Era uma tarde abafada de sábado na minha casa, o sol batendo forte na janela da sala e deixando tudo mais quente, mais suado, mais safado. Eu, com meus 38 anos, já de pau meio duro só de imaginar, abri a porta pros três: o Lucas, 19 anos, filho da minha irmã, magrinho mas com uma pica grossa que eu já tinha visto em outras brincadeiras; a Julia, 20 anos, filha dela, corpo jovem, peitos firmes, bundinha empinada e uma bucetinha rosada que parecia feita pra levar porra; e o Pedro, 19 anos, filho do meu irmão, mais atlético, pica um pouco mais comprida e sempre babando pré-gozo quando ficava nervoso. Os três entraram rindo nervosos, mas com os olhos brilhando de tesão. Eu fechei a porta e já abracei cada um, apertando devagar, sentindo o corpo quente deles contra o meu. - Relaxem, meus amores. Hoje o tio vai ensinar tudo sobre sexo a três, dupla penetração, como fazer direitinho sem ficar desajeitado. Vocês são maiores de idade, tudo consensual, mas eu tô no comando, tá? Eu cuido de vocês, acaricio, mostro cada passo. E vocês vão adorar meu corpo como eu adoro o de vocês. A Julia mordeu o lábio e já encostou a mão na minha barriga. - Tio, eu tô molhada só de pensar. Quero aprender a chupar uma pica enquanto mexo na outra, quero levar duas ao mesmo tempo. Eu sorri, tirei a camisa devagar, mostrando o peito peludo e o volume na calça. Os meninos tiraram as roupas também, as picas já subindo duras, veias pulsando. A Julia ficou nua por último, a bucetinha depilada brilhando de tesão, o grelinho inchado pedindo língua. Eu sentei no sofá grande e puxei os três pra perto. - Começa devagar, Julia. Pega a pica do Lucas na boca e a do Pedro na mão. Chupa gostoso, vai e vem, mas não para de mexer a mão. Assim, ó. Ela se ajoelhou, pegou a pica grossa do Lucas e enfiou na boca quente, chupando com barulho molhado. A mão dela subiu e desceu na pica do Pedro, mas logo ela se perdeu, parou de mexer a mão enquanto chupava mais fundo. - Merda, tio, não consigo fazer as duas coisas ao mesmo tempo – ela reclamou, saliva escorrendo no queixo. Eu ri baixinho, peguei a mão dela e guiei. - Calma, minha sobrinha safada. Olha, segura firme aqui na base da pica do Pedro, aperta um pouco e vai e vem assim, ritmado. Não para a boca no Lucas. Chupa ele como se fosse um picolé de porra. Ela tentou de novo, agora com minha mão por cima da dela. O Lucas gemeu alto. - Aaaahhh, porra, Julia, que boca quente da porra. Chupa mais fundo, vai. O Pedro segurou a cabeça dela. - Isso, prima, mexe minha pica assim que eu tô louco. Tio, ela tá aprendendo rápido. Eu assistia, pau latejando, e acariciava o cabelo dela, o ombro, descia a mão até apertar um peito, beliscando o bico. Eles tentaram posições. Primeiro o Lucas deitou, Julia sentou na pica dele devagar, a bucetinha engolindo centímetro por centímetro. - Ai, caralho, Lucas, sua pica tá abrindo minha buceta toda – ela gemeu, rebolando devagar. O Pedro ficou na frente, enfiando a pica na boca dela. Mas era caótico: ela balançava, perdia o ritmo, o Lucas reclamava que ela apertava demais e cansava as coxas rápido. - Porra, não consigo ficar assim muito tempo – o Lucas disse, suado. Eu intervi, peguei a Julia no colo e deitei ela no tapete macio. - Deixa o tio mostrar como se faz direito. Lucas, vem comer a buceta dela enquanto ela chupa o Pedro. Eu vou ensinar vocês a foder de verdade. O Lucas enfiou a pica na bucetinha molhada dela com um estalo molhado. Julia abriu a boca gemendo. - Aaaahhh, fode, Lucas, mete fundo na buceta da sua irmãzinha. O Pedro enfiou na boca. Eu fiquei do lado, masturbando meu pau grosso e dando instruções. - Assim, meninos. Vocês têm que coordenar. Quando um mete, o outro puxa. Julia, aperta a buceta no pau do Lucas e chupa o Pedro como eu te ensinei. Eles melhoraram, mas ainda desajeitados. O suor escorria, os gemidos enchiam a sala. Eu não aguentei. Tirei o Lucas de dentro dela, deitei ao lado e enfiei minha pica grossa na bucetinha quente e apertada da Julia. - Agora é minha vez, sobrinha. Sente essa pica do tio abrindo você. - Tiooo, que pica grande da porra! Aaaahhh, me fode, me rasga essa buceta! Eu metia forte, fundo, as bolas batendo na bundinha dela. O Lucas e o Pedro se revezavam na