Irmã foi tirar satisfação após eu a flagrar se acabando na siririca!

A casa ainda estava silenciosa naquela manhã de sábado, o sol mal tinha entrado pela janela do corredor quando minha mãe gritou lá de baixo. - Acorda os seus irmãos, vai, antes que eu suba aí e faça isso na marra. Eu me levantei da cama devagar, o corpo ainda pesado de sono, mas o pau já meio duro só de lembrar dos sonhos safados que tive a noite toda. Meu irmão e eu dividíamos o quarto, então foi fácil. Dei um tapa na perna dele e falei baixo. - Levanta, porra, mãe tá chamando. Ele resmungou, virou pro lado e eu soube que ia demorar uns minutos, mas pelo menos o trabalho estava meio feito.
Agora vinha a parte complicada. O quarto da minha irmã ficava bem do lado, e ela sempre fazia um escândalo pra acordar, gritando, se esticando, jogando o travesseiro. Eu sabia que tinha que ser silencioso pra não levar bronca dela logo cedo. Empurrei a porta devagar, só uma fresta, o suficiente pra enfiar a cabeça e chamar. Mas o que eu vi me paralisou no lugar. Meu Deus do céu. Lá estava ela, minha irmã, deitada de costas na cama bagunçada, as pernas bem abertas, os joelhos dobrados e os pés plantados no colchão. A camisola fina estava toda levantada até a barriga, expondo a buceta lisinha, depilada, brilhando de tanto tesão. Os dedos da mão direita dela estavam enfiados fundo, dois deles indo e voltando devagar, enquanto o polegar esfregava o grelinho inchado em círculos rápidos. A outra mão apertava um dos seios com força, o mamilo duro sendo torcido entre os dedos, a pele clara ficando vermelha do aperto.
Ela não me viu. Os olhos dela estavam semicerrados, revirando de prazer, a boca entreaberta soltando gemidinhos baixos que faziam meu pau pulsar dentro da cueca. - Ahhh... porra... que delícia... mais fundo... sussurrava ela sozinha, a voz rouca de sono e tesão misturados. O corpo tremia inteiro, as coxas se apertando de vez em quando como se quisesse prender os dedos ali. Eu conseguia ouvir o barulhinho molhado, aquele som de buceta encharcada sendo dedada, os dedos saindo e entrando cobertos de um creme branco que escorria pela bundinha dela. Fiquei ali, congelado, assistindo. Seis minutos inteiros. Seis minutos que pareceram uma eternidade. Meu pau ficou tão duro que doía, latejando contra o tecido, uma mancha de pré-gozo já molhando a cueca. Eu imaginava o gosto daquela buceta, o cheiro doce e safado que devia estar saindo dela, o calor apertando minha pica grossa.
Ela gemia mais alto agora, o quadril subindo e descendo contra a própria mão. - Caralho... eu tô tão molhada... queria uma pica aqui dentro... me fodendo bem forte... Os seios balançavam com o movimento, os mamilos rosados e duros, pedindo pra serem chupados. O cu dela piscava de leve toda vez que os dedos afundavam na buceta, como se também quisesse atenção. Eu não conseguia desviar o olhar. Queria entrar, fechar a porta, tirar a cueca e enfiar tudo de uma vez naquela bucetinha que brilhava pra mim. Meu coração batia tão forte que eu tinha medo que ela ouvisse. Mas ela estava perdida no prazer, os olhos revirando de novo, o corpo arqueando, os dedinhos acelerando no grelinho inchado.
De repente os olhos dela se abriram direto pra porta. Ela me viu. O grito saiu baixo primeiro, depois mais alto. - Que porra é essa? Sai daqui seu pervertido do caralho. - Ela puxou a camisola pra baixo num susto, mas as pernas ainda tremiam, a buceta ainda brilhando entre as coxas fechadas. Fechei a porta rápido, o coração na boca, e voltei pro meu quarto com o pau latejando tanto que eu mal conseguia andar. Fiquei ali sentado na cama, a imagem dela gravada na cabeça, a mão já descendo pra apertar a pica por cima da cueca. Porra, eu só queria que ela tivesse me chamado pra entrar, que tivesse dito pra eu foder ela ali mesmo.
Não deu nem cinco minutos e eu ouvi a porta do quarto dela abrir de novo. Passos leves no corredor. Ela parou na porta do meu quarto, que eu tinha deixado entreaberta. Meu irmão ainda estava dormindo, roncando baixo. Ela empurrou a porta devagar e entrou, fechando atrás de si com um clique. Estava só de camisola, o tecido fino marcando os seios, os mamilos ainda duros. O rosto dela estava vermelho, mas não era só de vergonha. Tinha tesão nos olhos. - Você tava me olhando o tempo todo, né? - disse ela baixinho, a voz rouca. - Vi sua cara na fresta da porta. Sua pica tava dura pra mim, irmão? Confessa.
Eu engoli seco. Não consegui mentir. - Tava sim. Você tava tão gostosa dedando essa bucetinha... eu queria ter entrado e te ajudado. - Ela deu um passo mais perto, mordendo o lábio inferior. A camisola subiu um pouco nas coxas, mostrando que ela não tinha colocado calcinha. - Então por que não entrou, seu safado? Eu tava pensando numa pica grossa enquanto me tocava. Queria uma mesmo que fosse a sua. - As palavras dela me acertaram como um soco no estômago. Meu pau deu um pulo. Ela viu e sorriu, maliciosa. - Olha só como você fica duro só de ouvir. Vem cá. Fecha a porta direito.
