Minha irmã mais velha me deixa muito excitado!

Eu tava deitado na cama do meu quarto, o Macbook equilibrado no colo pra disfarçar qualquer coisa que pudesse aparecer, quando a Sofia entrou sem bater, como sempre fazia desde que a gente era moleque. Ela tinha 28 anos agora, corpo de quem malha mas ainda guarda aquelas curvas que me enlouqueciam desde os tempos em que ela me dava banho. Eu, com 21, já era maior que ela em altura, mas ela ainda me tratava como o irmãozinho que ela lavava na banheira, esfregando sabonete nas minhas costas enquanto ria da minha pica de criança que às vezes ficava durinha sem motivo. Aqueles banhos ficaram gravados na minha cabeça como um filme pornô particular. A água quente escorrendo pelos peitos dela, o jeito que a blusa molhada grudava e marcava os mamilos, o cheiro de sabonete misturado com o perfume dela que ficava no ar. Eu fingia que não olhava, mas olhava pra caralho.
Agora ela tava aqui de novo, visitando a casa dos pais depois de meses longe. Vestia uma regata fina branca e um short jeans curto que deixava metade da bunda de fora, as coxas grossas e macias brilhando sob a luz do abajur. - Olha só esses braços, mano. Estão enormes pra caralho. O que você anda fazendo, academia todo dia? - ela disse, chegando perto da cama e apertando meu bíceps com força, as unhas cravando de leve na pele. O toque dela era quente, possessivo. Meu pau deu um pulo imediato dentro da cueca, inchando rápido, mas o Macbook tava ali como escudo perfeito. Eu ri, nervoso, tentando disfarçar.
- Para, Sofia, você tá louca? - respondi, mas minha voz saiu rouca. Ela não parou. Em vez disso, se inclinou mais, o rosto a centímetros do meu, o cheiro dela invadindo tudo – aquele mesmo perfume de baunilha misturado com suor leve do dia quente. - Eu só quero dar uma mordidinha nesses braços, irmão. Só uma. Eles estão tão duros... - E então ela chegou ainda mais perto, os lábios roçando de leve na minha bochecha, quase no canto da boca. Por uns segundos o mundo parou. Eu só conseguia pensar em comer a cara gostosa dela. Imaginar minha língua invadindo aquela boca, chupando os lábios carnudos que ela pintava de vermelho. Meu pau latejava forte agora, a cabeça inchada roçando no tecido da cueca, vazando pré-gozo que deixava uma manchinha úmida.
Eu me controlei por pouco e empurrei ela de leve com o ombro. - Vai, para com isso. - Mas ela não foi longe. Sentou na beira da cama, virou o corpo pro meu lado e aproximou o rosto do meu pescoço. O hálito quente roçou na pele, arrepiando tudo. - Você tá cheirando tão homem agora... - sussurrou ela, a voz baixa, quase um gemido. Eu nem escutei direito as palavras seguintes. Meu coração batia na garganta, o pau tão duro que doía, a glande latejando pedindo pra ser chupada. Quase me entreguei. Quase falei: - Sofia, você tá me deixando com a pica dura pra caralho, para senão eu vou te foder agora. - Mas me segurei. Mordi a língua até sentir gosto de sangue.
Ela se afastou um pouco, mas os olhos dela desceram pro meu colo. O Macbook não escondia mais tudo. A barraca armada era óbvia. Sofia sorriu devagar, aquele sorriso safado que eu conhecia desde moleque, quando ela me pegava olhando pra bunda dela na cozinha. - Olha só... parece que alguém gostou do toque da irmã mais velha. - Ela esticou a mão e, sem pedir, puxou o Macbook pro lado, revelando a cueca esticada pela minha pica grossa, latejando. - Porra, irmão... tá enorme. Sempre foi assim ou cresceu junto com os braços?
Eu fiquei vermelho, mas o tesão venceu a vergonha. - Sofia... a gente não pode... - comecei, mas ela já tava subindo na cama, montando em cima das minhas pernas, as coxas quentes apertando as minhas. - Cala a boca. Eu sei que você quer tanto quanto eu. Desde aqueles banhos que eu te dava, eu via sua pica crescer na minha mão e fingia que não. Agora você é homem. E eu tô molhada só de pensar em te sentir dentro de mim.
Ela não esperou resposta. Puxou minha regata pra cima, expondo meu peito, e desceu a boca pro meu pescoço de novo, mas dessa vez chupando forte, mordendo a pele enquanto a mão dela descia e apertava minha pica por cima da cueca. - Caralho, que pica grossa... tá latejando pra mim, né? - murmurou ela contra minha pele. Eu gemi alto, as mãos subindo pra apertar a bunda dela, sentindo a carne macia transbordar entre meus dedos. O short jeans era fino, dava pra sentir o calor da buceta dela roçando na minha coxa.
- Tira essa merda toda, Sofia. Eu quero ver essa buceta que eu sonhei tanto - falei, a voz rouca de tesão. Ela riu, safada, e tirou a regata num movimento rápido. Os peitos pularam livres, mamilos marrons duros como pedrinhas. Eu me sentei, abocanhei um deles, chupando forte enquanto a mão apertava o outro. Ela gemeu, jogando a cabeça pra trás. - Isso, irmão... chupa o peito da sua irmã. Morde ele. Eu adoro quando fica bruto.
