Eu tinha acabado de completar 18 anos e morava só com o meu pai naquela casa grande e silenciosa. Fazia uns meses que eu andava super excitada por ele, o tipo de tesão que me deixava acordada de noite esfregando a buceta pensando na cara dele. Mas eu morria de medo de falar isso em voz alta, de admitir que queria o pau do meu próprio pai me comendo. Meu corpo é pequeno, miudinho, mas todo macio e cheio de curvas onde importa. Meus peitos são grandes, pesados, redondos, com mamilos rosados que ficam duros só de ele olhar. Ele me pegava encarando tanto tempo, os olhos descendo pro decote da camiseta, e eu fingia que não via, mas por dentro minha bucetinha ficava molhada na hora, latejando, pedindo pra ele me tocar. Ontem à noite foi o ponto sem volta. Eu tive o pior pesadelo da minha vida, daqueles que te deixam suada, o coração batendo na garganta, lágrimas escorrendo sem parar. Acordei por volta das duas da manhã chorando e tremendo toda, o corpo gelado de medo. Quando era pequena eu sempre corria pra cama dele nessas horas, me enfiava debaixo do cobertor e ele me acalmava com um abraço. Sem pensar, fiz a mesma coisa agora. Fui até o quarto dele no escuro, só de uma camiseta velha dele que batia no meio das minhas coxas e uma calcinha fina de algodão. Ele estava meio dormindo, mas sentiu o movimento, levantou o cobertor sem dizer nada e me deixou entrar como sempre. Eu me aconcheguei com as costas encostadas no peito largo dele, sentindo o calor do corpo musculoso, o cheiro de homem, de sabonete e suor leve que sempre me tranquilizava. O braço dele passou em volta da minha cintura, me puxando mais pra perto, a mão grande aberta na minha barriga. No começo era tudo inocente, como quando eu era criança. Eu respirava fundo, tentando parar de tremer, o coração ainda disparado do pesadelo. Mas depois de uns minutos eu comecei a sentir outra coisa. A pica dele, dura, grossa, latejando contra a minha bunda macia. Ele estava ficando duro só com o meu corpo colado no dele. Eu sabia que deveria me mexer, sair dali, pedir desculpa e voltar pro meu quarto. Mas eu não fiz isso. Na verdade, eu empurrei a bunda pra trás devagar, esfregando contra aquela rigidez quente, sentindo ela crescer ainda mais, pulsar contra o tecido fino da calcinha. A respiração dele mudou na hora, ficou mais pesada, mais rouca, o peito subindo e descendo rápido contra as minhas costas. A mão que estava na minha cintura deslizou devagar por baixo da camiseta, os dedos calejados roçando a pele macia da minha barriga, subindo centímetro por centímetro até chegar nos meus peitos grandes. Quando ele apertou um deles, o polegar roçando o mamilo duro, eu soltei um gemido baixo, quase um miado, o corpo todo arrepiando. Ele não parou. Começou a beijar o meu pescoço devagar, beijos quentes, molhados, a língua traçando a curva da pele sensível, os dentes roçando de leve. Eu sentia a pica dele latejando mais forte contra a minha bunda, o calor atravessando a cueca e a calcinha. Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza que ele ouvia. Eu estava molhada pra caralho, a buceta latejando, o grelinho inchado roçando no tecido úmido. Eu não aguentei e sussurrei, a voz tremendo de tesão e medo misturados: - Papai, acho que estou molhada... Ele não respondeu com palavras no começo. Só enfiou a mão grande dentro da minha calcinha, os dedos grossos encontrando o meu grelinho inchado e sensível. Começou a esfregar em círculos lentos, depois mais rápido, pressionando bem no ponto que me fazia ver estrelas. Desceu um pouco e enfiou dois dedos na minha buceta, sentindo como eu estava ensopada, o mel escorrendo pelos dedos dele, o barulho molhado ecoando baixinho no quarto escuro. - Caralho, filha... você tá encharcada pra mim – ele murmurou no meu ouvido, a voz grossa, cheia de desejo proibido. – Essa bucetinha tá pingando, apertando meus dedos como se quisesse mais. Eu gemia baixinho, me contorcendo contra a mão dele, empurrando a bunda mais pra trás, sentindo a pica dele roçando entre as minhas nádegas. Virei o corpo devagar, de frente pra ele, e nossos olhos se encontraram no escuro. Foi aí que começamos a nos beijar profundamente pela primeira vez. A boca dele tomou a minha, a língua entrando forte, explorando, o gosto dele me deixando louca. Era intenso, molhado, cheio de fome acumulada. Enquanto nos beijávamos, ele tirou a minha calcinha com um puxão e eu ajudei, descendo a cueca dele até os joelhos. A pica dele pulou pra fora, dura pra caralho, grossa, venosa, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo, tão grande que eu senti um frio na barriga. Eu olhei pra baixo, mordendo o lábio, e disse baixinho: - Papai, eu nunca fiz isso antes... sou virgem. Mas eu quero que seja com você. Quero que você me coma, que me foda pela primeira vez. Ele me olhou nos olhos, respirando pesado, o pau pulsando no ar entre nós. - Filha... você tem certeza? Sua bucetinha é tão pequena, tão apertada... eu sou grande demais pra você. - Eu