Vi minha tia se maquiando no banheiro, não resisti..

Acordei com o pau já latejando dentro da cueca, duro feito pedra, pensando naqueles dois anos de flerte safado com a tia Carla. Tudo começou com olhares demorados na mesa do almoço de família, depois vieram as carícias “acidentais” quando ela passava perto de mim no sofá, a mão dela roçando na minha coxa, meu dedo roçando de leve na cintura dela por baixo da blusa. Ela era casada com o tio Roberto, mas a gente sabia que tinha fogo ali. Ela mordia o lábio quando eu a olhava, eu ficava com a pica inchada só de imaginar o que tinha por baixo daquelas saias justas. Agora eu estava na casa dela, passando a semana, e o tio tinha saído cedo pro mercado. A casa estava silenciosa, só o barulho distante do chuveiro que já tinha parado. Levantei, tirei a cueca devagar, sentindo a pica pular livre, grossa, vermelha, a cabeça brilhando de pré-gozo. Sabia que ela estava no banheiro se maquiando. Era agora ou nunca.
Empurrei a porta do banheiro sem bater. O vapor ainda pairava no ar, cheiro de sabonete de rosas misturado com o perfume dela. Tia Carla estava de frente pro espelho, só de calcinha minúscula preta, daquelas que mal cobrem a bunda grande e redonda. As costas nuas, os seios pesados balançando de leve enquanto ela passava rímel. O cabelo molhado caindo nos ombros. Ela me viu no reflexo e os olhos se arregalaram.
- Caralho, o que você tá fazendo aqui? – ela sussurrou, mas não gritou, não correu.
Não dei tempo pra ela pensar. Cheguei por trás rápido, colei meu corpo no dela, a pica dura enfiando direto entre as nádegas macias, só separadas pela calcinha fina. Meu peito encostou nas costas quentes dela, meus braços envolveram a cintura, as mãos subindo pra apertar aqueles peitos grandes, mamilos já duros roçando nas minhas palmas.
- Shhh, tia… eu tô louco por isso faz dois anos – murmurei no ouvido dela, mordendo o lóbulo devagar. – Olha como minha pica tá dura só de sentir essa bunda gostosa.
Ela soltou um gemido baixo, o corpo tremendo contra o meu.
- Meu Deus… você é louco… o Roberto pode voltar a qualquer hora…
Mas ela não me afastou. Pelo contrário, empinou um pouquinho a bunda pra trás, sentindo minha pica latejar entre as nádegas. Comecei a beijar o pescoço dela, chupando a pele, lambendo até o ombro, enquanto meus quadris se moviam devagar, esfregando a pica pra cima e pra baixo na fenda do cu dela, a calcinha já molhada do meu pré-gozo. O tecido fino raspava gostoso na cabeça inchada da minha pica. Desci uma mão pela barriga dela, dedos grossos traçando a borda da calcinha, depois enfiei o indicador por baixo, sentindo o calor do cu apertadinho.
- Porra, tia… esse cu tá tão quentinho… eu sonho com ele todo dia – falei rouco, enfiando o dedo mais fundo, circulando o anelzinho enrugado enquanto minha pica continuava esfregando por cima da calcinha.
Ela gemeu mais alto agora, um gemido desesperado que ecoou no banheiro pequeno.
- Aaaah… não faz isso… ai, caralho… sua pica tá queimando na minha bunda…
Eu sorri contra o pescoço dela e aumentei o ritmo dos quadris, metendo como se estivesse fodendo o cu dela de verdade, só que a calcinha ainda atrapalhava. Puxei o tecido pro lado com o dedo, agora a pica nua deslizando direto na pele quente da fenda. A cabeça grossa roçava o cu dela a cada estocada, deixando um rastro brilhante de lubrificante natural. Minhas bolas batiam de leve nas coxas dela. A outra mão desceu e encontrou a buceta por baixo da calcinha – molhada pra caralho, os lábios inchados, o grelinho durinho pulsando.
- Olha só como você tá melada, tia… sua buceta tá pingando pra mim – rosnei, esfregando o dedo no grelinho em círculos rápidos enquanto a pica seguia martelando entre as nádegas.
Ela jogou a cabeça pra trás, encostando no meu ombro, os olhos semicerrados no espelho.
- Hummm… aaaah… assim… não para de mexer no meu grelinho… porra, sobrinho… você me deixa louca…
O banheiro estava quente, o espelho embaçando com nossa respiração ofegante. Eu sentia o suor escorrendo entre nossos corpos, o cheiro de sexo já tomando conta. Continuei metendo os quadris com força, a pica deslizando pra cima e pra baixo, a cabeça pressionando o cu dela como se quisesse entrar. Enfiei o dedo médio na buceta dela agora, dois dedos fodendo devagar enquanto o polegar massageava o grelinho inchado. Ela rebolava contra mim, a bunda grande quicando na minha pica.
