Massagem gostosa na irmã!

A casa estava silenciosa naquela tarde de sábado, com o sol batendo forte nas janelas do quarto no segundo andar. Sofia, com seus 20 anos bem vividos, tinha acabado de sair do banho e sentia a pele ainda quente e úmida do vapor. O roupão branco curto mal cobria as curvas do seu corpo jovem – peitos firmes, bunda empinada e aquelas coxas grossas que ela sabia que chamavam atenção. No jantar da noite anterior, ela tinha comentado casualmente com o irmão mais novo, Pedro, de 19 anos, sobre o ombro que quase deslocou na queda da escada. Ele, sempre o irmão prestativo, tinha oferecido ajuda com tudo em casa desde então. Agora, com a mãe no mercado e só os dois sozinhos, Sofia decidiu que era hora de pedir algo que ela fantasiava há meses.
Ela sentou na beira da cama, pegou o frasco de loção corporal com cheiro de baunilha e gritou baixinho:
- Pedro! Vem aqui rapidinho, por favor?
Ele apareceu na porta do quarto segundos depois, ainda de short de moletom e camiseta básica, o cabelo bagunçado de quem estava jogando videogame. Seus olhos castanhos se arregalaram um pouco quando viu a irmã ali, com o roupão entreaberto mostrando um pedaço da pele nua das coxas.
- O que foi, Sofia? Tá tudo bem com o ombro?
Ela sorriu, um sorriso safado que ele não percebeu de cara, e deitou de bruços na cama, deixando o roupão deslizar devagar pelos ombros.
- Tá doendo pra caralho ainda, mano. Você me ajuda a passar loção? Sozinha eu não consigo levantar o braço direito direito. Por favor... eu sei que é estranho, mas você tem me ajudado tanto ultimamente.
Pedro hesitou na porta, o rosto ficando vermelho. Ele engoliu em seco, olhando para a curva das costas da irmã exposta.
- Sofia... você tá de roupão aberto. Tem certeza? Eu posso pegar uma toalha ou algo assim...
- Não precisa de toalha, Pedro. Eu confio em você. Só passa a loção, vai. Começa pelas costas, tá? Eu tô toda dolorida da queda.
Ele se aproximou devagar, sentou na beira da cama e pegou o frasco. As mãos dele tremiam um pouco quando derramou a loção fria nas costas dela. Começou gentil, como um irmão normal faria, espalhando o creme com movimentos circulares nos ombros. Mas Sofia gemeu baixinho de prazer, e isso mudou tudo.
- Hummm... assim, Pedro. Mais forte. Minhas costas tão doendo pra porra.
As mãos dele desceram, massageando agora com mais pressão, apertando os músculos tensos. As alças do sutiã dela – um sutiã fino que ela tinha deixado por baixo do roupão de propósito – começaram a atrapalhar. Pedro parou, a respiração já mais pesada.
- As alças... elas tão no caminho. Você se importa se eu desabotoar? Só pra massagear melhor, juro.
Sofia levantou o tronco um pouco, sentando na cama de lado, e olhou nos olhos dele com um olhar que dizia mais do que palavras.
- Desabotoa tudo, Pedro. Tira o sutiã de vez. Eu quero sentir suas mãos na minha pele toda.
Ele obedeceu, os dedos trêmulos soltando o fecho. O sutiã caiu, e antes que ela deitasse de novo, as mãos dele subiram sozinhas e apalparam os seios dela – peitos grandes, macios, com mamilos rosados já duros como pedrinhas. Ele apertou de leve, o polegar roçando os bicos.
- Caralho, Sofia... seus peitos são tão... macios.
Ela mordeu o lábio e deitou de bruços de novo, completamente nua agora, o roupão jogado no chão.
- Continua descendo, mano. Vai até a bunda. Eu quero sentir tudo.
Pedro espirrou mais loção nas nádegas redondas e firmes dela. As mãos dele afundaram na carne macia, massageando devagar no começo, depois com mais fome. Ele amassava as bandas da bunda, separando elas de leve e vendo o cuzinho rosado piscar. Os dedos deslizavam pela fenda, roçando o cu sem querer – ou querendo.
- Aaaah... porra, Pedro... assim... aperta mais minha bunda.
Ele desceu para as coxas grossas, as mãos subindo e descendo, cada vez mais perto da virilha. Sofia já estava molhada pra caralho, a buceta inchada e brilhando de tesão. Ele sentiu o calor saindo dali, mas fingia que era só massagem.
- Vira de costas pra mim agora, Sofia. Quero terminar direito nas pernas.
Ela virou devagar, deitando de barriga pra cima, pernas abertas um pouco. Os peitos empinados, mamilos duros, e a buceta depilada, lábios grossos e o grelinho inchado aparecendo. Pedro derramou loção nas coxas de novo, mas os dedos dele agora escorregavam de propósito pela buceta dela. Um dedo deslizou entre os lábios molhados, sentindo a cremalheira quente e encharcada.
