Siririca entre amigas termina de maneira inesperada!
A tarde caía quente no apartamento pequeno do centro, aquele que Larissa e Ingrid dividiam havia seis meses. Larissa, 22 anos, corpo cheio de curvas, peitos grandes e pesados que balançavam quando ela andava, bunda redonda e carnuda, pele morena clara e buceta sempre raspadinha, lisinha, com um grelinho inchado que parecia pedir pra ser esfregado. Ingrid, 19 anos, mais magrinha mas com uma bundinha empinada de academia, peitinhos pequenos e firmes, bucetinha rosada e apertada que ficava brilhando de tesão rapidinho. As duas eram hétero pra caralho, sem namoro, sem sentimento, sem drama. A única coisa que rolava entre elas era aquela rotina safada: quando a vontade batia, sentavam uma do lado da outra no sofá da sala ou na cama do quarto, tiravam a calcinha, abriam as pernas e se masturbavam olhando uma pra outra, sem tocar, sem beijo, sem nada. Só buceta na mão, gemido no ar e o tesão crescendo junto. Aquele dia não era diferente. Larissa chegou da faculdade suada, jogou a mochila no canto e olhou pra Ingrid que já estava de shortinho curto na cozinha. — Tô com a buceta latejando desde o almoço, porra. Quer fazer agora? Ingrid mordeu o lábio inferior, os olhinhos brilhando. — Quero. Tô molhada só de pensar. Vamos pro sofá. Elas foram. Larissa tirou o short e a calcinha de uma vez, sentou com as pernas bem abertas, a buceta já inchada aparecendo rosada e brilhante. Ingrid fez o mesmo, sentando bem do lado, coxa quase encostando na coxa da outra mas sem tocar. As duas começaram devagar. Larissa passou dois dedos na fenda, sentindo o melzinho escorrendo. — Olha como tá molhada essa bucetinha hoje — murmurou ela, a voz já rouca. Ingrid abriu os lábios da xereca com uma mão e começou a circular o grelinho com o dedo do meio. — A minha também. Tá piscando, caralho. Olha pra mim esfregando. As duas ficaram ali, ombro com ombro, respirando pesado. Larissa enfiou um dedo na buceta, depois dois, metendo devagar enquanto o polegar massageava o grelinho inchado. O barulhinho molhado ecoava na sala silenciosa. Ingrid fazia o mesmo, dedinho entrando e saindo rápido, a outra mão apertando o próprio peito pequeno. — Aaaahhh… que delícia ver você metendo dedo nessa buceta gostosa — gemeu Ingrid, os olhos grudados na buceta da amiga. Larissa acelerou, o quadril mexendo sozinho. — Porra, Ingrid… tua xereca tá tão molhada que tá pingando no sofá. Continua, vai… esfrega esse grelinho pra mim. Os gemidos foram ficando mais altos, mais desesperados. Larissa jogou a cabeça pra trás, os peitos grandes subindo e descendo rápido. — Hummmm… tô sentindo o gozo subindo… olha pra minha buceta piscando… Ingrid estava quase lá também, os dedinhos voando no grelinho. — Eu também… aaaahhh porra… goza comigo, Larissa… goza olhando pra minha bucetinha… As duas gozaram quase juntas. Larissa soltou um gemido longo e rouco, o corpo tremendo, a buceta contraindo forte em volta dos dedos, mel escorrendo pela coxa. Ingrid gritou mais agudo, as perninhas tremendo, o grelinho pulsando visivelmente. Depois ficaram ali, ofegantes, olhando uma pra outra com sorrisinhos safados. Limparam com lenço, vestiram a calcinha e voltaram pra vida normal, como sempre. Sem climão. Sem drama. Mas a rotina foi se repetindo quase todo dia. Às vezes de manhã, às vezes à noite. Sempre a mesma coisa: sofá ou cama, pernas abertas, dedos na buceta, olhares famintos, gemidos cada vez mais sujos. Larissa adorava descrever em voz alta. — Olha como minha buceta tá inchada hoje… o grelinho tá duro pra caralho. Quer ver eu enfiar três dedos? Ingrid respondia no mesmo tom. — Quero… mete fundo. Eu tô aqui metendo na minha também… olha como tá molhada, tá escorrendo até o cu. Elas gozavam forte, gemendo alto, corpos suados, bucetas brilhando, o cheiro de tesão enchendo o ar. E sempre, no final, limpavam, vestiam e seguiam como se nada tivesse rolado. Até que uma sexta-feira à noite tudo mudou quando o Rafael, 22 anos, amigo de faculdade da Larissa que às vezes passava ali pra estudar ou tomar cerveja chegou de surpresa no local. Alto, corpo definido, pica grossa