Morando com minhas irmãs enquanto fazia faculdade!
Eu tava no segundo semestre da faculdade de engenharia quando me mudei pro apartamento das minhas irmãs mais velhas. A Julia tinha 24 e a Letícia 26, as duas já formadas e trabalhando, mas decidiram dividir o aluguel comigo pra ajudar o caçula. O apartamento era pequeno, dois quartos, sala-cozinha integrada e um banheiro único bem na frente da porta do meu quarto. Qualquer barulhinho de água ou de porta abrindo eu ouvia na hora. No começo era estranho pra caralho, mas com o tempo virou rotina. A Julia era a mais solta das duas. Alta, corpo de academia, pele morena clara, cabelo castanho na altura dos ombros e um sorriso que já deixava qualquer um com a pica meia dura. Ela estudava direito antes, mas agora trabalhava num escritório e chegava em casa estressada, querendo relaxar do jeito dela. A Letícia era mais reservada, loira, peitos grandes e bunda empinada, mas quem tomava banho com a porta aberta e andava pela casa quase pelada era a Julia. No primeiro mês ela ainda fechava a porta do banheiro. Mas uma noite, depois de uma festa, ela chegou bêbada, abriu a porta do banheiro escancarada e ligou o chuveiro. Eu tava deitado na cama, porta do quarto aberta como sempre, e vi tudo. A água escorrendo nos peitos dela, os bicos marrons duros, a bucetinha depilada brilhando molhada. Ela não se importou. Passou shampoo no cabelo, se ensaboou devagar, passou a mão entre as pernas e até deu uma esfregada rápida no grelinho. Eu fingi que tava no celular, mas minha pica já tava dura feito pedra dentro da cueca. No dia seguinte ela me chamou na cozinha enquanto tomava café só de camiseta larga e fio dental branco. A camiseta mal cobria a bunda, e quando ela se abaixou pra pegar o leite da geladeira eu vi o fio sumindo entre as nádegas grossas. - Ei, mano, tá de boa eu tomar banho com a porta aberta? – ela perguntou, virando pra mim com aquele sorriso safado. – É que às vezes esqueço e o vapor fica tudo. Se te incomoda eu fecho. Eu engoli seco, senti a pica pulsar. - Não me importo não, Julia. Pode deixar aberta. Aqui em casa é família, né. Ela riu, deu uma piscadinha e passou a mão no meu ombro. - Que bom, porque eu odeio porta fechada. Me sinto presa. A partir daí virou rotina. Toda manhã ela entrava no banheiro com a porta escancarada, tomava banho demorado, se ensaboava devagar, passava a mão nos peitos, descia pros lábios da buceta e às vezes até gemia baixinho enquanto se tocava. Eu ficava na cama ou na sala fingindo estudar, mas na real era só pra ver. A Letícia saía cedo pro trabalho e nem via nada disso. Uma semana depois ela começou a andar pela casa só de camiseta velha e fio dental. Sem sutiã. Os peitos balançando livres, bicos marcando o tecido fino. Quando ela se sentava no sofá pra ver Netflix, cruzava as pernas e o fio dental ficava apertado na buceta, marcando o contorno dos lábios inchados. Uma vez ela pegou a camiseta e puxou pra cima pra coçar a barriga, e os peitos pularam pra fora inteiros. Eu tava do lado, pica latejando dentro do short. - Tá olhando o quê, mano? – ela perguntou rindo, mas sem cobrir. – Tá de boa com isso também? - Tô sim – respondi, voz rouca. – Se você tá confortável, eu tô. Ela mordeu o lábio inferior. - Que bom. Porque com esse calor eu não aguento roupa pra caralho. E foi piorando. Ou melhorando, depende do ponto de vista. Ela parou de usar sutiã de vez. Os peitos grandes, firmes, balançavam livres toda vez que ela andava. O fio dental era cada dia menor, às vezes um tanga de renda preta que mal cobria o grelinho. Uma noite eu cheguei do bar e ela tava na cozinha fritando ovo, só de camiseta branca transparente. A buceta depilada dava pra ver o contorno perfeito através do tecido. Ela se virou, sorriu e falou: - Fome, maninho? Quer comer alguma coisa? Eu quase respondi que queria comer ela, mas só balancei a cabeça e fui pro quarto bater uma punheta pensando naquilo tudo. A Letícia via tudo e só ria, achava graça. “Vocês dois