Minhas filha e suas calcinhas!

Eu sou um cara normal pra caralho na maior parte do tempo. Trabalho, pago contas, cuido da casa. Mas desde que a Larissa, minha filha de dezenove anos, começou a virar essa mulher gostosa, com aquelas coxas grossas, bundão empinado e peitos que balançam quando ela anda pela casa de shortinho, alguma coisa dentro de mim quebrou. A obsessão começou devagar. Primeiro era só olhar a calcinha dela na cesta de roupa suja. Depois cheirar. Depois lamber o fundo, onde a bucetinha dela tinha deixado aquela marca úmida de porra fresca. Agora eu preciso delas pra gozar. Sem a calcinha suja da Larissa enrolada na minha pica, eu bato punheta uma hora e nada. O gozo não vem. É como se meu pau só respondesse ao cheiro da buceta da minha própria filha.
Hoje a casa tá vazia. A Larissa saiu cedo pra faculdade. Eu chego do trabalho, jogo a chave na mesa e já vou direto pro banheiro de serviço. A cesta de roupa suja tá transbordando. Pego logo três calcinhas dela, aquelas de algodão fininho que ela usa pra academia. Uma preta com rendinha na frente, outra branca toda manchada no fundo e a rosa de ontem, ainda quentinha porque ela trocou antes de sair. O cheiro sobe forte, aquele aroma doce e azedo de buceta jovem, suor misturado com o creme que ela passa na virilha. Meu pau já tá duro pra caralho dentro da calça.
- Porra, Larissa... sua bucetinha cheira tão gostoso, filha... – eu falo baixo, sozinho, enquanto desço a calça e sento no vaso.
Enrolo a calcinha rosa na cabeça da pica, bem apertado, o tecido molhado roçando a glande sensível. Começo a bater devagar, olhando as outras duas. Cheiro a preta, passo a língua bem no lugar onde o grelinho dela fica roçando o dia inteiro. O gosto é salgado, levemente azedo, e meu pau lateja, jorrando um fio grosso de pré-gozo que encharca o tecido.
- Aaaahhh... que delícia... imagina se eu pudesse enfiar essa pica grossa direto na sua buceta apertada, filha... te comer bem devagarinho, sentindo esse cu piscando enquanto eu meto...
A punheta fica mais rápida. Eu aperto a calcinha branca no saco, sinto o cheiro subir pro nariz e bato com força. O barulho molhado da mão batendo na pica ecoa no banheiro. Meu cu tá contraído de tesão, as bolas pesadas batendo na palma da mão. Eu fecho os olhos e vejo a Larissa na minha cabeça: de quatro, bundão aberto, buceta rosada pingando, me chamando de pai enquanto eu meto.
Mas dessa vez não deu tempo de gozar. A porta da frente bateu. Porra. Ela chegou mais cedo.
Eu tento esconder tudo rápido, mas a Larissa entra no banheiro sem bater, como sempre faz.
- Pai? O que você tá fazendo com... minha calcinha?
Ela fica parada na porta, olhos arregalados, olhando direto pra minha pica ainda dura, enrolada na calcinha rosa dela, a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo.
- Larissa... filha... eu... eu tava juntando roupa pra lavar... – eu gaguejo, mas meu pau continua latejando na frente dela.
Ela não sai. Em vez disso, olha pra calcinha branca na minha outra mão e vê a mancha fresca que eu deixei.
- Pai... você tava cheirando minha calcinha suja? Olha o estado dela... tá toda melada de porra sua...
A voz dela sai baixa, mas não brava. Tem um tom estranho, quase curioso. Meu coração martela.
- Desculpa, filha... eu não sei o que deu em mim...
Ela dá um passo pra dentro, fecha a porta e encosta.
- Me mostra. Quero ver como você faz.
Eu não acredito. Mas obedeço. Enrolo de novo a calcinha rosa na pica e começo a bater devagar, olhando pra ela.
- Assim, filha... eu cheiro aqui... lambo bem onde sua buceta fica... e bato pensando em você...
- Aaaahhh... – ela solta um gemidinho baixo, mordendo o lábio. – Continua, pai... bate mais rápido pra mim...
Eu obedeço, a mão voando, o pau babando. Ela assiste tudo, a mão dela descendo devagar pro shortinho, apertando a buceta por cima da roupa.
Essa foi a primeira vez que ela me pegou.
A segunda foi dois dias depois. Eu tava no quarto dela, porta entreaberta, deitado na cama dela com um monte de calcinhas espalhadas. Tinha gozado forte, jorrando porra quente bem dentro da calcinha preta favorita dela, encharcando o tecido até pingar no lençol. O gozo ainda escorria da cabeça da pica quando ela abriu a porta de repente.
