Namorada fogosa me espera prontinha!

A luz do quarto estava baixa, só o abajur amarelo jogando sombra nas paredes. Daiane estava deitada de bruços, bumbum empinado pra cima dentro daquele shortinho justo que marcava cada curva da bunda redonda e carnuda. O top colado deixava os biquinhos dos peitos já durinhos roçando o tecido. Ela mexia o celular, coração batendo forte, esperando o Reny. De repente a porta abriu devagar e ele entrou, só de short, peito nu brilhando de suor leve, pau já meio inchado marcando o pano fino.
- Amor... que saudades de ver você – ela sussurrou, virando o rosto e sorrindo safada.
Reny fechou a porta com o pé e sentou na beira da cama. A mão dele subiu devagar pela nuca dela, dedos grossos massageando o cabelo macio, descendo pro pescoço quente.
- Oh amor, também estava com saudades de te ver – ele falou rouco, inclinando o corpo e cheirando fundo o pescoço dela, inalando aquele cheiro de pele limpa misturado com tesão que já começava a subir.
Daiane soltou um gemidinho baixo, corpo amolecendo inteiro.
- Hummmm ahhhh amor, adoro quando me acaricia... fico toda mole.
Ele sorriu contra a pele dela, dentes roçando de leve.
- Assim, assim, amor?
A boca dele desceu, chupando devagar o pescoço, língua quente lambendo a curva, mordidinha que deixou marca vermelha. A mão direita dele escorregou pela lombar, apertando a bunda por cima do short, sentindo a carne macia ceder entre os dedos.
- Adoro seu toque... hummmm... que saudades disso amor... me arrepio toda – ela gemeu, abrindo as pernas um pouco, short marcando a fenda da bucetinha que já estava molhando o tecido.
Reny tirou o top dela com um puxão rápido, peitinhos saltando livres, bicos rosados e duros como pedrinhas. Ele virou ela de frente, boca faminta caindo no seio esquerdo, chupando forte, sugando o biquinho enquanto a língua rodava em círculos lentos.
- Isso amor, eles são todos seus... pode chupar e fazer o que quiser – Daiane arfou, mão dela indo pro cabelo dele, puxando de leve.
Enquanto mamava, a mão dele desceu pro meio das pernas dela, dedos grossos bolinando a bucetinha por cima do short. Sentiu o calor, o tecido já encharcado, grelinho inchado roçando a palma.
- Assim, assim amor? – ele perguntou, voz abafada no peito dela.
- Isso... ahhhh ahhhh... meus bicos durinhos...
Ele bateu uma siririca devagar por cima do shortinho, pressão certinha no grelinho, fazendo ela rebolar contra a mão.
- Uiiii morde vai...
Ela pediu, olhos semicerrados.
Reny mordeu o biquinho, puxando de leve com os dentes, depois chupou mais forte, apertando a outra teta com a mão livre.
- Geme então, geme vai amor – ele mandou, voz rouca de tesão.
- Ahhhhhh ahhhh delicia... aperta amor... aiiiiii ai isso... massageia essas tetas.
Ele sugou o biquinho como se quisesse tirar leite, dedos apertando a xoxotinha por cima do pano, sentindo ela pulsar. Daiane colocou a mão no short dele, alisando a rola grossa que já estava dura pra caralho.
- Gosta? – ela perguntou, voz manhosa.
- Ele bem duro... por sua causa... alisa amor.
Ela tirou o pau pra fora, pele quente e latejante na mão dela, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo.
Reny segurou o cabelo dela e começou a socar devagar na boquinha quente.
- Assim, assim... uii safadinha... toma toma toma putinha... aiii que delírio... que delícia... que sanha.
Daiane babava inteiro, saliva escorrendo pelo queixo, olhos lacrimejando de tesão.
- Aiii aiiiii estou babando... babando muito no seu pau... aiiiii amor, que delicia... como eu adoro chupar você.
Ele socava mais fundo, pau batendo no fundo da garganta, bolas pesadas roçando o queixo dela.
- Você tá deixando meu pau todo babado... daqui a pouco ele vai entrar gostoso nessa bucetinha.
Ela sugou uma bola, depois a outra, língua lambendo o saco cheio, punhetando a rola grossa ao mesmo tempo.
- Hummmm safado.
Reny tremia, pau dando solavancos involuntários na mão dela.
- Você quer acabar comigo é, sua putinha?... assim você vai acabar comigo de tanto tesão... eu vou gozar se continuar assim... tá gostoso demais.
Mas ele segurou, puxou ela pra cima.
- Deixa eu comer essa bucetinha primeiro, que eu tô com tanta saudades de meter nela... por favor.
Daiane subiu nele, short já tirado, buceta molhada brilhando, lábios inchados e vermelhos. Ela sentou devagar na rola, cabeça grossa abrindo a entradinha quente.
