Vazou nudes de meu irmão e acabei ficando alucinada com o tamanho do seu pau!

Eu tinha vinte anos e meu irmão Lucas acabara de fazer dezoito. A gente morava na mesma casa desde sempre, mas ultimamente o ar entre nós tinha ficado pesado, daquele jeito que não dá pra fingir que é só coisa de família. Ele me chamava de gostosa quando passava por mim no corredor, voz baixa pra ninguém ouvir, e eu respondia com um sorrisinho, usando aqueles shorts minúsculos de algodão que mal cobriam metade da minha bunda. A calcinha aparecia por baixo, a curva da minha buceta marcando o tecido fino, e eu sabia que ele olhava. Sabia que ele ficava duro. A tensão tava ali, cozinhando devagar, todo dia.
Aí veio a bomba. Semana passada a ex dele, aquela vadia ciumenta, vazou os nudes dele no grupo da galera. Minha amiga me mandou a mensagem no meio da tarde: - Seu irmão é dotado, hein? Olha isso aqui, puta merda.
Abri a foto e meu coração quase parou. O pau do Lucas era um monstro. Uns trinta centímetros de pica grossa pra caralho, veias saltadas por toda a extensão, latejando como se tivesse vida própria. A cabeça era gorda, roxa, brilhando, maior que a palma da minha mão. Ele tava pelado no banheiro, 1,93m de altura, corpo todo sarado, tanquinho marcado, peito largo, e aquele pauzão pendurado entre as pernas parecia uma arma pronta pra destruir qualquer buceta. Eu salvei todas as fotos no meu celular, fechei o quarto, tranquei a porta e me joguei na cama.
Tirei a roupa correndo. Minha buceta já tava molhada só de olhar. Sentei de pernas abertas, espelho na frente pra me ver toda, e comecei a me tocar. Dois dedos no grelinho, circulando devagar, apertando. - Ah, Lucas... sua pica grossa... me fode com ela... - gemi baixinho, mordendo o lábio. Imaginei ele me prendendo contra a parede, mão grande no meu pescoço, sufocando devagar enquanto enfiava aquele monstro na minha garganta. Eu engasgaria, baba escorrendo, lágrimas nos olhos, e ele ia rir: - Engole tudo, mana, engole essa pica até o fundo do seu cu.
Gozei gritando o nome dele no travesseiro, corpo tremendo, gozo escorrendo pela coxa. Foi tão forte que fiquei ofegante por minutos. E desde então virou rotina. Toda noite, depois que a casa ficava quieta, eu ia pro quarto, abria as fotos e me masturbava como uma vadia desesperada. Às vezes ficava de quatro na cama, espelho atrás, dedo no cu e outro na buceta, imaginando ele me virando e metendo tudo de uma vez. Minha barriga ia inchar de tanto gozo, eu sabia. Ele ia me encher até eu vazar por dias, gozo grosso escorrendo pela minha perna enquanto eu andava pela casa.
De dia era pior. Ele passava pela sala de moletom folgado e eu via o volume. Aquele pauzão semi-duro marcando o tecido, balançando a cada passo. Minha xoxota pulsava na hora, ficava molhada, inchada, grelinho latejando contra a calcinha. Eu cruzava as pernas no sofá só pra apertar e sentir o tesão subir. Fantasiava ele me pegando ali mesmo, na frente da TV, me jogando no chão, abrindo minhas pernas e enfiando aquela pica grossa sem aviso. - Toma, sua putinha, toma o pau do seu irmão até engasgar - ele ia dizer, e eu ia gemer pedindo mais.
