Na primeira oportunidade, passei a rola na minha sogra!
Eu nunca imaginei que aquela viagem pro casamento da melhor amiga da minha esposa ia virar a foda mais louca e suja da minha vida. Era o jantar de ensaio, o salão tava lotado de gente rindo alto, luzes baixas, música batendo no fundo e o cheiro de vinho barato misturado com perfume de mulher. Laura, a mãe da minha esposa, tava lá, recém-divorciada, 42 anos mas com um corpo que fazia qualquer homem virar a cabeça. Sarada pra porra, academia todo dia, bunda empinada e dura, peitos firmes que balançavam de leve no vestido preto justo que ela tinha escolhido. A virilha dela eu só ia descobrir depois, mas já dava pra imaginar pela forma como o tecido marcava a coxa grossa. Desde o começo da noite rolava aquela tensão sexualzinha que eu sempre jogava pro ego, achando que era coisa da minha cabeça. Mas hoje tava palpável, caralho. Ela passava perto de mim o tempo todo, esbarrava o quadril no meu braço de propósito, deixava a mão ficar um segundo a mais no meu ombro quando ria de alguma piada idiota. - Olha só você, todo arrumadinho hoje, hein? – ela sussurrou uma vez, bem perto do meu ouvido, o hálito quente com cheiro de vinho tinto. Eu senti o pau dar uma latejada na calça só com aquilo. Minha esposa tava ocupada pra caralho com as madrinhas, rindo e tirando foto, nem percebia nada. A bebida rolava solta, taça atrás de taça, e Laura ficava mais solta, mais safada. Em certo momento ela sentou do meu lado na mesa longa, cruzou as pernas de um jeito que o vestido subiu um pouco, mostrando a pele bronzeada da coxa. Eu senti o joelho dela roçar no meu por baixo da toalha. Ninguém viu. Meu coração batia forte pra porra. - Tá calor aqui ou sou eu? – ela perguntou baixinho, mordendo o lábio inferior e olhando direto nos meus olhos. Eu só sorri, tentando disfarçar o tesão que já tava subindo. A noite seguiu assim, cheia de toques leves, olhares demorados, e eu pensando o tempo todo: “caralho, se isso não for coisa da minha cabeça, hoje eu tô fodido”. Quando o jantar acabou, minha esposa foi com o grupo de madrinhas pro Airbnb que tinham alugado pro casamento. Eu e Laura ficamos sozinhos pro hotel. O táxi tava silencioso, só o rádio tocando baixo. Ela sentou perto demais, a perna colada na minha, e de repente a mão dela pousou na minha coxa, apertando de leve. Chegamos no quarto, um quarto simples de hotel com cama king e vista pra cidade. Eu liguei a TV no mudo, peguei o celular pra disfarçar o nervoso. Laura foi pro banheiro e demorou um tempão no chuveiro. Eu ouvia a água caindo, imaginando aquele corpo sarado todo molhado, a espuma escorrendo pelos peitos, pela bunda, pela buceta. Meu pau já tava meio duro só de pensar. Quando ela saiu, tava com um roupão branco do hotel, o cabelo molhado caindo nos ombros, o cheiro de sabonete de lavanda misturado com o calor da pele dela enchendo o quarto inteiro. Ela sentou na beira da cama, suspirou fundo, cruzou as pernas e me olhou. Eu levantei os olhos do celular e perguntei: - Tá tudo bem? Ela mordeu o lábio de novo, aquele jeito que me deixava louco, e respondeu: - Seria uma loucura se a gente dormisse junto? Eu larguei o celular na mesinha, o coração martelando no peito, e falei sem pensar duas vezes: - Sim, seria. Mas eu não vou te negar. Foi como se uma bomba explodisse. Laura se levantou, deixou o roupão cair no chão num movimento lento, e ali tava ela, completamente nua, 42 anos de corpo perfeito, peitos médios com bicos rosados duros, barriga lisinha de quem malha, coxas grossas e, porra, a virilha toda aparada, só um filete de pelinho acima da buceta inchada, os lábios carnudos brilhando de umidade já. Eu me levantei, tirei a camisa, a calça, a cueca, e meu pau pulou pra fora, grosso, latejando, a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Ela