Minha boca desceu, lambendo a barriga dela até chegar no short. Puxei ele pra baixo junto com a calcinha, e lá estava: a buceta depilada, inchada, brilhando de tesão. Os lábios grossos abertos, o grelinho protuberante, vermelho e pedindo língua. O cheiro era doce e forte, aquele cheiro de buceta molhada que me deixava louco. - Porra, Sofia... sua buceta tá encharcada. Olha esse grelinho inchado... tá pedindo pra eu chupar. - Eu mergulhei o rosto ali, língua lambendo o comprimento da fenda, saboreando o mel que escorria. Ela agarrou meus cabelos, empurrando minha cabeça mais fundo. - Come a buceta da sua irmã, vai... enfia essa língua no meu cu também. Eu quero tudo.
Eu obedeci. Separei as bandas da bunda dela com as mãos e desci a língua pro cu apertadinho, rosadinho, lambendo em círculos enquanto o dedo médio entrava na buceta molhada, fodendo devagar. Sofia gritava baixinho, rebolando no meu rosto. - Isso, irmão... lambe meu cu gostoso. Você sempre quis isso, né? Desde que eu te dava banho e você olhava pra minha bunda. Agora come tudo.
Meu pau tava babando, a cueca encharcada. Ela percebeu, desceu do meu rosto e puxou minha cueca pra baixo. Minha pica pulou livre, grossa, veias saltadas, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. - Caralho... que pica linda. Grossa pra caralho. - Ela cuspiu na mão, lubrificou e começou a bater punheta lenta, olhando nos meus olhos. - Eu vou chupar essa pica até você gozar na minha garganta, irmão. Depois você vai me foder até eu gritar.
Ela abriu a boca e engoliu tudo de uma vez, a garganta apertando a cabeça da minha pica. Eu gemi, segurando a cabeça dela, fodendo sua boca devagar no começo, depois mais forte. O barulho de engasgo era música. Saliva escorria pelo meu saco, pingando. - Isso, Sofia... chupa a pica do seu irmão. Engole fundo, vai... eu quero ver essa garganta inchada com meu pau.
Ela chupava como uma vadia profissional, alternando línguas no glande, chupando as bolas, enfiando o dedo no meu cu pra massagear a próstata. Eu tava no céu. Quando senti que ia gozar, puxei ela pra cima. - Não. Quero gozar dentro dessa buceta primeiro.
Virei ela de quatro na cama, a bunda empinada, buceta pingando, cu piscando. Segurei a pica e esfreguei a cabeça no grelinho, depois desci e enfiei tudo de uma vez na buceta quente. - Aaaah, porra! Que buceta apertada... tá me engolindo inteiro. - Ela gritou, empurrando a bunda pra trás. - Fode, irmão! Mete essa pica grossa na buceta da sua irmã. Rasga tudo. Eu sou sua puta agora.
Eu metia forte, as bolas batendo no grelinho dela, o barulho molhado enchendo o quarto. Segurei os cabelos dela como rédea, puxando enquanto socava. - Toma, Sofia. Toma a pica do irmão. Sua buceta tá me apertando tanto... vou encher você de porra. - Ela rebolava, gemendo alto. - Isso... me usa. Fode meu cu também depois. Eu quero sentir você no meu cuzinho que tá piscando gostoso.
Eu não aguentei. Gozei forte dentro da buceta, jatos grossos enchendo ela até escorrer pelas coxas. Mas não parei. Puxei a pica ainda dura, lambuzei com a porra que saía da buceta e pressionei contra o cu dela. - Abre esse cu pra mim, vadia. - Ela relaxou e eu entrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo o cu apertar como um punho quente. - Caralho... que cu guloso. Tá me espremendo a pica toda.
Comecei a foder o cu dela com força, uma mão no grelinho esfregando rápido, a outra apertando a bunda. Sofia gemia como louca. - Isso, mete no cu da sua irmã! Me arromba! Eu quero gozar com sua pica no meu cu. - O tesão dela subiu, buceta pulsando, e ela gozou jorrando, esguichando na cama enquanto o cu dela ordenhava minha pica.
Eu gozei de novo, enchendo o cu dela de porra quente. A gente caiu na cama, suados, ofegantes, porra escorrendo de todos os buracos. Mas não acabou. Depois de um tempo ela montou em mim de novo, buceta melada de porra me engolindo, e a gente fodeu mais três vezes naquela noite – uma com ela cavalgando, outra com ela sentada no meu rosto enquanto eu comia o cu e a buceta ao mesmo tempo, e a última com ela de lado, perna aberta, minha pica entrando na buceta enquanto o dedo dela entrava no meu cu.
No final, deitados, suados, o quarto cheirando a sexo e porra, ela sussurrou no meu ouvido: - Isso foi só o começo, irmão. Toda vez que eu vier visitar, vou querer essa pica. E você vai me dar, né? - Eu sorri, apertando a bunda dela. - Pode apostar. Essa buceta e esse cu agora são meus.
E assim a gente continuou, sempre que ela vinha. O tabu virou combustível. A gente fodia no banheiro onde ela me dava banho antes, na cozinha, no carro estacionado. Cada vez mais safado, mais chulo, mais intenso. Porque o tesão entre a gente era maior que qualquer coisa certa ou errada. Era só pica, buceta, cu e desejo bruto.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha irmã mais velha me deixa muito excitado!

Codigo do conto:
258251

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
31/03/2026

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