Peripécias sexuais com minha mãe e minha tia!

Eu nunca imaginei que ia viver uma loucura dessas. Quando a gente saiu do Egito, a família tava dura pra porra. Minha mãe, com aquele jeito forte dela, decidiu trazer a irmã mais nova junto pra ajudar nas contas e na casa nova. Tia Lina tinha 28 anos na época, corpo de mulher feita, peitos grandes que balançavam quando ela ria, bunda empinada e um sorriso que já deixava qualquer um com a pica latejando. Ela morou com a gente uns dez anos seguidos. A casa era pequena, todo mundo dormia cedo – pai roncando, irmão e as duas irmãs apagados. Menos eu e ela. A gente ficava na sala, luz baixa da TV, assistindo filme atrás de filme até de madrugada.
Uma noite, não lembro qual filme era, a gente começou a brincar de luta no sofá. Era brincadeira boba, eu fingindo dar chave de braço, ela rindo e se defendendo. De repente ela fez um movimento rápido, esticou a mão e agarrou bem na minha virilha pra me fazer desistir. O calor da palma dela apertando meu pau por cima da calça fina foi tão bom que eu congelei. Em vez de soltar, eu coloquei minha mão por cima da dela e comecei a mexer devagar, pressionando a pica que já tava meia dura contra os dedos dela.
- Ah, você gosta disso, né? – ela sussurrou, a voz rouca, surpresa misturada com tesão. – Olha só como tá ficando duro rapidinho...
Ela não tirou a mão. Pelo contrário, apertou mais, massageou por cima do pano, sentindo a cabeça inchando. Eu soltei um gemido baixo e subi a outra mão direto pros peitos dela, apalpando por cima da blusa fina. Os bicos endureceram na hora, grandes, quentes. Ela arqueou as costas, mas de repente parou tudo, tirou a mão como se tivesse queimado.
- Não, para... isso não pode, eu me sinto muito culpada – ela disse, ofegante, levantando do sofá e indo pro quarto dela. Eu fiquei lá com a pica latejando, coração disparado, sabendo que tinha acabado de cruzar uma linha.
Mas eu não conseguia parar de pensar naquilo. No dia seguinte, na outra noite, na outra... eu instigava. Sentava perto, encostava a perna na dela, passava a mão “sem querer” na coxa. Às vezes ela dizia - Não, para com isso, sou sua tia – mas o corpo traía. Uma semana depois ela cedeu de novo. Dessa vez a gente tava vendo um filme de ação, luz apagada. Eu coloquei a mão dela de volta na minha pica, já dura pra caralho. Ela massageou por cima da calça, depois enfiou a mão dentro, pegou a vara grossa e começou a bater punheta devagar, polegar roçando a cabeça melada de pré-gozo.
- Caralho, como você tá grande... – ela murmurou. – Tá latejando na minha mão, olha isso.
Eu não aguentei, subi a mão pela saia dela, encontrei a buceta já molhada, sem calcinha. Dedo escorregando nos lábios inchados, roçando o grelinho que tava durinho. Ela gemeu baixinho, abriu as pernas. A gente ficou assim um tempão, se masturbando um no outro, até ela gozar tremendo, buceta apertando meu dedo. Depois ela parou de novo, culpada pra caralho, mas a semente já tava plantada.
Com o tempo as noites viraram ritual. A gente começava com massagem inocente nos pés, nas costas, mas sempre acabava na pica e na buceta. Roupas saíam devagar. Primeiro só a blusa dela, eu chupando aqueles peitos pesados, mamilos marrons na minha boca, sugando forte enquanto ela batia punheta em mim. Depois a calça, a calcinha. Uma noite ela ficou completamente nua no sofá, pernas abertas, buceta depilada brilhando de tesão.
- Vem, lambe a buceta da tia – ela mandou, voz safada. – Quero sentir sua língua no meu grelinho.
Eu me ajoelhei, enfiei o rosto entre as coxas dela. Cheiro forte de mulher excitada, gosto salgado e doce ao mesmo tempo. Língua rodando no grelinho, dois dedos enfiados fundo na buceta que esguichava. Ela gozou na minha boca, apertando minha cabeça com as coxas. Depois me puxou pra cima, abriu a boca e engoliu minha pica até o fundo, garganta apertando a cabeça enquanto eu fodia a boca dela devagar.
- Chupa gostoso, tia... engole essa pica toda – eu gemia.