Eu me levantei rápido, tranquei a porta e me virei pra ela. Ela já tinha tirado a camisola pela cabeça, jogando no chão. Os seios livres, firmes, os mamilos apontando pra mim. A buceta inchada, os lábios molhados brilhando. - Olha o que você fez comigo. Tô pingando. - Ela abriu as pernas um pouco, passando o dedo no grelinho e mostrando pra mim. - Quer provar?
Não esperei nem um segundo. Caí de joelhos na frente dela, agarrei as coxas macias e enfiei o rosto naquela buceta quente. O cheiro era doce e safado, o gosto salgado e delicioso. Lambi tudo, da entrada do cu até o grelinho, chupando forte. Ela agarrou meu cabelo. - Isso, irmão... chupa minha bucetinha... lambe esse grelinho inchado... ahhh porra, você faz melhor que meus dedos. - A língua eu enfiava fundo, sentindo ela apertar, o mel escorrendo pela minha boca. Ela rebolava contra meu rosto, gemendo baixo pra não acordar ninguém. - Me fode com a língua... enfia bem fundo... caralho, eu tô louca pra gozar na sua boca.
Eu chupava sem parar, dois dedos entrando na buceta enquanto a língua girava no grelinho. Ela tremia toda, as pernas fraquejando. - Tô gozando... porra... não para... - O corpo dela convulsionou, a buceta apertando meus dedos, um jato quente molhando meu queixo. Ela gozou forte, gemendo abafado, o cu piscando contra minha mão que apertava a bunda.
Quando ela parou de tremer, me puxou pra cima. - Tira essa cueca. Quero ver essa pica que tava dura me olhando. - Eu obedeci. O pau pulou pra fora, grosso, veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-gozo. Ela lambeu os lábios. - Caralho, irmão... que pica linda. Maior que eu imaginava. - Ela se ajoelhou rápido, segurou a base e enfiou na boca quente. Chupou fundo, a língua girando na cabeça, engolindo até a garganta. - Gluck... gluck... - o som molhado enchia o quarto. Ela cuspia na pica, lambia as bolas, chupava o cu com a língua enquanto batia punheta. - Gostosa essa rola... quero que me foda agora. Me rasga com essa pica.
Eu a levantei, joguei na cama de quatro. A bunda empinada, a buceta aberta pingando. Segurei a pica e esfreguei na entrada. - Quer mesmo, irmã? Quer que eu te foda? - Ela olhou pra trás, os olhos cheios de tesão. - Enfia logo, porra. Me fode como se fosse o último dia da vida. - Eu meti tudo de uma vez. A buceta apertou forte, quente, molhada. - Ahhh caralho... que buceta gostosa... - Comecei a meter forte, as bolas batendo na bunda dela, o som de tapa ecoando. Ela rebolava contra mim. - Isso... me fode... rasga minha bucetinha... mais forte, irmão... me usa como sua putinha.
Eu metia sem parar, segurando o cabelo dela, dando tapas na bunda que ficava vermelha. Ela gemia alto agora, sem se importar. - Tô sentindo você todo dentro... sua pica tá batendo no fundo... porra, eu amo. - Mudei de posição, deitei ela de lado, uma perna pra cima e meti de novo, mais fundo. Os seios balançavam, eu chupava um mamilo enquanto socava. O suor escorria nos nossos corpos. Ela gozou de novo, apertando a pica, o creme branco escorrendo pela minha rola.
- Quero no cu agora - ela pediu, a voz rouca. - Me arromba o cu com essa pica. - Eu cuspi na mão, passei na cabecinha e no cuzinho piscando dela. Empurrei devagar, sentindo o anel apertar. - Devagar... ahhh... tá entrando... que delícia... - Quando entrei todo, comecei a meter ritmado. O cu dela era mais apertado, quente pra caralho. - Me fode o cu... enfia fundo... sou sua putinha de cu... - Eu acelerava, o dedo no grelinho dela ao mesmo tempo. Ela gozava sem parar, o corpo tremendo.
Viramos pra missionário. Eu em cima, olhando nos olhos dela enquanto metia na buceta de novo. - Olha pra mim enquanto eu te fodo. Goza na minha pica de novo. - Os olhos dela reviravam, a boca aberta. - Tô gozando... porra... enche minha buceta de porra... goza dentro... - Eu não aguentei. Senti o gozo subindo, meti fundo e explodi. Jatos grossos enchendo a buceta dela, escorrendo pra fora enquanto eu continuava socando. - Toma minha porra, irmã... enchei essa bucetinha...
Ficamos ali, ofegantes, suados, a pica ainda dentro dela pulsando. Ela sorriu, beijou minha boca. - Isso foi só o começo. Amanhã a gente faz de novo. E depois... e depois... - Eu sabia que nada seria igual. Aquela buceta, aquele cu, aquela irmã safada agora eram meus. E eu ia foder ela sempre que pudesse, com toda a intensidade, sem poupar nada.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Irmã foi tirar satisfação após eu a flagrar se acabando na siririca!

Codigo do conto:
258049

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
28/03/2026

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