Eu odeio meu pai, mas ele me fode tão gostoso!

Eu odeio meu pai. Odeio com cada fibra do meu corpo. Ele é um babaca egoísta, um filho da puta que só pensa nele mesmo, que me criou me tratando como se eu fosse um incômodo na vida dele. Mas porra, nada me deixa mais molhada do que transar com ele justamente por causa desse ódio todo. É o meu sexo favorito, o de ódio puro, daqueles que começa com grito, tapa na cara e termina comigo gozando no pau dele enquanto choro de raiva e prazer misturados. Hoje não foi diferente. Cheguei em casa tarde pra caralho, cheirando a cigarro e cerveja de uma festa que eu sabia que ele ia odiar, e ele já tava lá na sala, sentado no sofá com aquela cara de juiz de merda.
- Sua vadiazinha de merda, onde você tava se enfiando até agora? - ele rosnou, se levantando devagar, os olhos queimando de fúria.
Eu ri na cara dele, jogando a bolsa no chão com força.
- Na rua, pai, chupando pica de quem eu quiser. O que você tem a ver com isso, seu velho egoísta de merda?
Ele avançou rápido, me agarrou pelo cabelo e me puxou com força pra perto do rosto dele. Meu corpo todo tremeu de ódio e de tesão ao mesmo tempo. Eu sentia minha buceta já piscando, traidora do caralho.
- Você vai aprender a me respeitar hoje, sua puta suja - ele disse baixo, a voz rouca de raiva.
Eu cuspi na cara dele.
- Respeitar você? Eu te odeio, seu filho da puta. Te odeio por ser um babaca que nunca ligou pra nada além do próprio pau.
Ele sorriu aquele sorriso sádico que me deixa louca e me jogou no chão da sala com um empurrão forte. Meu joelho bateu no piso frio, mas minha xoxota já tava encharcada, latejando. Ele se ajoelhou atrás de mim, puxou minha saia curta pra cima e deu a primeira palmada forte na minha bunda. O som ecoou pela casa, e eu gritei.
- Ai, caralho! Seu desgraçado!
- Palmada é pouco pra uma vadia como você - ele rosnou, e desceu mais três tapas seguidos, cada um mais forte, deixando minha bunda vermelha como um pimentão ardendo.
Eu choraminguei de dor, mas minha buceta traía tudo, escorrendo melado pelas coxas. Eu odiava ele, odiava cada tapa, mas queria mais.
- Para, seu egoísta de merda! Eu te odeio! - gritei, mas minha voz saiu rouca, cheia de tesão.
Ele riu e enfiou dois dedos grossos direto na minha buceta molhada, sem aviso.
- Olha só essa bucetinha safada... tá pingando pra mim mesmo odiando. Você é uma puta nojenta, filha.
Os dedos dele entravam e saíam rápido, roçando meu grelinho inchado, e eu mordi o lábio pra não gemer alto demais. Mas não aguentei.
- Aaaahhh... porra... eu te odeio... mas não para, seu filho da puta...
Ele tirou os dedos e me virou de frente, abrindo meu sutiã com um puxão e chupando meus mamilos com força, mordendo. Eu segurei a cabeça dele e empurrei contra meus peitos.
- Chupa mais forte, seu babaca... me faz sentir o quanto você é um merda...
Ele levantou, abriu o zíper da calça e tirou aquela pica grossa, veia pulsando, já babando pré-gozo na cabeça rosada. Eu olhei com ódio e desejo misturado.
- Abre essa boca vadia - ele mandou.
Eu abri, e ele enfiou a pica até o fundo da minha garganta num golpe só. Eu engasguei, baba escorrendo pelos cantos da boca, lágrimas nos olhos.
- Gluck... gluck... seu pau nojento... eu te odeio... - eu murmurei com a boca cheia, mas não parei de chupar, lambendo as bolas dele enquanto ele fodia minha cara.
Ele segurou meu cabelo e meteu fundo, batendo no fundo da garganta.
- Isso, engole a pica do pai que você odeia tanto, sua putinha.
Eu sentia minha buceta latejando, molhando o chão. Ele puxou a pica da minha boca com um pop molhado e me jogou de quatro de novo.
- Agora eu vou te foder até você aprender o lugar que é seu, vadia.
Ele posicionou a cabeça grossa da pica na entrada da minha buceta encharcada e meteu tudo de uma vez, sem dó. Eu gritei alto, o prazer e a raiva explodindo.
- Aaaahhh porraaa! Seu pau grande de merda... eu te odeio... me fode mais forte!
Ele começou a meter com força, batendo fundo, as bolas estalando na minha buceta molhada. Cada estocada era um tapa no meu ódio.
