A biblioteca municipal do centro da cidade ficava quase vazia nas tardes de quarta-feira. O ar cheirava a papel velho, madeira envernizada e aquele silêncio pesado que faz qualquer barulhinho parecer um tiro. Ana Clara, 35 anos, estava atrás do balcão da recepção como sempre. Cabelo castanho preso num coque frouxo, óculos de armação fina equilibrados na ponta do nariz, blusa branca abotoada até o pescoço, saia lápis cinza que chegava aos joelhos e sapatilhas baixas. Parecia a própria imagem da bibliotecária certinha, aquela que as pessoas olhavam e pensavam: coitada, deve ser virgem ou quase. Ninguém imaginava que por baixo daquela saia a buceta dela já estava latejando de tesão. Ela tinha colocado o Lovense Dolce bem cedo, antes de abrir as portas. O ovozinho liso e rosa entrou devagar na buceta molhada enquanto ela ainda estava no banheiro do pessoal. - Porra, hoje eu vou me foder gostoso no trabalho de novo - murmurou baixinho pra si mesma, sentindo o silicone se acomodar bem fundo, tocando aquele ponto que fazia as pernas tremerem. O aplicativo no celular estava no modo discreto, mas ela já tinha programado algumas vibrações aleatórias. O controle remoto ficava no bolso da blusa, escondido. Ninguém via. Ninguém suspeitava. O primeiro horário foi calmo. Ana Clara organizava os livros devolvidos, carimbando fichas com aquela cara séria de sempre. Mas por dentro a buceta dela já estava quente. O vibrador deu a primeira pulsada leve, só um zumbido baixo que fez o grelinho inchar na hora. Ela apertou as coxas uma contra a outra e soltou o ar devagar pelo nariz. - Caralho... já começou - pensou. A calcinha estava ficando encharcada. Aquela umidade quente escorria devagar, molhando o tecido fino e deixando um cheirinho de tesão no ar que só ela sentia. Um senhor idoso apareceu pra devolver três livros de suspense. Ela sorriu educada, pegou os volumes e começou a digitar no computador. O vibrador subiu de intensidade de repente, como se alguém tivesse apertado o botão lá no aplicativo. Vibração forte, contínua, batendo direto no ponto G. A buceta dela contraiu forte, apertando o ovozinho dentro. Ana Clara sentiu o cu piscar involuntariamente e o grelinho latejar como se fosse explodir. Ela mordeu o lábio por dentro, mantendo o sorriso no rosto. - Boa tarde, dona Ana. Tudo bem com a senhora hoje? - perguntou o velhinho, sem fazer ideia do que estava acontecendo. - Tudo ótimo, seu José. Só um pouco de calor aqui dentro - respondeu ela, voz firme, mas as pernas tremendo por baixo do balcão. A buceta babava sem parar. O líquido grosso escorria pela coxa interna, descendo devagar até a barra da saia. Ela apertou o botão do controle no bolso, diminuindo um pouco a intensidade, mas não desligou. Queria sentir. Queria arriscar. Quando o senhor saiu, ela soltou um gemidinho baixo que ninguém ouviu. - Puta que pariu... tô com a buceta encharcada pra caralho. Se alguém olhar direito vai ver a mancha na saia. - A ideia a deixou ainda mais molhada. Era o kink dela: exposição. Ser a bibliotecária tímida por fora enquanto por dentro era uma vadia que gozava no meio dos livros. O dia seguiu assim. Ela atendia os poucos frequentadores com aquela calma de sempre, mas o Lovense não parava. Vibração leve quando alguém se aproximava. Pulsos fortes quando ficava sozinha entre as estantes. Em determinado momento ela precisou ir até a seção de literatura erótica – ironia pura – pra repor um livro. Ali, entre as prateleiras altas que escondiam o corpo dela da recepção, ela parou. Abriu as pernas um pouco, encostou o quadril na estante e deixou o vibrador trabalhar. O ovozinho girava agora, batendo no clitóris por dentro. O grelinho estava tão inchado que parecia um botãozinho pronto pra explodir. - Ai, porra... fode minha buceta assim, vai... - sussurrou pra si mesma, voz rouca. Ela enfiou a mão por baixo da saia, só pra sentir. Os dedos tocaram a calcinha encharcada. Puxou o tecido pro lado e enfiou dois dedos na buceta junto com o vibrador. A carne quente e molhada sugou os dedos na