Caindo na pica de um estranho na trilha, enquanto meu namorado assistia...desolado!
Maria Júlia tinha 32 anos e um corpo que chamava atenção em qualquer lugar, curvas firmes, peitos médios que balançavam gostoso quando ela andava, bunda redonda e uma buceta que já era molhada só de imaginar safadeza. Seu namorado Vítor, 29 anos, era bonito, mas na hora do vamos ver sempre deixava a desejar, gozava rápido demais e não tinha aquele fogo que ela precisava. Num dia gostoso de primavera, o sol quente batendo na pele, passarinhos cantando alto nas árvores, eles decidiram fazer uma caminhada na trilha perto de casa. O ar cheirava a terra úmida e flores silvestres, o vento leve levantava a saia leve dela de vez em quando, roçando no grelinho por cima da calcinha fina e já deixando ela arrepiada. Eles andavam de mãos dadas, rindo de bobagem, mas o calor do sol e o movimento dos quadris dela foram esquentando a parada rapidinho. Vítor olhava pro decote dela, via o suor escorrendo entre os peitos, e sentiu a pica endurecendo dentro da bermuda. De repente ele parou, puxou ela pelo braço com aquele olhar faminto no olho e sussurrou baixinho. - Vem, amor, sai da trilha comigo. Quero te comer aqui no mato, agora. Maria Júlia sentiu o coração bater mais forte, a buceta contraindo de tesão. Eles saíram da trilha principal, entraram no mato denso, galhos arranhando de leve as pernas, folhas secas estalando sob os pés. Não estava super escondido, dava pra ouvir vozes distantes de gente passando na trilha, mas isso só deixava tudo mais perigoso e excitante. Encontraram um cantinho meio protegido por uma árvore grande, tronco grosso e folhagem ao redor, o chão com um pouco de musgo macio. Vítor não perdeu tempo. Virou ela de quatro rapidinho, abaixou a short dela e a calcinha até os joelhos, abriu as pernas dela com as mãos e enfiou a pica dura na buceta molhada por trás com um golpe só. - Porra, Maria Júlia, você já tá encharcada... que buceta gulosa - ele gemeu, segurando os quadris dela e começando a socar. O pau dele entrava e saía com um som molhado, as bolas batendo na pele dela, o suor já escorrendo pelas costas dos dois. Maria Júlia mordeu o lábio no começo, tentando ficar quietinha, mas o prazer foi subindo rápido. Os gemidos saíam cada vez mais altos, mesmo ela tentando segurar. - Ahhh... Vítor... me fode assim... mais fundo... - ela sussurrava, empurrando a bunda pra trás pra sentir ele todo dentro. A adrenalina de estar quase em público batia forte, o risco de alguém aparecer deixava a buceta dela pulsando mais ainda ao redor da pica dele. Eles não sabiam, mas os gemidos dela ecoavam mais do que imaginavam. De repente, um homem de meia-idade, uns 48 anos, forte, barba grisalha bem aparada, corpo musculoso de quem ainda malhava, apareceu parado a poucos metros, encostado numa árvore, olhando com um sorriso safado no canto da boca. Ele tava suado da caminhada, a camiseta colada no peito largo, e dava pra ver o volume grande na calça jeans. - Dava pra ouvir vocês gemendo lá da trilha principal, hein. Vocês tão fazendo um show e tanto - ele disse com voz rouca, calma, mas cheia de tesão. Maria Júlia congelou no lugar, a pica de Vítor ainda dentro dela, o coração disparando de nervoso e vergonha. Vítor parou de meter por um segundo, mas o estranho continuou falando, cruzando os braços. - Isso aqui é atentado ao pudor, sabia? Eu poderia chamar a polícia agora, fazer vocês serem denunciados, ficarem com vergonha na frente de todo mundo. Mas... eu tenho uma proposta melhor. Deixa eu participar, fazer a vez comigo com essa buceta linda aí, e ninguém fica sabendo de nada. Senão, eu denuncio na hora. O silêncio caiu pesado. Maria Júlia sentia a buceta latejando, o medo misturado com uma excitação doida que ela nunca tinha sentido. Olhou pro Vítor, que tava pálido, mas ela, com o corpo todo quente, balançou a cabeça devagar e cedeu. - Tá bom... pode vir... - ela murmurou, voz tremendo de nervoso e desejo. Vítor tentou continuar, metendo por trás dela de novo, mas o estranho já tava abaixando a calça, tirando pra fora uma pica grossa, veiuda, maior e mais dura que a do namorado, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ele se aproximou, pegou no cabelo longo de Maria Júlia com firmeza e guiou a boca dela direto pro pau dele. - Chupa essa pica, sua putinha safada. Enquanto seu namoradinho te fode por trás, eu vou encher essa boquinha gulosa - ele ordenou, voz grossa de tesão. Ela abriu a boca e engoliu a pica