veio pra cima de mim, me beijou com fome, língua enrolando na minha, gemendo baixinho enquanto as mãos dela desciam pro meu pau e apertavam forte. - Caralho, que pica grossa… eu sempre soube que você tinha uma rola assim, sabia? – ela murmurou entre os beijos. Eu agarrei a bunda dela, abri as bandas, senti o cu apertadinho e a buceta molhada roçando na minha coxa. Empurrei ela pra cama, deitei por cima, e comecei a chupar aqueles peitos, mordendo os bicos, sugando forte enquanto ela arqueava as costas e gemia: - Aaaahhh porra… isso, chupa esses peitos, vai… morde mais forte, caralho! Desci beijando a barriga, cheguei na buceta dela. O cheiro era doce e safado, buceta madura, molhada pra porra. Abri os lábios com os dedos, vi o grelinho inchado, rosado, brilhando. Lambi devagar, de baixo pra cima, sentindo o gosto salgado e doce ao mesmo tempo. Ela segurou minha cabeça, apertou contra a buceta e gritou: - Porra, que língua boa! Lambe esse grelinho, vai… enfia a língua na minha buceta, caralho! Eu enfiei a língua fundo, lambi o grelinho rápido, chupei os lábios, enfiei dois dedos e curvei pra achar o ponto G. Ela começou a rebolar no meu rosto, coxas tremendo, gemendo cada vez mais alto: - Aaaahhh meu Deus… eu tô gozando já… não para, não para, porra! Ela gozou na minha boca, um jorro quente, buceta apertando meus dedos, corpo convulsionando. Eu subi, posicionei o pau na entrada da buceta dela e meti tudo de uma vez, fundo, até o saco bater na bunda. - Caralhooo! Que buceta apertada… tá molhada pra caralho! – eu grunhi. Laura cravou as unhas nas minhas costas e gritou: - Enfia essa pica toda, vai! Me fode duro, caralho! Eu quero sentir essa rola rasgando minha buceta! Eu comecei a meter forte, estocadas fundas, o quarto cheio do barulho molhado de pau entrando e saindo da buceta encharcada. Ela enrolou as pernas na minha cintura, rebolava embaixo de mim, peitos pulando, boca aberta gemendo sem parar: - Aaaahhh porra… assim… me fode como uma puta… eu sou a puta da sua sogra agora, caralho! Mudei de posição, coloquei ela de quatro, agarrei o cabelo molhado e meti de novo, batendo a pica até o fundo. A bunda dela empinada era uma visão do caralho, redonda, dura, as bandas abrindo toda vez que eu metia. Eu dava tapa forte, deixando marca vermelha. - Bate nessa bunda, vai! Me fode como se eu fosse uma vadia barata! – ela pedia, voz rouca de tesão. Eu meti mais rápido, senti a buceta dela apertando, ela gozou de novo, gritando: - Eu tô gozando de novo… aaaahhh caralhooo… minha buceta tá piscando na sua pica! Continuei metendo, suado, o quarto cheirando a sexo cru, suor, buceta molhada. Virei ela de lado, levantei uma perna dela e meti de lado, fundo, esfregando o grelinho com o polegar enquanto socava. Ela tava desesperada, olhos revirando, gemendo sem controle: - Porra… porra… porra… me enche de porra, vai… goza dentro dessa buceta, caralho! Eu não aguentei mais. Senti o gozo subindo, meti fundo e descarreguei tudo, jatos grossos enchendo a buceta dela até transbordar, escorrendo pelas coxas. Ela gozou junto, corpo tremendo inteiro, gritando: - Aaaahhh sim… tá enchendo minha buceta de porra quente… eu tô sentindo cada jato, caralho! Ficamos ali ofegantes, meu pau ainda dentro, pulsando, a buceta dela apertando e soltando o resto de porra. Mas eu ainda tava duro pra porra, tesão não tinha acabado. Laura olhou pra mim com aqueles olhos safados, lambeu os lábios e falou baixinho: - Agora eu quero no cu… enfia essa pica no meu cu, vai… eu quero sentir dor primeiro, depois prazer pra caralho. Eu cuspi na mão, passei na cabeça do pau e na rosca do cu dela, que tava piscando, apertadinho. Posicionei e empurrei devagar. A cabeça entrou com dificuldade, ela gritou de dor: - Ai porra… tá doendo… mas não para… enfia mais, caralho! Eu empurrei mais, centímetro por