- Nossa, ta muito duro aiiiii... aiiiii caralho, que tesao.
A rola entrou centímetro por centímetro, buceta apertando, melando tudo de tesão.
Ele vai entrando devagar, mas vai entrando bem gostoso e a bucetinha toda molhada e deixando o pau todo babado... tá entrando gostoso.
Ela começou a rebolar, quadril girando, peitos balançando no peito dele, boca colada na dele num beijo molhado.
- Assim amor?... gosta assim?... aiiiiii... como é bom rebolar pra você.
Reny segurou a cintura dela, socando de baixo pra cima, pau entrando e saindo com barulho molhado de buceta encharcada.
- Fode vaai, fode gostoso nessa pica... puta, safada... toma toma toma... todo seu, piranha.
Daiane sentava com força, xota engolindo a rola inteira até as bolas, rebolando feito uma vadia desesperada.
- Quero ele todo bem fundo... aiiiii... ahhhhhhh... que delícia de pau... aiiii delicia... aiiiiiii... ahhhhhhh isso... aiiiii seu cachorro, me fode assim.
A rola inchava dentro dela, veias pulsando contra as paredes quentes da buceta. Ele xingava baixo no ouvido dela.
- Toma toma toma sua puta, vagabunda... descarada... putinha safada que rebola no pau... toma sua putinha... metendo forte sem parar... piranha, vadia, vagabunda, cachorra... você é uma puta, sabia?... putinha safada... minha putinha.
Daiane rebolava mais rápido, xota escorrendo melado pelas bolas dele, pernas tremendo.
- Isso vagabundo gostoso... aiiiiii aiiiii... hummmm isso cachorro tarado... come essa boceta vai... aiiiii aiiiiii... ahhhhhh amor, que tesao.
- Que buceta molhada é essa?
- É toda sua amor... aiiii aiiii... minha xota!!!... isso fode... aiiiiii aiiiiiiii... ahhhh caralho que tesao... aiiiiiiiiiiiiii amor, fode...... aaaaaaaa arregaça minha buceta vai seu viado.... aiii aiiiii... eu to chorando na rola aaaaaa... aiiiio putao... assim... aaaaaaaaaaa... eu nao aguento... vou goooooozar.
Reny metia feito britadeira, segurando a bunda dela e socando fundo.
- Goza goza gostoso... goza mijando daquele jeito que só você faz sua puta... assim assim assim vaaaai... segura na sua bunda e metendo mais forte mais mais mais... isso isso isso sua safadinha... mela mela... goza vai... vaaaai.
Daiane explodiu, buceta apertando a rola como um punho quente, jatos de gozo misturado com mijadinha quente escorrendo pelo pau dele, molhando as coxas, o lençol.
- Estou gozando na pica... gozando muito no pau e mijando igual vaquinha... toma seu putao... nossa, que tesao louco... gozei gostoso.
Mas Reny não parou. Continuou socando enquanto ela ainda tremia no gozo, pau inchando mais, bolas apertando.
- Delícia meu amor... eita, que fogo hein?... você que acaba comigo... toda fogosa e gostosa.
Ele meteu mais fundo, segurando ela no lugar, rola latejando forte dentro da buceta melada.
- Ahhh porra amor... vou encher essa buceta de porra agora... toma toma toma sua vadia... gozando... aahhhhhhh... tomaaaaa!
Jatos grossos e quentes de porra explodiram dentro dela, enchendo a bucetinha até transbordar, escorrendo pelos lábios inchados, misturando com o gozo dela. Daiane sentiu cada jato quente batendo no fundo, buceta pulsando e sugando tudo.
- Nossa amor, quanta porra... chega escorrer pela buceta... aiiii ardendo tudo... você me deixou assada... delicia de foda.
Eles ficaram colados um tempinho, respiração pesada, porra escorrendo devagar. Mas Reny ainda estava duro. Ele tirou ela de cima, virou de quatro e deu um tapa forte na bunda.
- Vem amor, fica de quatro e arreganha bem que vou comer seu cuzinho agora.
Daiane empinou o rabo, bunda vermelha dos tapas anteriores, buceta ainda pingando porra misturada com gozo.
Ficando de quatro pra ele, bem arrebitadinha e ainda melada.
- Saudade de levar na bunda.
Ele deu tapas fortes, palma estalando na carne, depois pegou a sandália e surrou a bunda dela com força, marcas vermelhas surgindo.
- Toma toma tapa... toma toma... batendo forte... enchendo as mãos... assim sua puta... abre o cuzinho com as duas mãos vaaai... isso... que cuzinho é esse hein... pisca ele vai, pisca.
Daiane abriu o cu com as mãos, piscando o anelzinho apertado, já melado de cuspe dele.
- Abro sim... piscando pra você... aiiiiiiiiiiiiii... aiiiiiiii putao... gosto muito... ahhhh to ficando vermelha.
