Irmã entrou no meu quarto enquanto eu batia uma punheta, então...
A casa estava quieta naquela tarde de sábado, o tipo de silêncio que só existe quando os pais saem pra visitar a tia e deixam os filhos sozinhos. Lucas, com seus 18 anos recém-saídos do forno, tinha o quarto no fim do corredor. Ele trancou a porta – ou achou que trancou – e se jogou na cama pelado, pau já duro como pedra só de pensar na revista que tinha escondido embaixo do colchão. Era uma Playboy velha, páginas amareladas, mas a loira da capa ainda fazia o sangue dele ferver. Ele abriu na página central, segurou a pica grossa com a mão direita e começou a bater devagar, sentindo a pele esticada deslizar sobre a cabeça roxa e inchada. - Porra... que delícia essa tetona – murmurou pra si mesmo, olhos grudados na foto da mulher de pernas abertas, buceta depilada brilhando sob as luzes do estúdio. A mão subia e descia, cada vez mais rápido. O pré-gozo já lambuzava a palma, fazendo um barulhinho molhado que enchia o quarto. Ele apertava o saco com a outra mão, imaginando que era a boca quente de alguém chupando ele inteiro. Os quadris subiam sozinhos, fodendo o ar, a pica latejando forte, veias saltadas. Estava perto. Muito perto. O grelinho da cabeça inchado roçava na palma a cada descida e ele gemia baixinho, dentes cerrados. - Ahhh... vou gozar... caralho... Foi nesse exato segundo que a porta do quarto se abriu. Vilma, 29 anos, corpo de quem malhava três vezes por semana e sabia que era gostosa pra caralho, entrou sem bater. Ela vinha pedir o carregador do celular que tinha emprestado pro irmão mais novo na noite anterior. Mas parou no meio do passo. Olhos arregalados. A cena estava ali, nua, exposta: Lucas pelado na cama, mão enrolada na pica vermelha e pulsante, revista aberta ao lado, cara de quem estava a dois segundos de explodir. Ela fechou a porta atrás de si num clique rápido, quase sem barulho. Não saiu. Não gritou. Só ficou ali, encostada na madeira, coração disparado. O medo de os pais estarem voltando mais cedo e ouvirem qualquer coisa a prendeu no lugar. Mas havia outra coisa no olhar dela. Algo faminto. Lucas congelou por meio segundo. A mão ainda segurava a pica, que latejava sozinha, babando pré-gozo na barriga. Ele estava tão perto que os bagos doíam. Não conseguiu parar. Os olhos dos dois se encontraram – os dela escuros, surpresos, curiosos; os dele vidrados, desesperados. E ele continuou. Mais rápido agora, quase violento. - Porra, Vilma... eu... eu não consigo parar... – sussurrou ele, voz rouca, mão voando na pica. Ela não respondeu com palavras. Só mordeu o lábio inferior, respirando pesado, e ficou olhando. A blusa fina dela marcava os bicos dos peitos já duros. Lucas sentiu o olhar dela como uma boca chupando ele. Aquilo era errado pra caralho, mas era a coisa mais excitante que ele já tinha vivido. A pica inchou ainda mais na mão, cabeça roxa brilhando. - Ahhh... tá olhando... porra, tá olhando pra minha pica... – gemeu ele, sem tirar os olhos dela. Vilma engoliu em seco. As coxas dela se apertaram uma contra a outra. Ela sentiu a buceta latejar dentro da calcinha fina, um calor molhado se espalhando. Lucas acelerou, punheta frenética, pau fazendo barulho molhado. O gozo subiu como uma onda. - Vou gozar... Vilma... tô gozando... caralhooo! O primeiro jato foi forte, grosso, branco, voou alto e caiu na mesinha de cabeceira com um ploc audível. Depois outro, mais forte, espirrando na revista aberta, sujando a buceta da loira da foto. Ele gemia alto agora, sem conseguir segurar: - Ahhh... porra... tá saindo