Irmã grávida? Que nada, tem que cair na vara mesmo!

Eu e a Maju sempre fomos assim, próximos pra caralho. Ela tem trinta anos agora, eu vinte e dois, e desde moleque a gente é aquele par de irmãos que resolve a vida um do outro. Qualquer merda que acontece, é só ligar e falar. Ela sabe das minhas trepadas ruins, eu sei das brigas dela com os caras. A gente conversa sobre tudo, até sobre como a buceta dela fica molhada quando tá no cio ou como eu gosto de meter fundo até gozar. Não é papo normal de irmão, mas pra gente virou normal. Só que agora as coisas estão diferentes. Ela tá grávida do segundo filho, barriga já bem redonda, peitos inchados, e toda semana me manda foto atualizando. No começo eu fingia que era só fofura de tio, mas cada imagem nova me deixa com a pica latejando dentro da cueca, dura como pedra, vazando pré-gozo só de olhar a pele esticada da barriga dela, os mamilos escuros marcando no tecido fino da blusa.
Aí veio o dia que mudou tudo. Ela me mandou as fotos de lingerie pra mostrar pro ex, antes de ficar noiva do cara atual. Mandou várias, uma atrás da outra, com legenda normal tipo - Olha o que eu comprei, acha que ele vai gostar? - Eu respondi qualquer coisa, - Tá foda, mana, ele vai pirar - mas salvei todas no álbum escondido do celular. São fotos que me atormentam até hoje. Numa ela tá de sutiã rendado preto, os peitos pesados quase pulando pra fora, a barriga redonda aparecendo logo abaixo, a calcinha fio dental enterrada entre os lábios grossos da buceta, marcando o grelinho inchado. Noutra ela vira de lado, a bunda empinada, o cu aparecendo meio de lado, redondo e macio, com a barriga projetando pra frente. Eu bato punheta olhando isso quase todo dia. Seguro o celular com uma mão, a outra apertando a pica grossa, subindo e descendo devagar enquanto imagino enfiando a língua bem no meio daquela buceta prenha, chupando o grelinho até ela gritar.
Eu fico maluco pensando se conto pra ela ou guardo esse segredo pra sempre. O tesão tá me comendo vivo. Toda vez que o celular vibra e é foto nova da barriga, eu já fico duro. Imagino ela grávida, gemendo meu nome, pedindo pra eu meter naquela buceta molhada que tá carregando o filho de outro mas que agora eu quero pra mim. A gente se vê toda semana, ela mora perto, e nesses encontros eu disfarço, mas meu pau trai, fica marcando na calça quando ela me abraça e a barriga roça na minha barriga.
Até que um sábado à tarde ela me chamou pra ir na casa dela. O noivo tava viajando a trabalho, a filha mais velha na casa da avó. - Vem aqui, mano, tô sozinha e com saudade de conversar de verdade - ela mandou no áudio, voz manhosa, aquela voz que ela usa quando tá carente. Eu fui, coração acelerado, o celular no bolso com as fotos salvas. Cheguei, ela abriu a porta de shortinho curto e regata larga, barriga enorme aparecendo, os peitos balançando livres por baixo do tecido fino. Os mamilos estavam duros, marcando. Ela me deu um abraço apertado, a barriga quente encostando na minha, e eu senti o cheiro dela, aquele cheiro de mulher grávida, doce e quente.
A gente sentou no sofá, conversou sobre tudo, mas eu não aguentava mais. Depois de meia hora eu respirei fundo e falei baixo. - Mana, eu preciso te contar uma coisa. Mas promete que não vai me achar doente. - Ela riu, colocou a mão na minha coxa. - Fala logo, eu te conheço. - Eu peguei o celular, abri o álbum escondido e mostrei as fotos de lingerie. - Eu guardei todas. Toda vez que você me manda foto da barriga eu fico louco. Eu bato punheta pensando em você. Na sua buceta, no seu cu, nos seus peitos cheios de leite. Eu sei que é errado pra caralho, mas eu quero te comer, Maju. Quero meter minha pica em você grávida.
Ela ficou quieta uns segundos, olhos arregalados olhando as fotos. Depois mordeu o lábio inferior, a mão dela apertando minha coxa com mais força. A respiração dela mudou, ficou mais pesada. - Porra, mano... você guardou mesmo? Eu mandei pro ex mas... caralho, eu tô grávida e os hormônios me deixam uma puta no cio o tempo todo. Meu noivo mal me toca direito, diz que tem medo de machucar o bebê. E você aí, meu irmão, me falando isso... - Ela passou a mão na barriga devagar, subindo até apertar um peito por cima da regata. O mamilo ficou ainda mais duro. - Eu fico molhada só de pensar em alguém me comendo com essa barriga. E você... você é o único que me conhece de verdade.
