A noite no trem corria devagar, o balanço suave dos vagões embalando o escuro lá fora enquanto a cabine particular fechada com cortina pesada isolava o mundo. Ela, uma garota de 19 anos chamada Luana, de pele morena clara, cabelo castanho bagunçado caindo nos ombros e corpo curvilíneo que fazia qualquer homem virar a cabeça, sentava no banco estofado ao lado do cara que dividia o espaço com ela. Ele se chamava Marcos, 28 anos, casado há quatro, anel dourado brilhando no dedo como um aviso que ela ignorava completamente. Alto, barba bem aparada, camisa social aberta no peito mostrando um pouco do peitoral peludo. A viagem era longa, noturna, e o silêncio entre eles tinha virado algo elétrico depois de meia hora de conversa fiada sobre trabalho e família. De repente, sem aviso, a mão dele pousou na coxa dela, por cima da calça jeans justa que marcava as curvas das pernas grossas. Luana sentiu o calor da palma dele atravessar o tecido e um arrepio subiu pela espinha. Ela pensou em afastar, mas a buceta já latejava de leve, molhada só com o toque proibido. Fazia tempo que não se fodia direito, e pau de homem casado tinha um gosto especial de safadeza. - Porra, Luana... sua coxa tá tão macia – ele murmurou baixo, a voz rouca de tesão, apertando a carne dela com os dedos. Ela não respondeu com palavras. Só abriu um pouco as pernas, convidando. A mão dele subiu devagar, esfregando a parte interna da coxa, chegando perto da virilha. O trem sacolejou e o dedo dele roçou na costura da calça bem em cima da buceta inchada. Luana mordeu o lábio, sentindo a calcinha já encharcada colando na pele. - Ahh... caralho, Marcos... continua – ela pediu, a voz saindo num sussurro desesperado. Ele não esperou. Enfiou a mão direto pra dentro da calça, puxando o botão e o zíper com pressa. Os dedos grossos invadiram a calcinha fina, sentindo a buceta lisinha, depilada, quente e molhada pra caralho. O dedo médio roçou o grelinho inchado e Luana arqueou as costas, gemendo baixinho. - Hmmm... sua bucetinha tá encharcada, vadia... tá louca pra levar pica de casado, né? – ele riu baixo, circulando o grelinho com o polegar enquanto o indicador entrava devagar na entrada apertada. Luana agarrou o braço dele, cravando as unhas, sentindo o dedo dele foder devagar, entrando e saindo, espalhando o mel que escorria. A outra mão dela desceu pro colo dele, apertando o volume duro que esticava a calça social. Meu Deus, o pau dele era grosso, latejando, maior do que ela imaginava. Ela abriu o zíper dele e enfiou a mão dentro da cueca, pegando a pica quente, veias saltadas, cabeça inchada já babando pré-gozo. - Porra... que pica grossa... tá tão dura, Marcos... maior que a do meu ex – ela gemeu, masturbando ele devagar, sentindo o pau torto pra cima, aquela curvatura que prometia acertar fundo na buceta. Eles se pegaram loucamente ali mesmo. Boca contra boca, línguas se enroscando, saliva escorrendo. Ele chupava o pescoço dela, mordendo de leve, enquanto os dedos fodiam a buceta cada vez mais rápido. Luana gemia alto, sem se importar se o passageiro da cabine ao lado ouvia. - Ahhh... fode minha buceta com o dedo... mais forte, caralho... tô molhada pra você – ela pedia, rebolando no banco. Ele puxou a calça dela pra baixo junto com a calcinha, expondo a buceta brilhante, lábios inchados, grelinho protuberante. Ajoelhou no chão da cabine, o trem balançando, e enfiou a cara entre as coxas dela. A língua lambeu o grelinho devagar, depois sugou com força, dois dedos enfiados fundo na buceta apertada. - Hmmm... que buceta gostosa... tem cheiro de tesão puro, vadia... – ele grunhiu, chupando como se fosse a última refeição. Luana segurou a cabeça dele, empurrando contra a buceta, gozando pela primeira vez com a boca dele ali, o corpo tremendo, mel escorrendo pelo queixo dele. - Aaaahhh... porra... tô gozando... chupa meu grelinho... issooo! Depois ela quis retribuir. Empurrou ele pro banco, ajoelhou entre as pernas dele e puxou a pica pra fora. Era linda, grossa, uns 20 centímetros, veias pulsando, cabeça vermelha e brilhante, torta pra cima daquele jeito que ia acertar o ponto G dela. Ela cuspiu na mão, lubrificou e enfiou na boca, chupando devagar no começo, depois fundo, garganta relaxando pra engolir quase tudo. - Caralho... que boca gulosa... chupa minha pica, vadia... engole tudo – ele gemeu, segurando o cabelo dela, fodendo a boca dela devagar. Luana babava, olhos lacrimejando, chupando as bolas pesadas, lambendo o cu dele com a língua enquanto a mão masturbava a pica. Três minutos depois ele agarrou a cabeça dela com força. - Porra... vou gozar... toma na boca, engole tudo, sua putinha safada! O pau pulsou e jorrou porra grossa, quente, salgada, enchendo a boca dela. Luana engoliu tudo, lambendo cada gota, olhando pra ele com cara de vadia satisfeita. - Hmmm... porra de casado é tão gostosa... engoli tudinho, viu? Sou