A gente começou a foder de verdade. No sofá, ela cavalgando devagar, buceta quente engolindo minha pica centímetro por centímetro, peitos balançando no meu rosto. Eu apertava a bunda dela, dedo roçando o cuzinho piscando. Depois ela virava de quatro, eu metia fundo, bolas batendo na buceta molhada, som molhado ecoando na sala escura. Uma noite eu pedi o cu. Ela cuspiu na mão, passou na rola, posicionou a cabeça grossa no anel apertado e desceu devagar.
- Ai, caralho, tá abrindo meu cu... mete devagar primeiro, filho da puta – ela gemeu, dor misturada com prazer.
Eu entrei todo, cu dela apertando minha pica como um punho quente. Fodemos assim até eu gozar dentro, enchendo o intestino de porra quente. Ela gozou esfregando o grelinho, corpo tremendo inteiro.
A gente fazia isso quase toda noite. Às vezes rápido, só uma punheta ou boquete. Outras vezes horas, trocando de posição, lambendo cu, chupando buceta, 69 no chão da sala. O cheiro de sexo ficava no ar até o dia seguinte.
Até que uma noite minha mãe acordou. Ela desceu a escada silenciosa e nos pegou no flagra: eu sentado no sofá, tia Lina de quatro no meu colo, pica enterrada até o talo na buceta dela, metendo forte enquanto ela quicava, peitos pulando, gemendo baixinho - Isso, mete nessa buceta da tia, goza dentro...
Mamãe ficou paralisada na porta da sala.
- Que porra é essa?! – ela gritou, voz cheia de choque e raiva.
Tia Lina pulou de cima de mim, pica saindo com um ploc molhado, porra escorrendo pela coxa dela. Mamãe e tia entraram numa briga enorme na cozinha. Gritos, acusações: - Sua vadia, tá comendo meu filho! – mamãe berrava. Tia respondia - Ele que quer, mana, e você sabe que ele tem uma pica deliciosa! – coisas assim por meia hora. No fim tia foi pro quarto dela chorando, eu me vesti correndo e mamãe me olhou com decepção no fundo dos olhos.
Mas ela não contou pro pai. E dois dias depois pegou de novo. Dessa vez só ficou olhando um segundo, virou as costas e foi embora sem dizer nada. A gente continuou, mais cuidadoso, mas o tesão era maior que o medo.
A virada aconteceu umas semanas depois. Mamãe ficou acordada de propósito, sentou na poltrona do canto da sala fingindo ler um livro. Tia Lina sentou do meu lado no sofá, mão já dentro da minha calça, pegando a pica dura.
- Olha só, mana – tia disse alto o suficiente pra mamãe ouvir. – Vê como o garoto fica duro rapidinho pra mim.
Mamãe ergueu os olhos, rosto vermelho.
- Para com isso, Lina, sua puta doente – ela sussurrou, mas não levantou.
Tia sorriu, tirou minha calça, pica pulando pra fora, veia latejando.
- Vem assistir então. Só olhar. Ele adora quando eu chupo ele.
Ela se abaixou e engoliu minha pica até as bolas, garganta trabalhando, baba escorrendo. Mamãe ficou lá, olhos grudados, pernas apertadas uma na outra. Tia chupava devagar, olhando pra irmã, depois soltou a pica com um pop.
- Tá molhada, mana? Aposto que sua buceta tá pingando só de ver.
Mamãe negou com a cabeça, mas ficou. Assistiu a tia cavalgar minha pica, buceta engolindo tudo, gemendo - Ai, que pica grossa, me arromba...
Nas noites seguintes foi a mesma coisa. Mamãe sentava na poltrona, cada vez mais perto, olhos brilhando de tesão enquanto tia e eu fodíamos na frente dela. Uma noite tia convenceu:
- Vem, mana. Toca nele. Prova. Ele é seu filho, mas olha como ele quer. A pica dele tá implorando.
Mamãe hesitou, mão tremendo, mas esticou os dedos e pegou minha pica, ainda molhada da buceta da tia. Apertou, subiu e desceu devagar.
- Meu Deus... tá tão quente, tão dura – ela murmurou.
Tia riu, puxou mamãe pra perto e beijou ela na boca, língua enfiada. Mamãe resistiu dois segundos e depois correspondeu, gemendo. Eu assisti as duas se beijando, mãos nos peitos uma da outra, blusas saindo. Peitos da mamãe eram parecidos com os da tia, só um pouco mais caídos, mamilos escuros. Tia chupou um, mamãe gemeu alto.