- Você é minha puta suja, mesmo odiando - ele grunhiu, dando palmadas na bunda já vermelha enquanto metia.
Eu empinava o rabo pra trás, rebolando contra ele, lágrimas escorrendo.
- Eu te odeio... te odeio por me fazer gozar no seu pau... aaaahhh... mais fundo, seu egoísta!
O suor escorria pelos nossos corpos, o cheiro de sexo enchendo a sala. Ele acelerou, metendo como um animal, a pica inchando dentro de mim. Meu grelinho roçava contra ele a cada estocada, me levando à beira.
- Eu vou gozar... porra... eu te odeio... aaaahhh... gozando no pau do pai que eu odeio! - gritei, o orgasmo me rasgando, buceta apertando a pica dele, esguichando melado pelas coxas.
Ele não parou, meteu mais forte ainda, rosnando.
- Toma porra, vadia... toma toda a porra do pai no fundo dessa buceta gulosa!
Ele gozou com força, jatos quentes e grossos enchendo minha buceta até transbordar, escorrendo pelas minhas pernas misturado com meu mel. Eu tremia, ofegante, odiando e amando cada gota.
- Seu filho da puta... encheu minha buceta de porra... eu te odeio...
Ele tirou a pica devagar, a buceta piscando vazia, porra escorrendo. Mas ele não tinha acabado. Eu sabia o que vinha. Ele agarrou meus quadris, cuspiu na minha bunda e posicionou a pica ainda dura, melada de porra e mel, direto no meu cu apertado.
- Agora eu vou foder esse cu virgem de vadia que você tem - ele disse, pressionando a cabeça grossa contra o anelzinho.
Eu tremi de medo e tesão.
- Não... isso vai doer pra caralho... seu desgraçado...
Ele empurrou devagar no começo, mas depois meteu com força, abrindo meu cu de uma vez. A dor foi lancinante, queimando, esticando tudo.
- Aaaaiii porraaa! Tá doendo! Tira esse pau do meu cu, seu filho da puta!
Mas ele segurou firme e começou a meter, devagar no início, depois mais fundo. A dor misturava com um prazer doentio, meu cu apertando a pica dele como um punho.
- Relaxa esse cu, vadia... tá apertando gostoso pra caralho - ele grunhiu, metendo mais fundo.
Eu chorava, mas rebolava contra ele, o prazer tomando conta.
- Aaaahhh... dói... mas tá bom... mete mais... eu te odeio... fode meu cu...
Ele acelerou, estocadas fortes, a pica entrando e saindo do meu cu, fazendo barulho molhado de porra e cuspe. Meu grelinho latejava, eu enfiei a mão por baixo e comecei a esfregar ele desesperada.
- Aaaahhh... eu vou gozar de novo... com pau do meu pau no cu... porraaa... gozando pelo cu com o pau do pai que eu odeio!
O orgasmo me acertou como um soco, mais forte que o anterior. Eu gritei desesperada, cu apertando a pica dele em espasmos, esguichando mel pela buceta enquanto gozava.
- Aaaahhh porraaa! Gozando... gozando pelo cu... não goza dentro... se você gozar no meu cu eu vou me cagar toda, seu desgraçado! Eu vou me cagar de verdade!
Ele riu rouco e meteu mais fundo ainda.
- Pois é exatamente isso que eu quero, vadia. Toma porra no cu!
Ele gozou com força, jatos grossos de sêmen quente enchendo meu cu até o fundo, transbordando. A sensação era demais, dor, prazer, humilhação e êxtase misturados. Eu gritei, gozando de novo só com o pau pulsando dentro do meu cu cheio de porra.
- Aaaaiii... tá enchendo meu cu... eu tô gozando de novo... porraaa!
Quando ele finalmente tirou a pica devagar, meu cu piscou aberto, vermelho, inchado. Eu comecei a rebolar o rabo, empinando, sentindo a pressão. E aconteceu exatamente como eu gritei: o cu relaxou e eu comecei a cagar, um jato de merda mole misturado com a porra grossa dele escorrendo pra fora, sujando minhas coxas, o chão, pingando quente e nojento. Eu gemia de vergonha e prazer doentio.
- Olha o que você fez... eu me caguei... tô cagando a porra toda do seu pau... aaaahhh... rebolando com o cu sujo...
Ele ficou olhando, pau ainda duro, vendo eu rebolar devagar, o cu aberto cuspindo mais sêmen misturado com merda, escorrendo pelas minhas pernas. Eu tremia inteira, odiando ele mais do que nunca, mas completamente destruída de prazer.
- Você é uma puta nojenta mesmo - ele disse, dando um tapa leve na bunda suja.