- Caralho… que delícia… fode minha mão, tia… mostra como você quer essa pica no seu cu – eu grunhia, mordendo o ombro dela com mais força.
Os gemidos dela ficaram mais altos, mais desesperados.
- Aaaahhh… sim… assim… meu cu tá pulsando… ai, porra… vou gozar… não para…
Eu sentia as paredes da buceta dela apertando meus dedos, o grelinho inchando ainda mais. Mas eu não queria que ela gozasse ainda. Puxei os dedos, lambi eles bem na frente do espelho pra ela ver, o gosto doce e salgado dela na minha língua. Depois agarrei a calcinha com as duas mãos e puxei pra baixo até os joelhos dela. Agora nada separava minha pica do cu dela. Voltei a esfregar com tudo, a cabeça grossa pressionando o anelzinho, quase entrando, mas só roçando, simulando a foda anal que eu tanto queria.
- Olha no espelho, tia… olha minha pica toda melada roçando no seu cu virgem – mandei, uma mão voltando pro peito dela, apertando o mamilo duro.
Ela obedeceu, os olhos vidrados no reflexo. A cena era obscena: eu atrás dela, nu, pica enorme entre as nádegas brancas, mãos apertando os peitos, ela de boca aberta gemendo como uma puta.
- Hummmm… aaaah… que pica grossa… você vai me arrombar o cu assim… – ela sussurrou, a voz rouca de tesão.
Eu aumentei o ritmo, metendo os quadris como um animal, o barulho molhado de pele contra pele enchendo o banheiro. Meu dedo voltou pro cu dela, agora enfiando devagar, sentindo o músculo apertar e relaxar em volta. Dois dedos na buceta de novo, fodendo no mesmo ritmo da pica roçando por cima. Ela tremia inteira, as pernas bambas.
- Porra… porra… eu tô quase… ai, caralho… me fode… me fode com essa pica no meu cu… – ela gemia alto agora, sem se importar mais se o tio voltava.
Eu sentia as bolas se contraindo, o gozo subindo. Segurei ela com força pela cintura, metendo mais rápido, a pica deslizando entre as nádegas suadas, a cabeça batendo direto no cu.
- Vou gozar na sua bunda, tia… vou pintar esse cu gostoso de porra quente… – rosnei.
Ela gritou, o corpo inteiro convulsionando.
- Aaaahhhh… goza… goza em mim… enche minha bunda de leite… aaaahhh!
Senti o primeiro jato forte saindo da pica, grosso, quente, acertando direto no cu dela, escorrendo pela fenda. Depois mais, e mais, jatos longos cobrindo as nádegas, escorrendo pelas costas, pingando no chão do banheiro. Eu gemia rouco, o corpo todo tremendo enquanto esvaziava as bolas nela. Ela ainda rebolava devagar, prolongando o prazer, o cu piscando contra minha pica que ainda latejava entre as nádegas meladas.
Ficamos assim um tempo, ofegantes, meu peito colado nas costas dela, a porra escorrendo devagar pela pele dela. O banheiro cheirava a sexo puro agora. Eu beijei o pescoço dela de novo, mais calmo, mas ainda com a pica meio dura roçando na bagunça que eu fiz.
Ela respirou fundo, virou devagar o rosto pra mim. Os olhos ainda vidrados de tesão, mas com um sorriso safado no canto da boca. Empurrou meu peito de leve com a mão, apontando pra minha pica que ainda pingava porra.
- Acho que você deveria ir agora… antes que o Roberto volte e veja a esposa dele toda melada de porra do sobrinho – disse ela, a voz baixa e rouca.
Eu sorri, peguei uma toalha e limpei a pica devagar, olhando pra ela no espelho.
- Foi a melhor foda simulada da minha vida, tia. Seu cu é melhor do que eu imaginava.
Ela riu baixinho, puxando a calcinha pra cima, sentindo a porra ainda quente dentro do tecido.
- Você é um safado… mas volta quando quiser. Só não deixa o Roberto pegar a gente no flagra.
Saí do banheiro com o coração ainda disparado, a pica satisfeita mas já imaginando a próxima vez. O tio chegou dez minutos depois, sem desconfiar de nada. Eu fiquei na sala, assistindo TV como se nada tivesse acontecido, mas toda vez que olhava pra tia Carla passando pela cozinha, via o brilho safado no olhar dela e a mancha discreta na blusa onde um pouco da minha porra tinha escorrido. Dois anos de flerte tinham virado realidade no banheiro daquela casa. E eu sabia que não ia parar por aí.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