dele até onde conseguia, a língua girando no grelinho da cabeça, chupando com vontade, saliva escorrendo pelo queixo, fazendo barulho de sucção molhado. Vítor continuava metendo na buceta dela, mas dava pra ver na cara dele que a parada tava pesada. Os gemidos dela vibravam ao redor da pica do estranho, - Mmmph... ahhh... - e o corpo dela tremia entre os dois paus. Mas Vítor não aguentou. A pica dele amoleceu, ele saiu de dentro dela com uma cara de derrotado total, o pau murcho na mão, se afastando um passo e sentando numa pedra ali perto, só olhando. O estranho riu baixo, assumindo o controle total. - Se você não consegue comer ela direito, sai de perto e fica vendo eu comer ela e fazer ela gozar de verdade, seu corno. Olha bem como se faz - ele falou pro Vítor com deboche na voz, dando um tapa leve na bunda de Maria Júlia. Ele virou ela, prensou o corpo dela contra o tronco da árvore, levantou uma das pernas dela bem alto, segurando firme pela coxa, e enfiou a pica grossa na buceta encharcada com um golpe fundo e bruto. - Porra, que buceta apertada e quente... tá me engolindo inteiro, sua vadia. Vou te comer como se fosse seu dono agora - ele rosnou, começando a socar sem piedade. Os peitos dela balançavam a cada estocada, ele pegava neles com força, apertando os mamilos duros, dando tapas que deixavam a pele vermelha. Puxava o cabelo dela pra trás, mordia o pescoço, chupava e deixava marcas roxas enquanto metia sem parar. O som das peles batendo era alto, slap slap slap, misturado com o barulho molhado da buceta dela que escorria suco pelas coxas. Maria Júlia tentou se segurar no começo, mãos cravadas na casca da árvore, mas logo tava perdida. - Aaaahhhh! Porra... me fode mais forte... sua pica tá me rasgando toda... ahhh... - ela gemia desesperada, jogando a cabeça pra trás, empurrando os quadris contra ele. Vítor só ficava lá, olhando, mão no pau murcho, sem conseguir fazer nada. O estranho não parava, girava a pica dentro dela, roçando no ponto que fazia ela ver estrelas, batendo fundo no fundo da buceta. O primeiro orgasmo veio forte, subindo do grelinho latejando até o ventre. Maria Júlia tremeu toda, pernas bambas, buceta apertando a pica dele como um punho. - Eu tô gozando! Aaaaaahhhhhh! Meu Deus... que delícia... minha buceta tá pulsando... porraaaa! - ela berrou, corpo convulsionando, sucos escorrendo forte pelas coxas, molhando as bolas dele. Ele não deu trégua, continuou socando mais rápido, mais fundo, suando, grunhindo. - Isso, goza na minha pica, sua cachorra. Seu namorado nunca te fez gozar assim, né? Olha pra ele enquanto eu te destruo - ele zombava, dando mais tapas nos peitos, mordendo o ombro dela. O segundo orgasmo veio logo em seguida, ainda mais intenso, o corpo dela se contorcendo inteiro. Ela sentia o cu piscando de tanto prazer, a buceta jorrando. - Porraaaaa! De novo! Me fode, me fode sem parar! Eu sou sua puta agora... aaaahhhh! Não para... - os gemidos eram desesperados, voz rouca, cabeça jogada pra trás, unhas cravadas na árvore. Vítor assistia tudo, cara vermelha de humilhação, mas não conseguia tirar os olhos. O estranho ria baixo e metia mais forte, segurando a perna dela mais alto, quase dobrando ela contra a árvore. O terceiro orgasmo foi o mais bruto, ela sentiu como uma onda que quebrou tudo. As pernas cederam de vez, o corpo tremendo incontrolável, visão borrada, buceta esguichando um pouco de tanto prazer. - Aaaaaaiiiii! Eu tô gozando de novo! Porra... sua pica é foda... me enche... aaaahhhh! Meu cu tá piscando... eu não aguento mais... - ela gritava, lágrimas de prazer escorrendo, xoxota escorrendo grossa pelas coxas até os tornozelos. Só depois disso o estranho gozou, metendo fundo e enchendo a buceta dela de porra quente, jatos grossos que transbordavam e escorriam junto com os sucos dela. Ele puxou a pica devagar, deu um tapa final na buceta inchada e sorriu. - Boa menina. Agora arruma essa buceta e volta pra trilha como se nada tivesse acontecido. Eles se arrumaram em silêncio, Maria Júlia com as pernas moles, buceta latejando, marcas no pescoço e peitos. Vítor não disse uma palavra, só seguiu atrás. O estranho sumiu no mato como apareceu. Hoje Maria Júlia e Vítor não estão mais juntos, mas ela não se arrepende nem um pouco de ter deixado aquele cara fazer o que fez. Pelo contrário, toda vez que lembra, a buceta dela molha de novo só de pensar na pica dele tomando conta dela enquanto o namorado assistia.
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