- Hummmm... aaaah, Pedro... você tá tocando minha buceta... não para, caralho.
Ele fingiu surpresa, mas o pau dele já estava duro como pedra dentro do short, uma barraca enorme marcando o tecido.
- Sofia... você tá encharcada. Isso é... da massagem?
- É de você, seu safado. Continua passando o dedo no meu grelinho. Eu tô louca pra gozar.
Os dedos dele agora entravam de verdade, dois dedos grossos fodendo devagar a buceta apertada da irmã enquanto o polegar circulava o grelinho inchado. Sofia arqueava as costas, peitos balançando, gemendo cada vez mais alto.
- Aaaahhh... porra, irmão... mete os dedos fundo na minha buceta... assim... caralho, que delícia!
Pedro estava ofegante, o pau latejando. Ele se inclinou, tirou o short com uma mão só e a pica grossa, veiuda, de quase 20 centímetros pulou pra fora, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo.
- Olha o que você fez comigo, Sofia. Minha pica tá assim por sua causa.
Ela olhou e lambeu os lábios.
- Vem, Pedro. Coloca essa pica dura na minha boca primeiro. Eu quero chupar meu irmãozinho.
Ele subiu na cama, ajoelhando ao lado da cabeça dela. Sofia abriu a boca e engoliu a pica até o fundo, garganta apertando a cabeça grossa. Ela chupava com fome, saliva escorrendo pelo queixo, gemendo enquanto ele fodia sua boca devagar.
- Hummm... gluck... gluck... porra, que pica gostosa... me fode a garganta, mano.
Pedro segurou o cabelo dela e meteu mais fundo, baba voando.
- Caralho, Sofia... sua boca é melhor que qualquer buceta que eu já fodi.
Depois de minutos de boquete molhado, ele desceu, abriu as pernas dela bem abertas e enfiou a cara na buceta. A língua dele lambia o grelinho com força, chupando os lábios inchados, enfiando a língua dentro da bucetinha apertada.
- Aaaaahhh... Pedro... chupa meu grelinho assim... caralho, eu vou gozar na sua boca!
Ela gozou pela primeira vez, jorrando um pouco de porra quente na língua do irmão, corpo tremendo inteiro. Mas ele não parou. Virou ela de quatro, bunda empinada, e enfiou a pica toda de uma vez na buceta molhada.
- Aaaaiii... porraaa... que pica grossa... mete fundo, irmão... rasga minha buceta!
Pedro segurou os quadris dela e fodeu com força, bolas batendo no grelinho, o quarto cheio do barulho de pele contra pele e gemidos desesperados.
- Toma, Sofia... toma essa pica do seu irmão... sua buceta tá apertando pra caralho... eu vou encher você de porra.
Ele metia sem parar, mudando de posição: de lado, ela cavalgando com os peitos pulando, depois de novo de quatro. Cada estocada era profunda, a pica batendo no fundo da buceta dela, fazendo ela gritar.
- Haaaa... caralho... não para... fode meu cu agora, Pedro... eu quero sentir você no meu cu também!
Ele cuspiu no cuzinho piscando e enfiou devagar, centímetro por centímetro, até as bolas estarem grudadas na bunda dela. O cu apertado engolia a pica toda.
- Aaaahhh... que cu gostoso... tá apertando minha pica... eu vou gozar dentro do seu cu, mana!
Sofia gozou de novo, buceta jorrando enquanto o cu piscava em volta da pica do irmão. Pedro não aguentou mais – tirou do cu, enfiou de novo na buceta e explodiu, jatos grossos de porra quente enchendo a irmã até transbordar.
- Porraaa... toma meu leitinho, Sofia... caralho... que delícia...
Eles caíram na cama suados, ofegantes, a buceta dela pingando porra do irmão. Sofia virou o rosto, sorriu safada e passou a mão na pica ainda semi-dura dele.
- Isso foi só o começo, mano. Da próxima vez que a mamãe sair, eu quero que você me foda o dia todo. Minha buceta e meu cu são seus agora.
Pedro beijou o pescoço dela, mão apertando um peito.
- Pode deixar, Sofia. Eu tô viciado na sua buceta molhada. Toda vez que você quiser loção... ou qualquer coisa... eu venho.
Eles ficaram ali, corpos entrelaçados, o cheiro de sexo e loção de baunilha dominando o quarto. O ombro dela? Nem doía mais. O que doía agora era a vontade de repetir tudo de novo, mais forte, mais chulo, mais fundo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Massagem gostosa na irmã!

Codigo do conto:
258475

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
03/04/2026

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