quero, papai. Por favor. Me come. Enfia essa pica toda dentro de mim – eu pedi, a voz saindo quase suplicante, as pernas se abrindo pra ele. Ele subiu em cima de mim, o corpo pesado e quente cobrindo o meu. Posicionou a cabeça grossa da pica na entrada da minha buceta virgem, esfregando devagar pra lubrificar. Entrou bem devagar, centímetro por centímetro. Doeu pra caralho no começo. Eu sou tão pequena e ele é tão grande, a buceta esticando ao máximo, uma dor aguda queimando enquanto ele abria caminho. Eu agarrei os ombros dele, as unhas cravando na pele. - Ai, papai... tá doendo... mas não para... continua enfiando – eu pedi, lágrimas de dor e tesão misturadas escorrendo pelo canto dos olhos. Ele empurrou mais, devagar, até a pica toda entrar, as bolas pesadas encostando na minha bunda. Quando ele estava todo dentro, batendo fundo, foi incrível. A dor virou prazer puro, a buceta pulsando em volta dele, cheia, esticada, latejando. Eu enrolei as pernas em volta da cintura dele com força, puxando ele mais fundo, os calcanhares cravando nas costas dele. Ele começou a me foder devagar e profundamente na posição missionária, saindo quase todo e voltando com estocadas longas, ritmadas. Cada vez que ele entrava todo, eu sentia a cabeça da pica batendo no fundo da minha buceta, me enchendo completamente. Continuávamos nos beijando, línguas se enroscando, saliva escorrendo pelo queixo. Meus peitos grandes balançavam a cada estocada, os mamilos duros roçando no peito dele. - Filha da puta... sua bucetinha tá apertando minha pica como se não quisesse soltar nunca – ele gemia entre beijos, a voz rouca. – Tão quente, tão molhada... papai tá louco pra te encher de porra. - Papai, me fode mais fundo... eu estou amando sentir sua pica grande me abrindo toda – eu respondia, gemendo alto, o corpo todo tremendo. – Mais forte, papai... me come como você sempre quis. Eu gozei tão forte que o corpo inteiro tremeu, as pernas apertando ele, a buceta contraindo em volta da pica dele em espasmos. Choraminguei, lágrimas de prazer escorrendo, o grelinho pulsando enquanto eu esguichava um pouco de tesão, molhando as bolas dele e o lençol. Ele não parou. Me virou de lado, de conchinha por trás, o corpo grande encaixando perfeito no meu. A pica entrou de novo por trás, ainda mais fundo nesse ângulo, e foi ainda melhor. Uma mão dele apertava um dos meus peitos, beliscando o mamilo, a outra descia pro meu grelinho, esfregando rápido enquanto ele me fodia com estocadas mais fortes agora. O som da pele batendo, molhado, suado, enchia o quarto. A bunda dele batia contra a minha, as bolas pesadas roçando na minha buceta inchada. - Assim, filha... empurra essa bundinha pra trás... deixa o papai te comer bem gostoso – ele sussurrava no meu ouvido, mordendo o lóbulo. – Sua buceta tá me sugando, tá me ordenhando a pica. - Papai, me enche... eu quero sentir sua porra quente dentro de mim... goza tudo, papai... me engravida se quiser, só não tira – eu pedia, empurrando a bunda contra ele, o tesão me deixando sem vergonha nenhuma. Ele acelerou, as estocadas ficando mais brutas, a pica inchando dentro de mim. Finalmente ele gozou, jatos grossos, quentes, jorrando fundo na minha buceta, enchendo meu útero de porra. Eu sentia cada pulsação, cada jato quente me preenchendo, transbordando um pouco pela lateral enquanto ele ainda estava dentro. O cheiro de sexo, de porra e buceta molhada tomava o ar. Adormecemos assim, colados, a pica dele ainda meio dura dentro de mim, o esperma dele escorrendo devagar pela minha coxa. O corpo dele me abraçando forte, como se nunca mais quisesse soltar. De manhã, quando acordei, ele já estava na cozinha fazendo café da manhã. O cheiro de pão torrado e café enchia a casa. Nós dois agimos meio normais, trocamos bom-dia, ele me serviu o prato, mas o ar estava carregado, estranho, cheio de eletricidade. Eu me sentei à mesa, sentindo o esperma dele ainda vazando da minha buceta. A xoxota estava dolorida, inchada, sensível, cada movimento me lembrando da noite passada. O líquido quente escorria devagar pela minha calcinha nova, molhando o tecido, e eu apertava as coxas pra sentir melhor. Me sentia culpada pra caralho, pensando no que a gente tinha feito, pai e filha, sangue do mesmo sangue, mas ao mesmo tempo eu não conseguia parar de pensar em repetir. Queria que ele me pegasse de novo hoje à noite, que me jogasse na cama e me comesse até eu não conseguir andar. Eu realmente fiz sexo com o meu próprio pai depois de um pesadelo. Não sei se isso vai nos arruinar, se vai destruir tudo, ou se vai virar o nosso segredo mais safado. Mas foi tão bom, tão intenso, que eu não consigo parar de pensar na pica dele me abrindo, na porra dele me enchendo, no jeito que ele me chamou de filha enquanto me fodia. Hoje à noite eu vou pra cama dele de novo. Sem calcinha dessa vez. E vou sussurrar no ouvido dele: - Papai, me come de novo... eu sou sua cachorrinha agora.
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