A namorada do meu irmão me viu sentando na pica dele!
Era uma festa de família daquelas que ninguém aguenta, a casa lotada de tios gritando piada velha, primos correndo e minha mãe reclamando da carne no churrasco. O ar cheirava a cerveja quente e cigarro. Mas eu e meu irmão Rafael tínhamos nosso segredo sujo. A gente sempre escapava nessas festas. Dois irmãos sumindo no meio da bagunça não chamava atenção. Só que dessa vez a namorada dele, a Juliana, estava mais colada do que o normal, como se sentisse o cheiro de tesão no ar. Eu troquei um olhar com ele do outro lado do quintal. Meu irmão sorriu daquele jeito que fazia minha buceta contrair na hora. Eu me aproximei fingindo pegar mais uma cerveja e sussurrei no ouvido dele. - Vem, Rafael, tô com a buceta pingando. Vamos pro meu quarto agora que eu preciso sentar nessa pica grossa antes que eu enlouqueça. Ele apertou minha bunda discretamente por baixo do vestido curto e a gente saiu sem ninguém notar, subindo as escadas dos fundos. O coração batia forte no peito. Mal a porta do meu quarto fechou ele me prensou contra a parede, boca faminta na minha, língua enfiando fundo enquanto as mãos grandes subiam o vestido e arrancavam a calcinha molhada. O cheiro de buceta excitada já enchia o quarto pequeno. - Caralho, mana, você tá encharcada. Essa bucetinha incestuosa tá pedindo pica desde o almoço, né. Ele enfiou dois dedos grossos de uma vez na minha buceta quente, mexendo rápido, polegar roçando o grelinho inchado. Eu tremi inteira e gemi alto, sem conseguir segurar. - Aaaahhh porra, Rafael, mete esses dedos fundo, esfrega meu grelinho que eu tô louca pra gozar na sua mão. Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas bem abertas e enfiou a cara ali. Língua quente lambendo toda a buceta, chupando o grelinho com força, sugando os lábios inchados enquanto os dedos continuavam fodendo sem parar. O barulho molhado era obsceno, misturado com o som distante da festa lá embaixo. Eu segurei a cabeça dele, rebolando na cara do meu irmão. - Isso, chupa minha buceta, irmão, lambe esse grelinho que tá latejando pra você. Aaaaiii que delícia, não para, vou gozar na sua boca. O orgasmo veio rápido, minhas coxas apertando a cabeça dele, buceta jorrando mel na língua dele. Eu gritei abafado no travesseiro. - Porraaaa, tô gozando, Rafael, tô gozando forte. Ele se levantou, pau duro pra caralho saltando fora da calça, veias grossas pulsando, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Eu me ajoelhei na frente dele como uma puta desesperada. - Deixa eu mamar essa pica linda. Quero engolir até o fundo. Abri a boca e engoli tudo, garganta relaxando, babando no pau do meu irmão enquanto chupava com vontade. Lambi as bolas pesadas, desci a língua até o cu dele e rodeei o anel apertado. Ele segurou meu cabelo e meteu fundo na garganta. - Caralho, mana, você mama melhor que qualquer vadia. Engole essa pica toda, isso, assim. Eu babava, engasgava, mas não parava, olhos lacrimejando de tesão. Depois de minutos mamando ele me puxou pra cima. - Senta nessa pica agora. Quero ver você cavalgando como a putinha incestuosa que é. Eu montei nele, segurei a pica grossa e desci devagar, sentindo cada centímetro abrindo minha buceta molhada. Quando sentei até o fundo soltei um gemido longo. - Aaaahhh que delícia, Rafael, sua pica tá me enchendo toda, batendo no fundo da minha buceta. Comecei a subir e descer, rebolando o quadril, batendo forte. O barulho de pele contra pele ecoava no quarto. Ele segurava meus peitos, beliscando os bicos duros. - Mete, mana, cavalga essa pica do seu irmão. Olha como sua buceta engole tudo. Eu acelerava, gemendo cada vez mais alto, o nome dele saindo da minha boca sem controle. - Rafael, Rafael, fode sua irmã, mete mais fundo, quero sentir suas bolas batendo na minha buceta. Estava no auge, buceta latejando, gozo escorrendo pelo pau dele, quando a porta se abriu de repente. A Juliana entrou procurando por ele e congelou. O rosto dela passou de confusão pra choque puro. - Que porra é essa. Vocês dois. Vocês são irmãos. Você tá montada no pau do seu irmão, sua vadia, sua vagabunda. Ela começou a gritar alto. Rafael, ainda com a pica enterrada na minha buceta, virou a cabeça e disse firme, sem tirar de mim. - Juliana, sai daqui agora. Eu falo com você depois, sozinho. Vai embora. Milagrosamente ela saiu batendo a porta, chorando. O susto só aumentou o tesão. Meu coração batia mais forte