Mostrando a bucetinha pro marido de minha amiga, até que ele não aguentou...
Era uma tarde quente pra porra em uma casa de praia alugada no litoral da Bahia, durante aquelas férias de dez dias com o casal de amigos. Eu, a Ana, casada com o Pedro, e a Carla, minha amiga de anos, casada com o Marcos, aquele homem alto, pele morena, corpo definido de quem malha todo dia e com uma pica que eu já tinha reparado no volume da bermuda desde o primeiro dia. A Carla estava no banho, o chuveiro ligado forte, água caindo barulhenta no banheiro da suíte que dividíamos de forma improvisada. O Pedro tinha saído pra comprar cerveja gelada na vendinha da esquina, e eu fiquei sozinha na sala com o Marcos, o coração batendo forte só de pensar na safadeza que eu vinha fantasiando desde que chegamos. Eu estava de shortinho curto e regata fina, sem sutiã, os bicos dos peitos marcando no tecido fino por causa do calor. Sentei no sofá ao lado dele, abri as pernas devagar e puxei o shortinho pro lado, mostrando minha xoxota lisinha, recém-depilada na cera quente que eu tinha feito naquela manhã mesmo. A pele toda suave, sem um pelinho sequer, os lábios inchadinhos e rosados brilhando de tesão já. - Olha aqui, Marcos... vê como ficou lisinha minha bucetinha? Eu depilei hoje só pra você ver... quer tocar? Ele arregalou os olhos, a boca entreaberta, e a bermuda dele já começou a esticar na frente com a rola engrossando rapidinho. O chuveiro da Carla ainda corria forte no fundo, mascarando qualquer barulho que a gente pudesse fazer. Marcos não pensou duas vezes. Esticou a mão grande e áspera, passou os dedos devagar pelos meus lábios lisos, sentindo a maciez da pele depilada, e eu já soltei um gemidinho baixo, o corpo arrepiando inteiro. - Caralho, Ana... que buceta linda, toda lisinha assim... tá molhada pra mim, né? - Tá, Marcos... molhada pra porra... eu mostrei pra você porque eu quero que você me coma agora, enquanto a Carla tá no banho... mete essa pica grande que eu sei que você tem... Ele não esperou. Puxou o shortinho todo pra baixo, jogou no chão e se ajoelhou entre minhas pernas. Abriu minha buceta com os dois polegares, olhando bem de perto a carne rosada e lisinha, o grelinho já inchado pedindo atenção. Lambeu devagar, da entrada até o grelinho, chupando forte, fazendo barulho molhado de quem tá comendo uma buceta com fome. Eu segurei a cabeça dele, empurrando contra mim, rebolando devagar no rosto dele. - Ai, porra... chupa meu grelinho assim... isso, Marcos... lambe essa bucetinha lisinha que eu preparei pra você... O prazer subia rápido, eu sentia os joelhos tremendo. Ele enfiou dois dedos grossos na minha buceta, mexendo rápido enquanto chupava o grelinho sem parar. Eu gozei pela primeira vez ali mesmo, mordendo o lábio pra não gritar alto, o corpo convulsionando, a buceta apertando os dedos dele e soltando um jato quente de tesão que escorreu pela coxa dele. Mas não parou. Ele se levantou, baixou a bermuda e a cueca num movimento só, e a rola dele saltou pra fora, grossa, veia pulsando, cabeça rosada brilhando de pré-gozo, pelo menos uns vinte e dois centímetros de pica dura e pesada. Eu me agachei na frente dele rapidinho, segurei aquela vara com as duas mãos e enfiei na boca, chupando guloso, lambendo as bolas grandes e pesadas, sentindo o cheiro de homem suado misturado com o sabonete da manhã. - Isso, Ana... chupa minha pica toda... engole fundo, safada... Eu engasguei um pouco, mas forcei, sentindo a cabeça bater no fundo da garganta, baba escorrendo pelo queixo. Ele segurava meu