Passaram uns dias depois daquela primeira trilha e eu não conseguia pensar em outra coisa. Meu pau acordava duro toda manhã só de lembrar da Allana olhando de canto pra minha ereção no carro, do jeito que ela fingia que não via enquanto eu batia punheta atrás dela na mata. Eu tava no quarto batendo uma devagar quando o celular vibrou. Era ela. Meu coração deu um pulo e a pica latejou mais forte na mão. - Ei, Jonas, irmãozinho, tá ocupado? – ela mandou por áudio, voz rouca e animada. – Achei uns geocaches novos, bem mais isolados, no meio da floresta fechada. Dessa vez a gente pode levar barraca, passar o dia todo. Eu levo comida, colchonete, tudo. Quer ir sábado? Só nós dois de novo. Eu respondi na hora, já sentindo o tesão subir: - Claro, mana. Tô dentro. Qualquer coisa pra passar o dia com você. Ela mandou um emoji de fogo e um coração. Eu gozei ali mesmo pensando nela. Sábado chegou e ela me buscou no mesmo carro, mas dessa vez tava vestida pra foder com a minha cabeça de vez. Shortinho amarelo folgado, daqueles de academia, curto pra porra, o tecido leve balançando e deixando metade da bunda de fora. A poupa da bunda dela tava literalmente aparecendo, as duas metades redondas e branquinhas saltando a cada passo, a calcinha fio-dental preta mal cobrindo o cu e a buceta. Blusa cropped preta justa, sem sutiã, mamilos marcando o tecido fino. Cabelo ruivo solto, caindo nos ombros, perfume doce misturado com protetor solar. Eu entrei no carro já com o pau meio duro dentro do moletom fino, sem cueca de novo. - Nossa, mana, você tá... diferente hoje – eu falei, tentando disfarçar. Ela riu, ligou o carro e deu ré: - Diferente como, Jonas? Tá calor pra caralho, né? Shortinho é mais confortável pra trilhar. Vamos logo que o dia tá lindo. A viagem foi igual da outra vez, mas eu não conseguia tirar os olhos das coxas grossas dela, da pele lisinha que o shortinho deixava à mostra. Chegamos na trilha e a floresta tava ainda mais vazia, só pássaros e vento. Eu fui atrás dela de propósito. Aquele shortinho folgado subia e descia, mostrando a poupa da bunda inteira, o cu quase aparecendo quando ela dava um passo maior. A buceta marcava o tecido por dentro, o contorno perfeito da fenda. Meu pau ficou duro na hora, latejando solto no moletom. Eu ficava um pouco atrás, mão dentro da calça, apertando a pica grossa, imaginando como seria enfiar ela toda naquela buceta que balançava na minha cara. A gente caminhou umas duas horas, achando uns caches, suando pra porra. O sol batia forte. Allana parou num lugar mais fechado, árvores altas formando uma clareira natural. - Tô cansada, Jonas. Vamos armar a barraca aqui pra descansar um pouco? Tem sombra boa, ninguém vai aparecer. Eu ajudei, montamos a barraca pequena em dez minutos. Ela tirou do carro um colchonete fininho, esticou dentro da barraca e deitou de lado, de costas pra entrada, shortinho subindo ainda mais, metade da bunda de fora. O cu dela tava quase visível, a pele branquinha brilhando de suor. - Vem deitar aqui também, irmão. Tá calor, deita de conchinha pra gente descansar. Eu te abraço um pouco. Meu coração martelava. Eu resisti um segundo, o pau já uma rocha, mas entrei. Deitei atrás dela, corpo colado, braço por cima da cintura dela. Minha pica latejava dura pra caralho, encostando bem no meio da bunda dela por cima do shortinho fino. O tecido era tão leve que dava pra sentir o calor da pele dela. Eu tentei ficar quieto, mas o pau pulsava sozinho, roçando na poupa da bunda dela. Allana sentiu na hora. O corpo dela tensionou. Ela se afastou um pouco, virou o rosto pra mim, voz séria mas baixa: - Jonas... que porra é essa? Seu pau tá duro encostando na bunda da sua irmã? Eu sou sua mana mais