Ele cuspiu no cu, enfiou dedo, depois dois, abrindo. Depois colocou a cabeça grossa da pica no cuzinho e empurrou devagar.
- Devagar por favor... hummmm... aiiii q delicia... isso tesao, assim mesmo... aiiiiii que cabeça dura no meu cu... vai amor, empurra mais vai... aiii aiii... aiiiiii... ai que gostoso... vai forçando um pouquinho.
A cabeça entrou com um estalo, cu esticando ao máximo, dor queimando misturada com prazer insano. Reny parou um segundo, pau meio dentro, depois socou tudo de uma vez.
- Toma toma toma puta... soco toda de vez... assim, assim... fico parado com o pau todo atolado no seu cu... rebola, rebola puta.
Daiane gritou, corpo tremendo, mistura perfeita de dor lancinante e prazer que subia pela espinha.
- Aiiiiiioo caralho... doeu... rebolando com torça no pau todo socado no meu cuzinho... meu cu bem quente devorando o pau... aiiiiiiiiii... aiiiiiii... uma mistura de dor e prazer sem igual... aiii aiii... toma toma toma... tiro e começo a meter meter gostoso... abrindo seu rabo e socando gostoso... metendo forte sem parar... aiiiiiiiiii... arregaça meu cu vai... seu cachorro... putao do caralho... aiiiiiiii... estou mijando de novo... mijando enquanto seu pau destrói meu cu... ahhhhhh... que delicia!!!... maldito!! ta ardendo muito... aiii aiiiii... isso mete... fode esse cu... tira e mete pica... vai vagabundo... aiiiiiiiiiiiiiiii seu filho da puta arrombado.
Ele puxou o cabelo dela forte, socando como uma britadeira, outra mão no pescoço apertando de leve.
- Toma toma tomaaa... toma... batendo na sua cara de puta... toma toma metendo forte cachorra... te enforcando... socando a pica bem rápido... rápido no seu cu... enquanto te enforco... te enforcando, o pau socando feito uma britadeira no seu cu... toma toma toma... aperta seu cu no meu pau vai... adoro sua putinha... toma toma... não estou aguentando, eu vou gozar... eu vou encher esse rabo de porra.
Daiane estava no limite, cu apertando o pau como um torno, dor virando puro prazer, buceta escorrendo de novo, corpo inteiro tremendo.
- Goza cachorro... vagabundo... vadio... putao... goza vai... me da leite no cu... goza vai... aiiiiiiii... ahhhhhh delicia... isso ahhhhh... hummm rs... delicia... gozou igual cavalo... safado... tarado... nossa amor, quanta porra... chega escorrer pela buceta... aiiii ardendo tudo... você me deixou assada.
Mas ele não gozou ainda. Continuou metendo, pau inchando mais, cu dela pulsando.
- Goza no meu cu... mas se você gozar dentro do cu eu vou me cagar amor... eu juro que vou me cagar todinha... aaaaaaaa... tô gozando de novo com pau no cu... gozando desesperada... aiiiiiiiiiiiiii... goza vai... enche meu cu de porra seu putao!
Reny não aguentou mais. Segurou a cintura dela com força e explodiu dentro do cu, jatos grossos e quentes enchendo o intestino, porra jorrando fundo enquanto o cu dela apertava e ordenhava cada gota.
- Ahhhhhhh porra... toma toma toma puta... gozando no seu cu... enchendo esse rabo de porra quente... tomaaaaa!
No instante que ele gozou, Daiane gritou, corpo convulsionando num gozo absurdo, cu piscando forte em volta da rola, buceta jorrando de novo. Mas quando ele puxou o pau devagar, saindo com um plop molhado, ela rebolou o rabo empinado, gemendo alto.
- Aiiiiii... tá saindo... tô me cagando amor... tô cagando mesmo com sua porra... olha... rebolando... cagando misturado com sua porra quente... sai tudo... aaaaaahhh delicia... cagando no pau que acabou de sair do meu cu...
Porra branca grossa misturada com fezes escorria devagar do cu aberto e vermelho, escorrendo pelas coxas, pingando no lençol enquanto ela rebolava devagar, corpo tremendo de prazer e vergonha safada, olhos vidrados de tesão total. Reny olhava hipnotizado, mão passando na bunda dela, espalhando aquela mistura quente.
- Caralho amor... que delícia de vadia... olha essa porra toda saindo com sua bostinha... você é minha putinha perfeita.
Eles ficaram ali, ofegantes, corpos suados e melados, cheiro de sexo, porra, mijo e aquela mistura proibida enchendo o quarto. O tesão ainda latejava, mas por enquanto o conto terminava assim, cru, real e sem nenhuma vergonha.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Namorada fogosa me espera prontinha!

Codigo do conto:
258946

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
08/04/2026

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