- Chupa o peito da sua irmã, vai – eu disse.
Aí tia empurrou mamãe pra baixo. Mamãe abriu a boca e engoliu minha pica pela primeira vez. Calor de mãe, boca experiente, língua rodando na cabeça enquanto tia lambia minhas bolas.
- Isso, mama o filho, mana. Engole fundo – tia incentivava.
A partir daquela noite o ménage à trois nasceu de verdade. A gente parou de fingir. Noite após noite, as duas me usavam e se usavam. Eu sentava no sofá, mamãe cavalgando minha pica, buceta apertada e molhada, peitos balançando no meu rosto enquanto eu chupava. Tia sentava na minha cara, esfregando a buceta na minha língua, grelinho duro roçando meu nariz.
- Ai, filho, mete fundo na buceta da mamãe... me enche de porra – mamãe gemia, quicando forte, som de pele molhada batendo.
Tia se inclinava e chupava os peitos da irmã enquanto eu metia. Depois trocavam: tia de quatro no sofá, eu fodendo o cu dela enquanto mamãe debaixo, lambendo minha pica entrando e saindo do cu da tia, língua no grelinho da irmã.
- Lambe o cu da tia enquanto eu arrombo, mamãe – eu mandava.
Elas faziam 69 na minha frente, buceta uma na boca da outra, gemendo, suco escorrendo no queixo. Eu metia na buceta da que tava por cima, alternando, gozando dentro de uma, depois da outra. Às vezes as duas de joelhos, chupando minha pica juntas, línguas se encontrando na cabeça, babando, pedindo porra.
- Goza na nossa cara, filho... pinta as duas putas da família – elas pediam.
Uma noite eu fodi o cu da mamãe pela primeira vez. Ela de quatro no tapete, tia segurando as bandas abertas, cuspindo no cuzinho piscando.
- Vai devagar, amor, o cu da mamãe é apertado – ela pediu.
Eu entrei, centímetro por centímetro, sentindo o anel apertar minha pica. Quando tava todo dentro, comecei a meter forte, bolas batendo na buceta molhada dela. Tia enfiou dois dedos na buceta da irmã, roçando o ponto G enquanto eu arrombava o cu.
- Ai, caralho, tá me rasgando o cu... mas continua, não para! – mamãe gritava de prazer.
Elas se beijavam o tempo todo, línguas enroladas, chupando peitos uma da outra enquanto eu alternava buracos. Oito anos assim. Oito anos de buceta, cu, boca, porra escorrendo, gemidos abafados pra não acordar o resto da casa. A gente aprendeu todos os truques: dupla penetração com dedos, elas sentadas uma no pau e outra no rosto, corridas de quem gozava primeiro, noites inteiras sem dormir só fodendo.
Era glorioso. Mamãe e tia se amando tanto quanto me amavam. Eu via as duas se comendo com vontade, buceta na boca, dedo no cu, gemendo - Chupa meu grelinho, mana, me faz gozar na sua cara. Depois me chamavam pra juntar, pica no meio das duas bocas, ou metendo em uma enquanto a outra lambia tudo.
Quando tia Lina decidiu se mudar, depois de oito anos, a gente sentiu um vazio. A última noite foi épica. As duas se vestiram só com lingerie transparente, me levaram pro quarto da mamãe. Ficamos lá até o sol raiar. Eu gozei quatro vezes: uma na buceta da mamãe, uma no cu da tia, uma na boca das duas e a última pintando os peitos enquanto elas se beijavam com porra na língua.
- Nunca vamos esquecer disso, filho – mamãe disse no final, limpando a porra do queixo.
- Foi a melhor coisa que aconteceu na nossa vida – tia completou, beijando a irmã e depois a mim.
Elas se mudaram, a vida seguiu, mas aquelas noites ficaram gravadas na minha pele pra sempre. O cheiro de buceta molhada, o gosto de cu, o som da pica batendo fundo, os gemidos de - mete mais, arromba essa buceta, goza dentro da tia... Tudo isso ainda me acorda duro no meio da noite. Foi real. Foi sujo. Foi perfeito.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Peripécias sexuais com minha mãe e minha tia!

Codigo do conto:
258056

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
28/03/2026

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