uma vadia louca por pau de homem casado. Ele sorriu, ainda duro, e pegou uma camisinha da carteira. Colocou, mas Luana protestou, segurando o pau dele. - Não... eu quero sem, Marcos... me enche de porra quente... quero sentir você gozando dentro da minha buceta... por favor... Ele hesitou um segundo, depois rasgou o látex com os dentes, jogando o pedaço fora. - Tá bom, vadia... vou te comer sem nada... vou encher essa bucetinha de sêmen. Ele a colocou de quatro no banco estreito, o trem balançando ajudando no ritmo. A pica entrou devagar no começo, esticando a buceta molhada, a curvatura acertando bem no fundo. Luana gritou de prazer. - Aaaahhh... caralho... que pica grossa... me arromba... fode fundo! Ele meteu forte, segurando os quadris dela, bolas batendo na buceta, o barulho molhado ecoando na cabine. Ela era barulhenta pra cacete, gemendo alto, sem vergonha. - Isso... me fode... me usa como sua putinha de viagem... ahhh... porra... mais rápido! Eles mudaram de posição. Ela sentou no pau dele, cavalgando loucamente, as tetas pulando, grelinho roçando na base da pica. Depois de lado, ele por cima, pernas dela nos ombros, metendo fundo. A pica torta acertava em cheio, fazendo ela gozar de novo, esguichando mel no banco. - Haaa... tô gozando de novo... porra... enche minha buceta... goza dentro! Ele gozou pela primeira vez ali, jorrando porra quente, grossa, enchendo a buceta dela até transbordar. Mas não parou. Virou ela de novo, meteu de novo, fodeu mais uns dez minutos até gozar pela segunda vez, enchendo ainda mais, o sêmen escorrendo pelas coxas dela, branco e viscoso. - Caralho... que buceta gulosa... tomei duas cargas dentro de você... tá cheia de porra de casado agora. Luana tremia, buceta pulsando, gozo escorrendo. Mas o tesão não acabava. Ela virou de costas, empinou a bunda redonda, abriu as nádegas com as mãos, mostrando o cu rosado piscando. - Agora fode meu cu, Marcos... quero sentir essa pica torta arrombando meu cuzinho... vai doer mas eu quero... me faz gozar com pau no cu. Ele cuspiu na mão, lubrificou a pica ainda melada de porra e buceta, e pressionou a cabeça grossa contra o cu apertado. Empurrou devagar. Luana gritou de dor no começo, o cu queimando, esticando pra caralho. - Aaaaiii... porra... tá doendo... mas não para... enfia mais... arromba meu cu! Ele meteu centímetro por centímetro, a curvatura da pica abrindo o cu dela de um jeito que doía gostoso. Quando entrou tudo, ela sentiu as bolas batendo nas nádegas. O trem balançava, ajudando as estocadas. Ele começou a foder o cu dela com força, devagar no início, depois mais rápido. A dor virou prazer insano, o cu dela apertando a pica como um punho. - Hmmm... que cu apertado... tá engolindo minha pica toda... vadia safada... rebola nesse pau! Luana rebolava desesperada, gemendo alto, lágrimas de prazer escorrendo. - Aaaahhh... fode meu cu... mais fundo... ahhh... tô sentindo sua pica torta acertando tudo dentro... caralho... vou gozar com pau no cu! Ela gozou forte, o corpo inteiro tremendo, buceta esguichando sem nem tocar, o cu piscando em volta da pica. Mas o prazer era tanto que ela gritou a frase que ele pediu pra ouvir. - Se você gozar dentro do meu cu... eu vou me cagar... porra... não aguento... vai me fazer cagar no pau! Ele não aguentou. Metia cada vez mais forte, o cu dela já folgado de tanto foder, barulho molhado de porra e suor. Ele gozou fundo, jorrando sêmen quente direto no intestino dela, enchendo o cu até transbordar. - Porra... toma no cu... tô gozando dentro... enchei seu cuzinho de porra! No momento que ele gozou, Luana gozou de novo, gritando, o corpo convulsionando. Ele tirou o pau devagar, a cabeça grossa saindo do cu dilatado com um ploc molhado. Luana rebolou a bunda empinada, gemendo ainda de tesão. - Aaaahhh... olha... tô cagando... porra... tô cagando com sua porra misturada! E saiu mesmo. Um jato de merda mole, marrom clara, misturado com o sêmen branco grosso dele, escorrendo do cu aberto, pingando no banco do trem, sujando as coxas dela. Ela rebolava devagar, empurrando mais, o cu piscando, soltando mais porra e merda misturadas, o cheiro forte de sexo e sujeira enchendo a cabine. Luana ria ofegante, cara de puta completa. - Hmmm... olha o que você fez... me fez cagar no trem... mas foi tão gostoso... tô toda suja de sua porra e merda... sou sua vadia a partir de agora. Eles ficaram ali, suados, sujos, o trem seguindo viagem, o cheiro de sexo e porra no ar. Luana lambia os dedos sujos de porra, olhando pra ele com olhos brilhando. - Da próxima viagem eu quero de novo... pau de casado no cu e na buceta... me enchendo até eu me cagar toda. Marcos sorriu, limpando o pau na coxa dela, já pensando na próxima parada. A noite ainda era longa, e a cabine particular guardava segredos que nenhum passageiro imaginaria.
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