tanto... olha... olha pra minha pica gozando... Vilma não desviou o olhar. Os jatos continuavam, quentes, pegajosos, escorrendo pela mão dele, pingando nos lençóis. Ele tremia inteiro, quadris empurrando o ar como se estivesse fodendo uma buceta de verdade. O último jato foi mais fraco, escorrendo devagar pela cabeça inchada enquanto ele ofegava, peito subindo e descendo. O quarto ficou em silêncio por uns segundos, só a respiração pesada dos dois. Lucas ainda segurava a pica semi-dura, melada de porra. Vilma estava vermelha, lábios entreabertos. Ele pegou a toalha que estava na cadeira ao lado da cama e começou a limpar a mão devagar, sem saber o que dizer. Vilma deu um passo pra trás, mão na maçaneta, mas parou. Seus olhos desceram de novo pro pau dele, que ainda pingava um fiozinho branco. - Vilma... eu... desculpa... – começou ele, voz baixa. Ela balançou a cabeça devagar. Não saiu. Em vez disso, encostou as costas na porta de novo, como se as pernas não obedecessem. - Cala a boca, Lucas – sussurrou ela, voz rouca. – Eu... eu não queria ter visto, mas foi impossível não ver. Ele piscou, pau dando uma leve pulsada só de ouvir o tom dela. - Você não saiu... ficou olhando... – disse ele, quase sem acreditar. Vilma lambeu os lábios. A mão direita dela desceu devagar pela barriga, parando na barra da saia curta que ela usava. - Eu fiquei... porque tava com medo dos pais ouvirem se eu saísse correndo. Mas... porra, Lucas... sua pica tava tão dura... tão grande... gozando daquele jeito na minha frente... Ela deu um passo pra frente. Lucas sentiu o sangue voltar pro pau na hora. Ele ainda estava pelado, toalha largada no colo, pica começando a endurecer de novo. - Você gostou de ver? – perguntou ele, voz tremendo de tesão. Vilma parou ao lado da cama. Olhou pra ele de cima, olhos brilhando. - Gostei pra caralho. Nunca imaginei que meu irmãozinho de 18 anos tinha uma pica assim... grossa... cheia de veias... gozando tanto... A mão dela subiu e tocou o peito dele, descendo devagar até a barriga suada. Lucas gemeu baixo quando os dedos dela roçaram na base da pica, que já estava meia-bomba de novo. - Vilma... isso é errado... mas eu quero tanto... - Cala a boca e me deixa ver de perto – disse ela, voz mandona, safada. Ela se ajoelhou na beira da cama. O rosto dela ficou a centímetros da pica dele, que agora apontava pra cima, dura de novo, cabeça brilhando com o resto de porra da punheta anterior. - Olha como tá latejando... ainda tem porra escorrendo... – murmurou ela. Lucas segurou a base, oferecendo pra ela. - Chupa, Vilma... por favor... chupa minha pica... Ela não respondeu com palavras. Abriu a boca e engoliu a cabeça inchada num golpe só. Lucas jogou a cabeça pra trás, gemendo alto: - Ahhh... porra... sua boca tá quente pra caralho... Vilma chupou fundo, língua girando no grelinho, sugando o resto de porra que ainda tinha. Ela gemia com a pica na boca, vibração fazendo ele tremer. Uma mão dela desceu entre as próprias pernas, levantando a saia, enfiando dois dedos dentro da buceta já encharcada. - Mmmph... que buceta molhada... – gemeu ele, olhando pra ela se tocando. Ela tirou a boca da pica com um pop molhado, fios de saliva ligando os lábios à cabeça roxa. - Tira minha roupa, Lucas. Agora. Ele obedeceu rápido, mãos tremendo de tesão. Puxou a blusa dela pela cabeça, os peitos grandes saltando livres, bicos marrons duros como pedra. Depois a saia e a calcinha. Vilma ficou pelada na frente dele, buceta depilada, lábios inchados brilhando de tesão, grelinho protuberante pedindo atenção. - Deita – mandou ela. Lucas