Me acabando na siririca cheirando a cueca de meu cunhado!
A casa estava quieta naquela manhã de domingo, o sol entrando pelas frestas da cortina do quarto de hóspedes. Ana acordou com o corpo já latejando, a buceta úmida só de lembrar do dia anterior. Ela e o marido, Marcos, tinham vindo passar uma semana na casa do cunhado Lucas, aquele homem alto, pele bronzeada de tanto trabalhar ao ar livre, braços grossos de quem carrega peso o dia todo. Lucas era o irmão mais novo do marido, mas parecia feito de outro material, mais bruto, mais macho. Desde o primeiro dia Ana sentia o cheiro dele no ar da casa, um misto de suor limpo, madeira fresca e algo animal que fazia a calcinha dela grudar. No dia anterior eles tinham montado uns móveis novos na garagem. Lucas sem camisa, suor escorrendo pelo peito largo, pingando na barriga tanquinho, descendo até a cintura da bermuda que marcava o volume da pica mesmo sem estar duro. Ana ajudou o tempo todo, fingindo que era só boa cunhada, mas cada vez que ele se abaixava ela via o saco dele marcando no tecido, o cheiro forte de macho suado subindo. Quando terminou, Lucas riu, passou a mão no cabelo molhado e disse - Porra, Ana, você é foda hein, ajudou pra caralho. Se não fosse você eu ainda tava aqui suando sozinho. Ela sorriu, mas por dentro já estava louca. A esposa dele, Cláudia, saiu pra comprar pão com Marcos, deixando os dois sozinhos por uns minutos. Ana sentiu o coração disparar. Assim que o carro sumiu na rua, ela correu pro quarto do casal, o coração batendo na garganta. Revistou a cesta de roupa suja no canto, mãos tremendo. Achou logo: a cueca preta que Lucas tinha usado naquela manhã. Ainda quente, úmida de suor no fundo, o tecido com aquela mancha amarelada no centro onde o saco dele ficou encostado o dia todo. O cheiro subiu forte quando ela levou ao nariz: suor salgado, macho puro, um toque de mijo leve do dia anterior, aquele aroma de bolas pesadas que faz qualquer mulher safada perder o juízo. Ana trancou a porta do banheiro da suíte, abaixou a calcinha até os tornozelos e sentou na privada com as pernas bem abertas. A buceta dela já pingava, os lábios inchados, o grelinho duro como pedra. Ela apertou a cueca contra o rosto, inspirou fundo, o cheiro invadindo os pulmões. - Caralho... Lucas... seu cheiro de saco é tão bom, porra... – murmurou baixinho, a voz rouca. Com a outra mão começou a esfregar a cueca na boceta, o tecido áspero raspando no grelinho, fazendo ela gemer baixinho no começo. O cheiro era tão forte que ela quase gozou na hora, mas segurou, queria prolongar. Ela enfiou dois dedos na buceta molhada, entrando fácil, o som molhado ecoando no banheiro pequeno. - Ahhh... fode... imagina se fosse sua pica grossa me arrombando... – gemia, olhos fechados, o nariz enterrado na cueca. O tecido ainda tinha um fio de suor no elástico, ela lambeu ali, sentindo o gosto salgado do cunhado. A buceta apertava os dedos, o cu piscando de tesão. Ela virou a cueca do avesso, a parte que encostou direto no saco dele, e pressionou contra o clitóris, esfregando em círculos rápidos. - Porra, Lucas, seu cheiro de bola suada tá me deixando louca... quero sentar nessa pica que você guarda aí dentro... Os gemidos foram ficando mais altos, desesperados. O corpo dela tremia, as coxas apertando a mão. Ela imaginava Lucas ali, parado na porta, pica dura na mão, olhando pra ela se tocando com a cueca dele. - Tá gostando do meu cheiro, cunhada safada? – ele diria na cabeça dela. - Então enfia essa cueca na sua buceta enquanto eu te como. Ana enfiou um pedaço da cueca na boceta, o tecido absorvendo o mel que escorria, e continuou esfregando o resto no grelinho. Três dedos agora, metendo fundo, o som schlick schlick schlick enchendo o banheiro. - Ai caralho... Lucas... me fode... me arromba esse cu também... – gritava baixinho, mordendo o lábio pra não acordar a casa toda. O orgasmo veio forte, as pernas tremendo, a buceta esguichando um pouco no chão do banheiro. Ela gozou gemendo o nome dele, o nariz ainda enfiado na cueca, cheirando até o último segundo. Mas aquilo não parou ali. Desde aquele dia, Ana virou obcecada. Voltou pra casa com a cueca escondida na mala, lavada por fora mas nunca por dentro, pra manter o cheiro. Quase todo dia, quando Marcos saía pro trabalho, ela trancava o quarto, abria o celular na foto que tinha cortado Cláudia: só Lucas sorrindo, peito largo, olhar de quem come bem. Pegava a cueca, cheirava fundo, e começava o ritual. Hoje era um daqueles dias. Marcos tinha viajado a trabalho, Ana sozinha em casa o dia todo. Ela deitou na cama king size, nua, pernas abertas pra o espelho grande do armário. A cueca de Lucas na mão esquerda, a direita já descendo pra buceta