Eu não esperei mais. Puxei ela pro meu colo, a barriga enorme encostando no meu peito, e a beijei. A língua dela entrou na minha boca quente, molhada, desesperada. A gente se beijou como se o mundo fosse acabar, mãos correndo pelo corpo um do outro. Eu segurei a barriga dela com as duas mãos, sentindo o bebê se mexer lá dentro, e isso me deixou ainda mais louco. Desci a boca pro pescoço dela, chupando forte, deixando marca. Ela gemeu baixo no meu ouvido. - Aaaahhh, caralho... isso, mano, me chupa.
Eu levantei a regata dela, os peitos grandes pularam pra fora, pesados, veias azuis aparecendo, mamilos escuros e inchados. Peguei um na boca e chupei forte. Um fiozinho de leite saiu, doce e quente, escorrendo na minha língua. Ela arqueou as costas e gritou. - Porraaa, tá saindo leite, chupa mais, mama os peitos da sua irmã prenha! Aaaahhh, que delícia! - Eu chupei os dois alternadamente, sugando o leite enquanto minha mão descia pro shortinho dela, enfiando por dentro da calcinha. A buceta tava encharcada, os lábios grossos e inchados, o grelinho duro como pedra. Passei o dedo no grelinho e ela tremeu inteira. - Ai meu Deus, mano, mexe no grelinho da mana, tá tão sensível... aaaahhh, caralho, eu vou gozar só com isso!
Ela gozou rápido, a buceta apertando meus dedos, esguichando um pouco de líquido quente na minha mão. O cheiro dela encheu a sala. Eu tirei o short e a calcinha dela, deixando ela só com a barriga enorme exposta. A buceta brilhava, rosada, aberta, o cu logo abaixo piscando. Eu me ajoelhei no chão, abri as pernas dela e enfiei a língua bem no meio. Chupei o grelinho com força, lambendo em círculos rápidos, depois desci e enfiei a língua no buraco da buceta, sentindo o gosto dela, doce e salgado ao mesmo tempo. Ela segurou minha cabeça com as duas mãos, empurrando contra a buceta. - Isso, irmão, come a buceta da mana com a língua, lambe tudo, chupa o grelinho... aaaahhh, porra, que língua gostosa, me fode com ela!
Eu lambi até ela gozar de novo, o corpo tremendo, a barriga subindo e descendo rápido, leite pingando dos mamilos. Levantei, tirei a roupa, minha pica pulou pra fora, grossa, vermelha, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Ela olhou e lambeu os lábios. - Caralho, mano, sua pica tá enorme... vem, enfia na buceta da sua irmã. Eu preciso sentir você dentro de mim.
Eu sentei no sofá, puxei ela pra cima de mim, de frente. A barriga enorme ficou entre nós dois, quente, macia. Segurei a pica pela base e esfreguei a cabeça na entrada da buceta molhada. Ela desceu devagar, engolindo centímetro por centímetro. Quando eu estava todo dentro, ela soltou um gemido longo e desesperado. - Aaaahhh, que delícia... tá me enchendo toda, mano... sua pica grossa na buceta prenha da mana... fode, vai, mete!
Eu comecei a subir e descer ela no meu colo, as mãos segurando a bunda grande, dedos afundando na carne macia. Cada estocada fazia a barriga balançar, os peitos pularem, leite espirrando um pouco. O barulho molhado da buceta engolindo minha pica enchia a sala. - Porra, M, sua buceta tá apertando tanto... tá tão quente e molhada... eu vou te foder até você não aguentar mais. - Ela rebolava, a barriga roçando no meu abdômen. - Isso, irmão, me fode forte, mete essa pica até o fundo, eu quero sentir você batendo no útero... aaaahhh, caralho, tá tão fundo!
A gente fodeu assim por uns vinte minutos, suados, ofegantes. Eu sentia o bebê se mexendo dentro dela enquanto minha pica entrava e saía. Ela gozou mais duas vezes, a buceta espremendo minha pica como um punho quente. Eu não aguentei e avisei. - Mana, eu vou gozar... quer que eu goze dentro? - Ela cravou as unhas nas minhas costas. - Goza dentro, mano, enche a buceta da sua irmã grávida de porra quente! Aaaahhh, goza, porra!
Eu explodi, jatos grossos de gozo enchendo ela por dentro, transbordando pela buceta e escorrendo pelo meu saco. Ela tremeu inteira, gozando junto, leite jorrando dos peitos. A gente ficou abraçado, ofegante, minha pica ainda dentro, latejando. Mas não acabou. Depois de uns minutos descansando, ela se levantou, minha porra escorrendo pelas coxas dela, e me puxou pro quarto. - Vem, mano, eu ainda tô com fome. Quero mais.