se deitou. Vilma subiu na cama, montou no rosto dele de uma vez. A buceta molhada encostou na boca do irmão. - Lambe minha buceta, irmãozinho. Lambe gostoso. Ele enfiou a língua fundo, sentindo o gosto doce e salgado, sugando o grelinho inchado enquanto ela rebolava no rosto dele. - Ahhh... isso... chupa meu grelinho... porra... sua língua é boa pra caralho... – gemeu ela, quadris girando desesperados. Lucas segurou as coxas dela, enfiando a língua mais fundo, lambendo o cu dela também, sentindo o anel piscar. Vilma gritou baixinho: - Ahhh... meu cu... você tá lambendo meu cu... seu safado... Ela se inclinou pra frente, pegou a pica dele na boca de novo, chupando fundo enquanto ele comia a buceta e o cu dela. Os dois gemiam juntos, o quarto cheio de barulhos molhados e respirações ofegantes. Depois de minutos assim, Vilma desmontou, virou de quatro na cama, empinando a bunda grande e redonda. - Me fode, Lucas. Enfia essa pica grossa na minha buceta agora. Ele se ajoelhou atrás dela, segurou a pica pela base e esfregou a cabeça na entrada encharcada. Empurrou devagar, sentindo as paredes quentes e apertadas engolirem ele centímetro por centímetro. - Ahhh... porra... sua buceta tá apertando minha pica... tão molhada... – gemeu ele, entrando até o fundo. Vilma jogou a cabeça pra trás, gemendo rouco: - Isso... me fode... mete fundo... quero sentir seus bagos batendo no meu cu... Ele começou a meter forte, estocadas secas, pele batendo em pele. A cama rangia. O cu dela piscava a cada entrada. Ele segurou os cabelos dela, puxando levemente enquanto metia. - Toma, sua safada... toma a pica do seu irmão... – rosnou ele. - Mais forte... ahhh... me arromba... minha buceta tá pulsando... – gritou ela, voz desesperada. Ele metia sem parar, suor escorrendo, bolas batendo no grelinho dela. Vilma gozou primeiro, buceta apertando a pica dele como um punho, jorrando squirt quente nas coxas dele. - Ahhh... tô gozando... porra... tô gozando na pica do meu irmão... aaaahhh! Lucas não aguentou. Sentiu o gozo subir de novo. - Vou gozar dentro... posso? – perguntou, voz embargada. - Goza dentro... enche minha buceta de porra... – implorou ela. Ele deu mais três estocadas fundas e explodiu. Jatos grossos, quentes, enchendo a buceta dela até transbordar, escorrendo pelos lábios inchados e pingando na cama. Os dois caíram lado a lado, ofegantes, corpos suados colados. A pica dele ainda dentro dela, latejando os últimos fios de porra. Vilma respirava pesado, buceta pulsando em volta da pica ainda dura. Mas ela não queria parar. Sentiu a porra escorrendo quente pela coxa e sorriu safada, virando o rosto pra ele. - Ainda não acabou, irmãozinho... olha como minha buceta tá cheia da sua porra... agora quero essa mesma pica no meu cu. Lucas piscou, pau dando uma pulsada forte só de ouvir. Ele saiu devagar da buceta dela, a cabeça roxa brilhando de porra e tesão misturados. Vilma se virou de quatro de novo, empinando a bunda alta, abrindo as nádegas com as duas mãos. O cuzinho rosado piscava, apertado, ainda molhado da lambida anterior. - Vai devagar no começo... tá? – pediu ela, voz rouca. – Meu cu é virgem pra pica grossa como a sua... mas eu quero sentir dor misturada com prazer. Ele cuspiu na palma, passou na cabeça da pica e esfregou um pouco da porra que escorria da buceta dela no anel apertado. Encostou a ponta e empurrou devagar. O cu dela resistiu no começo, apertando forte, quase não deixando entrar. - Ahhh... caralho... tá doendo... – gemeu Vilma, dentes cerrados, mas empinando mais a bunda. – Não para... força um pouco... quero