que nunca. - Continua, Rafael, não para por causa dela. Fode mais forte agora que ela sabe. Ele me virou de quatro na cama, segurou meus quadris e meteu a pica de volta na buceta com força bruta. As estocadas eram profundas, rápidas, bolas batendo na minha buceta molhada. Eu me contorcia, gemendo desesperada. - Aaaahhh porra, me fode assim, irmão, rasga minha buceta. Ele metia sem dó, mão dando tapa na minha bunda. - Toma, sua putinha, toma a pica que te engravidou de tesão. Vou encher essa buceta de porra quente. Eu gozei de novo, buceta apertando o pau dele, mel escorrendo pelas coxas. - Tô gozando outra vez, Rafael, aaaaiii porraaaaa. Ele rugiu, estocadas ficando erráticas, e gozou fundo. Jatos grossos de porra quente enchendo minha buceta, transbordando, escorrendo enquanto ele continuava metendo devagar, espremendo cada gota. - Sente, mana, a porra do seu irmão enchendo sua bucetinha gulosa. Tá tudo melado de gozo. A buceta pulsava, leite branco pingando na cama. Mas ele não tirou. Puxou a pica ainda dura, suja de porra e mel da minha buceta, e apontou pro meu cu virgem. - Agora vou foder esse cu apertado. Relaxa que vai doer pra caralho no começo, mas você vai virar uma puta do cu. Eu tava assustada mas molhada demais pra negar. - Vai devagar, Rafael, sua pica é grossa demais pro meu cu. Vai rasgar tudo. Ele cuspiu bastante no meu cu, espalhou a mistura de porra da buceta como lubrificante e pressionou a cabeça grossa contra o anel fechado. Empurrou devagar. A dor veio imediata, queimando, esticando. - Aiiiiii caralho, tá doendo muito, para um pouco. - Aguenta, mana, respira. Relaxa esse cu pra mim. Ele empurrou mais, centímetro por centímetro, até a cabeça entrar. Eu choramingava, lágrimas nos olhos, mas o tesão misturado com a dor era insano. Ele parou, deixando meu cu se acostumar com a grossura. Depois começou a meter mais fundo, devagar no começo, depois mais firme. - Porra, seu cu tá apertando minha pica como se não quisesse soltar. Tá gostando agora, né. A dor virou prazer quente, cheio, cada estocada batendo num ponto que me fazia ver estrelas. Ele acelerou, metendo fundo, bolas batendo na minha buceta cheia de porra. - Fode meu cu, Rafael, mete mais forte, que delícia nojenta. Eu me acabava, corpo tremendo, gemendo como uma louca. - Aaaahhh porraaaa, que prazer, seu pau no meu cu tá me destruindo de gostoso. O orgasmo veio forte, inesperado, meu cu apertando o pau dele, buceta jorrando mel na cama. Eu gritei desesperada, corpo convulsionando. - Tô gozando, irmão, tô gozando com seu pau enterrado no meu cu. Aaaaiiiii porraaaaa, me fode, me fode. Enquanto eu gozava ele metia sem parar, cada vez mais rápido. Eu senti ele inchando dentro do cu e gritei em pânico e prazer. - Não goza dentro do meu cu, Rafael, por favor. Se você gozar dentro eu vou me cagar toda, vai ser uma merda. Ele não ligou. Rugiu e gozou fundo, jatos quentes de porra enchendo meu intestino, enchendo o cu até transbordar. - Toma, mana, toma porra no cu também. Sente seu irmão enchendo seu cu de gozo. Ele ficou lá dentro um tempo, gozando até a última gota. Depois, devagar, começou a tirar. Eu rebolava o quadril, sentindo a pressão enorme. Quando a cabeça grossa saiu do cu com um plop molhado meu cu se abriu sozinho. Eu não consegui segurar. Comecei a cagar ali mesmo, uma mistura quente de merda mole com a porra branca dele escorrendo tudo, sujando minhas coxas, a cama, pingando no chão. O cheiro forte de sexo e merda encheu o quarto. - Ai porra, tô cagando, Rafael. Olha o que você fez, tô me cagando com sua porra misturada no meu cu. Aaaahhh que nojo gostoso. Eu rebolava devagar, sentindo mais sair, o cu piscando, porra e merda escorrendo pelas pernas. Ele olhava hipnotizado, pau ainda latejando. - Caralho, mana, que puta safada você é. Cagando com minha porra saindo do cu. A gente riu ofegante, sujos, exaustos. Limpamos o que deu com lençóis velhos. Depois ele desceu pra falar com a Juliana. Não sei que milagre ele fez, mas ela ignorou a traição e o incesto. Talvez o choque tenha sido grande demais. O fato é que a gente continua transando até hoje, sempre com esse risco delicioso de ser pego. E toda vez que lembro daquele dia, da porra enchendo minha buceta, do cu sendo fodido até eu gozar gritando e depois cagando tudo misturado com o sêmen dele, minha buceta molha de novo. Foi o flagra mais safado da minha vida.
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