são doidos”, ela dizia. Mas nunca interferia. Aí veio a noite que mudou tudo. Eu tava com a minha namorada, a Mariana, no meu quarto. Ela era gostosa pra caralho, magrinha, bundinha pequena mas buceta apertada e molhada pra dedéu. A gente tava comendo fazia uns vinte minutos. Eu tinha jogado ela de quatro na cama, pica grossa entrando e saindo da bucetinha dela com força. Mariana gemia alto: - Ahhh porra... enfia mais fundo, amor... rasga essa buceta... Eu segurava os quadris dela, metia com vontade, as bolas batendo no grelinho inchado. O barulho molhado de pica entrando em buceta enchia o quarto. De repente a porta do meu quarto abriu devagar. Era a Julia. Ela tava só de camiseta e fio dental, cabelo molhado do banho. Parou na porta, olhos arregalados, vendo eu metendo na Mariana. Mariana nem percebeu no começo, tava de olhos fechados gemendo. Eu congelei um segundo, mas a pica continuou latejando dentro dela. Julia não saiu. Ficou ali, mordendo o lábio, mão descendo devagar pra apertar a própria buceta por cima do fio dental. Depois de uns dez segundos ela fechou a porta devagar e saiu. Mariana gozou logo depois, gritando: - Caralhooo... tô gozando... enche essa buceta de porra! Eu gozei dentro dela, mas minha cabeça tava na Julia. Duas horas depois, já deitado sozinho, meu celular vibrou. Mensagem da Julia: - Nossa, queria ser comida assim também. Meu coração disparou. Respondi: - Sério? Ela mandou de volta: - Sério pra caralho. Aquela pica grossa entrando fundo... eu fiquei molhada só de ver. Amanhã a Letícia viaja cedo. A gente conversa. No dia seguinte a Letícia saiu às seis da manhã pro aeroporto. Eu acordei com o cheiro de café. Julia tava na cozinha, só de camiseta branca e nada por baixo. A buceta lisinha aparecia quando ela se mexia. Ela me viu e sorriu daquele jeito safado. - Bom dia, maninho. Dormiu bem depois de comer aquela bucetinha ontem? Eu engoli seco. - Julia... o que você quis dizer com aquela mensagem? Ela se aproximou, encostou o corpo no meu. Os peitos macios apertaram contra o meu peito. A mão dela desceu e apertou minha pica por cima da cueca. - Quis dizer que eu quero você me comendo igual ou melhor. Quero essa pica grossa rasgando minha buceta, meu cu, minha boca. Quero gemer igual aquela vadia ontem. Tá a fim ou vai ficar só olhando? Eu não respondi com palavras. Peguei ela pela cintura, levantei a camiseta e enfiei dois dedos na buceta dela. Tava encharcada, quente, apertada. Julia gemeu baixo: - Aaaahhh... porra... deda essa buceta logo... Eu tirei os dedos e levei na boca. Tinha gosto de buceta fresca, doce e safada. - Caralho, Julia... você tá molhada pra mim faz tempo, né? - Faz meses, mano. Toda vez que eu tomava banho com a porta aberta era pra você ver. Toda vez que eu andava de fio dental era pra você ficar de pica dura. Agora me come de verdade. Eu não aguentei. Joguei ela no sofá da sala, abri as pernas dela e enfiei a cara na buceta. Língua no grelinho inchado, chupando forte, dois dedos metendo fundo. Julia se contorcia, mão no meu cabelo. - Issooo... chupa meu grelinho... ahhh porra... que língua gostosa... mama essa buceta do irmão... Eu chupei até ela tremer, gozando na minha boca, esguichando um pouco de porra quente na minha língua. - Aaaaiii caralhooo... tô gozando na boca do meu irmão... engole tudo... Depois eu levantei, tirei a cueca e botei a pica latejando na cara dela. Julia abriu a boca como uma vadia faminta. - Me dá essa pica grossa... quero engasgar nela. Eu enfiei devagar no começo, depois fundo na garganta. Julia babava, olhos lacrimejando, mas não tirava. - Gluck... gluck... caralho... que pica grande... me fode a garganta... Eu meti uns minutos na boca dela, depois puxei, virei ela de quatro no sofá e enfiei a pica na buceta de uma vez. Julia gritou: - Aaaahhh porraaa... que delícia... rasga minha buceta... enfia tudo, mano... me fode como se eu fosse sua putinha particular... Eu metia com força, as bolas batendo no grelinho dela. A buceta dela