Ontem ele me deu um sorrisinho no corredor. Olhou direto pros meus shorts minúsculos, depois pros meus peitos marcando a camiseta fina, e sorriu de lado, como quem sabe. Como quem leu meus pensamentos. Meu coração disparou. Eu sabia que era errado pra caralho. Ele era meu irmão. Mas eu tava arruinada. Qualquer cara normal agora parecia chato, pau pequeno, sem graça. Só conseguia pensar no Lucas me usando como depósito de esperma pessoal. A qualquer hora. No banheiro, na cozinha, no carro. Mesmo sabendo que era proibido, eu queria ele me destruindo.
Chegou a noite. A casa tava escura, pais viajando, só nós dois. Eu não aguentei mais. Duas da manhã, coração batendo forte, eu me levantei só de camisola curta, sem calcinha. Buceta já molhada, pingando. Abri a porta do quarto dele devagar, sem barulho. Lucas tava dormindo de barriga pra cima, lençol baixo na cintura, peito subindo e descendo. O moletom tava meio abaixado e o pauzão tava ali, semi-duro, enorme mesmo dormindo. Fechei a porta, tranquei por dentro e me aproximei.
Subi na cama devagar, de joelhos entre as pernas dele. Puxei o moletom pra baixo com cuidado. O pau saltou livre, pesado, batendo na barriga dele. Trinta centímetros de carne grossa, veias pulsando, cabeça gorda brilhando um pouco de suor. Meu boca salivou. Eu me abaixei, cheirei primeiro, aquele cheiro de homem jovem, suor e tesão. Passei a língua devagar na cabeça, sentindo o gosto salgado. - Porra, Lucas... que pica deliciosa... - sussurrei pra mim mesma.
Abri a boca o máximo que consegui e engoli a cabeça. Era grossa demais, meus lábios esticados ao redor. Desci devagar, engasgando, baba escorrendo pelo queixo. Metade já tava dentro e eu sentia a garganta apertando. Ele gemeu no sono, quadril se mexendo de leve. Continuei, forçando mais, lágrimas nos olhos, nariz encostando na barriga dele. Engoli tudo, garganta inchada, ar faltando. Fiquei ali, sufocada, admirando o volume na minha garganta.
Ele acordou de repente, mão grande no meu cabelo. - Que porra é essa, Jamille? - rosnou, voz rouca de sono e tesão.
Eu tirei o pau da boca com um pop molhado, baba ligando meus lábios na cabeça gorda. Olhei pra ele, olhos pidões. - Eu não aguento mais, Lucas. Vi seus nudes... essa pica me destruiu. Eu me masturbo todo dia pensando nela. Me usa. Me fode como você quiser. Eu sou sua putinha agora.
Ele sorriu aquele sorrisinho safado de ontem, mão apertando meu cabelo. - Então é isso. Minha irmãzinha vadia quer sentar no pau do irmão. Tá bem, sua safada. Senta. Mas engole tudo.
Eu subi nele, pernas abertas, buceta roçando a cabeça grossa. Estava encharcada, suco escorrendo pela pica dele. Desci devagar. A cabeça forçou minha entrada, abrindo meus lábios inchados. - Ai, caralho... tá tão grosso... - gemi, descendo mais. Centímetro por centímetro, minha buceta esticada ao máximo, paredes apertando ele. Quando cheguei na metade, já sentia minha barriga inchando um pouco. Desci até o fim. Trinta centímetros inteiros dentro de mim. Meu útero batendo na cabeça gorda. Eu tremia, gozando só de sentir ele todo dentro.
- Porra, mana, sua buceta tá apertando minha pica como se quisesse ordenhar - ele disse, mãos nas minhas coxas, apertando forte. - Rebola. Mostra pra mim como você quer ser fodida.
Eu comecei a subir e descer, devagar no começo, sentindo cada veia roçando dentro de mim. Depois mais rápido. Peitos pulando, bunda batendo nas bolas dele. - Me fode, Lucas... me usa... enche minha buceta de porra... - pedi, voz rouca.

