Atendi ligação do meu pai, enquanto caia numa pica!

Eu nunca imaginei que ia me meter numa loucura tão safada assim, mas naquela noite na república da faculdade tudo aconteceu do jeito mais quente e perigoso possível. Minha colega de quarto tava trabalhando até tarde no escritório, um plantão que ia até de madrugada, então eu e o namorado dela ficamos sozinhos o tempo todo. O cara era um tesão ambulante, alto, corpo definido, e aquela pica grossa que ele carregava entre as pernas já tinha me deixado molhada só de pensar nela o dia inteiro. A gente começou no sofá da sala mesmo, se agarrando como dois animais no cio. Ele me beijava com fome, enfiando a língua na minha boca enquanto as mãos dele subiam pela minha blusinha fina e apertavam meus peitos com força, beliscando os bicos até eu gemer baixinho contra os lábios dele.
- Porra, você tá com as tetas duras pra caralho hoje. Ele sussurrou no meu ouvido, descendo a boca pro meu pescoço e chupando forte o suficiente pra deixar marca.
Eu ri safada e respondi:
- É porque eu quero essa pica grossa metendo fundo em mim desde que você chegou, seu safado. Minha colega não volta tão cedo, então me come logo.
Ele não perdeu tempo. Me pegou no colo como se eu não pesasse nada, me carregou pro quarto dele e me jogou na cama de casal. Tirou minha roupa devagar, lambendo cada pedaço da minha pele. Primeiro os peitos, chupando os bicos até eles ficarem vermelhos e sensíveis, depois desceu pela barriga, abriu minhas pernas bem abertas e enfiou a cara na minha buceta já melada. A língua dele era quente e habilidosa, circulando meu grelinho inchado devagar no começo, depois chupando forte enquanto metia dois dedos grossos dentro da minha buceta apertada. Eu arqueava as costas, segurando a cabeça dele com as duas mãos, gemendo sem vergonha.
- Ahhh, assim, chupa meu grelinho, caralho... mete os dedos mais fundo. Eu implorei, sentindo a buceta piscar e soltar mais mel.
Ele riu contra minha carne molhada e enfiou um terceiro dedo, depois o mindinho no meu cu, abrindo devagar, preparando o terreno. Eu tava pingando, o travesseiro embaixo da minha bunda já encharcado. Depois eu virei o jogo, me ajoelhei na frente dele e peguei aquela pica grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Enfiei na boca até o fundo da garganta, engasgando, saliva escorrendo pelo queixo enquanto ele segurava meu cabelo e fodia minha boca com força.
- Isso, engole toda a pica, vadia... chupa gostoso que eu adoro ver você babando no meu pau. Ele rosnou, empurrando mais fundo.
Eu chupei por uns bons minutos, lambendo as bolas pesadas, enfiando a língua na fresta da cabeça. Ele tava louco, gemendo alto. Aí ele me virou de quatro na cama e meteu a pica toda de uma vez na minha buceta molhada. O barulho de pele contra pele era alto, as bolas dele batendo na minha buceta com força enquanto ele segurava minha cintura e metia sem piedade. Eu gritava de prazer, o cu piscando, o grelinho roçando no lençol a cada estocada.
- Fode, fode mais forte, porra... rasga minha buceta com essa pica grossa. Eu gemia, rebolando contra ele.
Ele me comeu assim por um tempo bom, mudando o ritmo, às vezes devagar pra eu sentir cada centímetro, às vezes rápido e bruto, me fazendo tremer. Depois ele me deitou de costas na posição missionária, abriu minhas pernas no ar e enfiou de novo, olhando nos meus olhos enquanto a pica entrava e saía brilhando de mel da minha buceta. Era nessa hora que o telefone começou a tocar em cima da mesinha de cabeceira. Ele parou um segundo, pegou o celular e olhou a tela.
- É seu pai. Ele disse com um sorriso safado.
Eu tava ofegante, a buceta pulsando em volta da pica dele ainda enterrada fundo.
- Desliga, caralho. Eu sussurrei, tentando pegar o telefone.
Mas ele segurou meu pulso e balançou a cabeça.
- Atende. Vai ser mais gostoso assim.