velha, te criei quase como filho, caralho. Isso não pode. Você é só um garoto ainda, inocente pra porra. Eu fiquei vermelho, pau ainda latejando, mas pedi desculpa rápido: - Desculpa, mana... eu não quis. É que... sei lá, tá calor, eu sou burro mesmo. Desculpa. Ela suspirou, olhou pra mim com aqueles olhos verdes que eu amava desde pequeno: - Tá bom, Jonas. Eu sei que você é inocente, garoto. Não tem maldade. Vamos deitar de novo, mas sem graça, hein? Vem, me abraça normal. Eu deitei de novo, conchinha, braço por cima dela. Dessa vez ela puxou minha mão pra mais perto da barriga dela. Meu pau encostou de novo, latejando mais forte ainda, cabeça grossa roçando bem na fenda da bunda por cima do shortinho. Allana ficou quieta uns segundos. Depois soltou um suspiro longo e falou, voz mais baixa, quase gemendo: - Ai, Jonas... você não tem jeito mesmo, né? Olha essa pica latejando contra a bunda da mana... tá duro pra caralho. E aí ela começou. Devagar no começo. Rebolou de leve, roçando a bunda contra minha pica, o shortinho subindo mais, pele quente contra tecido. Eu senti o cu dela piscando por baixo. Ela gemeu baixinho, quase um suspiro: - Hmmm... que delícia sentir essa pica grossa latejando aqui... O rebolado foi aumentando. Ela empinava a bunda pra trás, roçando mais forte, o shortinho folgado deixando a poupa toda exposta agora. Meu pau babava pré-gozo, molhando o moletom. Allana colocou a mão pra trás, sem olhar pra mim, e apertou minha coxa: - Tira essa pica pra fora, Jonas. Deixa eu sentir ela pelada na minha mão. Eu puxei o moletom pra baixo rapidinho. A pica saltou dura, veias saltadas, cabeça roxa brilhando. Allana pegou ela sem virar, mão quente e macia, começou a bater punheta lenta, apertando a cabeça, espalhando o pré-gozo todo: - Porra, que pica grossa, irmãozinho... tá latejando tanto... meses que eu não como uma assim. Ela acelerou a punheta, gemendo mais alto agora, rebolando a bunda contra o meu saco pesado. O barulho molhado da mão dela subindo e descendo ecoava dentro da barraca. Eu não aguentava mais. Ela soltou de repente, ficou de quatro no colchonete, shortinho ainda no corpo. Sem olhar pra trás, puxou o shortinho pro lado com uma mão, mostrando a buceta inchada, molhada pra caralho, grelinho vermelhinho brilhando, cu piscando logo acima. - Mete, Jonas. Mete bem gostoso nessa buceta da mana. Eu tô meses sem sexo, caralho. Enfia essa pica toda, vai. Eu não pensei duas vezes. Segurei a cintura dela, aquelas curvas que eu sonhava desde sempre, e encostei a cabeça grossa na entrada da buceta. Empurrei devagar no começo, sentindo os lábios inchados abrindo, quente, molhada, apertando minha pica como se nunca tivesse sido comida. Allana gemeu alto, empinando mais: - Ai, porra... que grossa... vai fundo, irmão... me fode. Eu meti forte. Pica entrando inteira, batendo no fundo da buceta dela, saco batendo no grelinho. Comecei a meter com vontade, segurando a cintura, puxando ela pra trás enquanto eu empurrava. O barulho de pele contra pele ecoava na mata: ploc, ploc, ploc. A bunda dela balançava toda, poupa vermelha do tapa que eu dava de leve no começo, depois mais forte. - Toma, mana... toma essa pica toda na buceta... tá molhada pra caralho – eu grunhia, metendo mais rápido. Allana gritava agora, sem medo, voz rouca de luxúria: - Isso, Jonas! Mete forte! Maceta essa buceta gulosa da sua irmã mais velha! Ai, caralho, que delícia... bate na bunda, vai! Eu bati. Mão aberta, estalo alto na bunda branca que ficava vermelha na hora. Ela rebolava alucinada, de quatro, empinando o cu, buceta engolindo minha pica até o talo, grelinho roçando no meu saco a cada estocada. Eu segurava o rabo de cavalo ruivo dela como rédea, puxando