Era uma noite de sábado que começou como qualquer outra na balada mais quente da cidade, luzes estroboscópicas batendo no rosto, música eletrônica fazendo o chão pulsar e meu corpo todo arrepiado de tesão. Eu, Ana, 25 anos, morena de cabelo cacheado solto nas costas, saia curta colada na bunda empinada e uma blusinha justa que mal segurava os peitos, estava dançando sozinha no meio da pista quando ele apareceu. Lucas, amigo colorido de longa data, alto, ombros largos, camiseta justa marcando os músculos, sorriso de quem já sabia que ia me comer naquela noite. A gente se esbarrou de propósito, ele me puxou pela cintura e colou o corpo no meu, o pau dele já semi-duro roçando bem na minha bunda por cima da roupa fina. - Caralho, gata, você dança que nem uma vadia querendo pica – ele falou baixo no meu ouvido, a voz rouca já cheia de sacanagem. Eu ri, mas já sentia a buceta molhando a calcinha. - Então me mostra o que você tem aí, gostoso, porque tô louca pra sentir. A música mudou pra um ritmo mais lento, daqueles que faz o corpo rebolar devagar. Ele me virou de frente, enfiou a língua na minha boca num beijo molhado e faminto, enquanto a mão dele descia pela minha coxa e subia por baixo da saia. Dedos grossos roçando a calcinha já encharcada, esfregando meu grelinho inchado por cima do tecido. Eu abri as pernas um pouquinho, facilitando, e ele enfiou o dedo por baixo da calcinha, direto na buceta quente e molhada. - Porra, Ana, você tá pingando pra caralho. Essa buceta tá encharcada, escorrendo no meu dedo – ele gemeu, enfiando um dedo fundo e girando devagar. Eu mordi o lábio dele e respondi baixinho, quase gemendo ali no meio da galera. - Aaaah, continua, Lucas, deda minha buceta bem gostoso, vai, mete dois dedos que eu tô quase gozando aqui. Ele obedeceu, enfiou dois dedos grossos, entrando e saindo devagar enquanto a gente fingia que só dançava. Meu corpo tremia, as pernas bambas, o suco da buceta escorrendo pela coxa interna. Ele dedou umas cinco, seis vezes seguidas, esfregando o grelinho com o polegar, e eu quase gozei ali mesmo, mordendo o ombro dele pra não gritar. A balada inteira parecia girar em volta da gente, mas só existia aquela mão na minha buceta. Depois de uns vinte minutos de provocação, ele me puxou pela mão e falou no meu ouvido. - Vamos pra minha casa agora, eu quero te comer inteira, buceta, cu, tudo. Eu não pensei duas vezes. Entramos no carro dele, e no caminho, parados no sinal, ele já metia a mão de novo na minha saia, dois dedos dentro da buceta enquanto eu rebolava no banco do passageiro. - Porra, Lucas, você vai me fazer gozar antes de chegar em casa – eu disse, ofegante, abrindo mais as pernas. - Goza no meu dedo então, vadia, molha tudo – ele respondeu, acelerando os movimentos. Chegamos no apartamento dele, um lugar moderno com luz baixa e cama grande. Assim que a porta bateu, ele me prensou contra a parede, tirou minha blusa e o sutiã com pressa, chupando meus peitos com força, mordendo os bicos duros enquanto enfiava a mão na saia de novo. - Tira essa roupa toda, Ana, quero ver essa buceta e esse cuzinho de perto – ele mandou, voz grossa de tesão. Eu fiquei pelada rapidinho, saia e calcinha no chão. Ele se despiu também, e a pica dele pulou pra fora, grossa, veiada, cabeça inchada brilhando de pré-gozo, uns 20 centímetros de carne dura que me deixou com água na boca. Ele me jogou no sofá, abriu minhas pernas bem abertas e mergulhou a cara na minha buceta. A língua dele lambeu meu grelinho com fome, chupando forte, enfiando na entradinha molhada, sugando todo o