hora. - Tá tão aberta... tão molhada... eu sou uma puta mesmo. Ela gozou ali mesmo, de pé, entre os livros. Um orgasmo silencioso, violento. A buceta contraiu em espasmos longos, esguichando um pouco de líquido que pingou no chão de madeira. As pernas bambearam. Ela teve que se segurar na prateleira. O cu piscava sem parar, querendo atenção também. Ana Clara adorava quando o cu ficava assim, aberto e guloso. Sonhava com o dia que alguém enfiasse o punho inteiro ali enquanto a buceta dela engolia outra coisa grossa. Quando voltou pro balcão, as bochechas estavam levemente rosadas, mas ninguém notou. Ou quase ninguém. Era quase fim da tarde quando ele apareceu. Lucas, 28 anos, um dos frequentadores assíduos da seção de ficção científica. Alto, ombros largos, barba bem feita, sempre de camiseta preta justa que marcava o peito e o volume na calça jeans. Ana Clara já tinha reparado nele antes. Reparado demais. Ele devolvia livros sempre com um sorriso de canto de boca, como se soubesse de algum segredo. Hoje ele trouxe de volta uma pilha grande e parou bem na frente dela. - Oi, Ana. Tudo bem? Você tá com uma cara diferente hoje... mais... iluminada - disse ele, voz baixa, quase um ronronar. Ela sentiu o vibrador dar uma pulsada forte justo naquele momento, como se o aplicativo tivesse sincronizado com o tesão dela. A buceta contraiu tão forte que ela soltou um suspirozinho. - Tudo bem sim, Lucas. Só o calor da tarde mesmo - respondeu, tentando manter a voz neutra. Mas Lucas não era burro. Ele inclinou o corpo um pouco sobre o balcão, como se fosse pegar os livros, e baixou o tom. - Eu acho que não é só o calor não. Você tá suando aqui na testa... e eu juro que sinto um cheiro bom vindo daí. Cheiro de mulher excitada pra caralho. Ana Clara congelou. O coração disparou. O vibrador continuava zumbindo dentro da buceta encharcada. Ela sentiu mais gozo escorrer pela coxa. - Você... você tá louco? Aqui não é lugar pra isso - murmurou, mas a voz saiu rouca, traidora. Lucas sorriu, aquele sorriso safado. - Eu observo você faz tempo, Ana. Tímida por fora, mas tem algo errado com essa sua cara de santa. Hoje eu vi você sumir entre as estantes e voltar com as pernas tremendo. Aposto que tem alguma coisa dentro dessa bucetinha apertada agora, né? Ela não respondeu com palavras. Em vez disso, apertou o controle no bolso e aumentou a intensidade ao máximo. O Lovense vibrou tão forte que o barulhinho quase deu pra ouvir. A buceta dela se abriu toda, babando sem parar. Ana Clara olhou nos olhos dele e falou baixinho, quase gemendo: - Tá bom, você ganhou. Tem um vibrador enfiado bem fundo na minha buceta agora. Tá me fodendo faz horas. E eu tô louca pra gozar de novo enquanto você me olha. Lucas respirou fundo. O pau dele já estava duro dentro da calça, marcando um volume grosso que ela não conseguiu ignorar. - Porra, Ana... você é uma vadia escondida mesmo. Vem cá, fecha a biblioteca mais cedo. Eu quero ver essa buceta de perto. Ela não pensou duas vezes. Trancou a porta da frente, virou o cartaz de “fechado” e puxou ele pela mão até a sala dos fundos, onde ficavam as estantes de livros raros e um sofá velho de veludo que ninguém usava. Assim que entraram, Lucas a empurrou contra a parede e levantou a saia dela com as duas mãos. - Caralho... olha o estado dessa buceta - disse ele, ajoelhando na frente dela. A calcinha estava encharcada, o tecido transparente colado nos lábios inchados. Ele puxou a calcinha pro lado e viu o fio do Lovense saindo da buceta rosada e brilhante. - Tá piscando, porra. O grelinho tá enorme, todo inchado. Ana Clara abriu as pernas mais, segurando a saia com as mãos. - Liga ele no máximo. Quero que você veja eu gozando com ele dentro - pediu, voz tremendo. Lucas pegou o celular dela, abriu o app e colocou na potência máxima. O vibrador enlouqueceu dentro da buceta. Ana Clara gritou baixo, jogando a cabeça pra trás. - Ai, meu Deus... tá me rasgando de prazer... fode, fode minha buceta com esse negócio! Ele não aguentou só olhar. Enfiou a boca ali, chupando