Benilson mal podia acreditar no que estava acontecendo naquela casa enorme e silenciosa. Ele e Vera, a namorada dele de 22 anos, estavam juntos há dois anos e o sexo entre eles era fogo puro. Todo dia eles se pegavam, ela rebolando em cima dele, gemendo baixinho pra não acordar ninguém, a bucetinha dela apertada e molhada engolindo a pica grossa dele até o talo. Mas agora, nas férias de primavera, Vera tinha viajado pra aquela conferência idiota e ficaria fora a primeira semana inteira. O pai dela, um empresário chato, também sumiu numa viagem de negócios. Sobraram só ele e a mãe da Vera, a Marta, 40 anos bem vividos, corpo de quem ainda malhava pra caralho, peitos grandes e firmes, bunda empinada e um olhar que às vezes demorava demais nele. Naquela primeira noite, Benilson acordou com fome lá pelas onze. A casa estava escura, só o zumbido da geladeira na cozinha. Ele levantou só de cueca boxer preta, a pica meio dura roçando no tecido fino porque tinha sonhado com a Vera chupando ele. Foi até a cozinha, pegou um copo de leite, virou de uma vez e, quando ia voltar pro quarto, sentiu o olhar. Marta estava no corredor, encostada na parede, de camisola fina de seda que mal cobria as coxas grossas. Os mamilos dela marcavam o tecido, duros. Ela não disse nada, só sorriu de canto e voltou pro quarto dela. Benilson sentiu um frio na barriga, mas achou que era só impressão. Até que, cinco minutos depois, ouviu a batida leve na porta do quarto dele. Ele abriu e lá estava ela, descalça, o cabelo solto caindo nos ombros. - Benilson, meu filho... a lâmpada do meu abajur queimou. Você pode dar uma olhada pra mim? Eu não consigo trocar sozinha. Ele foi, claro. Entrou no quarto dela, cheirando a perfume caro e algo mais quente, mais íntimo. Fechou a porta atrás de si sem pensar. Marta ligou o abajur mesmo assim, a luz fraca iluminando o quarto. Ela se virou pra ele, os olhos brilhando. - Eu estava esperando uma chance dessas faz tempo, Benilson. Você é tão jovem, tão forte... eu vejo como você fode a minha filha toda noite. Ouvi vocês dois gemendo. E eu... eu quero sentir isso também. Ele não respondeu com palavras. A pica dele já estava dura pra caralho dentro da cueca. Marta deu um passo, encostou o corpo quente no dele e deslizou a mão direto pro volume. - Olha só isso... que pica grossa. Maior que a do pai da Vera. Eu quero ela toda dentro de mim hoje. Benilson agarrou os peitos dela por cima da camisola, apertou forte, sentiu os mamilos duros roçando na palma da mão. Puxou a camisola pra cima num movimento só e lá estavam eles: peitos grandes, pesados, aréolas escuras, mamilos inchados pedindo boca. Ele chupou um, depois o outro, mordendo de leve enquanto Marta gemia baixinho. - Aaaahhh... isso, chupa os peitos da mamãe... morde eles, caralho. Ele desceu a mão pela barriga dela, enfiou os dedos na buceta já molhada. A xoxota da Marta era peladinha, lábios carnudos e inchados, o grelinho duro latejando. Dois dedos entraram fácil, ela estava encharcada, o barulho molhado ecoando no quarto. - Porra, Marta... você tá pingando. Que buceta gulosa. Ela riu safada, puxou a cueca dele pra baixo e a pica pulou pra fora, grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. - Olha essa rola... que delícia. Eu vou te mamar todinha. Marta se ajoelhou no tapete, segurou a base da pica com as duas mãos e enfiou na boca quente. Chupou fundo, garganta relaxada, saliva escorrendo pelo queixo enquanto ela engolia até as bolas. Benilson agarrou o cabelo dela e fodeu a boca dela devagar, sentindo a língua dela girando no freio. - Isso, mama minha pica... engole tudo, sua vadia gostosa. Ela tirou a boca, cuspiu na pica, esfregou com a mão e olhou pra cima. - Me fode agora, Benilson. Enfia essa pica na minha buceta apertada. Eu quero sentir você me arrombando. Ele jogou ela na cama de casal, abriu as pernas dela bem largas. A buceta brilhava, mel escorrendo pela bunda. Ele esfregou a cabeça da pica no grelinho dela, bateu de leve, depois enfiou de uma vez, até o fundo. Marta arqueou as costas. - Aaaaaahhh caralhooo! Que grossa... me rasga, porra! Benilson começou a meter forte, o barulho de pele batendo em pele enchendo o quarto. A buceta dela apertava como um punho molhado, sugando ele a cada estocada. Ele pegou os peitos dela, apertou enquanto metia, o suor escorrendo dos dois. - Tá gostoso, Marta? Tá sentindo minha pica batendo no fundo da sua buceta? - Tá... tá demais... fode mais forte, Benilson! Me arromba essa xoxota! Aaaahhh... eu vou gozar... não para! Ela gozou pela primeira vez, a buceta contraindo, esguichando