suco que escorria. - Aaaahhh porra, que língua boa, Lucas! Chupa minha buceta, vai, lambe tudo, enfia essa língua fundo – eu gritei, segurando a cabeça dele com as duas mãos, rebolando na cara dele. Ele lambeu por uns bons dez minutos, alternando entre o grelinho e a buceta, até eu gozar pela primeira vez, o corpo convulsionando, suco jorrando na boca dele. - Gozei, caralho, gozei na sua boca toda! – eu berrei, tremendo. Mas ele não parou. Virou-me de quatro no sofá, abriu minha bunda com as duas mãos e começou a lamber meu cu virgem. A língua circulando o anelzinho apertado, cuspindo e tentando entrar, lambendo tudo. - Que cu gostoso, apertadinho pra caralho. Hoje eu vou comer esse cu, Ana, vou te foder até você implorar – ele disse, enfiando a ponta da língua no meu cu. Eu estava no céu. - Lambe meu cu, Lucas, me prepara pra levar essa pica grossa, por favor. Ele chupou meu cu por um tempão, enquanto eu gemia como uma cadela no cio. Depois eu me virei, peguei aquela pica na mão e enfiei na boca. Chupei aquela piroca com gosto, lambendo as bolas pesadas, enfiando fundo na garganta até babar tudo, engasgando e olhando pra ele com olhos lacrimejantes. - Porra, que boquete safado, você chupa pica como uma puta profissional, Ana – ele gemeu, segurando meu cabelo e fodendo minha boca devagar. Eu babava, cuspia, chupava as bolas. - Quero essa pica dentro de mim agora, me fode, enche minha buceta primeiro. Ele me levou pro quarto, me jogou na cama king size. Foi na mesinha de cabeceira, abriu a gaveta e ouvi ele xingar. - Porra, não tenho nenhum preservativo aqui. Eu estava desesperada, buceta latejando, cu formigando de tesão. Olhei pra ele e falei sem pensar. - Fode sem, Lucas. Enche minha buceta de porra primeiro, depois a gente vê o resto. Eu tô louca pra sentir você gozando dentro. Ele sorriu safado, lubrificou a pica com um pouco de saliva e enfiou na minha buceta de uma vez, fundo, até as bolas baterem. - Aaaaiii que delícia, sua buceta tá apertada e molhada pra caralho, Ana – ele disse, começando a meter forte, estocadas longas e profundas. Ele me fodeu na buceta como um animal. Primeiro de quatro, depois missionário com minhas pernas no ombro dele, depois de lado, e por fim eu cavalgando em cima, rebolando a buceta na pica dele. Eu gozei mais duas vezes, gritando, unhas cravadas no peito dele. - Fode minha buceta, mete fundo, abre essa xoxota toda! Aaaahhh porra, tô gozando de novo! – eu berrava, suco escorrendo pelas bolas dele. Ele acelerou, suado, gemendo alto. - Vou gozar, Ana, vou encher essa buceta de porra! E gozou. Jatos grossos, quentes, batendo fundo dentro da minha buceta, enchendo tudo. Senti cada pulsada, a porra quente escorrendo quando ele tirou a pica devagar. - Caralho, que carga enorme! Senti tudo dentro, minha buceta tá cheia de porra sua, Lucas – eu disse, enfiando os dedos na buceta e tirando um pouco pra mostrar pra ele, lambendo depois. Mas a pica dele ainda estava meia dura, latejando. Ele pegou o frasco de lubrificante da gaveta, olhou pra mim com aquele sorriso safado e falou. - Agora eu quero esse cu virgem. Vou te comer no cu, Ana, devagar no começo. Eu, ainda ofegante com a buceta cheia de porra dele escorrendo, assenti. - Vai, fode meu cu. Mas vai devagar, é minha primeira vez. Ele lubrificou meu cu e a pica generosamente. Começou com um dedo, girando devagar, depois dois dedos, abrindo meu anelzinho apertado. Minha buceta ainda pingava porra misturada com meu gozo, escorrendo pra baixo e deixando meu cu super escorregadio, facilitando tudo. - Porra, Ana, seu cu tá