o grelinho inchado enquanto o vibrador continuava vibrando. A língua dele batia forte, lambendo o suco que escorria sem parar. Ana Clara agarrou o cabelo dele e gozou de novo, forte, esguichando na cara dele. O líquido quente molhou a barba de Lucas. - Porra, você squirtou na minha boca, sua puta safada - ele riu, levantando e abrindo o zíper da calça. O pau dele pulou pra fora. Grosso, veioso, mais de 22 centímetros, cabeça vermelha e brilhante de pré-gozo. Ana Clara sentiu a buceta contrair só de ver. - Olha o tamanho dessa pica... eu amo pau grande pra caralho. Quero ele todo dentro de mim. Lucas não esperou. Tirou o vibrador dela com um plop molhado e enfiou o pau de uma vez só. A buceta dela estava tão aberta e molhada que engoliu tudo, até o talo. Ele começou a meter forte, batendo fundo, fazendo os ovos dele estapear o cu dela. - Tá sentindo, Ana? Essa pica tá abrindo sua buceta toda. Olha como ela mama, porra. Tá sugando meu pau como uma vadia faminta. Ela gemia alto agora, sem medo de ser ouvida. A biblioteca vazia era só deles. - Mete mais fundo... rasga minha buceta... eu quero sentir esse pau batendo no fundo do meu útero! Ele meteu mais rápido, segurando os quadris dela. O cu dela piscava toda vez que o pau entrava. Ana Clara sentia o orgasmo se aproximando de novo. - Eu quero seu punho também... enfia o punho na minha buceta enquanto me fode com esse pau grande - pediu, olhos vidrados de tesão. Lucas parou de meter, tirou o pau brilhando de tanto gozo dela e olhou pra ela com surpresa safada. - Você quer fist, sua safada? Tá bom, vou te abrir toda. Ele molhou a mão inteira com a saliva e o suco da buceta dela. Começou enfiando quatro dedos, depois o polegar. A buceta dela se esticou devagar, aceitando. O grelinho latejava louco. Ele empurrou mais, girando a mão, até o punho inteiro sumir dentro dela. Ana Clara soltou um grito de prazer puro. - Ai, caralho... tá todo dentro... meu cu tá piscando de tanto tesão... fode meu punho, vai! Ele começou a mexer o punho pra dentro e pra fora, devagar no começo, depois mais rápido. O pau dele, duro como pedra, batia contra a coxa dela enquanto ele fistingava. A buceta dela fazia barulhos molhados, escorrendo um rio de gozo que pingava no chão. - Olha isso... sua buceta tá engolindo meu punho inteiro. Você é uma puta de fist mesmo. Quer que eu enfie no cu também? - Quero... mas primeiro me faz gozar assim... bate no meu grelinho com a outra mão! Ele obedeceu. Enquanto o punho entrava e saía da buceta esticada, a outra mão batia de leve no grelinho inchado. Ana Clara gozou como nunca, o corpo inteiro tremendo, a buceta esguichando forte em volta do punho dele, molhando o braço inteiro de Lucas. - Tô gozando... porra... tô gozando tanto... meu cu tá abrindo sozinho! Quando o orgasmo passou, ela estava mole, mas ainda com fome. Lucas tirou o punho devagar, o buraco da buceta dela ficou aberto, vermelho, piscando, mostrando o interior molhado. Ele enfiou o pau de novo, metendo forte, usando todo o lubrificante natural dela. - Agora eu vou gozar dentro dessa buceta gulosa. Quer que eu encha você de porra? - Quero... enche meu útero de leite quente... me engravida de porra, vai! Ele meteu mais algumas vezes e gozou forte, jatos grossos e quentes enchendo a buceta dela até transbordar. O sêmen escorria pelo cu, pingando no chão. Ana Clara gozou mais uma vez só de sentir o pau pulsando dentro. Eles ficaram ali, ofegantes, encostados na parede. Lucas beijou o pescoço dela e sussurrou: - Amanhã eu volto. E dessa vez eu quero foder esse cu também. Quero ver você com o vibrador na buceta e minha pica no cu ao mesmo tempo. Ana Clara sorriu, ainda sentindo a buceta latejar e o cu piscar de desejo. - Volta sim. Eu vou estar aqui com cara de santa... mas com a buceta e o cu prontos pra você me destruir de novo. A biblioteca continuava silenciosa lá fora. Ninguém nunca ia imaginar o que a bibliotecária tímida fazia entre os livros. E ela adorava exatamente assim.
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