Eu hesitei, mas ele começou a mexer devagar os quadris, roçando a cabeça da pica bem no meu ponto G. Peguei o telefone tremendo, atendi e tentei soar normal.
- Alô?
Do outro lado veio a voz calma do meu pai.
- Oi filha, tudo bem aí? Tô ligando só pra saber como você tá, como tá a faculdade, se tá comendo direito...
Eu respirei fundo, sentindo a pica grossa ainda dentro de mim, quente e latejando.
- Oi pai... tá tudo bem sim. Eu respondi, a voz um pouco rouca.
Na mesma hora o namorado dela começou a meter devagar, entrando e saindo com calma pra eu conseguir falar. Meu pai continuou falando sobre o trabalho dele, sobre a comida que minha mãe tava fazendo, sobre o tempo em casa. Eu tentava prestar atenção, mas a pica dele ia fundo, roçando meu grelinho a cada estocada. Quando eu abria a boca pra responder, ele metia mais rápido, forçando um gemido que eu tinha que engolir.
- Ah... sim, pai, a faculdade tá ótima, as aulas de biologia estão bem interessantes. Eu disse, mordendo o lábio inferior com força.
Ele sorriu pra mim, malicioso, e acelerou o ritmo só enquanto eu falava, a pica batendo fundo, as bolas estalando contra minha bunda. Eu sentia a buceta molhada escorrendo pelo cu, o prazer subindo rápido. Quando meu pai começou a falar de novo, sobre os planos de fim de semana, ele diminuiu o ritmo, metendo bem devagar, quase parando, só pra eu conseguir respirar e responder sem gemer alto.
- Sim, pai, eu tô comendo bem... a comida da república é ok. Eu consegui dizer, a voz falhando um pouco no final.
Ele se inclinou sobre mim, ainda metendo devagar, e sussurrou bem no meu ouvido:
- Beija eu agora.
Eu tentei virar o rosto pra beijar, mas meu pai perguntou algo sobre uma prova que eu tinha feito na semana passada.
- Filha, e aquela prova de anatomia, como foi?
Antes que eu pudesse responder, o safado mordeu meu lábio inferior com força, segurando ele entre os dentes por uns segundos longos, a pica ainda metendo fundo. Eu entrei em pânico total, o coração disparado, tentando não gemer enquanto a dor e o prazer se misturavam. Meu pai repetiu a pergunta.
- Filha? Tá me ouvindo?
Só então ele soltou meu lábio, sorriu pra mim com aquele olhar de quem tá se divertindo pra caralho e me deixou responder.
- Foi... foi bem, pai, eu tirei nota boa. Eu consegui falar, a voz tremendo.
A conversa continuou por mais uns minutos. Meu pai tava animado, falando sobre a família, sobre como minha irmã tava no colégio, sobre o cachorro de casa. Eu respondia o mínimo possível, mordendo o travesseiro do lado pra abafar os gemidos que escapavam toda vez que ele acelerava as estocadas. A pica dele tava encharcada do meu mel, entrando e saindo com um barulho molhado que eu tinha certeza que meu pai ia ouvir se prestasse atenção. Ele sussurrou de novo no meu ouvido, bem baixinho:
- Fala mais com ele. Eu quero gozar na bucetinha da princesinha do papai enquanto ele ainda tá na ligação.
No começo eu pensei que de jeito nenhum, balancei a cabeça desesperada.
- Não, para com isso, eu sussurrei de volta. Mas ele meteu mais forte, fundo, batendo no fundo da minha buceta e fazendo meus olhos revirarem.
O prazer foi maior que o medo. Eu mudei de ideia rapidinho e fiquei na linha mais uns bons minutos, respondendo tudo que meu pai perguntava com a voz mais normal que conseguia, mordendo a mão, o lençol, qualquer coisa pra não gritar. Meu pai tava feliz da vida, achando que eu tava super interessada na conversa.
- Que bom que você tá se adaptando bem, filha. Me conta mais sobre os colegas de turma.
Eu respondi qualquer coisa, a voz entrecortada:
- São legais, pai... tem um grupo de estudo que ajuda bastante.