que ele mesmo já tinha mostrado em foto de sacanagem pra Larissa uma vez, só de brincadeira. Ele sabia da rotina delas — as duas tinham contado rindo, achando que ele ia ficar chocado. Pelo contrário. Ele ficava louco só de imaginar. Naquela noite ele apareceu sem avisar, com um pack de cerveja. As meninas já estavam no sofá, calcinhas no chão, pernas abertas, dedinhos trabalhando nas bucetas molhadas quando a campainha tocou. Larissa parou, mas não fechou as pernas. — Deve ser o Rafael. Deixa ele entrar? Ingrid, com o dedo ainda dentro da xereca, sorriu safada. — Deixa. Ele sabe da parada. Quem sabe ele curte ver ao vivo. Larissa levantou, buceta brilhando, foi abrir a porta só de camiseta curta. Rafael entrou e parou no meio da sala, olhos arregalados vendo as duas ali, pernas abertas, bucetas expostas. — Caralho… vocês não param mesmo — disse ele, a voz grossa já rouca. Larissa voltou pro sofá, sentou de novo e abriu as pernas mais ainda, mostrando tudo. — Quer assistir? A gente não toca uma na outra. Só olha e goza junto. Mas hoje… se você quiser participar de outro jeito, a gente deixa. Ingrid mordeu o lábio, dedo ainda circulando o grelinho devagar. — É… a gente tá louca pra ver essa pica que você tanto fala, Rafael. Senta aí e tira a roupa. Pode bater uma enquanto a gente continua. Ele não pensou duas vezes. Tirou a camisa, a calça, a cueca. A pica pulou pra fora, grossa, veia marcada, cabeça inchada e já babando pré-gozo. Sentou na poltrona em frente, mão fechando em volta da rola e começando a bater devagar. As meninas voltaram pro que estavam fazendo, mas agora com plateia. Larissa metia dois dedos fundo, gemendo alto. — Olha pra essa pica grossa, Ingrid… imagina ela aqui dentro da minha buceta. Ingrid acelerou no grelinho, olhos fixos na rola dele. — Porra… tá latejando… eu quero ver você sentando nela, Larissa. Quero ver essa buceta engolindo tudo enquanto eu me toco aqui do lado. Rafael batia mais forte, a mão subindo e descendo na pica. — Vocês são as maiores putas que eu já vi… continua, Larissa… mete dedo nessa buceta pra mim. O clima esquentou rápido. Os gemidos das meninas ficaram desesperados. Larissa gozou primeiro, gritando, buceta esguichando um pouco no sofá. Ingrid veio logo depois, corpo tremendo, gemendo “aaaahhh porraaa gozei olhando pra sua pica”. Mas não parou por aí. Larissa olhou pra Rafael, olhos vidrados de tesão. — Vem aqui. Quero essa pica dentro de mim agora. Ingrid vai ficar aqui do lado se tocando enquanto você me fode. Ele levantou, pica dura como pedra. Larissa deitou no sofá de lado, uma perna levantada. Ele se ajoelhou entre as pernas dela, esfregou a cabeça grossa na entrada molhada da buceta e empurrou devagar. — Aaaaiii que delícia… entra devagar… tá abrindo minha buceta toda — gemeu Larissa, a voz falhando. Ingrid sentou bem perto, pernas abertas, dedos voando no grelinho. — Olha como ela tá engolindo sua pica, Rafael… mete fundo… quero ver essa buceta sendo arrombada. Ele começou a meter forte, estocadas fundas, a pica entrando até o talo, bolas batendo na bundinha dela. O barulho molhado era obsceno. Larissa gritava a cada estocada. — Porra… tá batendo no fundo… fode essa buceta… mais forte… aaaahhh! Rafael segurava a cintura dela, metendo como um animal. — Sua buceta é tão quente e apertada… tá piscando na minha pica… vou te encher de porra, vadia. Ingrid estava louca, metendo três dedos na própria buceta enquanto via tudo. — Goza nela, Rafael… enche essa buceta de leitinho quente… eu tô quase gozando de novo só de ver. Larissa gozou primeiro, unhas cravando no sofá, corpo convulsionando. — Aaaahhh porraaa tô gozandooo… continua metendo… não paraaa! Rafael acelerou, suor escorrendo, e finalmente gozou com um grunhido gutural. Jatos grossos de porra quente enchendo a buceta dela até transbordar, escorrendo pela bundinha. — Toma toda… tá enchendo sua buceta de porra… caralho… Ele ficou dentro um tempo, pulsando, depois tirou devagar. A buceta de Larissa ficou aberta, vermelha, porra branca escorrendo devagar. Ingrid gozou olhando aquilo, gemendo alto. Mas Larissa ainda não tinha terminado. Ela