixinho. Enquanto assistia, enfiei a mão no moletom e comecei a bater punheta devagar, mas sem esconder muito. A pica tava dura pra caralho, veias saltadas, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Eu sabia que ela ia ver. E viu. Os olhos dela desceram pro meu colo duas vezes, mas ela não falou nada. Só continuou dirigindo, mordendo o lábio de leve.
Chegamos no segundo ponto da floresta, mais fechado ainda, trilhas estreitas onde a gente tinha que passar um atrás do outro. Eu fui atrás dela de novo. Cada vez que ela se abaixava pra passar por baixo de um galho ou pra procurar o cache, meu rosto ficava a menos de vinte centímetros daquela bunda. Eu sentia o cheiro dela, suor misturado com perfume doce. Meu pau tava uma rocha. Eu me masturbava caminhando, a mão toda dentro do moletom agora, batendo punheta firme, o som molhado de pele contra pele ecoando baixo.
A ereção tava tão óbvia que o moletom parecia uma barraca. Quando ela virou de lado pra me mostrar uma coisa no mapa, os olhos dela pararam direto na minha pica. Ela viu tudo. Não disse porra nenhuma. Só continuou.
Num momento ela se abaixou pra escrever no papel do geocache e tirar foto, empinando o cu bem na minha direção. Eu fiquei ali, a menos de um metro, e comecei a bater punheta rápido, forte, o barulho quase alto demais. A mão subia e descia no pau grosso, o pré-gozo escorrendo pelos dedos. Ela parou, virou a cabeça um pouco e falou:
- Você também tá ouvindo esse barulho de passos rápidos? Parece alguém correndo ali atrás...
Eu fingi desentendido, o coração martelando, a pica latejando na mão:
- Não, não tô ouvindo nada não. Deve ser o vento nas folhas, mana.
Ela riu, deu de ombros e continuou. Eu não parei. Fui mais ousado ainda. Quando ela tava de costas, enfiei a mão toda no moletom, puxei o pau pra fora do cós só a cabeça e bati punheta normal, sem disfarce, olhando aquele cu redondo, imaginando como seria enfiar minha pica ali, sentir a buceta dela engolindo tudo, o grelinho inchado roçando na minha virilha.
A gente achou os caches todos. No caminho de volta pra cidade, paramos numa lojinha e ela me comprou um cupcake de chocolate. No carro de novo, eu comia e deixava migalhas caírem de propósito no banco entre minhas pernas. Quando ela olhou pro banco pra ver o que era, os olhos dela caíram direto na minha ereção de novo. O pau tava apontando pra cima, marcando o moletom molhado de pré-gozo, latejando visível.
Ela riu, limpou as migalhas com a mão e falou casualmente:
- Tá sujando meu carro todo, hein, Jonas. Come direito, garoto.
A gente continuou conversando normal, mas eu sabia que ela tinha visto tudo. E não se importou. Isso me deixou louco de tesão. No caminho pra casa dela, que ficava perto agora que tinha se mudado, eu fiquei mais óbvio ainda. A mão dentro do moletom, batendo punheta lenta, o pau todo pra fora quase, a cabeça brilhando. Ela olhou de canto de olho, viu o movimento da minha mão subindo e descendo.
Perto da casa dela, ela parou o carro num sinal e perguntou, com a voz um pouco rouca:
- Tá tudo bem, Jonas? Você parece ansioso pra caralho... tá mexendo a mão assim o tempo todo.
Eu tentei disfarçar, o rosto queimando, mas o pau ainda latejando:
- Ah, nada não, mana. Só tô com uma náusea leve, sei lá, deve ser o lanche. Mas passou já.
Ela não pareceu acreditar muito. Só sorriu de lado, aquele sorriso que eu conhecia desde pequeno, e falou:
- Beleza então. Mas vai ter uma próxima vez pra pegar mais geocaches, hein. Eu gostei de fazer com você. Foi... diferente.
Eu quase gozei ali só de ouvir. Ela deixou eu em casa e foi embora. Eu entrei no quarto, tirei o moletom e bati a maior punheta da minha vida, gozando litros pensando nela, na bunda empinada, no cu e na buceta que eu vi tão de perto, na cara dela olhando pra minha pica dura sem falar nada. Eu queria ter chegado mais perto, ter encostado a cabeça da pica naquela legging, ter mostrado descaradamente, ter fingido que era sem querer só pra ver até onde ela deixava.