centímetro, sentindo o cu dela apertar como um torno, quente, seco no começo, depois molhando com o suor e a porra que escorria da buceta. Meti até o meio, ela tava suando, unhas cravadas no lençol, gemendo de dor misturada com prazer: - Aaaahhh que dor gostosa… meu cu tá queimando… mas continua… arromba forte e gostoso o meu cuzinho, porra! Quando eu meti tudo, até o saco, ela soltou um gemido longo, desesperado: - Caralhooo… tá todo dentro… eu tô sentindo essa pica grossa abrindo meu cu inteiro! Comecei a meter devagar, saindo quase tudo e enfiando de novo. A dor foi virando prazer, ela começou a rebolar pra trás, pedindo mais forte. Eu aumentei o ritmo, estocadas duras, batendo a pica no fundo do cu dela. O quarto ecoava com o barulho de pele contra pele, tapa na bunda, gemidos. - Fode meu cu… fode fundo… aaaahhh eu tô gostando pra caralho… me usa como uma puta que gosta de dar o cu! Ela tava se acabando, buceta pingando porra e tesão, grelinho inchado. Eu enfiei a mão por baixo e esfreguei o grelinho enquanto socava o cu. Ela começou a tremer inteiro, pernas bambas, voz falhando: - Aaaahhh eu tô gozando com seu pau atolado no meu cu… porra… eu nunca gozei assim… aaaahhh continua… me fode o cu enquanto eu gozo! O orgasmo dela foi violento, cu apertando minha pica como se quisesse espremer, corpo convulsionando, ela gritando alto: - Aaaahhh porraaa… se você gozar dentro do meu cu… eu vou me cagar todinha… tá me avisando… não aguento mais… aaaahhh eu tô gozando de novo pelo cu! Eu não parei. Meti mais fundo, mais rápido, sentindo o cu dela pulsar no orgasmo. O tesão subiu de novo, o saco apertando. Eu grunhi: - Eu vou gozar no seu cu, caralho… toma toda essa porra no cu! E descarreguei, jatos quentes enchendo o intestino dela, fundo, grosso. Ela sentiu cada jato e gritou ainda mais: - Aaaahhh tá enchendo meu cu de porra… caralho… eu tô sentindo… vou me cagar… porraaa! Eu continuei metendo devagar enquanto gozava, esvaziando tudo. Quando tirei o pau, devagar, a rosca do cu dela ficou aberta, vermelha, piscando. Laura rebolou a bunda pra trás, empinando, e começou a cagar mesmo, um jorro de merda mole misturada com minha porra grossa branca saindo do cu, escorrendo pelas coxas, sujando o lençol. Ela gemia de prazer e vergonha ao mesmo tempo, rebolando devagar: - Olha o que você fez… eu tô cagando sua porra misturada… caralho… tá saindo tudo… aaaahhh que delícia safada… O cu dela continuava piscando, soltando mais, a mistura marrom e branca pingando, o cheiro forte de sexo e merda enchendo o quarto. Ela tava acabada, ofegante, bunda suja, buceta ainda pingando da primeira gozada, corpo tremendo. Eu olhei praquilo tudo, pau meio mole mas ainda latejando, e senti o tesão voltar só de ver o estrago que a gente tinha feito. A gente ficou ali um tempo, suados, sujos, ofegantes. Laura virou o rosto, sorriu cansada e falou: - Isso foi a melhor foda da minha vida… e olha que eu já fodi bastante. Agora me limpa com a língua, vai… lambe o que você fez no meu cu. Eu não pensei duas vezes. Desci, abri as bandas sujas e lambi devagar, sentindo o gosto salgado, amargo, misturado com minha própria porra. Ela gemia baixinho, rebolando de leve: - Isso… limpa o cu da sua sogra… que delícia… você é um safado do caralho. A noite ainda tava longe de acabar. A gente transou mais duas vezes depois disso, uma na banheira, outra de manhã cedo, sempre sujo, sempre cru, sempre com ela gemendo que queria mais pica na buceta e no cu. Quatro meses se passaram e eu ainda acordo duro toda noite pensando nisso. Naquela Laura, na mãe da minha esposa, na buceta e no cu que me viciou pra sempre. E toda vez que eu vejo minha esposa, lembro da porra que eu botei dentro da mãe dela, da merda que saiu misturada, e meu pau lateja de novo.
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