Eu olhei pra trás, lágrimas nos olhos, mas sorrindo com ódio.
- E você é o filho da puta que eu amo odiar... agora limpa essa bagunça que você fez, seu egoísta.
A gente ficou ali, suados, sujos, cheios de porra, mel, merda e ódio. E eu sabia que amanhã a gente ia brigar de novo e tudo ia acabar exatamente igual. Porque esse é o nosso sexo favorito. O de ódio puro, sem limite nenhum.
Eu ainda sentia o cu latejando, aberto, vazando aquela mistura quente de porra e merda que escorria devagar pelas minhas coxas trêmulas. Meu corpo todo doía de um jeito bom, a bunda vermelha das palmadas, a buceta inchada e cheia da primeira carga de porra dele, e agora o cu destruído. Eu odiava meu pai por me fazer sentir isso tudo, por me transformar nessa vadia submissa que implora por mais mesmo chorando. Mas minha buceta traía, piscando sozinha, querendo outra rodada.
Ele se levantou, pau ainda semi-duro, brilhando com restos de porra, cuspe e agora um pouco da minha própria sujeira do cu. Ele me olhou de cima, com aquele olhar de vencedor.
- Olha pra você... cagando no chão da sala como uma cachorra no cio. Eu te avisei que ia te colocar no seu lugar, sua puta suja.
Eu me virei de lado, ainda de quatro, rebolando o rabo devagar, sentindo mais um jato quente escorrer. O cheiro era forte, nojento e excitante ao mesmo tempo.
- Eu te odeio... te odeio por me fazer cagar no seu pau... mas olha como meu cu tá aberto pra você... mete de novo se quiser, seu babaca... eu sou sua vadia quando tô com raiva.
Ele riu e se ajoelhou de novo, passando a mão na minha bunda suja, espalhando a mistura.
- Você quer mais, né? Mesmo odiando. Abre esse cu de novo pra mim.
Eu empinei mais, gemendo baixo.
- Aaaahhh... dói ainda... mas enfia... enfia essa pica no meu cu cagado...
Ele cuspiu mais uma vez e enfiou devagar dessa vez, a pica deslizando no meio da porra e da merda, lubrificando tudo. A sensação era escorregadia, quente, nojenta e deliciosa. Eu gemi desesperada.
- Uuuuhhh... tá entrando fácil agora... meu cu tá todo melado da sua porra... mete fundo, seu filho da puta...
Ele começou a meter de novo, estocadas longas e fortes, o pau batendo fundo no meu intestino, fazendo barulhos molhados e sujos a cada vez que entrava e saía. Meu grelinho inchado latejava, eu esfregava ele com dois dedos enquanto ele me fodia o cu.
- Aaaahhh porraaa... tá bom demais... eu tô gozando de novo só com seu pau no meu cu... odeio você por me fazer sentir isso... aaaahhh... gozando... gozando no cu sujo!
Outro orgasmo me rasgou, mais longo, meu cu apertando a pica dele como se quisesse sugar tudo. Ele grunhiu e acelerou.
- Toma mais porra, vadia... vou encher esse cu de novo até você cagar tudo!
Ele gozou pela segunda vez, jatos quentes enchendo meu cu já lotado, transbordando junto com a merda que ainda saía. Quando ele tirou o pau com um plop molhado, eu rebolava frenética, o cu aberto cuspindo tudo: porra grossa branca misturada com pedaços de merda marrom, escorrendo em fios longos pelas minhas pernas, pingando no chão. Eu gemia alto, rebolando o rabo como uma puta em show.
- Olha... tô cagando tudo... cagando a porra do pai que eu odeio... aaaahhh... rebolando mais... sente o cu sujo piscando...
Ele ficou ali, olhando, pau mole agora mas ainda brilhando de sujeira. Eu me virei, sentei no chão sujo mesmo, abrindo as pernas pra ele ver minha buceta e meu cu destruídos.
- Viu o que você fez comigo? Eu te odeio... mas volta amanhã pra gente brigar e foder de novo. Porque isso é o que eu mais gosto, seu egoísta de merda.
Ele sorriu, limpando o pau na minha coxa.
- E você é a melhor vadia que um pai pode ter. Agora levanta e limpa essa merda toda, filha.
Eu ri por entre as lágrimas, o corpo tremendo de exaustão e prazer. O ódio ainda queimava no peito, mas minha buceta e meu cu latejavam satisfeitos. Era assim que a gente se amava: odiando pra caralho e gozando mais forte do que qualquer outro sexo no mundo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Eu odeio meu pai, mas ele me fode tão gostoso!

Codigo do conto:
259018

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
10/04/2026

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