Ele me virou de repente, me jogou de quatro na cama com a cara no colchão. Segurou meus quadris, esfregou a cabeça da pica na entrada da minha bucetinha e em seguida meteu tudo de uma vez. O barulho molhado ecoou no quarto. - Toma, sua putinha safada. Toma o pauzão do seu irmão até o fundo dessa bucetinha gulosa. - Ele metia forte, bolas batendo na meu grelinho, mão dando tapa na minha bunda. Cada estocada fazia minha barriga inchar visivelmente. Eu chorava de prazer, babava no travesseiro.
Ele puxou meu cabelo, arqueando minhas costas. - Olha no espelho. Olha como sua buceta engole minha pica toda. Tá vendo o volume na sua barriga? Isso é meu pau te abrindo.
Eu olhei. Era obsceno. Minha buceta vermelha, inchada, esticada ao redor da grossura dele. A barriga marcando a forma da cabeça toda vez que ele entrava. - Sim... me destrói... me enche... - implorei.
Ele meteu mais rápido, suor pingando nas minhas costas. - Vou gozar, mana. Vou encher você até transbordar. - E gozou. Jatos quentes, grossos, fundo dentro de mim. Eu senti o útero sendo inundado, barriga inchando mais. Gozo escorrendo pelos meus lábios mesmo com ele ainda dentro. Gozei junto, buceta apertando, esguichando no lençol.
Ele não tirou. Ficou lá, duro ainda, mexendo devagar dentro do gozo dele. - Agora vira. Quero foder esse cu também.
Eu obedeci, tremendo. Ele cuspiu na minha roseta, esfregou a cabeça gorda e empurrou. Meu cu abriu devagar, ardendo, esticando. - Ai, caralho... tá rasgando meu cu... mas não para... - gemi.
Ele enfiou tudo. Trinta centímetros no meu cu. Eu sentia ele na minha barriga de novo. Ele começou a meter, forte, sem dó. - Seu cu tá mais apertado que a buceta, mana. Vou te deixar vazando gozo pelos dois buracos.
Metia, puxava, metia de novo. Mão no meu grelinho, apertando forte enquanto me fodia. Eu gozei de novo, cu piscando ao redor da pica dele. Ele gozou pela segunda vez, enchendo meu intestino de porra quente. Quando tirou, um rio branco escorreu do meu cu e da minha buceta, molhando a cama toda.
A gente não parou. Ele me pegou no colo, me sentou de novo na pica, agora de frente, me beijando com língua enquanto me quicava. - Você é minha agora. Toda noite vou te foder assim. Vai dormir com minha porra dentro.
- Sim, irmão... me usa quando quiser... sou seu depósito de esperma... - respondi, gemendo entre beijos.
A gente fodeu até o sol raiar. Buceta, cu, garganta. Ele me fez engolir o pau todo de novo, gozando na minha boca enquanto eu engasgava. Depois me deitou de lado, perna levantada, e meteu devagar, carinhoso e bruto ao mesmo tempo, enchendo mais uma vez. Quando acabou, eu tava destruída, buceta vermelha e inchada, cu latejando, barriga inchada de tanto gozo. Gozo escorrendo pelas coxas, pelo lençol. Eu sorri, exausta, e sussurrei: - Obrigada, Lucas. Agora eu sou sua de verdade.
Ele me puxou pro peito, mão na minha bunda, dedo brincando no meu cu melado. - E eu sou seu, mana. Essa pica é só pra você agora.
A gente dormiu assim, colados, meu corpo marcado por ele. Eu sabia que ia acordar querendo mais. E ia ter. Toda noite. Todo dia. Porque depois daquele pauzão, nada mais ia bastar. Eu tava completamente arruinada, e feliz pra caralho com isso.


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Comentários


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lozo Comentou em 28/03/2026

Nossa, conto intenso demais, poderoso e claro, bem vigoroso, que delicia esse tesão entre irmãos, que maravilha pode se entregar sem medo de ser feliz, de ser desejada, amada e muito bem fodida pelo maninho gostoso e pirocudo, nada mais gostoso, principalmente dentro da mesma casa, parabéns irmãos, que delicia. votado e aprovado




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Vazou nudes de meu irmão e acabei ficando alucinada com o tamanho do seu pau!

Codigo do conto:
258060

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
28/03/2026

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