depilada. O cheiro ainda estava lá, fraco mas presente, o saco dele impregnado no tecido. Ela inspirou devagar, longo, sentindo o pau imaginário dele endurecer na mente. - Hmmm... porra, Lucas, seu saco cheira tão macho... quero lamber cada prega dessas bolas suadas... Começou devagar, passando a cueca no pescoço, nos peitos, roçando os mamilos duros. Depois desceu, abriu os lábios da buceta com dois dedos, mostrando pro espelho como estava molhada, brilhando. O grelinho inchado, vermelho, pedindo atenção. Ela colocou a parte suja da cueca direto no clitóris e começou a esfregar devagar, círculos lentos. - Ahhh... isso... esfrega no meu grelinho... caralho, que tesão... Os gemidos foram crescendo. Ela metia dois dedos na buceta, depois três, abrindo bem, imaginando a pica grossa do cunhado entrando. - Fode... me fode com essa pica grande... quero sentir suas bolas batendo no meu cu... – gemia, voz rouca, olhos vidrados na foto dele no celular ao lado. Ela aumentou o ritmo, a cueca agora toda molhada do mel dela misturado com o suor antigo dele. Enfiou um canto da cueca dentro da buceta, empurrando com os dedos, sentindo o tecido áspero roçar as paredes internas. O cu piscava, ela molhou um dedo e enfiou devagar no cuzinho, gemendo mais alto. - Ai porra... me arromba o cu também, Lucas... quero você me enchendo dos dois lados... O primeiro orgasmo veio rápido, corpo arqueando na cama, pernas tremendo, buceta apertando a cueca dentro dela. - Aaaahhh... gozando... caralho... Lucas... – gritou, voz falhando, esguichando um jato fino que molhou o lençol. Mas ela não parou. Tirou a cueca da buceta, levou direto no nariz de novo, cheirando o cheiro novo misturado com o dele, e continuou se masturbando, dois dedos no cu agora, três na buceta, o polegar girando no grelinho inchado. - Não para... não para porra... quero gozar de novo pensando na sua pica explodindo dentro de mim... – murmurava entre gemidos. Imaginava Lucas em cima dela, suado como naquele dia dos móveis, pica grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando, metendo fundo. - Tá sentindo como minha buceta aperta sua pica, cunhado? – ela falava em voz alta agora, como se ele estivesse ali. - Goza dentro... enche minha buceta de porra quente... O segundo orgasmo veio mais forte, corpo convulsionando, gemidos desesperados saindo sem controle. - Aaaaaiiii caralhooo... gozando de novo... porraaaa... – ela gritava, o cu apertando o dedo, a buceta jorrando, a cueca pressionada contra o rosto. O cheiro dele misturado com o cheiro de gozo dela deixava tudo mais intenso. Ela rolou na cama, ficou de quatro, espelho mostrando a buceta aberta, vermelha, pingando. Enfiou a cueca inteira entre as pernas, esfregando pra frente e pra trás, o tecido passando do grelinho pro cu e de volta. - Olha pra essa buceta gulosa... querendo sua pica... – gemia, balançando o quadril como se ele estivesse metendo por trás. Os gemidos viraram quase soluços de prazer. Terceiro orgasmo, quarto, cada um mais longo, mais molhado. Ela perdeu a conta do tempo, o quarto cheirando a buceta e a cueca suada, o celular com a foto dele brilhando na tela. Quando finalmente parou, exausta, corpo suado, buceta latejando, cu ardendo de tanto dedo, ela ainda segurava a cueca no rosto, cheirando devagar. - Eu sou louca por você, Lucas... roubei sua cueca e não me arrependo nem um pouco... todo dia vou gozar pensando em você me comendo... – sussurrou, voz cansada mas feliz. E assim os dias se repetiam. Ana vivia pra esses momentos. Às vezes ligava pro marido só pra saber quando Lucas ia visitar de novo, o coração acelerando só de imaginar outra chance de roubar mais uma cueca fresca, talvez até ver a pica dele de relance se ele saísse do banho. Mas por enquanto, a cueca roubada era o suficiente pra fazer ela gozar como nunca, gemendo o nome do cunhado, buceta e cu entregues pro prazer proibido, sem vergonha nenhuma, só tesão puro, cru, animal. O cheiro daquele saco suado ainda a fazia quase gozar na hora, toda vez que abria a gaveta secreta. Ela sabia que era errado, que era safadeza da grossa, mas isso só deixava tudo mais gostoso. E toda vez que gozava, gritando, se contorcendo, ela imaginava o dia em que Lucas descobriria, talvez até entrasse no quarto e dissesse - Então é isso que você faz com minha cueca, cunhada? Vem cá que eu vou te dar a pica de verdade... Ana sorria, já molhando de novo só de pensar. O conto da obsessão dela não acabava nunca. Cada cheirada, cada dedada, cada gemido desesperado era só o começo de uma putaria que crescia dentro dela, mais forte, mais molhada, mais viciada no irmão do marido. E ela não queria que parasse nunca.
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