virou de quatro no sofá, empinou a bunda, abriu as nádegas com as mãos mostrando o cuzinho piscando e a buceta cheia de porra. — Agora quero no cu. Tá dolorido mas eu quero sentir essa pica grossa arrombando meu cu. Ingrid, fica aí do lado se tocando enquanto ele me fode o cu. Rafael cuspiu na mão, espalhou na cabeça da pica e no cuzinho dela. Empurrou devagar. O cu era apertado pra caralho. — Aaaaiii dói… porra que cu apertado… vai devagar… aaaahhh! Ele entrou centímetro por centímetro, o cu dela esticando ao máximo em volta da pica grossa. Larissa gritava, misto de dor e prazer, lágrimas nos olhos mas bunda empinada pedindo mais. — Tá doendo mas tá gostoso… mete mais… abre meu cu… aaaahhh porraaa! Ingrid, ao lado, dedinho no grelinho rápido. — Olha como seu cu tá engolindo a pica dele… que puta safada… goza com pau no cu, Larissa. Ele começou a meter mais fundo, mais rápido. O cu dela foi relaxando, o prazer tomando conta. Larissa rebolava contra ele, gemendo desesperada. — Mais forte… fode meu cu… tô sentindo o gozo subindo de novo… aaaahhh que delíciaaa! O ritmo ficou animal. Ele segurava os quadris dela, estocando fundo, a pica entrando e saindo do cu apertado com barulho molhado de porra da buceta misturada. Larissa estava se acabando, corpo todo tremendo. — Tô gozando… com pau no cu… aaaahhh porraaa gozei no cuuuu! O orgasmo dela foi violento, o cu apertando a pica dele como um punho, leite escorrendo da buceta vazia. Ela gritou a plenos pulmões, voz rouca: — Se você gozar dentro do meu cu eu vou me cagar… tô falando sério… mas não para… goza dentro… eu quero sentir! Rafael não aguentou. Metendo fundo, rosnou e gozou. Jatos grossos de porra quente explodindo dentro do cu dela, enchendo o intestino. Larissa sentiu o calor, o volume, e gozou de novo, gritando. — Aaaahhh tá enchendo meu cu de porra… tô sentindo… porraaa! Ele gozou tudo, pulsando dentro do cu apertado. Depois, devagar, puxou a pica pra fora. No momento em que a cabeça grossa saiu do cu, Larissa rebolou forte, empinando a bunda, e começou a cagar. Um jato de merda mole, misturada com a porra branca dele, saiu do cu aberto, escorrendo pelas coxas, pingando no sofá. Ela rebolava devagar, gemendo de prazer e vergonha misturados. — Olha… tô cagando… tô cagando a porra toda… aaaahhh que delíciaaa… continua saindo… A merda misturada com sêmen escorria grossa, branca e marrom, pelo cu piscando e pelas coxas. Ingrid gozou mais uma vez só de ver, dedo enterrado na buceta. — Caralho… que puta cena… você tá cagando a porra dele… Larissa ainda rebolava, o cu soltando mais um pouco, o cheiro forte enchendo a sala. Rafael olhava hipnotizado, a pica ainda semi-dura pingando. Ele respirou fundo, os olhos agora fixos em Ingrid, que ainda estava ali do lado, pernas abertas, bucetinha molhada brilhando e dedo parado no grelinho. A garota de 19 anos sentiu o olhar dele como um choque e tentou se levantar rápido, fechando as coxas. — Ei, espera… eu não… eu acho melhor parar por aqui — murmurou ela, voz tremendo, já se mexendo pro lado do sofá pra sair. Rafael não deu tempo. Levantou num pulo, pica voltando a endurecer rápido, e agarrou o braço dela com força, puxando ela de volta pro sofá. A mão dele era grande, apertava firme, sem soltar. — Fica quietinha aí, sua putinha. Você ficou o tempo todo olhando e se tocando. Agora é sua vez. Não vai escapar não. Ingrid tentou puxar o braço uma vez, o corpo se contorcendo um pouco, mas não resistiu de verdade. Os olhinhos dela estavam arregalados, misturando medo e tesão, a bucetinha ainda pingando. — Rafael… por favor… eu sou mais apertada que a Larissa… vai doer demais — sussurrou ela, mas as pernas já se abrindo sozinhas, como se o corpo traísse a boca. Ele não respondeu com palavras. Jogou ela de bruços no sofá, empinou aquela bundinha empinada de academia e abriu as coxas dela com os joelhos. A pica grossa, ainda suja da porra e da merda da Larissa, esfregou na bucetinha rosada e apertada da Ingrid. — Olha essa bucetinha virgem de pau grosso… vai tomar tudo agora, caralho. E meteu de uma vez, sem aviso, estocada bruta até o talo. Ingrid gritou