apertado pra caralho, mas tá abrindo bonito. Olha como sua buceta tá molhada, escorrendo pro seu cu, deixando tudo lubrificado – ele disse, enfiando os dois dedos mais fundo e girando. Eu gemia desesperada, rebolando contra os dedos dele. - Aaaah, deda meu cu, Lucas, prepara esse buraco pra sua pica grossa, vai, abre mais. Ele tirou os dedos, posicionou a cabeça inchada da pica bem no meu cu e empurrou devagar. Doeu pra caralho no começo, uma queimação forte, como se meu cu estivesse rasgando. - Ai porra, dói, Lucas, mas continua, vai entrando devagar, não para – eu disse, mordendo o travesseiro, lágrimas nos olhos de dor misturada com tesão. Centímetro por centímetro ele foi entrando, meu cu aceitando aquela pica grossa, esticando o anel até o limite. Eu enfiei dois dedos na minha buceta, sentindo a porra dele lá dentro enquanto ele começava a foder meu cu bem devagar, estocadas curtas e profundas. A sensação era insana: dor queimando no começo, mas depois um prazer cheio, meu cu pulsando em volta da pica, minha buceta tremendo e escorrendo mais porra. Ele foi acelerando, ficando mais forte, mais rápido, bolas batendo na minha buceta molhada. - Fode meu cu, Lucas, mete essa pica no meu cu virgem! Aaaahhh porra, tá bom demais, tá me abrindo toda! – eu gritava, rebolando contra ele, dedos no grelinho esfregando rápido. Ele metia com força agora, estocadas longas que faziam meu corpo todo tremer. Eu gozei de novo, forte, o cu apertando a pica dele, buceta jorrando. - Gozei pelo cu, caralho, não para, fode mais fundo! – eu berrava, corpo convulsionando. Pedi uma pausa de um minuto, ofegante, o cu latejando em volta da pica ainda dentro. Ele parou, mas ficou lá, pulsando. Depois voltou, metendo mais selvagem, me virando de lado, depois me pondo por cima pra eu cavalgar no cu dele. Eu rebolava desesperada, subindo e descendo na pica, sentindo cada veia. - Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar toda, porra! Não goza no cu, Lucas, eu tô avisando! – eu gritei, já no limite de novo, grelinho inchado, buceta escorrendo porra antiga misturada com novo gozo. Mas ele não parou. Acelerou mais, segurando minha cintura, estocadas brutas. - Vou gozar no seu cu, vadia, vou encher esse cu de porra quente! – ele rosnou, gemendo alto. E gozou. Jatos grossos, quentes, enchendo meu cu por dentro, pulsando fundo no intestino. Eu me acabei de gozar junto, gritando como louca. - Aaaaiii, tá enchendo meu cu de porra! Gozei de novo, caralho, tá tudo dentro! Ele tirou a pica devagar, centímetro por centímetro. Eu rebolava o cu, sentindo a porra escorrendo. Mas de repente o cu se contraiu forte, e eu comecei a cagar mesmo, o cocô saindo quente e mole misturado com o sêmen branco dele, escorrendo pela bunda, sujando as coxas, a cama, tudo. - Porra, eu avisei, Lucas! Tô me cagando com sua porra no cu! Aaaahhh, olha isso, tô cagando tudo misturado com seu leite! – eu gritei, ainda gozando, rebolando envergonhada mas excitada pra caralho, o cu piscando e soltando mais. Ele olhou, pau ainda latejando, sujo de porra e um pouco de cocô, e sorriu. - Que safada, Ana, cagando no pau que te fodeu tão bem. Essa foi a noite mais louca da minha vida. Eu caí na cama, corpo todo tremendo, buceta e cu latejando, porra e cocô escorrendo juntos. Foi minha primeira experiência de sexo anal, e caralho, mudou tudo. Nunca mais vou dizer não pra um cu bem comido. A gente riu, tomou banho juntos, mas aquela sensação de ser cheia de porra nos dois buracos ficou marcada pra sempre.
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