um pouco de mel na barriga dele. Benilson não parou. Virou ela de quatro, agarrou a bunda grande e enfiou de novo, batendo fundo, as bolas batendo no clitóris inchado. - Olha esse cu... piscando pra mim. Depois eu vou comer ele também. Marta rebolava contra ele, empinando a bunda, gemendo desesperada. - Me fode, caralho! Enche minha buceta de porra! Goza dentro, Benilson! Eu quero sentir você jorrando lá no fundo! Ele meteu mais rápido, o quarto cheirando a sexo, suor e buceta molhada. O prazer subiu pelas bolas dele, quente, inevitável. Ele segurou a cintura dela e gozou forte, jatos grossos de porra enchendo a buceta da Marta até transbordar, escorrendo pelas coxas dela. - Aaaahhh porraaa... toma toda... tô enchendo sua buceta de leite, sua puta! Eles caíram na cama, ofegantes. Mas não acabou ali. Naquela mesma noite, depois de meia hora descansando, com a buceta dela ainda pingando a porra dele, Marta virou pra ele e sussurrou: - Agora eu quero no cu. Mas vai devagar no começo... tá virgem faz tempo. Benilson sentiu a pica endurecer de novo só de ouvir. Ele cuspiu na mão, passou na rola e na roseta rosada dela. Marta se posicionou de quatro de novo, bunda empinada, olhando pra trás com olhos de quem queria sofrer. Ele encostou a cabeça grossa no cu dela e empurrou. Ela gemeu alto, o cu resistindo. - Aaaaiii... dói... mas não para... enfia devagar. Ele forçou mais, centímetro por centímetro, sentindo o cu dela apertar como um anel de ferro quente. Marta mordeu o travesseiro. - Caralhooo... tá rasgando meu cu... aaaahhh que dor gostosa... me arromba devagar, Benilson! Finalmente a cabeça entrou. Ele parou, deixando ela acostumar, depois meteu mais fundo, devagar, até as bolas encostarem na buceta molhada. O cu dela pulsava em volta da pica, quente, apertado pra caralho. Ele começou a meter, primeiro lento, depois mais forte. Marta gemia desesperada, misturando dor e prazer. - Aaaahhh... tá me destruindo o cu... mas continua... fode esse cu virgem! Mais fundo... aaaaiii porraaa! Ele metia mais rápido agora, o cu dela abrindo, o barulho molhado e obsceno. Marta enfiou a mão entre as pernas e esfregava o grelinho loucamente. - Eu vou gozar com pau no cu... não para... me fode mais forte! O orgasmo dela veio violento, o corpo tremendo inteiro, o cu contraindo forte em volta da pica dele, leite escorrendo da buceta. - Aaaaaahhh caralhooo eu tô gozandooo! Meu cu tá piscando... me arromba mais! Benilson sentia o próprio gozo subindo. Ele segurou a bunda dela e meteu com tudo. Marta gritou, a voz rouca: - Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar toda, Benilson! Não goza dentro... aaaahhh por favor... mas não para! Ele não parou. Gozou fundo no cu dela, jatos quentes enchendo o intestino, misturando com o cu apertado. Marta gritava, gozando de novo, o corpo convulsionando. - Aaaahhh porraaa... você gozou dentro... tô cheia de porra no cu! Benilson tirou a pica devagar, a rola brilhando de porra e um pouco de sujeira. Marta rebolou a bunda empinada, gemendo ainda. - Olha o que você fez... tá saindo... E saiu mesmo. Enquanto ela rebolava devagar, o cu piscando aberto, a porra branca grossa dele misturada com um pouco de coco mole escorreu devagar, escorrendo pela bunda, pingando na cama. Marta gemia de prazer e vergonha ao mesmo tempo. - Aaaahhh... tô cagando com sua porra... olha isso... tá saindo tudo misturado... que delícia safada... Eles ficaram ali, suados, sujos, ofegantes. Aquela foi só a primeira noite. Nos três dias seguintes, antes da Vera voltar, o quarto da Marta virou um puteiro. De manhã ele comia ela na cozinha, de tarde no sofá, de noite no quarto dela de novo. Sempre começava na buceta, enchia de porra, depois passava pro cu. Toda vez o anal era mais dolorido e mais gostoso, ela gritando a mesma coisa, gozando como louca e, no final, rebolando e cagando a porra dele misturada, o cheiro forte de sexo e sacanagem enchendo o quarto. Na última noite, antes da Vera chegar, Marta sentou no colo dele, a pica ainda dentro do cu dela, e sussurrou: - Quando ela voltar, a gente finge que nada aconteceu... mas eu vou ficar com saudade dessa pica me arrombando os dois buracos. Você é meu agora, Benilson. Ele só sorriu, apertou a bunda dela e meteu mais fundo, sabendo que aquilo tinha virado o segredo mais safado da vida dele. E foi assim que a mãe da namorada dele virou a maior puta da casa, gemendo desesperada, gozando com pau no cu e cagando porra misturada enquanto rebolava. Três noites que ele nunca mais esqueceu.
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