Enquanto isso o namorado dela metia cada vez mais rápido e fundo, a pica inchando dentro de mim, as bolas pesadas batendo forte. Eu tava no limite, a buceta pulsando, o grelinho latejando. Ele gozou de repente, esvaziando os ovos quentes bem fundo na minha buceta, jatos grossos de porra quente enchendo tudo, transbordando pela borda enquanto ele continuava metendo devagar pra espalhar o gozo todo.
- Porra, tô enchendo a buceta da princesinha do papai. Ele sussurrou no meu ouvido, gemendo baixo.
Eu senti cada jato, quente, grosso, a porra dele misturando com meu mel e escorrendo pro meu cu. Meu pai ainda tava falando alguma coisa sobre o jantar de domingo, e eu consegui responder:
- Tá bom, pai... a gente se fala depois, beijo.
Desliguei o telefone tremendo, jogando ele pro lado. Ele ainda tava com a pica enterrada na minha buceta cheia de porra, mexendo devagar, sentindo o calor do gozo dele dentro de mim.
- Agora vem o melhor. Ele disse com a voz rouca. Vira de quatro que eu vou comer esse cu apertado.
Eu tava mole de tesão, mas obedeci, me colocando de quatro na cama, a bunda empinada, a buceta ainda pingando porra dele pelas coxas. Ele cuspiu na mão, passou na cabeça da pica ainda dura e encharcada de gozo e cuspiu direto no meu cu. Sem avisar, forçou a cabeça grossa contra o meu cuzinho apertado. Doeu pra caralho no começo, um ardor queimando que me fez gritar alto.
- Ahhh, caralho, tá doendo... vai devagar, porra. Eu gemi, mordendo o travesseiro.
Mas ele não parou, empurrou devagar até a cabeça passar do anel apertado, depois meteu mais uns centímetros. A dor era forte, mas misturada com um prazer sujo que eu nunca tinha sentido tão intenso. Ele segurou minha cintura e começou a meter mais fundo, centímetro por centímetro, até a pica toda sumir no meu cu.
- Isso, toma a pica no cu, vadia... tá apertado pra caralho. Ele rosnou, começando a estocar devagar no começo.
Eu gemia desesperada, o cu ardendo, mas o prazer crescendo rápido. Ele metia mais forte, as bolas batendo na minha buceta melada de porra, uma mão descendo pra esfregar meu grelinho inchado. Eu comecei a gozar loucamente, o corpo tremendo todo, o cu piscando em volta da pica dele.
- Ahhh, tô gozando... fode meu cu, caralho, não para. Eu gritava, o prazer me rasgando por dentro.
Ele acelerou, metendo bruto, a pica entrando e saindo do meu cu com força, o barulho molhado da porra da buceta ajudando a lubrificar. Eu gozei de novo, mais forte, gritando sem controle.
- Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar toda, porra... não goza dentro. Eu implorei, mas a voz saía cheia de tesão, o corpo traindo cada palavra.
Ele ignorou completamente, meteu mais fundo ainda e gozou com um gemido rouco, enchendo meu cu de porra quente, jatos grossos pulsando fundo no meu intestino. Eu senti tudo, o calor se espalhando, o cu cheio até transbordar. Ele ficou lá dentro uns segundos, mexendo devagar, depois tirou a pica devagar. Assim que a cabeça saiu do meu cu, eu comecei a rebolar sem controle, o cuzinho piscando e soltando tudo. A merda saiu misturada com a porra branca e grossa dele, escorrendo quente pelas minhas coxas, pingando na cama, um cheiro forte e safado enchendo o quarto. Eu rebolava, gemendo envergonhada mas excitada pra caralho, sentindo o cu se contrair e soltar mais porra misturada com merda.
- Olha isso, você tá cagando a porra toda do meu cu. Ele disse rindo safado, passando a mão na minha bunda suja e espalhando o gozo.
Eu tava acabada, o corpo tremendo, a buceta e o cu latejando, porra e merda escorrendo por todo lado. Foi a foda mais intensa e proibida da minha vida, e eu ainda queria mais.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Atendi ligação do meu pai, enquanto caia numa pica!

Codigo do conto:
259242

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
12/04/2026

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