cabelo, fudendo minha boca com estocadas curtas e fortes. O chuveiro ainda corria, a Carla cantando baixinho lá dentro, completamente alheia ao que a amiga dela tava fazendo com o marido. Levantei, virei de costas pra ele no sofá, empinei a bunda e abri as pernas. - Vem, Marcos... mete essa pica na minha buceta agora... me fode gostoso antes que a Carla saia do banho... Ele segurou minha cintura, cuspiu na mão, passou na rola e enfiou tudo de uma vez. A buceta lisinha abriu pra ele, engolindo aquela pica grossa até o talo. Eu soltei um gemido desesperado, abafado contra a almofada. - Aaaahhh caralhooo... que pica grande... me arromba, Marcos... fode essa bucetinha lisinha... Ele metia forte, o saco batendo contra meu grelinho, o barulho molhado de pica entrando e saindo ecoando na sala. Cada estocada fazia meus peitos balançarem, o sofá rangendo. Eu rebolava contra ele, apertando a buceta em volta da rola, sentindo cada veia pulsar dentro de mim. Gozei de novo, gritando baixo, o corpo todo tremendo, a buceta esguichando no pau dele. - Gozei, porra... gozei na sua pica... continua metendo... não para... Ele virou meu corpo, me deitou no sofá com as pernas abertas pro alto, e meteu de novo, agora olhando nos meus olhos. A rola entrava fundo, batendo no fundo da buceta, o grelinho roçando na base dele a cada estocada. Eu segurava os joelhos, abrindo mais, sentindo ele me arrombar gostoso. - Isso, Ana... toma essa pica toda... sua buceta tá apertando tanto... vou encher você de porra... Ele acelerou, o suor escorrendo do peito dele pro meu, os gemidos nossos misturados. Eu sentia a rola inchar dentro, pulsando forte. Ele gozou com um grunhido rouco, jorrando porra quente e grossa bem no fundo da minha buceta, enchendo tudo, escorrendo pela rachinha lisinha enquanto ele ainda metia devagar, empurrando o sêmen pra dentro. - Aaaahhh porraaa... toma minha porra toda, Ana... enchi sua bucetinha lisinha... A porra dele tava vazando, quente, escorrendo pelas minhas coxas. Mas ele não tirou. Ainda duro, ele virou meu corpo de novo, me colocou de quatro no sofá, empinou minha bunda e cuspiu direto no meu cu. - Agora vou comer esse cu gostoso, Ana... tá apertado, né? Vai doer um pouco, mas você vai gozar pra caralho... Eu tava ofegante, a buceta ainda pulsando cheia de porra dele, mas o tesão não tinha passado. - Mete no meu cu, Marcos... mas vai devagar no começo... ai, porra... Ele pressionou a cabeça grossa contra o meu cu, forçando devagar. Doeu pra cacete no começo, o anel apertado resistindo, mas ele empurrou firme, centímetro por centímetro, até a rola inteira entrar no meu cu. Eu mordi a almofada, gemendo desesperada, lágrimas nos olhos de dor misturada com prazer. - Aaaaiii caralhooo... tá doendo... mas não para... enfia essa pica no meu cu... arromba meu cuzinho... Ele começou a meter, devagar no início, depois mais forte, o cu se acostumando com a grossura, o prazer subindo forte. A buceta ainda vazava a porra dele, pingando no sofá, enquanto ele fudia meu cu com estocadas profundas. Eu rebolava contra ele, sentindo a rola bater fundo, o grelinho roçando na almofada e me fazendo gozar de novo, o orgasmo mais forte da vida, o corpo convulsionando inteiro. - Aaaahhh vou gozar de novo... com o pau no meu cu... aaaaiii porraaa... gozando pelo cuuu... Eu gritava, o cu apertando a rola dele como um punho. Ele metia mais rápido, o saco batendo contra minha buceta molhada. - Se você gozar dentro do meu cu, Marcos... eu vou me cagar toda... não goza dentro, por favor... aaaahhh mas mete mais... Ele