Mas a próxima trilha tá marcada. E eu já sei: vou sem cueca de novo, vou bater punheta mais perto, vou deixar ela ver tudo. E quem sabe, um dia, ela para de fingir que não vê e me manda enfiar logo essa pica na buceta dela, no cu, no grelinho inchado que eu tanto imaginei. Porque aquela trilha deu ruim pra caralho... e eu quero que dê mais ruim ainda.
Depois disso, os dias passaram lentos pra porra. Eu não conseguia parar de pensar na Allana. Toda noite eu batia punheta revivendo cada segundo: o jeito que a legging marcava a fenda da buceta dela quando ela se abaixava, o cheiro de suor feminino misturado com o perfume dela que ficava no ar quando eu tava com o rosto perto daquela bunda. Meu pau ficava duro só de lembrar do barulho que minha mão fazia batendo punheta atrás dela, rápido, molhado, e ela perguntando sobre “passos rápidos”. Eu gozava imaginando que ela sabia exatamente o que era e que, no fundo, tava molhando a calcinha também.
No dia seguinte ela me mandou mensagem:
- Ei, irmãozinho, já tá pensando na próxima trilha? Achei uns geocaches mais difíceis, com trechos bem fechados. Vai ser bom pra gente se divertir de novo.
Eu respondi na hora, o pau já duro só de ler:
- Claro, mana. Tô louco pra ir. Qualquer dia que você quiser.
Ela mandou um emoji de risada e um coração. Meu coração quase saiu pela boca. Eu fiquei o resto do dia fantasiando. Imaginei a gente na mata de novo, eu atrás dela, mas dessa vez mais ousado. Eu ia encostar a pica dura por cima da legging, fingindo que era sem querer quando ela parasse. Ia deixar o pré-gozo molhar o tecido preto. Ia bater punheta com a cabeça da pica quase roçando no cu dela. E talvez, só talvez, ela virasse, olhasse pra baixo e falasse baixinho:
- Jonas... que porra é essa que você tá fazendo com essa pica dura perto da sua irmã?
Mas em vez de brigar, ela ia morder o lábio, olhar pros lados pra ver se ninguém tava vendo e puxar a legging pra baixo só o suficiente pra mostrar a buceta molhada, o grelinho inchado brilhando. Eu ia enfiar devagar, sentindo cada centímetro quente e apertado, enquanto ela gemia baixinho:
- Vai, mete essa pica grossa na buceta da mana... eu vi você batendo punheta o dia todo, sabia? Queria isso desde que você ficou atrás de mim na trilha.
Eu gozava litros só de imaginar. E a mensagem dela confirmando a próxima trilha só aumentou o fogo. Eu já tava planejando tudo: moletom fino, sem cueca, celular carregado com mais pornô de irmão e irmã, e uma garrafa de lubrificante no bolso só por via das dúvidas. Porque daquela vez eu não queria só olhar e bater punheta. Eu queria sentir. Queria que ela sentisse também.
A espera foi uma tortura deliciosa. Cada vez que eu via a foto dela no WhatsApp, aquele rabo de cavalo ruivo, o sorriso safado, eu apertava o pau por cima da calça e sussurrava sozinho:
- Porra, Allana, você não faz ideia do que eu quero fazer com essa buceta e esse cu.
E eu sabia que ela tinha visto tudo. Tinha visto minha pica dura, o movimento da mão, o pré-gozo molhando o moletom. E mesmo assim marcou a próxima trilha. Isso só podia significar uma coisa: ela queria tanto quanto eu. A trilha ia dar ruim de novo. Mas dessa vez ia ser muito, muito mais safada.
Eu mal podia esperar pra enfiar a cara naquela bunda de novo, bater punheta olhando o cu dela piscar por baixo da legging e quem sabe, finalmente, ouvir ela gemer meu nome enquanto eu metia fundo.
Fim... por enquanto......pois ainda temos a parte 2!

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
A trilha com minha irmã que quase deu ruim!

Codigo do conto:
258045

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
28/03/2026

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