apertava minha pica, sugava, molhada pra caralho. O barulho era obsceno: ploc ploc ploc molhado. - Toma essa pica, irmã... essa buceta é minha agora... vou te encher de porra todo dia... Julia gemia desesperada, voz rouca: - Simmm... sou sua putinha... fode mais forte... quebra meu cu também... quero tudo... Eu cuspi no cu dela, enfiei o dedo devagar enquanto continuava metendo na buceta. Julia empinava mais. - Issooo... deda meu cu... prepara pra pica... quero você no meu cu virgem de irmão... Eu tirei da buceta, apoiei a cabeça grossa no cuzinho piscando e empurrei devagar. Julia gemeu alto, misturando dor e prazer: - Aaaaiii... devagar... que pica grossa... abre meu cu... ahhh porra... tá entrando... me arromba... Centímetro por centímetro eu entrei no cu dela. Quando tava todo dentro, comecei a meter devagar, depois mais forte. Julia babava no sofá, mão no grelinho se esfregando. - Fode meu cu... fode o cu da sua irmã... aaaahhh... que delícia... mais rápido... rasga esse cu... Eu metia como um animal, mão dando tapa na bunda dela. O cu apertava minha pica, quente, macio. Julia gozou de novo, cu piscando forte em volta da minha pica. - Tô gozando pelo cu... caralhooo... enche meu cu de porra, mano... goza dentro... Eu não aguentei. Gozei fundo no cu dela, jatos grossos enchendo o intestino. Julia tremia toda. - Sente isso... tô enchendo seu cu de porra de irmão... Depois a gente desabou no sofá, suados, ofegantes. Mas não acabou. Ela virou pra mim, olhos brilhando de safadeza. - Isso foi só o começo, maninho. A Letícia volta só amanhã à noite. Hoje eu quero você me comendo em todo canto dessa casa. No meu quarto, na cozinha, no banheiro com a porta aberta pra quem quiser ver. Quero gozar na sua pica quantas vezes conseguir. A gente passou o dia inteiro fodendo. De manhã na cozinha: ela sentada na mesa, pernas abertas, eu metendo na buceta enquanto ela tomava café. Depois no banheiro: eu sentei no vaso, ela sentou de costas na pica, rebolando no cu, gemendo: - Rebola no pau do irmão... aaaahhh... que cu guloso... De tarde no quarto dela: eu deitado, ela cavalgando, peitos balançando, mão no grelinho. - Olha como eu monto sua pica... olha como essa buceta engole tudo... ahhh porra... vou gozar de novo... No fim da tarde, no sofá de novo, ela de quatro, eu metendo no cu enquanto ela gritava: - Me arromba... me usa... sou sua vadiazinha... fode mais... quebra essa irmã safada... A gente gozou mais quatro vezes. Porra escorrendo da buceta, do cu, da boca dela. O apartamento cheirava a sexo, suor e porra. Quando a Letícia chegou no dia seguinte, a gente tava na sala fingindo assistir TV. Julia só de camiseta, eu de short. Letícia olhou pra gente, franziu a testa. - Que cara é essa de quem fodeu o dia inteiro? Julia sorriu, passou a mão na minha coxa por baixo da manta. - Nada não, mana. Só curtindo a casa. Mas à noite, quando a Letícia foi dormir, Julia entrou no meu quarto de novo, nua, buceta brilhando. - Shhh... a Letícia tá dormindo. Mas eu quero mais. Quero você me comendo baixinho enquanto ela tá no quarto ao lado. Eu enfiei a pica na boca dela pra abafar o gemido. - Então chupa quietinha, sua puta. E a gente fodeu de novo, devagar, intenso, proibido. Gemidos abafados, pica entrando no cu, buceta molhada pingando no lençol. - Aaaahhh... quietinho... mas fode fundo... quero gozar com a minha irmã dormindo do lado... Foi assim que começou. Todo dia, toda noite. A Julia virou minha putinha particular. A Letícia nunca soube, ou talvez soubesse e fingisse que não. Mas a gente não parou. Toda vez que eu chegava da faculdade, Julia tava esperando, buceta molhada, pronta pra ser comida. E toda vez que eu metia nela, ela gemia no meu ouvido: - Me fode, irmão... me fode pra sempre... essa buceta e esse cu são só seus. A faculdade nunca foi a mesma depois disso. Porque em casa, a verdadeira aula era aprender a foder minha irmã até ela implorar por mais porra.
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