sorriu safado, acelerou ainda mais, a rola inchando no meu cu. E gozou. Jatos quentes de porra explodiram fundo no meu intestino, enchendo meu cu de sêmen grosso e quente. Eu gozei de novo no mesmo instante, o corpo inteiro tremendo, gritando sem controle. - Aaaaiii porraaa... você gozou no meu cu... eu tô me cagando... aaaahhh gozei de novo... Quando ele tirou a rola devagar, o cu piscando aberto, eu comecei a rebolar a bunda, empinando mais, e o que saiu foi uma mistura louca: porra branca dele escorrendo grosso, misturada com um pouco de coco mole que eu não consegui segurar. Eu rebolava devagar, sentindo o cu aberto, o sêmen e a merda escorrendo pela coxa, o cheiro forte de sexo e sujeira enchendo o ar. Ele olhava hipnotizado, passando a mão na bunda minha, espalhando aquela mistura. - Caralho, Ana... olha o que você fez... se cagou toda com minha porra no cu... que safada... Eu tava ofegante, o corpo mole, mas sorrindo, ainda rebolando devagar enquanto a última gota de porra misturada saía. - Foi você que gozou dentro... agora teremos que limpar toda essa bagunça... mas a Carla tá saindo do banho... O chuveiro parou. A gente se vestiu correndo, o sofá sujo de porra e um pouco de coco, mas deu tempo. A Carla saiu do banheiro enrolada na toalha, sorrindo inocente, sem fazer ideia que o marido dela tinha acabado de encher a buceta e o cu da amiga dela de porra, e que eu tinha me cagado toda no sofá. Isso foi só o primeiro dia. Nos dez dias seguintes, a coisa se repetiu toda vez que dava. De manhã cedo, enquanto a Carla ainda dormia, eu mostrava a xoxota lisinha pra ele na cozinha, ele me comia rapidinho por trás, enchendo a buceta de porra antes do café. À tarde, no banho coletivo, eu chupava a pica dele no chuveiro, engolindo até o talo enquanto a água caía, depois ele me fodia no cu de novo, me fazendo gozar gritando baixinho e se cagando com a porra dele escorrendo. À noite, quando o Pedro e a Carla saíam pra caminhar na praia, eu ia pro quarto deles e sentava na rola do Marcos, rebolando gostoso, sentindo ele gozar dentro da buceta e depois virar pro cu, arrombando dolorido e prazeroso até eu gritar que ia me cagar de novo. Cada vez que eu transava com o Pedro, meu marido, eu gozava só de lembrar da pica grossa do Marcos, da sensação de ser arrombada no cu enquanto a Carla tomava banho a poucos metros. O risco de ser pega deixava tudo mais intenso. No nono dia, quase fomos pegos: a Carla saiu do banho mais cedo, e eu ainda tinha porra escorrendo da buceta e do cu misturada com um fio de coco, mas consegui disfarçar sentando rápido no sofá. Nos dez dias, foram pelo menos umas quinze fodações secretas, cada uma com mais detalhes chulos que a anterior: ele lambendo meu grelinho até eu esguichar na cara dele, eu chupando as bolas dele enquanto ele assistia, ele me fodendo contra a parede do quintal de noite, o cu doendo pra caralho mas o prazer sendo tão grande que eu gozava gritando que queria mais porra no intestino. No último dia, antes de irmos embora, ele me comeu uma última vez no banheiro, enquanto a Carla arrumava as malas. Meteu na buceta, encheu de porra, depois virou pro cu e me arrombou com força, me fazendo gozar três vezes seguidas, até eu me cagar toda de novo quando ele gozou dentro, o sêmen branco misturado saindo enquanto eu rebolava e gemia desesperada. Meu marido nunca soube de nada. Eu voltava pra casa com a buceta e o cu doloridos, mas sorrindo, pensando na rola dele toda vez que o Pedro me tocava.
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