Meu nome é Joabe e a safadeza com minha irmã Isabel já dura um mês inteiro. A gente começou aos poucos, um beijo roubado no sofá quando os pais saíram, depois ela me pegou no quarto dela e sentou na minha cara pedindo pra eu lamber aquela buceta quente. Desde então a gente fode escondido, mas sempre com medo de alguém descobrir. Por isso decidimos fugir pra longe. Planejamos tudo com calma, reservamos um hotel de luxo numa cidadezinha de praia a quatro horas de casa, pedimos o pacote de lua de mel completo, quarto com vista pro mar, banheira de hidromassagem, pétalas de rosa na cama, champanhe gelado. No formulário a gente colocou marido e mulher, Joabe e Isabel Silva, pra ninguém desconfiar. Quando o carro parou na frente do hotel o sol já estava baixando e meu pau já latejava dentro da calça só de imaginar o que ia rolar. Entramos no quarto e a porta mal fechou atrás da gente. Isabel olhou pra mim com aqueles olhos de puta que ela sabe fazer, lambeu os lábios e falou baixinho - Porra, mano, finalmente a gente pode foder sem medo. Vem cá que eu quero te deixar pelado agora mesmo. Ela não esperou resposta. As mãos dela foram direto pro meu cinto, abriu o zíper com pressa e puxou minha calça pra baixo junto com a cueca. Minha pica pulou pra fora já meio dura, grossa, veias saltadas, cabeça brilhando. Isabel sorriu safada e tirou o vestido num movimento só, ficando só de sutiã e calcinha fio-dental. Os peitos dela, grandes, redondos, com bicos marrons duros, pularam livres quando ela abriu o sutiã. A calcinha desceu devagar, revelando a buceta depilada, lábios grossos já brilhando de tesão, o grelinho aparecendo inchadinho no meio. - Olha só como eu tô molhada pra você, irmão. Essa buceta tá pedindo pica desde que a gente saiu de casa. Ela se aproximou, roçou os peitos na minha cara e me empurrou de leve pra trás até eu encostar na janela grande. - Abre a cortina, Joabe. Quero que o mundo veja eu chupando meu irmão casado. Eu obedeci, puxei a cortina toda e o sol poente entrou iluminando o quarto inteiro. Qualquer um na praia podia olhar pra cima e ver a gente. Isso deixou a gente ainda mais louco. Isabel caiu de joelhos no carpete macio, segurou minha pica com as duas mãos e começou a bater punheta devagar, olhando pra cima com cara de vadia. - Que rola gostosa, hein? Grossa, quente, cheirando a macho. Vou te chupar até você gozar na minha garganta, depois você vai me foder sem camisinha nessa buceta que é só sua. Ela abriu a boca e engoliu a cabeça da minha pica de uma vez, quente, molhada, língua girando em volta da glande. Eu gemi alto, segurei o cabelo dela e empurrei devagar. Isabel não tinha frescura, desceu até o fundo, engolindo quase tudo, garganta apertando, baba escorrendo pelo meu saco. Ela subia e descia rápido, chupando com barulho, mão massageando minhas bolas, dedo roçando meu cu de leve. - Isso, chupa meu pau, irmã safada. Engole essa pica toda que eu adoro ver você babando assim. Ela tirou da boca só pra falar, cuspindo na rola e esfregando - Eu amo chupar pica de irmão, Joabe. É tão proibido, tão gostoso. Olha como ela tá babada, brilhando pra meter na minha xota. Depois ela voltou a chupar mais fundo, garganta relaxada, me engolindo inteiro, nariz encostando na minha barriga. Eu olhava pro mar lá fora e sentia o tesão subir. Minhas mãos apertavam os peitos dela, beliscando os bicos, puxando. Ela gemia com a boca cheia, vibração subindo pela minha pica. Depois de uns bons minutos ela se levantou, boca vermelha, baba no queixo, e me empurrou pra cama king size coberta de pétalas vermelhas. - Agora joga essa irmã na cama e fode sem pena, marido. Eu te quero cravada fundo, sem borracha, enchendo essa buceta de porra quente. Eu peguei ela no colo, joguei no colchão e abri as pernas dela bem abertas. A buceta estava encharcada, fio de lubrificação escorrendo pro cu. Eu me ajoelhei, segurei a pica e bati a cabeça no grelinho dela várias vezes. Isabel se contorcia - Para de provocar, caralho. Enfia logo essa pica grossa na minha buceta. Eu quero sentir cada veia te rasgando por dentro. Eu meti de uma vez, fundo, sem dó. A buceta dela apertou minha rola como um punho quente e molhado. - Aaaah, porra, que delícia! Essa xota da minha irmã é feita pra meu pau. Eu comecei a estocar forte, fundo, bolas batendo no cu dela, cama rangendo. Isabel cravava as unhas nas minhas costas - Isso, irmão, fode essa buceta com força. Rasga minha xota, mete até o talo. Eu sou sua putinha particular agora. O quarto estava cheio do barulho de carne batendo carne, do cheiro de sexo, do gemido dela misturado com o meu. Eu olhava pra baixo e via minha pica entrando e saindo brilhante de creme branco, os lábios dela inchados agarrando a rola. Mudei de