boca dela. Depois tentei a dupla penetração de verdade. Coloquei a Julia de quatro, eu debaixo dela enfiando na buceta, o Lucas atrás tentando o cu. - Devagar, Lucas. Cospe no cu dela primeiro. Empurra a cabecinha. O cu dela era apertado pra caralho. Julia gritou. - Ai, dói, tio! Mas não para, quero as duas picas dentro de mim! O Pedro ficava na frente, ela chupando enquanto levava as duas. Era intenso, suado, os corpos colados, o barulho de carne batendo carne, o cheiro de sexo puro. Eles cansavam rápido, trocavam de posição, caíam rindo e gemendo. Eu controlava tudo, abraçando, beijando, sussurrando no ouvido dela. - Boa menina, aguenta as picas dos primos e do tio. Você nasceu pra isso. Depois de horas de idas e vindas, de buceta molhada pingando, de picas babando, eu senti que ela estava no limite. Deitei a Julia de costas, abri as pernas dela bem abertas e meti minha pica até o fundo da buceta quente. - Agora o tio vai encher essa bucetinha de porra, minha sobrinha safada. Eu metia como um animal, o grelinho dela roçando na minha virilha, os peitos pulando. O Lucas e o Pedro batiam punheta ao lado, assistindo. - Tio, me fode mais forte! Aaaahhh, tô gozando, tô gozando na pica do tiooo! A buceta dela apertou minha pica, esguichando um pouco. Eu não aguentei e gozei forte, jatos grossos de porra quente enchendo ela até transbordar. - Toma toda a porra do tio, Julia. Sente enchendo sua bucetinha. Eu tirei devagar, a porra branca escorrendo pela bundinha dela. Mas eu ainda estava duro. Virei ela de quatro de novo, cuspi no cu apertado e empurrei a cabecinha da pica. - Agora o tio vai comer esse cu virgem, minha putinha. Vai doer no começo, mas você vai gozar desesperada. - Tio, vai devagar... ai, caralho, tá entrando, tá rasgando meu cuuu! Eu empurrei centímetro por centímetro, o cu dela queimando apertado em volta da minha pica grossa. Ela gemia alto, unhas cravando no tapete. - Aaaahhh, dói, tio, mas continua! Mete mais fundo nesse cu! Eu metia devagar no começo, depois mais forte, as bolas batendo na buceta molhada dela. O Lucas e o Pedro assistiam, punhetando. - Porra, tio, come o cu da Julia assim que eu tô louco – disse o Pedro. Ela começou a rebolar, o dor virando prazer puro. - Aaaahhh, tio, agora tá gostoso! Fode meu cu, fode mais rápido! Tô sentindo seu pau bem fundo, caralho! Eu aumentei o ritmo, metendo com força, o cu dela fazendo barulho molhado de porra e cuspe. Ela tremia inteira. - Tô gozando de novo, tio! Com seu pau no meu cu, tô gozando louca! Aaaahhh, aaaahhh, não para! O orgasmo dela foi violento, o cu apertando minha pica como um punho. Eu segurei os quadris dela e meti mais fundo ainda. - Julia, se eu gozar dentro desse cu você vai se cagar toda, sabia? Ela gritou desesperada, rebolando contra mim. - Tio, se você gozar dentro do meu cu eu vou me cagar, hein! Por favor, me enche de porra mesmo assim! Eu quero sentir! Eu não segurei. Gozei forte dentro do cu apertado, jatos quentes de porra enchendo o intestino dela. - Toma no cu, sobrinha! Leva toda a porra do tio! Ela gritava. - Aaaahhh, tô sentindo a porra quente dentro do cu! Tô gozando de novo, caralho! Eu tirei a pica devagar, centímetro por centímetro. Assim que a cabecinha saiu, a Julia rebolou desesperada, o cu piscando. - Ai, tio, tá saindo! Tô me cagando, porra! E saiu mesmo. Uma mistura grossa de porra branca com cocô marrom escorreu do cu dela, sujando as coxas, o tapete, enquanto ela rebolava o bundão, gemendo de prazer e vergonha. - Aaaahhh, olha o que você fez, tio! Tô cagando sua porra misturada! Que delícia, que safadeza! Os meninos gozaram olhando aquilo, jatos no rosto e nos peitos dela. Eu abracei a Julia, suada, suja, tremendo, e beijei sua boca. - Boa menina. Aprendeu direitinho. Agora descansa que o tio vai limpar você e depois a gente continua a aula. A sala cheirava a sexo, porra, suor e aquela mistura final bem chula. Foi caótico, quente, frustrante e perfeito, exatamente como a vida real tinha sido, só que com o final que eu sempre quis dar. E assim terminou a lição daquele dia, com os três abraçados em mim, aprendendo que sexo a três é bagunça, suor e muita porra no final.
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