alto, o corpo arqueando. — Aaaaiii porraaa… tá rasgando minha buceta… aaaahhh dói mas tá gostoso… mete mais forte! Rafael segurou os cabelos dela com uma mão, a outra cravada na cintura fina, e começou a foder com uma intensidade que não tinha usado com Larissa. Estocadas violentas, rápidas, a pica grossa entrando e saindo com força, bolas batendo forte na bundinha dela. O sofá rangia, o barulho molhado era ensurdecedor. — Toma, sua vadia apertada… essa buceta tá me espremendo… mais fundo que na Larissa… vou te arrombar inteira! Ingrid se acabava, gemidos desesperados saindo sem parar, o corpo tremendo a cada estocada. — Aaaahhh porraaa… tá batendo no útero… fode mais… mais forte… eu tô gozando já… aaaahhh! Ela gozou rápido, buceta apertando a pica dele como um torno, leite escorrendo pelas coxas. Mas ele não parou. Tirou a pica da buceta dela, virou ela de lado e empurrou direto no cuzinho piscando, sem cuspir, só usando o mel da buceta e o resto da porra que ainda tinha. — Agora o cu, sua putinha. Vai sentir o que a Larissa sentiu, só que pior pois o seu é bem apertado. O cu da Ingrid era mais apertado ainda, virgem de pica daquele tamanho. Ele forçou, centímetro por centímetro, enquanto ela gritava e choramingava. — Aaaaiii que dor… meu cu tá queimando… mas não para… abre ele todo… aaaahhh porraaa! Quando entrou inteiro, Rafael perdeu o resto de controle. Metia com fúria, estocadas profundas e rápidas, segurando ela pelos quadris com força bruta, o corpo dele batendo contra o dela como se quisesse quebrar. Ingrid rebolava contra ele, chorando de prazer, o cu esticado ao máximo. — Tá me arrombando… fode meu cu mais forte que o dela… eu sou sua putinha agora… aaaahhh! Ele metia fundo, tirava quase todo o pau devagar, deixava o cu dela aberto e mandava: — Rebola e peida pra mim, vadia. Quero sentir esse cu soltando ar enquanto eu te como. Ingrid obedeceu, rebolando a bundinha empinada, e quando ele puxava o pau quase todo pra fora, ela peidava alto, barulhento, o cu piscando soltando ar quente misturado com o cheiro forte. Ele enfiava de novo, metendo mais bruto. — Isso… peida mais… olha como seu cu tá sujo e guloso… peida enquanto eu te fodo! Ela peidava a cada retirada, gemendo rouca, o corpo todo suado e tremendo. — Aaaahhh tô peidando pra você… meu cu tá aberto… continua… eu vou gozar de novo com seu pau no meu cuuuu! O orgasmo dela veio violento, o cu apertando a pica dele como se quisesse sugar tudo. Rafael rosnou, meteu fundo pela última vez e gozou dentro, jatos grossos e quentes enchendo o intestino dela. — Toma toda no cu… enchendo esse cuzinho apertado de porra… caralho! Ingrid sentiu o volume explodindo dentro e gozou mais uma vez, gritando desesperada. — Aaaahhh tá enchendo meu cu… porraaa… se você gozar mais eu vou me cagar toda… mas goza… goza tudo! Ele esvaziou tudo, pulsando forte. Depois puxou o pau devagar, a cabeça grossa saindo do cu esticado. No mesmo instante Ingrid rebolou forte, empinando a bunda, e se cagou. Um jato grosso de merda mole, misturada com a porra branca dele, saiu do cu aberto, escorrendo pelas coxas e pingando no sofá. Ela rebolava sem parar, gemendo alto de prazer e alívio. — Olha… tô cagando… tô cagando a porra toda do meu cu… aaaahhh continua saindo… que delíciaaa… tô me acabando… A merda e o sêmen escorriam juntos, grossos, brancos e marrons, pelo cu piscando e pelas coxas dela. O cheiro forte tomou conta da sala inteira. Larissa, ainda de lado no sofá, assistia tudo com os olhos vidrados, dedo na própria buceta de novo. — Caralho, Ingrid… você se cagou toda também… que puta cena safada… Rafael ficou ali, pica pingando, olhando as duas sujas e ofegantes. Depois riu baixo, satisfeito. — Vocês duas são as maiores vadias que eu já comi. Agora limpem essa bagunça que a gente repete amanhã. As três riram, suadas, sujas e exaustas, mas sem climão nenhum. Limparam o sofá, o chão, tomaram banho juntas e voltaram pra vida normal, como sempre. Só que agora a rotina tinha virado outra coisa, muito mais pesada, muito mais safada, e ninguém ali queria parar.
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