sentir essa cabeça abrindo meu cu... Lucas empurrou mais, sentindo o anel ceder devagar. A cabeça inchada entrou com um pop molhado e Vilma soltou um grito baixo, misturado de dor e tesão. - Porraaa... tá rasgando meu cu... ai que delícia... dói gostoso... mete mais devagar... Ele parou um segundo, só a cabeça dentro, sentindo o cu dela pulsar desesperado em volta da pica. Depois empurrou mais uns centímetros, centímetro por centímetro, até metade da pica grossa estar enterrada no cu apertado. - Ahhh... meu Deus... tá tão fundo... meu cu tá queimando... mas continua... – gemeu ela, voz falhando. Lucas começou a meter devagar, saindo quase todo e voltando, cada estocada fazendo o cu dela piscar e apertar mais. A dor inicial foi virando um prazer louco. Vilma rebolava pra trás, pedindo mais. - Mais fundo... ahhh... fode meu cu... usa a porra da minha buceta pra lubrificar... mete tudo... Ele acelerou, segurando os quadris dela, metendo mais forte. O cu dela agora engolia a pica inteira, bolas batendo na buceta molhada. Vilma se acabava, gemidos virando gritos roucos. - Isso... arromba meu cu... porra... tá tão bom... dói e goza ao mesmo tempo... ahhh... mais rápido... O quarto encheu de barulho de pele batendo, o cu dela fazendo sons molhados e obscenos. Lucas metia sem dó, pica inchada esticando o anel rosado. Vilma desceu uma mão pro grelinho, esfregando frenética enquanto ele socava o cu dela. - Tô gozando de novo... com sua pica no meu cu... ahhh... não aguento... – gritou ela, corpo tremendo inteiro. O orgasmo bateu forte. O cu dela apertou a pica como um torno, pulsando violento. Vilma se contorceu, squirt jorrando da buceta vazia, molhando as coxas e a cama. - Aaaahhh... tô gozando gostoso pelo cu... porra... tô me acabando... continua metendo... não para... Lucas sentiu o próprio gozo subir, as bolas apertando. - Vilma... vou gozar... posso gozar dentro do seu cu? – rosnou ele, estocadas ficando erráticas. Ela gritou mais alto, voz desesperada, quase chorando de prazer: - Goza dentro... enche meu cu de porra... mas se você gozar agora eu vou me cagar... ahhh... tô sentindo... se você gozar eu vou me cagar toda na sua pica... porra... goza... me enche... Ele não aguentou. Deu mais duas estocadas fundas e explodiu dentro do cu dela. Jatos grossos, quentes, enchendo o intestino apertado. Vilma gritou como louca, cu apertando tanto que quase expulsou a pica, corpo convulsionando num orgasmo ainda mais forte. - Aaaahhh... tá gozando no meu cu... eu tô me cagando... porra... tô me cagando de verdade no seu pau... aaaahhh! A pressão foi tanta que um fiozinho quente escapou junto com a porra, escorrendo pela pica dele, mas isso só deixou os dois mais loucos. Lucas ficou dentro até o último jato, sentindo o cu dela pulsar e apertar, misturando dor, prazer e aquela sacanagem suja que nenhum dos dois esperava. Eles caíram lado a lado, suados, porra escorrendo do cu e da buceta, respiração ofegante. Vilma virou o rosto, sorriu safada, deu um beijo molhado na boca dele, ainda tremendo. - Isso fica entre nós, irmãozinho. Mas toda vez que os pais saírem... essa buceta e esse cu são seus. Lucas sorriu, mão descendo pra apertar o cu melado dela. - E essa pica é toda sua, Vilma. Pra sempre. Eles ficaram ali, nus, suados, porra e um pouco mais escorrendo, sabendo que nada nunca mais seria igual. Anos depois ririam da história como piada de família. Mas naquele dia, e em todos os dias seguintes que conseguiram roubar, era só tesão puro, safadeza e porra pra caralho.
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