No quarto ela se deitou de lado, barriga enorme pro lado, empinou a bunda pra mim. - Agora fode meu cu, irmão. Eu quero sentir sua pica no meu cu enquanto a buceta ainda tá cheia da sua porra. - Eu cuspi na mão, passei na cabeça da pica e no cuzinho dela, que piscava, apertado. Empurrei devagar. O cu dela abriu, engolindo minha pica grossa centímetro por centímetro. Ela gemeu alto, desesperada. - Aaaaiii, caralho, tá abrindo meu cu... devagar, mano... aaaahhh, que delícia, tá me arrombando!
Quando eu estava todo dentro, comecei a meter devagar, depois mais forte. A mão dela ia pra buceta, esfregando o grelinho enquanto eu socava o cu. Os peitos balançavam, leite pingando no lençol. - Fode o cu da mana, irmão, mete fundo, me arromba... aaaahhh, porra, eu sou sua putinha grávida agora! - Eu metia com força, o saco batendo na buceta molhada, o barulho de pele contra pele ecoando. A barriga dela balançava a cada estocada. Eu segurei os peitos por trás, apertando, tirando mais leite.
A gente mudou de posição de novo. Ela ficou de quatro, barriga pendurada, eu atrás metendo no cu enquanto enfiava dois dedos na buceta. Ela gritava. - Isso, fode os dois buracos da sua irmã, mano! Aaaahhh, eu vou gozar de novo, caralho! - O orgasmo dela foi violento, o cu apertando minha pica, a buceta esguichando nos meus dedos. Eu puxei a pica do cu e enfiei de novo na buceta, metendo rápido, curto. - Agora eu vou encher esse cu de porra também, mana. - Ela pediu. - Goza no cu, irmão, me enche os dois buracos!
Eu gozei de novo, forte, enchendo o cu dela de porra quente. A porra escorria dos dois buracos, misturada, pingando na cama. A gente desabou, suados, cheios de leite, porra e suor. Ela virou o rosto pra mim, beijou minha boca devagar. - Porra, mano... isso foi a melhor foda da minha vida. A gente vai repetir isso sempre que o noivo viajar. E você pode me mandar mensagem pedindo foto nova da barriga... ou da buceta. Eu sou sua agora também.
A gente ficou ali, eu com a mão na barriga dela, sentindo o bebê, a buceta e o cu ainda pulsando. O segredo virou realidade. E eu sabia que aquilo ia continuar, cada vez mais safado, cada vez mais intenso. Porque agora eu tinha minha irmã mais velha, grávida, gemendo meu nome enquanto eu enchia ela de pica e porra.
O resto da tarde a gente passou fodendo mais. Ela me chupou de quatro, barriga encostada nas minhas pernas, garganta engolindo minha pica até o saco, saliva escorrendo, olhos lacrimejando. - Glup glup, caralho, engole a pica do irmão, mana... - eu gemia. Depois ela sentou na minha cara, buceta e cu na minha boca, rebolando enquanto eu lambia os dois buracos, engolindo a mistura de porra e gozo dela. Os gemidos dela eram constantes. - Aaaahhh, lambe o cu sujo da mana, chupa a buceta cheia... que língua gostosa, porra!
A noite caiu e a gente ainda tava na cama. Eu meti de novo, dessa vez bem devagar, olhando nos olhos dela, a barriga entre nós. Cada estocada era profunda, sentindo o calor, o aperto. Ela sussurrava safadezas no meu ouvido. - Você é o melhor pau que eu já tive, mano... me fode pra sempre, enche essa barriga de porra toda semana... aaaahhh, eu amo ser a putinha grávida do meu irmão. - Gozamos juntos mais uma vez, exaustos, colados.
Quando eu fui embora, já era quase meia-noite. Ela me deu um beijo longo na porta, barriga encostada em mim, e sussurrou. - Amanhã mando foto nova, só pra você. Da buceta e do cu. E você vem aqui de novo. - Eu saí com a pica dolorida de tanto foder, mas o tesão ainda latejando. O segredo não era mais segredo. Era nossa nova realidade. E ia ser assim por meses, até o bebê nascer, e depois também. Porque agora a gente era mais que irmãos. A gente era amantes safados, e a barriga dela era só o começo de uma puta de uma história chula e deliciosa.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Irmã grávida? Que nada, tem que cair na vara mesmo!

Codigo do conto:
258635

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/04/2026

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