enquanto metia. O cu dela piscava, apertado, brilhando de suor e tesão. - Olha esse cu, mana... tá piscando pedindo pica também – eu falei, metendo mais fundo, sentindo a buceta dela contrair. Allana gozou primeiro, forte pra caralho. Corpo tremendo, buceta apertando minha pica como um punho, jorrando um squirt quente que molhou minhas bolas e o colchonete. Ela gritava no meio do mato, sem se importar com nada: - Ai, porra! Tô gozando, Jonas! Gozando na pica do meu irmãozinho! Não para, caralho! Me fode mais! Eu não parei. Meti mais forte ainda, batendo a pica fundo, sentindo o grelinho inchado roçando, a buceta encharcada fazendo barulho de tchauá toda vez que eu entrava e saía. Segurei a cintura com força, dedos marcando a pele, e acelerei como um animal. A bunda dela vermelha de tapas, rebolando contra mim, pedindo mais. - Goza de novo, mana... goza na pica do seu irmãozinho – eu mandei, estocando sem parar. Ela gozou outra vez, ainda mais intenso, corpo todo tremendo, voz rouca gritando palavras sem nexo: - Porra... porra... tô gozando de novo! Que delícia, Jonas! Essa pica tá me destruindo... me enche de porra, vai! Eu senti o gozo subir. Meti mais fundo ainda, segurando ela bem colada, pica latejando dentro da buceta quente. Gozei litros, jatos grossos enchendo a buceta dela, escorrendo pelos lábios inchados, molhando as coxas. Allana rebolava devagar agora, ordenhando cada gota, gemendo baixinho de satisfação: - Isso... enche a buceta da mana... que porra quente... meses sem isso, caralho. A gente ficou ali, eu ainda dentro dela, ofegando. Ela virou o rosto um pouco, sorriso safado, cabelo ruivo colado no suor: - Você não é tão inocente assim, hein, Jonas... mas eu gostei. Muito. Vamos descansar mais um pouco e depois continuamos a trilha... ou quem sabe eu te deixo comer esse cu também antes de ir embora. Eu puxei ela pra perto, pica ainda meio dura dentro da buceta molhada, e beijei o pescoço dela: - Qualquer coisa que você quiser, mana. Essa trilha deu ruim pra caralho... e eu quero que dê mais ruim ainda. A gente ficou de conchinha de novo, dessa vez sem fingimento, minha mão apertando um peito dela por baixo da blusa, dedo beliscando o mamilo duro. O sol filtrava pelas árvores, a mata silenciosa só com o som da nossa respiração e o vento. Eu sabia que essa não ia ser a última vez. Allana tinha aberto a porta e eu ia entrar fundo, toda vez que ela chamasse pra trilha, pra barraca, pra buceta, pro cu, pro que ela quisesse. Meu pau já tava latejando de novo só de pensar. A tarde seguiu com mais caminhada, mas agora o clima era outro. Toda vez que ela se abaixava pra pegar um cache, o shortinho subia e eu via a buceta ainda vermelha e molhada do meu gozo escorrendo pela coxa. Ela olhava pra trás, mordia o lábio e falava baixinho: - Para de olhar assim, Jonas... senão a gente arma a barraca de novo aqui mesmo. E eu respondia, já com a pica marcando o moletom: - Então arma, mana. Eu tô pronto pra meter de novo nessa buceta gulosa. A gente ria, safado, e continuava. No caminho de volta pro carro, ela dirigia com uma mão na minha coxa, apertando de leve, enquanto eu deixava o pau pra fora do moletom, batendo punheta lenta pra ela ver. Allana olhava, lambia os lábios e dizia: - Guarda essa pica por enquanto, irmãozinho. Em casa eu cuido dela direito... com a boca. Eu quase gozei ali no carro só de imaginar. A trilha tinha dado ruim de verdade dessa vez. E a próxima ia ser ainda pior. Porque agora a gente sabia exatamente o que queria: pica na buceta, pica no cu, gemidos no meio do mato, gozo escorrendo, rebolado alucinado e aquela luxúria de irmão e irmã que ninguém mais ia entender.
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