posição, coloquei as pernas dela nos meus ombros e meti mais fundo ainda. - Olha como você tá aberta pra mim, Isabel. Essa buceta tá piscando, pedindo mais. Ela revirava os olhos, língua pra fora - Goza dentro, Joabe. Enche minha buceta de porra de irmão. Eu quero sentir jorrando lá no fundo. Eu aumentei o ritmo, suor pingando, pica inchando dentro dela. O orgasmo veio forte, eu gritei e descarreguei tudo, jatos quentes enchendo a xota dela até transbordar, escorrendo pro cu. Isabel gozou junto, buceta apertando, jorrando squirt no meu ventre - Porraaa, tô gozando, irmão! Minha buceta tá explodindo. A gente ficou uns minutos ofegando, minha pica ainda dentro, pulsando. Mas não acabou. Eu tirei devagar, vi a porra branca saindo da buceta aberta e não resisti. Virei ela de quatro, bundão empinado, cu piscando rosado. - Agora vou comer esse cu também, irmã. Quero sentir ele apertando minha pica. Isabel olhou pra trás, olhos brilhando de tesão - Come meu cu, Joabe. Lubrifica com a porra que você deixou na buceta e enfia tudo. Eu cuspi no cu dela, espalhei a mistura de porra e lubrificação com os dedos, meti um, depois dois, abrindo devagar. Ela gemia - Isso, deda meu cuzinho, prepara pra sua rola grossa. Segurei a pica ainda dura e empurrei a cabeça no anel apertado. Ela empurrou pra trás - Enfia, caralho. Quero esse pau no meu cu até as bolas. Eu meti devagar no começo, sentindo o cu dela engolir centímetro por centímetro, quente, apertado pra caralho. Quando entrei todo ela soltou um gemido longo - Aaaai, que delícia! Meu cu tá cheio de pica de irmão. Fode agora, mete forte. Eu segurei a cintura dela e comecei a socar, cada vez mais rápido, bolas batendo na buceta molhada. O barulho era obsceno, tapa tapa tapa, ela rebolando, pedindo mais. - Olha como você é safada, Isabel. Deixando o irmão comer seu cu na suíte de lua de mel. Ela ria entre gemidos - Eu nasci pra ser sua vadia, Joabe. Fode meu cu, enche de porra também. Quero os dois buracos pingando sua porra. Eu metia sem parar, mão descendo pra esfregar o grelinho dela. O cu dela apertava tanto que eu senti outro orgasmo subindo. Gozei de novo, jatos grossos enchendo o intestino dela. Isabel gozou pela terceira vez, pernas tremendo, squirt molhando os lençóis. A gente desabou na cama, suados, colados. Eu abracei ela por trás, pica ainda meio dura encostada no cu melado. - Te amo, irmã. Essa viagem foi a melhor ideia da nossa vida. Ela virou o rosto, me beijou fundo e falou - E a noite mal começou, marido. Depois do banho a gente vai foder na hidromassagem, eu vou sentar nessa pica e cavalgar até você implorar pra parar. E amanhã de manhã eu quero acordar com você me comendo de conchinha, metendo devagar enquanto o sol nasce. A gente tomou banho juntos, ensaboando um ao outro, dedos explorando de novo. Na hidromassagem ela sentou de costas pra mim, pica entrando na buceta de novo debaixo d’água, bolhas batendo nos nossos corpos. - Senta gostoso, Isabel. Rebola nessa rola que eu quero sentir você gozando de novo. Ela rebolava devagar, depois rápido, peitos pulando, água espirrando. - Porra, que delícia foder na água quente. Minha buceta tá sugando sua pica, irmão. Goza de novo, enche tudo. A gente gozou mais uma vez, porra misturada com água, escorrendo. A noite inteira foi assim. A gente fodeu em todas as posições que dava, no chão, contra a parede, na varanda com risco de alguém ver, ela de bruços com a cara enfiada no travesseiro enquanto eu comia o cu dela de novo. Cada estocada era acompanhada de diálogo sujo, gemidos altos, cheiro de sexo impregnando o quarto. Eu lambia o grelinho dela até ela gritar, ela chupava minhas bolas enquanto eu batia punheta na cara dela. A gente usou o champanhe pra molhar os corpos e lamber um do outro. Eu gozei na boca dela, ela engoliu tudo e ainda pediu mais. Isabel gozou tantas vezes que perdeu a conta, buceta e cu vermelhos, inchados, pingando porra minha. Quando o sol nasceu a gente ainda estava acordado, eu por trás dela em conchinha, metendo devagar na buceta melada. - Bom dia, esposa safada. Quer mais uma carga antes do café? Ela empurrou a bunda pra trás - Mete, Joabe. Enche sua irmã de novo. Essa buceta é viciada na sua pica. Eu meti até gozar pela última vez naquela madrugada, abraçado nela, mordendo o ombro, sentindo o corpo dela tremer no orgasmo. Essa viagem mudou tudo. A gente voltou pra casa ainda mais louco um pelo outro, mas com a certeza de que sempre que der a gente vai repetir: hotel, quarto de lua de mel, cortina aberta, buceta, cu, pica e porra pra todo lado. Porque foder com a própria irmã, sem medo, sem limite, é a coisa mais safada e gostosa que já senti na vida. E a gente mal começou.
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