258873 - Irmã entrou no meu quarto enquanto eu batia uma punheta, então... - Categoria: Incesto - Votos: 0
258867 - Comida por dois na praia! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 0
258863 - Fui parar pra fazer xixi na trilha, até que... - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
258861 - Deixando minha namorada ser bolinada na balada! - Categoria: Fantasias - Votos: 0
258856 - Em um show com o namorado, gozei com um estranho roçando em mim! - Categoria: Fantasias - Votos: 0
258817 - Me arrombando gostoso no banheiro da igreja! - Categoria: Masturbação - Votos: 2
258787 - O pai da minha amiga! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
258785 - Caindo na pica de um estranho na trilha, enquanto meu namorado assistia...desolado! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
258767 - Delícia de cunhada! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
258659 - Vi minha mãe se pegando com uma amiga! - Categoria: Lésbicas - Votos: 6
258656 - Comendo a tia depravada! - Categoria: Incesto - Votos: 9
258635 - Irmã grávida? Que nada, tem que cair na vara mesmo! - Categoria: Incesto - Votos: 3
258630 - Comendo minha amiga, o irmão dela viu e não aguentou... - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 1
258629 - Sendo o primeiro da minha irmã. Será mesmo? - Categoria: Incesto - Votos: 2
258628 - A mãe de meu amigo é muito sonsa! - Categoria: Heterosexual - Votos: 4
258612 - Páscoa inesquecível! - Categoria: Incesto - Votos: 1
258610 - O flagra que acordou o monstro! - Categoria: Fetiches - Votos: 0
258607 - Me acabando na siririca cheirando a cueca de meu cunhado! - Categoria: Masturbação - Votos: 1
258606 - Renato sortudo, Tainara fogosa! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
258604 - Minhas filha e suas calcinhas! - Categoria: Incesto - Votos: 7
258603 - Obsessão pelos meus filhos! - Categoria: Incesto - Votos: 2
258593 - Na ausência de meu amigo, acabei passando a rola na esposa dele! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
258516 - Convivência com minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 1
258515 - Passando a rola na minha tia... E por que não na minha mãe também? - Categoria: Incesto - Votos: 3
258510 - Morando com minhas irmãs enquanto fazia faculdade! - Categoria: Incesto - Votos: 5
258476 - Comendo a mulher de meu amigo na casa dele! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
258475 - Massagem gostosa na irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 4
258471 - Me vingando do meu primo, metendo a pica na mulher dele! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
258468 - Anos sem cair numa pica, acabei me rendendo a rola do meu filho! - Categoria: Incesto - Votos: 4
258462 - Masturbação insana entre irmãos! - Categoria: Incesto - Votos: 5

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Vi minha tia se maquiando no banheiro, não resisti..

Codigo do conto:
258869

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
07/04/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0