- Pai! De novo? Olha o que você fez... minha calcinha tá toda cheia da sua porra grossa!
Eu tento me cobrir, mas ela entra, pega a calcinha encharcada e cheira.
- Caralho... tá quente ainda... você gozou pensando em mim, né? Na buceta da sua filha...
- Larissa... por favor... eu não consigo parar... preciso do cheiro da sua buceta pra gozar...
Ela fica quieta um segundo, depois sorri de lado.
- Tá bom. Se você precisa tanto... eu te dou todas. Olha aqui.
Ela abre a gaveta e joga na cama um monte de calcinhas e sutiãs que usou a semana inteira. Todas sujas, com marcas de buceta, algumas ainda úmidas.
- Pode usar todas, pai. Mas lava depois, hein? E não conta pra ninguém.
Eu fico sem palavras. Meu pau levanta de novo só de ver aquela pilha.
Depois disso eu comprei umas calcinhas extras pela internet. Modelos iguais aos dela, só pra ter mais pra brincar quando as dela tão lavadas. Hoje eu chego em casa cedo, ansioso. A pilha que ela deixou na cesta tá enorme – ela deve ter usado várias no dia. Eu penso em pegar tudo, me trancar no quarto, bater uma punheta épica com o cheiro dela e lavar tudo antes dela chegar.
Mas quando eu entro no quarto dela pra pegar os brinquedos – aqueles vibradores e dildos grossos que eram da mãe, guardados no fundo do armário – eles não tão lá. Sumiram.
Eu escuto um barulho baixo vindo do quarto dela. A porta tá entreaberta. Meu coração dispara. Ela chegou mais cedo de novo. Eu me aproximo devagar, sem fazer barulho, e espio pela fresta.
Larissa tá deitada na cama, completamente pelada. O corpo moreno brilhando de suor. As pernas bem abertas. Na mão direita ela segura o dildo grande, aquele de veias grossas que a mãe usava, e tá enfiando devagar na buceta dela. Na outra mão, o vibrador pequeno no grelinho inchado.
- Aaaahhh... porra... que delícia... – ela geme baixinho, olhos fechados, mordendo o lábio.
O dildo entra e sai com um barulho molhado, a buceta dela fazendo aquele som de chupada, os lábios inchados abraçando o pau de borracha. O grelinho tá vermelho, pulsando. Ela aperta o vibrador com força.
- Hummm... mais fundo... assim... imagina se fosse a pica do pai... grossa... quente... me comendo todinha...
Eu quase gozo só de ouvir. Meu pau tá duro pra explodir. Eu pego uma das calcinhas sujas que tá no chão do quarto dela – a que ela usou hoje, ainda quentinha – e enrolo na pica. Começo a bater devagar, escondido atrás da porta, olhos grudados nela.
Ela mete mais rápido. O dildo sai todo melado de porra dela, brilhando.
- Aiii... meu cu tá piscando... quero dedo no meu cuzinho também... – ela sussurra, e com a mão livre enfia um dedo no cuzinho apertado, gemendo mais alto.
- Oooohhh... que gostoso... buceta e cu ao mesmo tempo... aaaahhh...
Eu bato mais forte, a calcinha dela roçando a cabeça da pica, o cheiro forte subindo no nariz. Meu pré-gozo encharca o tecido. Eu imagino que sou eu ali, metendo na buceta dela enquanto ela geme “pai”.
Larissa arqueia as costas, peitos empinados, bicos duros.
- Tá vindo... porra... tá vindo forte... – ela avisa pra si mesma, voz rouca. – Aaaahhh... goza pra mim... goza na buceta do pai...
O vibrador no grelinho vibra mais rápido. O dildo entra até o fundo. Ela treme toda.
- AAAAAHHH! GOZEI! PORRA... GOZEI TANTO... – o gemido dela sai desesperado, alto, ecoando no quarto. A buceta dela esguicha um jato fino de porra, molhando o lençol, o dildo escorregando pra fora com um ploc molhado. O cu dela pisca rápido, apertando o dedo.
Eu não aguento. Bato com força, a calcinha enrolada apertando minha pica.
- Porra... filha... eu tô gozando olhando você... – eu sussurro pra mim mesmo.
O gozo sobe quente, grosso. Jorro atrás de jorro dentro da calcinha dela, encharcando tudo, escorrendo pelas minhas bolas. Meu gemido sai abafado.
- Aaaahhh... caralho... que delícia... gozei tanto na sua calcinha suja, Larissa...
Ela ainda tá ofegante na cama, dedos dentro da buceta, tirando devagar, lambendo a porra do dildo.
- Hummm... que tesão... – ela murmura, sem saber que eu tô ali, pau ainda latejando, calcinha dela toda melada de novo com meu gozo.
Eu fico ali mais um tempo, só olhando ela se recuperar, o corpo brilhando, buceta aberta e vermelha, grelinho ainda inchado. Depois eu saio devagar, coração batendo forte, já pensando na próxima vez que vou pegar mais calcinhas dela. Porque agora eu sei: ela também tá com tesão. E essa obsessão só tá começando.
Mas essa é só a primeira parte da história. Porque no dia seguinte tudo mudou de novo.
Eu acordo cedo, pau já duro só de lembrar da cena. Larissa ainda dorme. Eu vou na cesta, pego mais cinco calcinhas novas que ela deixou pra mim – ela tá deixando de propósito agora, eu sinto. Cheiro cada uma, lambo o fundo, passo na pica. Depois vou pro meu quarto e pego o vibrador pequeno que ela deixou lá, o que ela usou ontem.
Eu me deito na cama, coloco uma calcinha dela na cara, outra enrolada na pica, e começo a me masturbar pensando nela gozando ontem.
- Larissa... sua buceta é tão apertada... eu quero comer você de verdade, filha... meter essa pica até o fundo e encher de porra...
De repente a porta abre. Ela entra só de camiseta, sem calcinha, buceta lisinha à mostra.
- Pai... eu vi você ontem. Te vi me olhando enquanto eu metia o dildo da mamãe na minha buceta...
Eu paro, pau na mão, calcinha dela na cara.
- Filha...
Ela fecha a porta, tira a camiseta, fica pelada na minha frente.
- Eu gostei. Gostei de saber que você fica louco pelas minhas calcinhas. E eu também fiquei louca pensando na sua pica enquanto gozava.
Ela sobe na cama, pega uma calcinha suja da pilha e cheira.
- Agora eu quero ver de perto. Bate pra mim, pai. Bate olhando pra minha buceta de verdade.
Eu obedeço, mão voando na pica.
Ela abre as pernas, mostra a buceta rosada, grelinho inchado.
- Olha como tá molhada... só de te ver com minha calcinha...
- Porra, filha... sua buceta é linda... – eu gemo.
Ela começa a se tocar, dedo no grelinho.
- Aaaahhh... bate mais rápido... imagina metendo aqui... bem fundo...
Os gemidos dela enchem o quarto. Eu bato desesperado.
- Larissa... eu vou gozar...
- Goza na minha calcinha de novo, pai... enche ela de porra pra eu usar depois...
Eu explodo. Jorro grosso, quente, enchendo a calcinha que ela segura. Ela lambe um pouco do gozo que escorre.
- Hummm... gosto bom... agora me deixa usar o dildo enquanto você cheira minha buceta...
Ela pega o dildo, enfia na buceta, começa a meter enquanto eu me aproximo, nariz na buceta dela, cheirando e lambendo o grelinho.
- Aiii... pai... lambe meu grelinho... aaaahhh... que delícia...
Eu lambo com fome, língua rodando no grelinho inchado, sentindo o gosto doce da porra dela. Ela mete o dildo mais rápido.
- Oooohhh... vou gozar de novo... goza comigo, pai...
Nós dois gememos juntos, eu batendo punheta de novo, ela se fodendo com o dildo.
- AAAAAHHH! GOZEI! – ela grita, buceta esguichando na minha boca.
Eu gozo também, porra espirrando na coxa dela.
Depois disso a gente fica abraçado, ofegantes, calcinhas sujas espalhadas pela cama.
- Pai... eu quero mais – ela sussurra. – Quero sua pica de verdade na minha buceta. Quero você me comendo todo dia. E você pode continuar obcecado pelas minhas calcinhas... porque agora eu vou deixar ainda mais sujas pra você.
A obsessão virou outra coisa. Virou um vício que nós dois dividimos. E toda vez que eu chego em casa, tem uma pilha nova de calcinhas sujas esperando, o cheiro da buceta da minha filha me chamando, e ela esperando pelada no quarto, pronta pra gemer - Pai, vem comer minha buceta enquanto eu uso seu pau de verdade.
E assim a gente vive agora. Pai e filha. Obcecados um pelo outro. Sem parar nunca.

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Comentários


foto perfil usuario russof

russof Comentou em 04/04/2026

que maravilha de conto. muito excitante.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minhas filha e suas calcinhas!

Codigo do conto:
258604

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
04/04/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
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